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	Comentários sobre: Ativismo acionista e o MST S. A.	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824705</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 22:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Retirar o poder de decisão sobre investimentos das mãos dos capitalistas ou viabilizar a conversão de instituições de luta em empresas que ingressam no mercado de capitais, geridas por burocratas que obtêm assim a possibilidade de promoverem-se de gestores da luta a gestores de investimentos no mercado financeiro? Quando foi que reproduzir as relações de trabalho capitalistas e multiplicar a classe dos capitalistas tornou-se uma conquista? O artigo acima acertou em cheio e os ideólogos do processo por ele analisado não tardaram a comparecer à seção de comentários, com muitas respostas e justificativas criativas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Retirar o poder de decisão sobre investimentos das mãos dos capitalistas ou viabilizar a conversão de instituições de luta em empresas que ingressam no mercado de capitais, geridas por burocratas que obtêm assim a possibilidade de promoverem-se de gestores da luta a gestores de investimentos no mercado financeiro? Quando foi que reproduzir as relações de trabalho capitalistas e multiplicar a classe dos capitalistas tornou-se uma conquista? O artigo acima acertou em cheio e os ideólogos do processo por ele analisado não tardaram a comparecer à seção de comentários, com muitas respostas e justificativas criativas.</p>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824649</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 19:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fagner Henrique,

Onde ele defende conversão de instituições de luta em empresas capitalistas? Cite uma linha, uma fala?
Ele está pensando numa questão concreta, financiamento de uma cooperativa na qual ele se identifica com o propósito. A cooperativa existe e busca financiamento. E esse financiamento é contraditório em termos políticos. Na medida que a empresa mantiver relações de produção convencionais (e não sei se as têm pois não as conheço), é financiamento de uma empresa capitalista (embora uma empresa talvez mais politicamente correta aos olhos da esquerda). Porém, quando os financiadores abrem mão de seu capital (e estão abrindo mão na medida que estão perdendo dinheiro pois teria maior retorno em outro investimento com até menor risco), há em curso também a construção de uma &quot;solidariedade&quot; a essas cooperativas para saírem da subordinação de fato do mercado financeiro que está nas mãos dos capitalistas. Num mundo socialista o fluxo de dinheiro para financiar a produção terá também, necessariamente, por base outros valores. Não a valorização do capital individual, mas uma solidariedade. Solidariedade que estará na base de todas as novas relações sociais que substituirão as relações capitalistas.

Se você leu a entrevista deveria ter visto que a iniciativa que ele tomou, de buscar financiamento para cooperativa de assentados do MST, simplesmente se deu pelo governo ter acabado com Pronaf e linhas de financiamento para esse tipo de empreendimento.

É óbvio que isso não muda as relações de produção, e no limite o mundo que ele vislumbra a médio prazo com isso é uma capitalismo menos ruim.

Mas tampouco isso se distancia do que alguém com mais &#039;pedigree&#039; de radical como Aaron Benanav vislumbra ser necessário para reduzir o poder do capital sobre os trabalhadores. Algo que o Eduardo Moreira fala na entrevista e que está na base da ideia desse tipo de financiamento, e que Benanav ressalta na conclusão do recente livro dele: para a classe trabalhadora conseguir conquistas (aumentar seu poder de barganha) é preciso retirar o poder de decisão sobre os investimentos das mãos dos capitalistas: 

