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	Comentários sobre: O 19J em Goiânia: para onde iremos?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Magda Fachin		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760636</link>

		<dc:creator><![CDATA[Magda Fachin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2021 17:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Trem do Tempo posta mais um Podcast,quem escuta o que?
O editor se esmera em mais um anúncio da Vakinha on line
A antropóloga reclama da antropofagia de seus leitores
Os anarcas do Mastodon postam mais um 3J
A Agência de Notícias Anarquista comemora algum centenário
Alfredo, motorista da linha 311,sai para mais um dia de labuta
Anitta grava em inglês um novo hit
O Professor anarca chamando pra sua Live pelo 3J
Para onde iremos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Trem do Tempo posta mais um Podcast,quem escuta o que?<br />
O editor se esmera em mais um anúncio da Vakinha on line<br />
A antropóloga reclama da antropofagia de seus leitores<br />
Os anarcas do Mastodon postam mais um 3J<br />
A Agência de Notícias Anarquista comemora algum centenário<br />
Alfredo, motorista da linha 311,sai para mais um dia de labuta<br />
Anitta grava em inglês um novo hit<br />
O Professor anarca chamando pra sua Live pelo 3J<br />
Para onde iremos?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760633</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2021 14:50:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se, como dizia um certo Pitigrilli, a política é a arte de enfiar as mãos na merda, nada é menos imprevisível do que o debate político &quot;dar [em] merda&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se, como dizia um certo Pitigrilli, a política é a arte de enfiar as mãos na merda, nada é menos imprevisível do que o debate político &#8220;dar [em] merda&#8221;&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pragmatismo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760632</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pragmatismo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2021 13:48:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E (de novo) a corrupção torna-se o centro do &quot;debate&quot; político. Só penso isto: vai dar merda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E (de novo) a corrupção torna-se o centro do &#8220;debate&#8221; político. Só penso isto: vai dar merda.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760534</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 23:48:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A melhor caracterização do Bloco Autônomo se encontra melhor explicitada nesta primeira nota do texto. Os trechos a seguir devem nos fazer refletir novamente depois de dois anos. 

(...) existe uma crescente moralização do debate político, uma perspectiva de intensa vigilância, uma subsunção da apatia. É talvez por causa disso que cada vez mais as esquerdas, e sobretudo a extrema-esquerda, não vislumbram uma “conscientização dos trabalhadores” e constantemente esbravejam aos quatro cantos que “falta consciência de classe”.

&quot;(...) cria-se uma falsa perspectiva, que fundamentalmente está ligada a um sentimento de vanguarda das lutas, como se os trabalhadores devessem se indignar e deixar de se indignar dependendo dos pretensos dirigentes. “Nada disto se apresenta como uma política popular. Nada disto inspira o entusiasmo popular. Pelo contrário, pressupõe a apatia” [1].

Mas onde efetivamente encontra-se inserido o movimento autônomo, a autonomia operária? “(…) Se a classe operária quando luta diretamente pela diminuição da exploração não atua nas instituições existentes no capitalismo, onde é que ela atua? (…) Ela atua fundamentalmente nas organizações que cria no próprio processo de luta — nas instituições autônomas. Esta é uma contradição muito importante do capitalismo. É a própria dinâmica de seu desenvolvimento que determina o surgimento de relações sociais que lhe são antagônicas. Relações sociais igualitárias e não especializadas, que destroem o sistema da ‘representatividade’, característico do capitalismo” .

(...) Em primeiro lugar, a autonomia operária pode ser compreendida como produto das lutas, uma característica da recusa das formas de organização do capitalismo, uma forma de resistência à hetero-organização do capital. Fundamentalmente, uma forma de organização que surge a partir das lutas, das contradições do cotidiano. (...)  Entenda-se isto não como formação do braço armado proletário, mas como autogestão das lutas pelos próprios proletários 

(...) Nesse sentido, “Essa perda de conteúdo classista coloca o autonomismo em contato com outros setores ideológicos, como o autonomismo liberal (o cooperativismo clássico, a economia solidária, produtores culturais, artesãos, hortas e bicicletas); com o autonomismo biologizante (excludentes de raça e sexo); com o autonomismo ready-made (black blocs), etc. Mas talvez o pior produto desta operação, de se tomar a horizontalidade como horizonte, seja o autonomismo ingênuo, que se apaixona pelo momento, pelo processo, como se ele bastasse. Como se militar uma ideia para além de um processo fosse excessivo e contaminante” 

(...) Por causa disso é muito frequente vermos “blocos autônomos”, ocupações autônomas, grupos de estudo, de bicicletas, de motociclistas, sessões estudantis, etc. Tudo é autônomo e tudo diz representar a autonomia operária. Essas disputas ideológicas dão origem a uma disputa de narrativa das lutas, como se determinado grupo fosse o responsável e o único agente nesse processo. Por causa disso afirma-se com muita frequência que determinada luta é anarquista, é marxista, é isso ou aquilo. A tentativa de monopolizar a narrativa histórica está diretamente associada a uma tentativa de se manter como referência de determinado movimento — ou até uma vanguarda. 

