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	<title>
	Comentários sobre: Voltamos ao lulalá	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Paulo Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732880</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 18:55:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me impressiona a maneira como o petismo consegue capturar até mesmo setores que, em tese, estariam distante do desejo de encetar a colaboração de classes e a intensificação da exploração da classe trabalhadora, como é o caso, ao menos em tese, mais uma vez, dos que se autoproclamam anticapitalistas. É só olhar os discursos aqui e nos outros textos da série para ver como tudo se orbita em torno das teses petistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me impressiona a maneira como o petismo consegue capturar até mesmo setores que, em tese, estariam distante do desejo de encetar a colaboração de classes e a intensificação da exploração da classe trabalhadora, como é o caso, ao menos em tese, mais uma vez, dos que se autoproclamam anticapitalistas. É só olhar os discursos aqui e nos outros textos da série para ver como tudo se orbita em torno das teses petistas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Robinson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732818</link>

		<dc:creator><![CDATA[Robinson]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 14:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[15 anos de governo do partido que foi a mais importante experiência recente da classe trabalhadora brasileira.
Perante os resultados, especificamente para as organizações da classe e para o horizonte revolucionário, quais ensinamentos colhemos? 
Em comparação com 2002, 2016 estava mais próximo ou mais longe de um movimento de transformação social liderado pela classe trabalhadora?

e a solução para a situação atual é voltar a colocar este partido no governo? A crítica ao lulismo não é apenas repetir refrões anticapitalistas. É deixar de acreditar que se baseia nisso a possibilidade de futuro. Mesmo porque, para tirar Bolsonaro, serve Huck, serve Doria, serve qualquer um.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>15 anos de governo do partido que foi a mais importante experiência recente da classe trabalhadora brasileira.<br />
Perante os resultados, especificamente para as organizações da classe e para o horizonte revolucionário, quais ensinamentos colhemos?<br />
Em comparação com 2002, 2016 estava mais próximo ou mais longe de um movimento de transformação social liderado pela classe trabalhadora?</p>
<p>e a solução para a situação atual é voltar a colocar este partido no governo? A crítica ao lulismo não é apenas repetir refrões anticapitalistas. É deixar de acreditar que se baseia nisso a possibilidade de futuro. Mesmo porque, para tirar Bolsonaro, serve Huck, serve Doria, serve qualquer um.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ML		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732768</link>

		<dc:creator><![CDATA[ML]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 11:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O inimigo principal de alguns radicais de esquerda é o Lula, pelo visto. Lula, o Kerensky brasileiro, o homem que sozinho impede a revolução proletária. 
Dilma foi apeada do poder pela direita mais corrupta e contra as leis da própria burguesia. Mas não foi golpe. Foi ação entre amigos. E não foi a direita e a milicada terrorista de 64 que pariu Bolsonaro. Foi o PT, a causa de todos os males da nação: presentes, passados e futuros. A capacidade &quot;crítica&quot; superdimensionada causa até vertigem, mas parece que tem dificuldade de se olhar mesmo de relance no espelho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O inimigo principal de alguns radicais de esquerda é o Lula, pelo visto. Lula, o Kerensky brasileiro, o homem que sozinho impede a revolução proletária.<br />
Dilma foi apeada do poder pela direita mais corrupta e contra as leis da própria burguesia. Mas não foi golpe. Foi ação entre amigos. E não foi a direita e a milicada terrorista de 64 que pariu Bolsonaro. Foi o PT, a causa de todos os males da nação: presentes, passados e futuros. A capacidade &#8220;crítica&#8221; superdimensionada causa até vertigem, mas parece que tem dificuldade de se olhar mesmo de relance no espelho.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732631</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 01:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Antipetista de esquerda,

Vários argumentos para não ser petista, não apoiar o PT, não votar no PT e ser oposição ao PT quando for governo. 
Mas não li nada sobre ser antipetista. E novamente antipetista não é uma alcunha em abstrato. Tem uma significação num processo histórico.
Ser antissemita e anticomunista nos anos 1930 na Alemanha tinha um sentido e significado dado num contexto. Poder-se-ia ser um anticomunista ou antissemita contra Hitler, mas não fora no nazismo. Essa era uma significação central a um regime ou sociedade que estava sendo instituída. Já escrevi sobre isso em comentário em outro texto no Passa Palavra. Então, estou me repetindo.