&quot;A left that wants to use UBI [Renda Básico Universal] to usher in a different sort of world would therefore need to present us with its Meidner Plan, bringing about the progressive socialization of the means of production via a planned transfer of asset ownership to society at large.48 The problem is that it was precisely the threat of capital disinvestment during the crisis of the 1970s that led to the original Meidner Plan in Sweden being cast aside. Such a plan would be even harder to realize today, when mass working-class organizations are much weaker and economic growth slower. Given this context, in which a capital strike would quickly push the economy deeply into crisis, we need to set our sights higher: on the conquest of
production. Taking the power to control investment decisions away from capitalists and rendering the capital strike inoperative forms an essential
precondition of our collective progress toward a post-scarcity future.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fagner Henrique,</p>
<p>Onde ele defende conversão de instituições de luta em empresas capitalistas? Cite uma linha, uma fala?<br />
Ele está pensando numa questão concreta, financiamento de uma cooperativa na qual ele se identifica com o propósito. A cooperativa existe e busca financiamento. E esse financiamento é contraditório em termos políticos. Na medida que a empresa mantiver relações de produção convencionais (e não sei se as têm pois não as conheço), é financiamento de uma empresa capitalista (embora uma empresa talvez mais politicamente correta aos olhos da esquerda). Porém, quando os financiadores abrem mão de seu capital (e estão abrindo mão na medida que estão perdendo dinheiro pois teria maior retorno em outro investimento com até menor risco), há em curso também a construção de uma &#8220;solidariedade&#8221; a essas cooperativas para saírem da subordinação de fato do mercado financeiro que está nas mãos dos capitalistas. Num mundo socialista o fluxo de dinheiro para financiar a produção terá também, necessariamente, por base outros valores. Não a valorização do capital individual, mas uma solidariedade. Solidariedade que estará na base de todas as novas relações sociais que substituirão as relações capitalistas.</p>
<p>Se você leu a entrevista deveria ter visto que a iniciativa que ele tomou, de buscar financiamento para cooperativa de assentados do MST, simplesmente se deu pelo governo ter acabado com Pronaf e linhas de financiamento para esse tipo de empreendimento.</p>
<p>É óbvio que isso não muda as relações de produção, e no limite o mundo que ele vislumbra a médio prazo com isso é uma capitalismo menos ruim.</p>
<p>Mas tampouco isso se distancia do que alguém com mais &#8216;pedigree&#8217; de radical como Aaron Benanav vislumbra ser necessário para reduzir o poder do capital sobre os trabalhadores. Algo que o Eduardo Moreira fala na entrevista e que está na base da ideia desse tipo de financiamento, e que Benanav ressalta na conclusão do recente livro dele: para a classe trabalhadora conseguir conquistas (aumentar seu poder de barganha) é preciso retirar o poder de decisão sobre os investimentos das mãos dos capitalistas: </p>
<p>&#8220;A left that wants to use UBI [Renda Básico Universal] to usher in a different sort of world would therefore need to present us with its Meidner Plan, bringing about the progressive socialization of the means of production via a planned transfer of asset ownership to society at large.48 The problem is that it was precisely the threat of capital disinvestment during the crisis of the 1970s that led to the original Meidner Plan in Sweden being cast aside. Such a plan would be even harder to realize today, when mass working-class organizations are much weaker and economic growth slower. Given this context, in which a capital strike would quickly push the economy deeply into crisis, we need to set our sights higher: on the conquest of<br />
production. Taking the power to control investment decisions away from capitalists and rendering the capital strike inoperative forms an essential<br />
precondition of our collective progress toward a post-scarcity future.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824627</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 18:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eduardo Moreira, eis uma questão que não pode deixar de estar presente em sua cabeça: 

• qual a diferença entre financiar empresas (mesmo que tenham se originado da luta dos trabalhadores) e criar formas de auto-financiamento das lutas?

Luta pela Terra e Autonomia: as sementes da Revolução no séc. XXI

A Revolução é um momento de um processo, cujo objetivo é a destruição do modo de produção capitalista e a criação do modo de produção comunista. 

Da mesma forma que a organização autônoma pela base conduz (e a garante posteriormente) a tomada do poder do Estado, são as relações sociais (já existentes previamente antes da Revolução) nessas comunidades autônomas de base que se constituem no germe do modo de produção comunista.

https://www.instagram.com/tv/CXoIZpqA3MG]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Moreira, eis uma questão que não pode deixar de estar presente em sua cabeça: </p>
<p>• qual a diferença entre financiar empresas (mesmo que tenham se originado da luta dos trabalhadores) e criar formas de auto-financiamento das lutas?</p>
<p>Luta pela Terra e Autonomia: as sementes da Revolução no séc. XXI</p>
<p>A Revolução é um momento de um processo, cujo objetivo é a destruição do modo de produção capitalista e a criação do modo de produção comunista. </p>
<p>Da mesma forma que a organização autônoma pela base conduz (e a garante posteriormente) a tomada do poder do Estado, são as relações sociais (já existentes previamente antes da Revolução) nessas comunidades autônomas de base que se constituem no germe do modo de produção comunista.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/tv/CXoIZpqA3MG" rel="nofollow ugc">https://www.instagram.com/tv/CXoIZpqA3MG</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824553</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 15:34:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É interessante ver um comentário neste site promovendo as ideias de um dos maiores defensores da conversão de instituições de luta em empresas capitalistas inseridas no mercado financeiro, o mesmo senhor que fez a vida no mercado financeiro e ajuda agora a difundir à esquerda um novo nacional-corporativismo... contra o sistema financeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante ver um comentário neste site promovendo as ideias de um dos maiores defensores da conversão de instituições de luta em empresas capitalistas inseridas no mercado financeiro, o mesmo senhor que fez a vida no mercado financeiro e ajuda agora a difundir à esquerda um novo nacional-corporativismo&#8230; contra o sistema financeiro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824492</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 12:33:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qual o futuro do que está presente na cabeça do Eduardo Moreira?

