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	Comentários sobre: Lula&#8230; mas de novo?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/04/137227/#comment-736855</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 14:56:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meu artigo não propõe a articulação de um “terceiro campo”, e também considero contraproducente qualquer fatiamento da esquerda e da extrema-esquerda nas categorias propostas acima ou em outras semelhantes, em “compatíveis” e “incompatíveis”. O critério para a colaboração deve ser sempre apenas um: estar disposto a combater o capitalismo. Aliás, deixei bastante claro em outro artigo publicado neste site (https://passapalavra.info/2021/04/137447/) que, a meu ver, é preciso lutar “no contexto de amplas e plurais mobilizações de esquerda, contra a burocratização e a apassivação dessas mobilizações, pressionando por sua radicalização”; um tal fatiamento, para separar o joio do trigo, inviabilizaria a ação política tal como a entendo e a defendo. A única linha, o único limite que, a meu ver, deve ser traçado é entre esquerda/extrema-esquerda e direita/extrema-direita e entre esquerda/extrema-esquerda e fascismo/identitarismo. Mas ainda assim tomando cuidado para não alienar pessoas sob influência moderada do identitarismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu artigo não propõe a articulação de um “terceiro campo”, e também considero contraproducente qualquer fatiamento da esquerda e da extrema-esquerda nas categorias propostas acima ou em outras semelhantes, em “compatíveis” e “incompatíveis”. O critério para a colaboração deve ser sempre apenas um: estar disposto a combater o capitalismo. Aliás, deixei bastante claro em outro artigo publicado neste site (<a href="https://passapalavra.info/2021/04/137447/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2021/04/137447/</a>) que, a meu ver, é preciso lutar “no contexto de amplas e plurais mobilizações de esquerda, contra a burocratização e a apassivação dessas mobilizações, pressionando por sua radicalização”; um tal fatiamento, para separar o joio do trigo, inviabilizaria a ação política tal como a entendo e a defendo. A única linha, o único limite que, a meu ver, deve ser traçado é entre esquerda/extrema-esquerda e direita/extrema-direita e entre esquerda/extrema-esquerda e fascismo/identitarismo. Mas ainda assim tomando cuidado para não alienar pessoas sob influência moderada do identitarismo.</p>
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		<title>
		Por: A disputa do Passa Palavra de fora para dentro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/04/137227/#comment-736834</link>

		<dc:creator><![CDATA[A disputa do Passa Palavra de fora para dentro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 16:11:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pois é, caros editores do site, basta agora vocês seguirem a cartilha e política editorial do Zé, que, pelo visto, é mais passapalavrista que os passapalavrianos. 

Pergunta: segundo os critérios do Zé, o meu comentário é compatível com a política editorial do Passa Palavra que o Zé nos elucidou?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, caros editores do site, basta agora vocês seguirem a cartilha e política editorial do Zé, que, pelo visto, é mais passapalavrista que os passapalavrianos. </p>
<p>Pergunta: segundo os critérios do Zé, o meu comentário é compatível com a política editorial do Passa Palavra que o Zé nos elucidou?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/04/137227/#comment-736833</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 14:57:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[UFA! Que alívio. Salvo um reparo aqui e outro acolá - entre os quais eu incluiria um estilo de linguagem pouco sóbrio para a pertinência do assunto e o erro imperdoável de chamar os regimes de Capitalismo de Estado de Comunismo - este texto tem o mérito de tocar no ponto fundamental do que me parece ser a tarefa central que todos nós, apoiadores do Passa Palavra, deveríamos fazer: articular um terceiro campo para enfrentar tanto a direita quanto a esquerda do capital. Mas, para isso, serão necessárias certas separações no entorno do próprio Passa Palavra. Explico: a quantidade de comentários que se valeram de argumentos desviantes (deboche, formalismo, espírito de seita, dogmatismo, purismo, entre