Ser anti, anticapitalista, por exemplo, é ser contra algo, querer o fim de algo, que esse algo não exista. Ser anticapitalista é querer o fim do capitalista. Ser anti é diferente de simplesmente &#039;não ser&#039;, ou ter críticas e objeções a esse algo. Ser anti é lutar pela eliminação. Qual o sentido de alguém de esquerda se dizer anti um partido social-democrata (ou próximo disso)? essa alcunha só passou a existir e só ganha sentido dentro do movimento protofascista que surgiu no Brasil. Ele não tem sentido fora desse contexto. Como disse em outro lugar, é buscar em movimentos fascistas uma identidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antipetista de esquerda,</p>
<p>Vários argumentos para não ser petista, não apoiar o PT, não votar no PT e ser oposição ao PT quando for governo.<br />
Mas não li nada sobre ser antipetista. E novamente antipetista não é uma alcunha em abstrato. Tem uma significação num processo histórico.<br />
Ser antissemita e anticomunista nos anos 1930 na Alemanha tinha um sentido e significado dado num contexto. Poder-se-ia ser um anticomunista ou antissemita contra Hitler, mas não fora no nazismo. Essa era uma significação central a um regime ou sociedade que estava sendo instituída. Já escrevi sobre isso em comentário em outro texto no Passa Palavra. Então, estou me repetindo.</p>
<p>Ser anti, anticapitalista, por exemplo, é ser contra algo, querer o fim de algo, que esse algo não exista. Ser anticapitalista é querer o fim do capitalista. Ser anti é diferente de simplesmente &#8216;não ser&#8217;, ou ter críticas e objeções a esse algo. Ser anti é lutar pela eliminação. Qual o sentido de alguém de esquerda se dizer anti um partido social-democrata (ou próximo disso)? essa alcunha só passou a existir e só ganha sentido dentro do movimento protofascista que surgiu no Brasil. Ele não tem sentido fora desse contexto. Como disse em outro lugar, é buscar em movimentos fascistas uma identidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Antipetista de esquerda		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732610</link>