Logo no início do primeiro governo Lula, a maior administradora de fundos de investimentos do Brasil criou um fundo para financiar o cinema brasileiro. 
O primeiro filme produzido foi &quot;Cabra Cega&quot;, inspirado em Carlos Eugênio &quot;Clemente&quot; - o lendário o último dirigente da ALN.
Ótimo!

No entanto com isto se mudou as relações de produção na indústria cinematográfica brasileira? Não! Nem de longe!

Há uma contradição terrível que atravessa toda a história da esquerda revolucionária nos últimos dois séculos. 
O enfoque no desenvolvimento das forças produtivas ou nas relações sociais de produção (produção entendida no seu sentido mais amplo, que é produção de realidade).

A superação do Capitalismo, ou de qualquer outro modo de produção baseado na opressão e exploração, exige a criação de outro tipo de relações sociais. 

As forças produtivas (e sua tecnologia subjacente) geradas pelo Capitalismo são inapropriáveis. E seu desenvolvimento só conduz a mais do mesmo.

O futuro do que está presente na cabeça do Eduardo Moreira é o auto-financiamento das lutas emancipatórias.
Mas não será concretizado da forma como ele atualmente vislumbra. 
Não importa. Engels não se fez de uma vez.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual o futuro do que está presente na cabeça do Eduardo Moreira?</p>
<p>Logo no início do primeiro governo Lula, a maior administradora de fundos de investimentos do Brasil criou um fundo para financiar o cinema brasileiro.<br />
O primeiro filme produzido foi &#8220;Cabra Cega&#8221;, inspirado em Carlos Eugênio &#8220;Clemente&#8221; &#8211; o lendário o último dirigente da ALN.<br />
Ótimo!</p>
<p>No entanto com isto se mudou as relações de produção na indústria cinematográfica brasileira? Não! Nem de longe!</p>
<p>Há uma contradição terrível que atravessa toda a história da esquerda revolucionária nos últimos dois séculos.<br />
O enfoque no desenvolvimento das forças produtivas ou nas relações sociais de produção (produção entendida no seu sentido mais amplo, que é produção de realidade).</p>
<p>A superação do Capitalismo, ou de qualquer outro modo de produção baseado na opressão e exploração, exige a criação de outro tipo de relações sociais. </p>
<p>As forças produtivas (e sua tecnologia subjacente) geradas pelo Capitalismo são inapropriáveis. E seu desenvolvimento só conduz a mais do mesmo.</p>
<p>O futuro do que está presente na cabeça do Eduardo Moreira é o auto-financiamento das lutas emancipatórias.<br />
Mas não será concretizado da forma como ele atualmente vislumbra.<br />
Não importa. Engels não se fez de uma vez.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824355</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Dec 2021 03:11:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Essa entrevista do Eduardo Moreira é excelente (e isso independe de se concordar com tática estratégia política dele ou não). E aliás, para quem quer seguir alguém de esquerda que trabalha muito bem dados econômicos (principalmente o tipo de dados usados pelo mercado financeiro), sugiro acompanhá-lo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa entrevista do Eduardo Moreira é excelente (e isso independe de se concordar com tática estratégia política dele ou não). E aliás, para quem quer seguir alguém de esquerda que trabalha muito bem dados econômicos (principalmente o tipo de dados usados pelo mercado financeiro), sugiro acompanhá-lo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824332</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 21:39:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que está presente na cabeça do Eduardo Moreira? 
Na maior parte do tempo ele julga ser o nosso Engels. Mas talvez seja só um bom burguês... 
Mas quem olha de fora,  vê não se tratar de nem uma coisa tampouco da outra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que está presente na cabeça do Eduardo Moreira?<br />
Na maior parte do tempo ele julga ser o nosso Engels. Mas talvez seja só um bom burguês&#8230;<br />
Mas quem olha de fora,  vê não se tratar de nem uma coisa tampouco da outra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: LL		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-824290</link>

