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	Comentários sobre: Entregadores contra os bloqueios em Duque de Caxias-RJ	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: JOSE ANTONIO ABRAHAO CASTILLERO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139483/#comment-770381</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOSE ANTONIO ABRAHAO CASTILLERO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 00:12:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entendi Leo. Parece então que é uma pressão pra eles aceitarem as entregas e provavelmente no menor valor pro trabalho deles. E me parece uma parada contra producente. Mas que tem interesse em explorar pagando mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entendi Leo. Parece então que é uma pressão pra eles aceitarem as entregas e provavelmente no menor valor pro trabalho deles. E me parece uma parada contra producente. Mas que tem interesse em explorar pagando mesmo.</p>
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		<title>
		Por: ananda		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139483/#comment-770204</link>

		<dc:creator><![CDATA[ananda]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 15:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[José Abrahão nos deu uma &quot;ressonância magnética&quot; do mundo do trabalho dos entregadores de apps, valeuzão,ótimo texto!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José Abrahão nos deu uma &#8220;ressonância magnética&#8221; do mundo do trabalho dos entregadores de apps, valeuzão,ótimo texto!!</p>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139483/#comment-769967</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 04:02:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Então.. a primeira vista eu não chamaria isso de intensificação do trabalho. Ele não está realizando mais trabalho por unidade de tempo paga. O medo de não aceitar pedido serve para fazer o trabalhador aceitar a tarefa, mas não faz o trabalhador realizar mais trabalho por unidade de tempo paga.  O que ocorre, me parece, como no caso do bloco de pedidos em que o entregador entrega 3 pedidos e recebe pelo valor de 1 pedido, é a redução do valor pago &quot;por peça&quot;, redução do valor pago or seu trabalho.

Mas o mais importante no artigo acho que é trazer a fala dos trabalhadores, relatando essas questões e, mais do que isso, trazendo relatos que expõe como a organização do trabalho dessas empresas geram riscos psicossociais aos trabalhadores. O medo é palavra central na fala deles, de  numa fala um deles diz algo sobre afetar a &#039;mente&#039;. Trata-se de uma organização de trabalho evidentemente nociva e irracional do ponto de vista do trabalho. Algo que desconsidera todo o conhecimento acumulado na área de saúde no trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então.. a primeira vista eu não chamaria isso de intensificação do trabalho. Ele não está realizando mais trabalho por unidade de tempo paga. O medo de não aceitar pedido serve para fazer o trabalhador aceitar a tarefa, mas não faz o trabalhador realizar mais trabalho por unidade de tempo paga.  O que ocorre, me parece, como no caso do bloco de pedidos em que o entregador entrega 3 pedidos e recebe pelo valor de 1 pedido, é a redução do valor pago &#8220;por peça&#8221;, redução do valor pago or seu trabalho.</p>
<p>Mas o mais importante no artigo acho que é trazer a fala dos trabalhadores, relatando essas questões e, mais do que isso, trazendo relatos que expõe como a organização do trabalho dessas empresas geram riscos psicossociais aos trabalhadores. O medo é palavra central na fala deles, de  numa fala um deles diz algo sobre afetar a &#8216;mente&#8217;. Trata-se de uma organização de trabalho evidentemente nociva e irracional do ponto de vista do trabalho. Algo que desconsidera todo o conhecimento acumulado na área de saúde no trabalho.</p>
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		<title>
		Por: JOSE ANTONIO ABRAHAO CASTILLERO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139483/#comment-769899</link>

