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	Comentários sobre: Precisamos andar na corda bamba	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 15:08:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não creio que a luta passe por uma “disputa pelo Estado […] através das eleições burguesas”, mesmo porque num texto que publiquei neste site, recentemente, afirmei que “a extrema-esquerda não pode ficar voluntariamente presa ao calendário eleitoral, nem à lógica e ao tempo da democracia representativa (aquela que corre o risco de desaparecer), da burocracia, nem muito menos a promessas de eventuais programas de desenvolvimento das esquerdas capitalistas”. E nesse artigo concluí que “ela, a esquerda, tem sido verdadeiramente incapaz de evitar caminhar por uma estrada cheia de armadilhas já conhecidas. Não será a hora de começar a voltar a tentar?” (https://passapalavra.info/2021/04/137227/). Portanto, o que precisamos fazer é buscar novos caminhos, sempre evitando o sectarismo, mas nunca deixando de ser quem somos. Disputas eleitorais, para as lutas dos trabalhadores, não são o começo, nem o fim, nem um meio: são retas paralelas, se não concorrentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não creio que a luta passe por uma “disputa pelo Estado […] através das eleições burguesas”, mesmo porque num texto que publiquei neste site, recentemente, afirmei que “a extrema-esquerda não pode ficar voluntariamente presa ao calendário eleitoral, nem à lógica e ao tempo da democracia representativa (aquela que corre o risco de desaparecer), da burocracia, nem muito menos a promessas de eventuais programas de desenvolvimento das esquerdas capitalistas”. E nesse artigo concluí que “ela, a esquerda, tem sido verdadeiramente incapaz de evitar caminhar por uma estrada cheia de armadilhas já conhecidas. Não será a hora de começar a voltar a tentar?” (<a href="https://passapalavra.info/2021/04/137227/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2021/04/137227/</a>). Portanto, o que precisamos fazer é buscar novos caminhos, sempre evitando o sectarismo, mas nunca deixando de ser quem somos. Disputas eleitorais, para as lutas dos trabalhadores, não são o começo, nem o fim, nem um meio: são retas paralelas, se não concorrentes.</p>
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		<title>
		Por: Diogo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/04/137447/#comment-736845</link>

		<dc:creator><![CDATA[Diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 00:50:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente colocação Fagner Enrique. O horizonte anticapitalista é a superação da sociedade de classes, e não deve ser outra coisa menos do que isso. Todavia,  eximir-se dos embates políticos onde quer que eles ocorram é abrir mão de disputar as armas com nossos inimigos de classe. A disputa pelo Estado, bastião dos interesses da burguesia, através das eleições burguesas não significa que deixaremos de ser anticapitalistas, mas demonstra sobretudo que combatemos em todas as frentes e não aceitaremos regressos em nossa luta. Hoje, a face da acumulação capitalista no Brasil personifica-se no governo genocida do Bolsonaro, eleito na esteira do golpe de 2016, que,  apesar de todas atrocidades, ainda não enfrentou unidade combativa das oposições. Em síntese, na política não existem imaculados, existem sujeitos reais, lutas reais e cheias de contradição, cabe a nós enxergarmos com clareza as determinações objetivas do nosso tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente colocação Fagner Enrique. O horizonte anticapitalista é a superação da sociedade de classes, e não deve ser outra coisa menos do que isso. Todavia,  eximir-se dos embates políticos onde quer que eles ocorram é abrir mão de disputar as armas com nossos inimigos de classe. A disputa pelo Estado, bastião dos interesses da burguesia, através das eleições burguesas não significa que deixaremos de ser anticapitalistas, mas demonstra sobretudo que combatemos em todas as frentes e não aceitaremos regressos em nossa luta. Hoje, a face da acumulação capitalista no Brasil personifica-se no governo genocida do Bolsonaro, eleito na esteira do golpe de 2016, que,  apesar de todas atrocidades, ainda não enfrentou unidade combativa das oposições. Em síntese, na política não existem imaculados, existem sujeitos reais, lutas reais e cheias de contradição, cabe a nós enxergarmos com clareza as determinações objetivas do nosso tempo.</p>
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