		<dc:creator><![CDATA[Antipetista de esquerda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 22:58:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Creio que fui citado então mereço no mínimo uma réplica. Sabe Leo, não tem muito tempo que eu comecei a minha militância. Foi já no governo Dilma na verdade. Eu era novo e ingênuo demais para entender o que estava acontecendo em 2013, mas sei que muitos dos camaradas com quem convivi ao longo do tempo foram se distanciando do resgate das pautas de junho em meio àquela Revolta Popular &#039;contra tudo e todos&#039; e seguiram levando a revolta para seu cotidiano. Foi dentro do contexto de uma dessas revoltas subterrâneas em que comecei a me organizar politicamente, não em partido X ou Y, mas com grupos de pessoas trabalhadoras mesmo, quer fossem estudantes, trabalhadores ou com ativistas que circundavam os ditos movimentos sociais. Alguns desses movimentos tiveram que encarar a terceirização levada a cabo nas últimas décadas, outros movimentos com quem &quot;troquei figurinhas&quot; denunciavam a violência policial das UPPs de Cabral e a lei antiterrorismo de Dilma. Creio que não somos diferentes nisso, pois admitimos que a esquerda pode ser pró-capital se colocada na máquina estatal pelos capitalista. Meu antipetismo é, então, uma inconformação com a &#039;ocasião PT&#039;, não o PT que pulsa no coração de Cristiano Fretta, não o PT dos Editoriais do PCO que abrirá um arco-íris e resolverá todos nossos problemas, o PT que pariu Bolsonaro. O Partido que dele só sobraram memórias. E o mesmo PT que em 2018 dividiu os votos necessários para barrar Bolsonaro. Por fim, existem sim setores da extrema-esquerda que agradam-se com o fatalismo de Bolsonaro, mas você os confunde com espantalhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que fui citado então mereço no mínimo uma réplica. Sabe Leo, não tem muito tempo que eu comecei a minha militância. Foi já no governo Dilma na verdade. Eu era novo e ingênuo demais para entender o que estava acontecendo em 2013, mas sei que muitos dos camaradas com quem convivi ao longo do tempo foram se distanciando do resgate das pautas de junho em meio àquela Revolta Popular &#8216;contra tudo e todos&#8217; e seguiram levando a revolta para seu cotidiano. Foi dentro do contexto de uma dessas revoltas subterrâneas em que comecei a me organizar politicamente, não em partido X ou Y, mas com grupos de pessoas trabalhadoras mesmo, quer fossem estudantes, trabalhadores ou com ativistas que circundavam os ditos movimentos sociais. Alguns desses movimentos tiveram que encarar a terceirização levada a cabo nas últimas décadas, outros movimentos com quem &#8220;troquei figurinhas&#8221; denunciavam a violência policial das UPPs de Cabral e a lei antiterrorismo de Dilma. Creio que não somos diferentes nisso, pois admitimos que a esquerda pode ser pró-capital se colocada na máquina estatal pelos capitalista. Meu antipetismo é, então, uma inconformação com a &#8216;ocasião PT&#8217;, não o PT que pulsa no coração de Cristiano Fretta, não o PT dos Editoriais do PCO que abrirá um arco-íris e resolverá todos nossos problemas, o PT que pariu Bolsonaro. O Partido que dele só sobraram memórias. E o mesmo PT que em 2018 dividiu os votos necessários para barrar Bolsonaro. Por fim, existem sim setores da extrema-esquerda que agradam-se com o fatalismo de Bolsonaro, mas você os confunde com espantalhos.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732596</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 22:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O uso generalizado e demagógico do termo golpe para descrever o processo de impeachment de Dilma mais confunde que esclarece. O PT conseguiu duas coisas notáveis, agregar em torno de si uma amplitude jamais vista de grupos sociais os mais diversos e depois voltar contra si um bloco de opositores igualmente amplo e heterogêneo. O governo Dilma não foi derrubado por um golpe: ele perdeu apoios. Isso nada tem a ver com golpe de Estado. Mas a narrativa do golpe permitiu que o PT fosse removido do poder e ao mesmo tempo mantivesse a hegemonia sobre a esquerda, desviando o foco da perda de apoio que levou à sua queda para um complô de forças reacionárias e imperialistas. Nessa posição o partido se manteve, deixando que o governo Temer fizesse os ajustes reivindicados pelo mercado que o próprio PT não poderia fazer, pois prejudicaria ainda mais a sua já deteriorada relação com a classe trabalhadora, apostando que em 2018 conseguiria retornar ao poder com a força das urnas - neutralizadas as oposições à sua esquerda - para renegociar os termos de sua aliança com os setores da direita que lhe deram sustentação política e para moderar as políticas neoliberais mais extremadas. Deu no que deu. Culpar a extrema-esquerda que fez oposição ao PT antes, durante e depois do impeachment pela ascensão de Bolsonaro é um erro grave: quando Dilma sofreu o impeachment, a possibilidade de Bolsonaro chegar ao poder era a coisa mais improvável do mundo. Felizmente para os petistas hoje, e para aquelas pessoas que incorporaram e continuam a repetir essa narrativa, veio Bolsonaro para dar uma base concreta (a posteriori) para um discurso mitológico que antes disso não passava de uma grande mentira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso generalizado e demagógico do termo golpe para descrever o processo de impeachment de Dilma mais confunde que esclarece. O PT conseguiu duas coisas notáveis, agregar em torno de si uma amplitude jamais vista de grupos sociais os mais diversos e depois voltar contra si um bloco de opositores igualmente amplo e heterogêneo. O governo Dilma não foi derrubado por um golpe: ele perdeu apoios. Isso nada tem a ver com golpe de Estado. Mas a narrativa do golpe permitiu que o PT fosse removido do poder e ao mesmo tempo mantivesse a hegemonia sobre a esquerda, desviando o foco da perda de apoio que levou à sua queda para um complô de forças reacionárias e imperialistas. Nessa posição o partido se manteve, deixando que o governo Temer fizesse os ajustes reivindicados pelo mercado que o próprio PT não poderia fazer, pois prejudicaria ainda mais a sua já deteriorada relação com a classe trabalhadora, apostando que em 2018 conseguiria retornar ao poder com a força das urnas &#8211; neutralizadas as oposições à sua esquerda &#8211; para renegociar os termos de sua aliança com os setores da direita que lhe deram sustentação política e para moderar as políticas neoliberais mais extremadas. Deu no que deu. Culpar a extrema-esquerda que fez oposição ao PT antes, durante e depois do impeachment pela ascensão de Bolsonaro é um erro grave: quando Dilma sofreu o impeachment, a possibilidade de Bolsonaro chegar ao poder era a coisa mais improvável do mundo. Felizmente para os petistas hoje, e para aquelas pessoas que incorporaram e continuam a repetir essa narrativa, veio Bolsonaro para dar uma base concreta (a posteriori) para um discurso mitológico que antes disso não passava de uma grande mentira.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732541</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 18:24:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo o comentário do ML, é impressionante a cegueira de parte da extrema-esquerda e sua incapacidade de análise dos fatos no momento que ocorrem.
Hoje, parece que poucos tem a discordar do caráter neocolonial/neoliberal da derruba do PT e sua interdição (via prisão de Lula). Mas o que impressiona é que isso já era claro na época. O caráter regressivo do golpe (ou como se queira chamar). No entanto, aqui no Passa Palavra, por exemplo, não faltaram textos tão exóticos como apontando que se tratava de um processo de renovação e modernização das elites e coisa que o valha. Quando não também que não se tratava de nenhuma mudança substancial ou de relevância.
Estamos agora com Bolsonaro... não faltou gente avisando que golpe se vê como começa e não se sabe como termina. Por enquanto estamos com Bolsonaro eleito, mas sabe-se que ele a todo momento testa suas possibilidade de autogolpe.

