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	<title>
	Comentários sobre: As Luísas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: JMC		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/137886/#comment-747996</link>

		<dc:creator><![CDATA[JMC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 12:54:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma achega.
A foto de destaque, a mais divulgada da repressão nas grandes greves de julho-agosto de 1943, publicada no jornal &quot;O Século&quot;, foi identificada inequivocamente, já neste século, como respeitante à dispersão por forças da polícia de segurança pública (PSP) de mulheres familiares de operários grevistas da Fábrica Sol, em Alcântara (Lisboa), da CUF (Companhia União Fabril), mais concretamente na Travessa do Baluarte. Ver, entre outras fontes, por exemplo,
https://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2003/07/28/j-m-leal-da-silva-fotos-da-greve-de-1943-excerto/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma achega.<br />
A foto de destaque, a mais divulgada da repressão nas grandes greves de julho-agosto de 1943, publicada no jornal &#8220;O Século&#8221;, foi identificada inequivocamente, já neste século, como respeitante à dispersão por forças da polícia de segurança pública (PSP) de mulheres familiares de operários grevistas da Fábrica Sol, em Alcântara (Lisboa), da CUF (Companhia União Fabril), mais concretamente na Travessa do Baluarte. Ver, entre outras fontes, por exemplo,<br />
<a href="https://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2003/07/28/j-m-leal-da-silva-fotos-da-greve-de-1943-excerto/" rel="nofollow ugc">https://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2003/07/28/j-m-leal-da-silva-fotos-da-greve-de-1943-excerto/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Exillio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/137886/#comment-747735</link>

		<dc:creator><![CDATA[Exillio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2021 20:46:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incrível leitura!

Peço licença ao ulisses, mas vejo justamente que sua frase fjnal é a ressonância perfeita dos poemas aqui expostos e da pergunta deixada por João Bernardo: não sabemos &quot;onde estão elas hoje&quot;, mas os percalços nos indicam que &quot;ainda não foi desta vez...&quot;. 

Sobre a pergunta mais difícil - como as Luísas se transformaram de modo tão surpreendente nas mulheres do poema Maria Velho da Costa -, a resposta não existe. Fiquemos com a própria arte da autora a ser espelho para nós dessa questão:
  
&quot;Elas iam e não sabiam para aonde, mas que iam&quot;.

Impossível não olhar para esse verso de Maria Velho da Costa e não recordar do verso, já citado aqui nesse sítio, de Sophia de Mello Breyner Andresen: “Navegavam sem o mapa que faziam”.

As fotos também chamam demais a atenção e nos fazem pensar que as questões apresentadas no artigo também podem ser pensadas a partir da apreciação/comparação entre elas.

Obrigado pelos ensinamentos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível leitura!</p>
<p>Peço licença ao ulisses, mas vejo justamente que sua frase fjnal é a ressonância perfeita dos poemas aqui expostos e da pergunta deixada por João Bernardo: não sabemos &#8220;onde estão elas hoje&#8221;, mas os percalços nos indicam que &#8220;ainda não foi desta vez&#8230;&#8221;. </p>
<p>Sobre a pergunta mais difícil &#8211; como as Luísas se transformaram de modo tão surpreendente nas mulheres do poema Maria Velho da Costa -, a resposta não existe. Fiquemos com a própria arte da autora a ser espelho para nós dessa questão:</p>
<p>&#8220;Elas iam e não sabiam para aonde, mas que iam&#8221;.</p>
<p>Impossível não olhar para esse verso de Maria Velho da Costa e não recordar do verso, já citado aqui nesse sítio, de Sophia de Mello Breyner Andresen: “Navegavam sem o mapa que faziam”.</p>
<p>As fotos também chamam demais a atenção e nos fazem pensar que as questões apresentadas no artigo também podem ser pensadas a partir da apreciação/comparação entre elas.</p>
<p>Obrigado pelos ensinamentos!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/137886/#comment-747562</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2021 12:01:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[IMANÊNCIA TRANSCENDENTAL
Antes da irrupção, enquanto vige a paz social, as Luísas e demais sem-reservas estarão apassivados e serão os condenados da terra. Durante a irrupção, a caosmose transindividual: &#039;queremos tudo, exigimos o impossível&#039;! Após a irrupção, reestruturado já o capitalismo na democracia totalitária, é hora de suportar a canga e tragar o fel: ainda não foi desta vez...
Obrigado, JB.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IMANÊNCIA TRANSCENDENTAL<br />
Antes da irrupção, enquanto vige a paz social, as Luísas e demais sem-reservas estarão apassivados e serão os condenados da terra. Durante a irrupção, a caosmose transindividual: &#8216;queremos tudo, exigimos o impossível&#8217;! Após a irrupção, reestruturado já o capitalismo na democracia totalitária, é hora de suportar a canga e tragar o fel: ainda não foi desta vez&#8230;<br />
Obrigado, JB.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/137886/#comment-747436</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2021 04:02:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Onde estão.... Onde vivem, o que comem... Algumas delas, muitas delas mães pretas, estão na base de organizações ditas de esquerda. Estão na base, fazendo comida e faxina,  subjulgadas, subtraídas, subescutadas pelos dirigentes homens. Até aqui, nenhuma novidade. Inúmeros exemplos concretos disso, basta olhar, olhar realmente.
Charge de Charb sobre os operários sumidos, retirada do livro Marx, manual de instruções: https://boitempoeditorial.files.wordpress.com/2013/08/charge_1_630p.jpg]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onde estão&#8230;. Onde vivem, o que comem&#8230; Algumas delas, muitas delas mães pretas, estão na base de organizações ditas de esquerda. Estão na base, fazendo comida e faxina,  subjulgadas, subtraídas, subescutadas pelos dirigentes homens. Até aqui, nenhuma novidade. Inúmeros exemplos concretos disso, basta olhar, olhar realmente.<br />
Charge de Charb sobre os operários sumidos, retirada do livro Marx, manual de instruções: <a href="https://boitempoeditorial.files.wordpress.com/2013/08/charge_1_630p.jpg" rel="nofollow ugc">https://boitempoeditorial.files.wordpress.com/2013/08/charge_1_630p.jpg</a></p>
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