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	Comentários sobre: Rio de Janeiro: por que ir aos protestos contra a violência policial?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: orapronobis		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/138046/#comment-742462</link>

		<dc:creator><![CDATA[orapronobis]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 17:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A par da pandemia, e os cuidados inerentes, a discussão não deveria ser: Em meio a pandemia como fortalecer a luta de classes, em suas variadas e possíveis modos? 

Não espanta que o medo esteja vencendo a esperança&quot;, para citar a famosa atriz global.
Devemos sim nos debruçar sobre qual imaginação é demandada pro presente, quais formas de luta são possíveis, qual criação é necessária para sairmos da inércia digital que assombra a todos?

Como podemos podemos bloquear a estratégia genocida do Estado Brasileiro, como animar e dar energias aos sujeitos que estão carecendo defesas,qual logística e infraestrutura podemos prover para transforma toda indignação em ações?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A par da pandemia, e os cuidados inerentes, a discussão não deveria ser: Em meio a pandemia como fortalecer a luta de classes, em suas variadas e possíveis modos? </p>
<p>Não espanta que o medo esteja vencendo a esperança&#8221;, para citar a famosa atriz global.<br />
Devemos sim nos debruçar sobre qual imaginação é demandada pro presente, quais formas de luta são possíveis, qual criação é necessária para sairmos da inércia digital que assombra a todos?</p>
<p>Como podemos podemos bloquear a estratégia genocida do Estado Brasileiro, como animar e dar energias aos sujeitos que estão carecendo defesas,qual logística e infraestrutura podemos prover para transforma toda indignação em ações?</p>
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		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/138046/#comment-742366</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 12:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Perfeito, Fagner. O texto realmente foi escrito --- e foi esta a minha intenção --- para se pensar na possibilidade de protestos que nao decorressem de maiores danos à saúde coletiva. Porque esses protestos já estão acontecendo, e tudo indica que voltem a acontecer. Mas é evidente que não deve haver uma primazia das manifestações de rua sobre os militantes. A característica do nosso campo não deve ser a de conservar as tradições de luta, mas de imaginar e criar caminhos, pegar os opressores e exploradores pela impresivibilidade. No caso dos protestos que ocorrem no Rio há aqueles que se arriscam a ir às ruas. Há também aqueles se movimentando para prover assistência às famílias que perderam seus familiares. Há ainda aqueles, como citei no artigo, que se desdobraram para conseguir distribuir máscaras PFF2 para os manifestantes. Há, inclusive, o esforço dos coletivos de favela em pressionar judicialmente contra os responsáveis pela Chacina, aliás, foram estes esforços que levaram o juíz Edson Fachin a determinar a suspensão de operações policiais. 

Não acho que é uma tarefa fácil convencer aqueles que já não usam máscaras há um bom tempo que usem-na agora. É uma impotência política grande. Mas devemos tentar. Devemos a uma nova sociedade a tentativa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perfeito, Fagner. O texto realmente foi escrito &#8212; e foi esta a minha intenção &#8212; para se pensar na possibilidade de protestos que nao decorressem de maiores danos à saúde coletiva. Porque esses protestos já estão acontecendo, e tudo indica que voltem a acontecer. Mas é evidente que não deve haver uma primazia das manifestações de rua sobre os militantes. A característica do nosso campo não deve ser a de conservar as tradições de luta, mas de imaginar e criar caminhos, pegar os opressores e exploradores pela impresivibilidade. No caso dos protestos que ocorrem no Rio há aqueles que se arriscam a ir às ruas. Há também aqueles se movimentando para prover assistência às famílias que perderam seus familiares. Há ainda aqueles, como citei no artigo, que se desdobraram para conseguir distribuir máscaras PFF2 para os manifestantes. Há, inclusive, o esforço dos coletivos de favela em pressionar judicialmente contra os responsáveis pela Chacina, aliás, foram estes esforços que levaram o juíz Edson Fachin a determinar a suspensão de operações policiais. </p>
<p>Não acho que é uma tarefa fácil convencer aqueles que já não usam máscaras há um bom tempo que usem-na agora. É uma impotência política grande. Mas devemos tentar. Devemos a uma nova sociedade a tentativa.</p>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/138046/#comment-742290</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 08:02:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo que há motivos para protestar, mas protestar não se resume a ir para a rua. O texto foca mais numa “redução de danos”: uso da máscara, etc. Mas e quem quer protestar, mas não quer aglomerar na rua? O que fazer? Concordo também, a princípio, que numa manifestação, a depender da sua organização, é possível manter um certo distanciamento entre os manifestantes, etc. Mas as manifestações, sobretudo em momentos de radicalização ou explosões de revolta, tendem a ser imprevisíveis, seja pela ação de provocadores (proto-milícias fascistas...), seja pela porra-louquice dos militantes, seja pela repressão violenta, que tende a gerar o caos; então as chances de, a certa altura da manifestação, os cuidados serem deixados de lado são grandes. Sem contar que a disciplina não é um atributo característico da população brasileira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que há motivos para protestar, mas protestar não se resume a ir para a rua. O texto foca mais numa “redução de danos”: uso da máscara, etc. Mas e quem quer protestar, mas não quer aglomerar na rua? O que fazer? Concordo também, a princípio, que numa manifestação, a depender da sua organização, é possível manter um certo distanciamento entre os manifestantes, etc. Mas as manifestações, sobretudo em momentos de radicalização ou explosões de revolta, tendem a ser imprevisíveis, seja pela ação de provocadores (proto-milícias fascistas&#8230;), seja pela porra-louquice dos militantes, seja pela repressão violenta, que tende a gerar o caos; então as chances de, a certa altura da manifestação, os cuidados serem deixados de lado são grandes. Sem contar que a disciplina não é um atributo característico da população brasileira.</p>
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