outros), que eu interpreto como um sintoma de algo muito preocupante que mereceria um comentário específico, para não tocar no ponto nevrálgico: nem todos que gravitam em torno do Passa Palavra querem este terceiro campo. Alguns explicitaram isso de forma límpida, outros se dedicam a fazer um sofisticado trabalho de ideólogo para criar legitimidade/justificativa para ficar no campo da social-democracia e ser a &quot;ala autônoma&quot; do petismo. Pelo menos desde 2016, no debate sobre o &quot;golpe&quot;, isso ficou claro para mim. Passo então a fazer um esforço de síntese para identificar as correntes de pensamento e prática compatíveis e incompatíveis com este tão necessário quanto inexistente terceiro campo. Compatíveis: anarquistas proletários, esquerda comunista, marxistas heterodoxos, conselhistas, entre outros. Incompatíveis: anarco-individualistas, marxistas e anarquistas acadêmicos, anti-intelectualistas, autonomistas anti-organização, identitaristas de esquerda, libertários, entre outros. Para os primeiros um encontro para troca de opiniões seria para ontem. Para os segundos o PSOL e, pasmem!, até o PT está de bom tamanho. E para encerrar este comentário que está grande demais, inspira-me o já cantado por Arnaldo Antunes: &quot;o pulso ainda pulsa&quot;. Obrigado Fágner Henrique.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>UFA! Que alívio. Salvo um reparo aqui e outro acolá &#8211; entre os quais eu incluiria um estilo de linguagem pouco sóbrio para a pertinência do assunto e o erro imperdoável de chamar os regimes de Capitalismo de Estado de Comunismo &#8211; este texto tem o mérito de tocar no ponto fundamental do que me parece ser a tarefa central que todos nós, apoiadores do Passa Palavra, deveríamos fazer: articular um terceiro campo para enfrentar tanto a direita quanto a esquerda do capital. Mas, para isso, serão necessárias certas separações no entorno do próprio Passa Palavra. Explico: a quantidade de comentários que se valeram de argumentos desviantes (deboche, formalismo, espírito de seita, dogmatismo, purismo, entre outros), que eu interpreto como um sintoma de algo muito preocupante que mereceria um comentário específico, para não tocar no ponto nevrálgico: nem todos que gravitam em torno do Passa Palavra querem este terceiro campo. Alguns explicitaram isso de forma límpida, outros se dedicam a fazer um sofisticado trabalho de ideólogo para criar legitimidade/justificativa para ficar no campo da social-democracia e ser a &#8220;ala autônoma&#8221; do petismo. Pelo menos desde 2016, no debate sobre o &#8220;golpe&#8221;, isso ficou claro para mim. Passo então a fazer um esforço de síntese para identificar as correntes de pensamento e prática compatíveis e incompatíveis com este tão necessário quanto inexistente terceiro campo. Compatíveis: anarquistas proletários, esquerda comunista, marxistas heterodoxos, conselhistas, entre outros. Incompatíveis: anarco-individualistas, marxistas e anarquistas acadêmicos, anti-intelectualistas, autonomistas anti-organização, identitaristas de esquerda, libertários, entre outros. Para os primeiros um encontro para troca de opiniões seria para ontem. Para os segundos o PSOL e, pasmem!, até o PT está de bom tamanho. E para encerrar este comentário que está grande demais, inspira-me o já cantado por Arnaldo Antunes: &#8220;o pulso ainda pulsa&#8221;. Obrigado Fágner Henrique.</p>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/04/137227/#comment-732765</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 11:41:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lula-lá... de novo, mais uma vez e sempre

Em 1972, Lula já entra como Diretor no Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo pela porta da burocracia e através das mãos de um agente policial, o então presidente Paulo Vidal.
Nessa eleição de 1972 as duas chapas de oposição tiveram integrantes presos e torturados. Vidal indica Lula como seu sucessor nas eleições de 1975.
O mito Lula nasce na greve de 1979. Quando foi decretada a intervenção, Lula pegou seu paletó e resignado abandonou o Sindicato, pronto a retomar seu trabalho na Villares.
Mas a greve continuou. 
Após 2 dias ausente, Lula retorna numa assembléia massiva. Propõe a suspensão da greve para abrir um período de negociação, durante o qual um acordo satisfatório acabou sendo assinado.
Lula é produto da Luta de Classes no Brasil, com todas as contradições desta.