		<dc:creator><![CDATA[LL]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Dec 2021 18:53:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre o que está presente na cabeça do Eduardo Moreira: https://theintercept.com/2021/12/16/vivemos-ditadura-sistema-financeiro-ex-banqueiro-trabalha-mst-eduardo-moreira/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o que está presente na cabeça do Eduardo Moreira: <a href="https://theintercept.com/2021/12/16/vivemos-ditadura-sistema-financeiro-ex-banqueiro-trabalha-mst-eduardo-moreira/" rel="nofollow ugc">https://theintercept.com/2021/12/16/vivemos-ditadura-sistema-financeiro-ex-banqueiro-trabalha-mst-eduardo-moreira/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-798044</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 20:44:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este tipo de críticas o Eduardo Moreira seria capaz de estraçalhar com dois argumentos e um sorriso.

Não busque informações sobre a operação de mercado dos CRA das cooperativas (milionárias) do MST com influencers. Recorra a fonte primária: o prospecto (contudo prepare-se para lidar com mais de 800 páginas). 

Em comentário acima resumi alguns dos pontos relevantes, inclusive citando os produtos lastro. 

Também não cometam ironias bisonhas, como sugerir um PIX para doações. Trata-se de uma captação de R$ 17,5 milhões, nenhuma vaquinha virtual chegaria longinquamente perto disto.

A questão central subjacente é o auto-financiamento das lutas, dos movimentos e das comunidades territoriais. Como fazê-lo? 

Claro que isto nem passa pela cabeça da maioria dos dirigentes do MST. Ou de qualquer outro burocrata...

Mas posso até garantir se tratar de algo presente na cabeça do Eduardo Moreira. Será?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este tipo de críticas o Eduardo Moreira seria capaz de estraçalhar com dois argumentos e um sorriso.</p>
<p>Não busque informações sobre a operação de mercado dos CRA das cooperativas (milionárias) do MST com influencers. Recorra a fonte primária: o prospecto (contudo prepare-se para lidar com mais de 800 páginas). </p>
<p>Em comentário acima resumi alguns dos pontos relevantes, inclusive citando os produtos lastro. </p>
<p>Também não cometam ironias bisonhas, como sugerir um PIX para doações. Trata-se de uma captação de R$ 17,5 milhões, nenhuma vaquinha virtual chegaria longinquamente perto disto.</p>
<p>A questão central subjacente é o auto-financiamento das lutas, dos movimentos e das comunidades territoriais. Como fazê-lo? </p>
<p>Claro que isto nem passa pela cabeça da maioria dos dirigentes do MST. Ou de qualquer outro burocrata&#8230;</p>
<p>Mas posso até garantir se tratar de algo presente na cabeça do Eduardo Moreira. Será?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: MST-SA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/09/140105/#comment-797937</link>

		<dc:creator><![CDATA[MST-SA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 16:41:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olha só que curioso,
no vídeo que o acionista do bem trouxe fala sobre a garantia dos títulos dos CRA&#039;s, que será dada a partir da &quot;alienação fiduciária da terra&quot;, ou seja, o MST coloca as terras (públicas) da reforma agrária como garantia para o pagamento do crédito... será que disseram isso para os assentados? Até porque uma coisa são as cooperativas que produzem no interior do assentamentos, outra são os lotes dos trabalhadores rurais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha só que curioso,<br />
no vídeo que o acionista do bem trouxe fala sobre a garantia dos títulos dos CRA&#8217;s, que será dada a partir da &#8220;alienação fiduciária da terra&#8221;, ou seja, o MST coloca as terras (públicas) da reforma agrária como garantia para o pagamento do crédito&#8230; será que disseram isso para os assentados? Até porque uma coisa são as cooperativas que produzem no interior do assentamentos, outra são os lotes dos trabalhadores rurais.</p>
]]></content:encoded>
		
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