(...) Nesse sentido, a autonomia operária perde seu caráter fundamental, ou seja, uma prática de classe que se manifesta historicamente sempre que a classe operária se torna protagonista; uma forma de luta contínua e pela ação direta como única forma de intervenção massiva dos trabalhadores; contra a divisão da luta em partes, divisão que atribui aos sindicatos a luta econômica e aos partidos a luta política; onde não há dirigentes nem líderes e não se quer representar uma vanguarda “iluminada”, modelo tão gasto quanto nefasto. Baseia-se unicamente na experiência proletária e é, antes de tudo, uma prática.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor caracterização do Bloco Autônomo se encontra melhor explicitada nesta primeira nota do texto. Os trechos a seguir devem nos fazer refletir novamente depois de dois anos. </p>
<p>(&#8230;) existe uma crescente moralização do debate político, uma perspectiva de intensa vigilância, uma subsunção da apatia. É talvez por causa disso que cada vez mais as esquerdas, e sobretudo a extrema-esquerda, não vislumbram uma “conscientização dos trabalhadores” e constantemente esbravejam aos quatro cantos que “falta consciência de classe”.</p>
<p>&#8220;(&#8230;) cria-se uma falsa perspectiva, que fundamentalmente está ligada a um sentimento de vanguarda das lutas, como se os trabalhadores devessem se indignar e deixar de se indignar dependendo dos pretensos dirigentes. “Nada disto se apresenta como uma política popular. Nada disto inspira o entusiasmo popular. Pelo contrário, pressupõe a apatia” [1].</p>
<p>Mas onde efetivamente encontra-se inserido o movimento autônomo, a autonomia operária? “(…) Se a classe operária quando luta diretamente pela diminuição da exploração não atua nas instituições existentes no capitalismo, onde é que ela atua? (…) Ela atua fundamentalmente nas organizações que cria no próprio processo de luta — nas instituições autônomas. Esta é uma contradição muito importante do capitalismo. É a própria dinâmica de seu desenvolvimento que determina o surgimento de relações sociais que lhe são antagônicas. Relações sociais igualitárias e não especializadas, que destroem o sistema da ‘representatividade’, característico do capitalismo” .</p>
<p>(&#8230;) Em primeiro lugar, a autonomia operária pode ser compreendida como produto das lutas, uma característica da recusa das formas de organização do capitalismo, uma forma de resistência à hetero-organização do capital. Fundamentalmente, uma forma de organização que surge a partir das lutas, das contradições do cotidiano. (&#8230;)  Entenda-se isto não como formação do braço armado proletário, mas como autogestão das lutas pelos próprios proletários </p>
<p>(&#8230;) Nesse sentido, “Essa perda de conteúdo classista coloca o autonomismo em contato com outros setores ideológicos, como o autonomismo liberal (o cooperativismo clássico, a economia solidária, produtores culturais, artesãos, hortas e bicicletas); com o autonomismo biologizante (excludentes de raça e sexo); com o autonomismo ready-made (black blocs), etc. Mas talvez o pior produto desta operação, de se tomar a horizontalidade como horizonte, seja o autonomismo ingênuo, que se apaixona pelo momento, pelo processo, como se ele bastasse. Como se militar uma ideia para além de um processo fosse excessivo e contaminante” </p>
<p>(&#8230;) Por causa disso é muito frequente vermos “blocos autônomos”, ocupações autônomas, grupos de estudo, de bicicletas, de motociclistas, sessões estudantis, etc. Tudo é autônomo e tudo diz representar a autonomia operária. Essas disputas ideológicas dão origem a uma disputa de narrativa das lutas, como se determinado grupo fosse o responsável e o único agente nesse processo. Por causa disso afirma-se com muita frequência que determinada luta é anarquista, é marxista, é isso ou aquilo. A tentativa de monopolizar a narrativa histórica está diretamente associada a uma tentativa de se manter como referência de determinado movimento — ou até uma vanguarda. </p>
<p>(&#8230;) Nesse sentido, a autonomia operária perde seu caráter fundamental, ou seja, uma prática de classe que se manifesta historicamente sempre que a classe operária se torna protagonista; uma forma de luta contínua e pela ação direta como única forma de intervenção massiva dos trabalhadores; contra a divisão da luta em partes, divisão que atribui aos sindicatos a luta econômica e aos partidos a luta política; onde não há dirigentes nem líderes e não se quer representar uma vanguarda “iluminada”, modelo tão gasto quanto nefasto. Baseia-se unicamente na experiência proletária e é, antes de tudo, uma prática.&#8221;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: hermenêutica		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760489</link>