Até 1989 o movimento de massas no Brasil viveu um poderoso período. Lula foi arrastado. De novo, mais uma vez e sempre, oportunista e carreirista.
Recusou-se a convocar uma Greve Geral em apoio à campanha das Diretas Já, quando milhões ocupavam as ruas. Fez oposição protocolar ao Plano Cruzado, em 1986. 
o PT não participou da farsa do colégio eleitoral (1985) que ungiu Tancredo como o último ditador. Também não assinou a Constituição &quot;Cidadã&quot; de 1988. 
A cada vez que o processo histórico desemboca numa crise, impondo a necessidade de mudanças, se restabelece no Brasil um acordo de cúpula, pactuado pelas elites, e a mudança se reduz a um rearranjo que tudo muda para que nada fique diferente.
No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto. Extinto por lei todo o nosso problema, maldito seja quem olhar pra trás, lá pra trás não há nada, e nada mais.
De &quot;pacto civilizatório&quot; em &quot;pacto civilizatório&quot;, os mortos e desaparecidos se amontoam em algum porão renegado de nossas memórias.
Mas tem dias, como hoje, todos eles, os mortos e desaparecidos e os seus entes queridos, também mortos e desaparecidos, saem juntos a passear. Voltam para nos assombrar. E agora eles atingem o número sinistro de 4 mil a cada dia.
Frente à catástrofe em curso, o banho de sangue que liberais, social-democratas e reformistas tanto temiam que fosse provocado pelos revolucionários, não podemos nos dar ao horror de repetir o passado.
Com o ultraliberalismo e a pandemia geridos por militares ligados aos Porões da Ditadura, fica obscenamente exposta, de modo brutal e inequívoco, a principal característica do setor dominante no Brasil: sempre foram genocidas.
Bolsonaro não passa do feroz retorno daquilo que nunca nos dispusemos a enfrentar: a característica genocida intrínseca à classe dominante no Brasil.
O extermínio dos povos originários, as milhares de viagens dos navios negreiros, o massacre interminável das revoltas populares, a urbanização forçada, o cotidiano de execuções nas favelas e periferias.
Se para estes o Estado de Exceção sempre foi a regra, agora o genocídio histórico brasileiro chutou a porta dos setores médios e invadiu seus condomínios fechados. Ninguém está a salvo.
A luIz que se acende no final do túnel é de novo, mais uma vez e sempre, uma maldita composição de classes vindo a toda força contra nós, para de novo, mais uma vez e sempre, tentar asfixiar o ímpeto rebelde, impedir a organização autônoma e cooptar a luta.
CONTUDO, nosso descomunal sofrimento atual é diminuto, comparado ao que será causado pela insistência na repetição dos mesmos erros anteriores.
Quanto mais se alucina Lulinha Paz e Amor como o Salvador da Pátria, mais a realidade dos fatos responde com sua completa inapetência para tal. 
Pois &quot;o cara&quot; não tem nem o vigor físico, nem o perfil psicológico, nem a postura política e muito menos a estatura ética para liderar uma guerra de libertação.
Já não há como de novo, mais uma vez e sempre, ressuscitar o falso milagre da pacificação. Até mesmo nos cemitérios não sobrou espaço para este tipo de &quot;paz&quot;.
“trazer os mortos à vida
não é nenhuma grande mágica.
poucos estão completamente mortos:
sopre as brasas de um homem morto
e uma chama viva se levantará.
então conceda-lhe a vida, mas considere
que o túmulo que o abrigou
agora não pode ficar vazio:
você com suas roupas manchadas
nele você deve se aconchegar deitado.”