		<dc:creator><![CDATA[JOSE ANTONIO ABRAHAO CASTILLERO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 22:12:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leo. Eu botei isso no artigo. Mas fiquei confuso na real. Pq na verdade eles não pegam algumas entregas por medo do bloqueio inclusive. Os que tem maior desempenho recebem mensagens de ameaça. Como tá lá em cima. O motoboy falou lá que a Uber Eats paga só uma corrida quando o cara emenda duas e ele mesmo perguntou: &quot;como ela quer que a gente faça entrega assim?&quot;.
Na hora da entrevista um deles saiu correndo pra fazer uma entrega. Pensei no contexto como tá difícil e falei pra ele correr. Então isso me soou como uma auto intensificação do trabalho. Mas acho que talvez você tenha razão, as vezes não tô muito ligado nos conceitos. Só fico na dúvida, se o cara se sente obrigado a aceitar a corrida e pelo menos não vê pq emendar com outra e sim aceitar ela, então intensificação seria outra coisa? Tipo o que? Seria o que acontece com os OL ,que precisam cumprir horários fixos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo. Eu botei isso no artigo. Mas fiquei confuso na real. Pq na verdade eles não pegam algumas entregas por medo do bloqueio inclusive. Os que tem maior desempenho recebem mensagens de ameaça. Como tá lá em cima. O motoboy falou lá que a Uber Eats paga só uma corrida quando o cara emenda duas e ele mesmo perguntou: &#8220;como ela quer que a gente faça entrega assim?&#8221;.<br />
Na hora da entrevista um deles saiu correndo pra fazer uma entrega. Pensei no contexto como tá difícil e falei pra ele correr. Então isso me soou como uma auto intensificação do trabalho. Mas acho que talvez você tenha razão, as vezes não tô muito ligado nos conceitos. Só fico na dúvida, se o cara se sente obrigado a aceitar a corrida e pelo menos não vê pq emendar com outra e sim aceitar ela, então intensificação seria outra coisa? Tipo o que? Seria o que acontece com os OL ,que precisam cumprir horários fixos</p>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139483/#comment-769812</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 18:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu não acho que tem relação com a intensificação do trabalho. Tem a ver com a necessidade/obrigação de trabalhar/aceitar os pedidos + a gestão do trabalho por essas empresas que não se importam em bloquear os entregadores por quaisquer motivos, falsos ou verdadeiros.

Essas empresas de entrega de comida por aplicativo tem se constituído, ao menos no Brasil, como mais um vetor de violência urbana. Vide os inúmeros caso de conflitos e violência entre entregadores e clientes, uma vez que essas empresas não fazem mediação alguma entre ambos. Curioso que elas para justificar que os entregadores não são seus empregados, dizem que apenas fazem mediação entre as partes. Mas vemos que não há mediação alguma quando ocorre conflito. Além de externalizar os custos aos entregadores, externalizam os conflitos com os clientes também.

O grande absurdo é que todos os absurdos que essas empresas fazem aconteçam à luz do dia, diante de todos. O laissez-faire do patrão segue a todo vapor. A coisa só vai mudar quando a classe trabalhadora impor o seu laissez-faire: aquele que toma a riqueza deles.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não acho que tem relação com a intensificação do trabalho. Tem a ver com a necessidade/obrigação de trabalhar/aceitar os pedidos + a gestão do trabalho por essas empresas que não se importam em bloquear os entregadores por quaisquer motivos, falsos ou verdadeiros.</p>
<p>Essas empresas de entrega de comida por aplicativo tem se constituído, ao menos no Brasil, como mais um vetor de violência urbana. Vide os inúmeros caso de conflitos e violência entre entregadores e clientes, uma vez que essas empresas não fazem mediação alguma entre ambos. Curioso que elas para justificar que os entregadores não são seus empregados, dizem que apenas fazem mediação entre as partes. Mas vemos que não há mediação alguma quando ocorre conflito. Além de externalizar os custos aos entregadores, externalizam os conflitos com os clientes também.</p>
<p>O grande absurdo é que todos os absurdos que essas empresas fazem aconteçam à luz do dia, diante de todos. O laissez-faire do patrão segue a todo vapor. A coisa só vai mudar quando a classe trabalhadora impor o seu laissez-faire: aquele que toma a riqueza deles.</p>
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