		<dc:creator><![CDATA[hermenêutica]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 21:24:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mutatis Mutandis

A Editora anarquista festeja o aumento das vendas em tempos de &quot;levantes&quot;, até já compraram uma novíssima impressora de alto poder libertário.
A antropóloga informa mais duas Lives
O professsor abarca agradece os novos egressos em seu twitter
O sem teto clama por moradia digna
O faminto por alguma dignidade sobrante
O hacker ético posta pela privacidade no Face e no Twitter
A Perifa festeja o show on line da Anitta
Ivete declara seu fervor &quot;antifa&quot;
Nemésio, ajudante de pedreiro na ZL não sabe se terá jantar de noite
A Agência posta mais textos do que somos capazes de ler.
Amanhã tem importante jogo na  Copa Covid]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mutatis Mutandis</p>
<p>A Editora anarquista festeja o aumento das vendas em tempos de &#8220;levantes&#8221;, até já compraram uma novíssima impressora de alto poder libertário.<br />
A antropóloga informa mais duas Lives<br />
O professsor abarca agradece os novos egressos em seu twitter<br />
O sem teto clama por moradia digna<br />
O faminto por alguma dignidade sobrante<br />
O hacker ético posta pela privacidade no Face e no Twitter<br />
A Perifa festeja o show on line da Anitta<br />
Ivete declara seu fervor &#8220;antifa&#8221;<br />
Nemésio, ajudante de pedreiro na ZL não sabe se terá jantar de noite<br />
A Agência posta mais textos do que somos capazes de ler.<br />
Amanhã tem importante jogo na  Copa Covid</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760430</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 18:24:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esses dias escrevi o seguinte em outro lugar:

Só pra lembrar que enquanto a chave de disputa política for a corrupção, quando for isso que mobiliza as massas e a opinião pública, continuamos no mesmo pântano que gerou o fascismo, mesmo que Bolsonaro caia.
Enquanto não houver recomposição política da classe trabalhadora, não sairemos da barbárie nem das pautas mobilizadoras do fascismo.

E dias antes ainda havia escrito também isso:

A direita depois de 2013 passou a emular de algum modo a esquerda autônoma, reaprendendo a ocupar as ruas. Instituíram a domingueira golpista protofascista.
Agora é a esquerda que emula a direita, com as suas sabadeiras.
Agora, greve, parar a cidade em dia de semana, essas coisas que atrapalham a extração de mais-valia, nada. 
Manifestações sempre à medida do gosto da Globo, assim como as da direita.
Tudo parte do mesmo jogo. 
Não sairemos do fascismo desse jeito.

Em suma, como uma esquerda &quot;autônoma&quot; se pauta inteiramente pelo calendário e interesse dos outros?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias escrevi o seguinte em outro lugar:</p>
<p>Só pra lembrar que enquanto a chave de disputa política for a corrupção, quando for isso que mobiliza as massas e a opinião pública, continuamos no mesmo pântano que gerou o fascismo, mesmo que Bolsonaro caia.<br />
Enquanto não houver recomposição política da classe trabalhadora, não sairemos da barbárie nem das pautas mobilizadoras do fascismo.</p>
<p>E dias antes ainda havia escrito também isso:</p>
<p>A direita depois de 2013 passou a emular de algum modo a esquerda autônoma, reaprendendo a ocupar as ruas. Instituíram a domingueira golpista protofascista.<br />
Agora é a esquerda que emula a direita, com as suas sabadeiras.<br />
Agora, greve, parar a cidade em dia de semana, essas coisas que atrapalham a extração de mais-valia, nada.<br />
Manifestações sempre à medida do gosto da Globo, assim como as da direita.<br />
Tudo parte do mesmo jogo.<br />
Não sairemos do fascismo desse jeito.</p>
<p>Em suma, como uma esquerda &#8220;autônoma&#8221; se pauta inteiramente pelo calendário e interesse dos outros?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760373</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 14:51:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Frente unida com os fascistas radicais contra os fascistas cleptocratas.
E depois falam das &quot;lições da história&quot;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Frente unida com os fascistas radicais contra os fascistas cleptocratas.<br />
E depois falam das &#8220;lições da história&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: jujuba		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/07/138796/#comment-760306</link>

		<dc:creator><![CDATA[jujuba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 10:38:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=138796#comment-760306</guid>

					<description><![CDATA[Quando MBL virá? Pelo visto o MBL está avaliando &quot;se juntar&quot; a Frente Única do Valério Arcary. Imaginem, MBL e MPL juntos na Paulista!! Quem viver verá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando MBL virá? Pelo visto o MBL está avaliando &#8220;se juntar&#8221; a Frente Única do Valério Arcary. Imaginem, MBL e MPL juntos na Paulista!! Quem viver verá.</p>
]]></content:encoded>
		
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