O que por outro lado faz lembrar também de algo estarrecedor: pessoas de extrema-esquerda se dizendo antipetistas (contra Bolsonaro). Uma prova da falta de compreensão do que é a significação social &#039;antipetismo&#039; nesse processo histórico. Na ascensão do nazismo na Alemanha se diriam possivelmente antissemitas ou anticomunistas contra Hitler. No mínimo paradoxal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo o comentário do ML, é impressionante a cegueira de parte da extrema-esquerda e sua incapacidade de análise dos fatos no momento que ocorrem.<br />
Hoje, parece que poucos tem a discordar do caráter neocolonial/neoliberal da derruba do PT e sua interdição (via prisão de Lula). Mas o que impressiona é que isso já era claro na época. O caráter regressivo do golpe (ou como se queira chamar). No entanto, aqui no Passa Palavra, por exemplo, não faltaram textos tão exóticos como apontando que se tratava de um processo de renovação e modernização das elites e coisa que o valha. Quando não também que não se tratava de nenhuma mudança substancial ou de relevância.<br />
Estamos agora com Bolsonaro&#8230; não faltou gente avisando que golpe se vê como começa e não se sabe como termina. Por enquanto estamos com Bolsonaro eleito, mas sabe-se que ele a todo momento testa suas possibilidade de autogolpe.</p>
<p>O que por outro lado faz lembrar também de algo estarrecedor: pessoas de extrema-esquerda se dizendo antipetistas (contra Bolsonaro). Uma prova da falta de compreensão do que é a significação social &#8216;antipetismo&#8217; nesse processo histórico. Na ascensão do nazismo na Alemanha se diriam possivelmente antissemitas ou anticomunistas contra Hitler. No mínimo paradoxal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ML		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-732483</link>

		<dc:creator><![CDATA[ML]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 14:54:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Que o capitalismo brasileiro, considerado na sua totalidade, não conseguisse entender a importância da convergência social levada a cabo pelos governos do PT e provocasse o impeachment de Dilma Rousseff, isso mostra a imaturidade e o provincianismo de uma boa parte dos capitalistas deste país, mais interessados em pequenos negócios imediatos do que em grandes perspectivas.&quot; Esse provincianismo, crassa ignorância, covardia e parasitismo da ordem neocolonial-neoliberal definem a abjeta classe dominante brasileira e o status quo golpista atual e suas trágicas consequencias. A burguesia fez de Lulae o PT seu inimigo principal, a burguesia tem suas razões que não são propriamente as razões dos críticos de esquerda. Este contexto é diverso do anterior e requer repensar também, sem prejuízo de eventuais aquisições previas de alguma relevância, a crítica, o objeto da crítica e os próprios críticos. Quer me parecer que ninguém ou pouquissimos viram o caos se aproximar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Que o capitalismo brasileiro, considerado na sua totalidade, não conseguisse entender a importância da convergência social levada a cabo pelos governos do PT e provocasse o impeachment de Dilma Rousseff, isso mostra a imaturidade e o provincianismo de uma boa parte dos capitalistas deste país, mais interessados em pequenos negócios imediatos do que em grandes perspectivas.&#8221; Esse provincianismo, crassa ignorância, covardia e parasitismo da ordem neocolonial-neoliberal definem a abjeta classe dominante brasileira e o status quo golpista atual e suas trágicas consequencias. A burguesia fez de Lulae o PT seu inimigo principal, a burguesia tem suas razões que não são propriamente as razões dos críticos de esquerda. Este contexto é diverso do anterior e requer repensar também, sem prejuízo de eventuais aquisições previas de alguma relevância, a crítica, o objeto da crítica e os próprios críticos. Quer me parecer que ninguém ou pouquissimos viram o caos se aproximar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-731451</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2021 14:36:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um veterano da guerra de classes -hiperbólico, enciclopedicamente oximoroso e transdisciplinar- costumava dizer que o Diabo aposta mal e negocia pior. 
Aliás, o verborrágico ex-combatente, embora doutor, não é prenominado Fausto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um veterano da guerra de classes -hiperbólico, enciclopedicamente oximoroso e transdisciplinar- costumava dizer que o Diabo aposta mal e negocia pior.<br />
Aliás, o verborrágico ex-combatente, embora doutor, não é prenominado Fausto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Delito		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/03/137192/#comment-731438</link>

		<dc:creator><![CDATA[Delito]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2021 13:43:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=137192#comment-731438</guid>

					<description><![CDATA[Às vezes é melhor não ter &quot;relevância&quot; política do que negociar com o diabo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes é melhor não ter &#8220;relevância&#8221; política do que negociar com o diabo.</p>
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			</item>
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