.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lula-lá&#8230; de novo, mais uma vez e sempre</p>
<p>Em 1972, Lula já entra como Diretor no Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo pela porta da burocracia e através das mãos de um agente policial, o então presidente Paulo Vidal.<br />
Nessa eleição de 1972 as duas chapas de oposição tiveram integrantes presos e torturados. Vidal indica Lula como seu sucessor nas eleições de 1975.<br />
O mito Lula nasce na greve de 1979. Quando foi decretada a intervenção, Lula pegou seu paletó e resignado abandonou o Sindicato, pronto a retomar seu trabalho na Villares.<br />
Mas a greve continuou.<br />
Após 2 dias ausente, Lula retorna numa assembléia massiva. Propõe a suspensão da greve para abrir um período de negociação, durante o qual um acordo satisfatório acabou sendo assinado.<br />
Lula é produto da Luta de Classes no Brasil, com todas as contradições desta.<br />
Até 1989 o movimento de massas no Brasil viveu um poderoso período. Lula foi arrastado. De novo, mais uma vez e sempre, oportunista e carreirista.<br />
Recusou-se a convocar uma Greve Geral em apoio à campanha das Diretas Já, quando milhões ocupavam as ruas. Fez oposição protocolar ao Plano Cruzado, em 1986.<br />
o PT não participou da farsa do colégio eleitoral (1985) que ungiu Tancredo como o último ditador. Também não assinou a Constituição &#8220;Cidadã&#8221; de 1988.<br />
A cada vez que o processo histórico desemboca numa crise, impondo a necessidade de mudanças, se restabelece no Brasil um acordo de cúpula, pactuado pelas elites, e a mudança se reduz a um rearranjo que tudo muda para que nada fique diferente.<br />
No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto. Extinto por lei todo o nosso problema, maldito seja quem olhar pra trás, lá pra trás não há nada, e nada mais.<br />
De &#8220;pacto civilizatório&#8221; em &#8220;pacto civilizatório&#8221;, os mortos e desaparecidos se amontoam em algum porão renegado de nossas memórias.<br />
Mas tem dias, como hoje, todos eles, os mortos e desaparecidos e os seus entes queridos, também mortos e desaparecidos, saem juntos a passear. Voltam para nos assombrar. E agora eles atingem o número sinistro de 4 mil a cada dia.<br />
Frente à catástrofe em curso, o banho de sangue que liberais, social-democratas e reformistas tanto temiam que fosse provocado pelos revolucionários, não podemos nos dar ao horror de repetir o passado.<br />
Com o ultraliberalismo e a pandemia geridos por militares ligados aos Porões da Ditadura, fica obscenamente exposta, de modo brutal e inequívoco, a principal característica do setor dominante no Brasil: sempre foram genocidas.<br />
Bolsonaro não passa do feroz retorno daquilo que nunca nos dispusemos a enfrentar: a característica genocida intrínseca à classe dominante no Brasil.<br />
O extermínio dos povos originários, as milhares de viagens dos navios negreiros, o massacre interminável das revoltas populares, a urbanização forçada, o cotidiano de execuções nas favelas e periferias.<br />
Se para estes o Estado de Exceção sempre foi a regra, agora o genocídio histórico brasileiro chutou a porta dos setores médios e invadiu seus condomínios fechados. Ninguém está a salvo.<br />
A luIz que se acende no final do túnel é de novo, mais uma vez e sempre, uma maldita composição de classes vindo a toda força contra nós, para de novo, mais uma vez e sempre, tentar asfixiar o ímpeto rebelde, impedir a organização autônoma e cooptar a luta.<br />
CONTUDO, nosso descomunal sofrimento atual é diminuto, comparado ao que será causado pela insistência na repetição dos mesmos erros anteriores.<br />
Quanto mais se alucina Lulinha Paz e Amor como o Salvador da Pátria, mais a realidade dos fatos responde com sua completa inapetência para tal.<br />
Pois &#8220;o cara&#8221; não tem nem o vigor físico, nem o perfil psicológico, nem a postura política e muito menos a estatura ética para liderar uma guerra de libertação.<br />
Já não há como de novo, mais uma vez e sempre, ressuscitar o falso milagre da pacificação. Até mesmo nos cemitérios não sobrou espaço para este tipo de &#8220;paz&#8221;.<br />
“trazer os mortos à vida<br />
não é nenhuma grande mágica.<br />
poucos estão completamente mortos:<br />
sopre as brasas de um homem morto<br />
e uma chama viva se levantará.<br />
então conceda-lhe a vida, mas considere<br />
que o túmulo que o abrigou<br />
agora não pode ficar vazio:<br />
você com suas roupas manchadas<br />
nele você deve se aconchegar deitado.”<br />
.</p>
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