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	Comentários sobre: Jamais deixamos de exigir o impossível (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Emerson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/11/141014/#comment-814586</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 16:17:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Erick, a respeito da sua afirmação de que o governo português proibiu greves durante a quarentena, copio &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2020/03/130263/#comment-564226&quot;&gt;a resposta&lt;/a&gt; do João Bernardo a um comentário que eu havia feito reproduzindo essa mesma informação:

&quot;Emerson,

Essa informação é falsa. O decreto que instalou o estado de emergência em Portugal não suspendeu o direito de greve. Permite ao governo suspender greves. Porém, desde o início da pandemia, a única intervenção governamental numa greve, aliás antes da declaração formal do estado de emergência, ocorreu numa greve dos estivadores do porto de Lisboa, em que foi imposta a requisição dos serviços mínimos, por se tratar de um ramo central na distribuição de bens. Note-se que a lei que autoriza a requisição dos serviços mínimos existe desde há muito na legislação portuguesa, e não se deveu ao estado de emergência, que só no dia seguinte recebeu a aprovação parlamentar.

O estado de emergência foi aprovado no parlamento pelos votos favoráveis de todos os partidos, excepto as abstenções do Partido Comunista e de um partido ecologista ligado ao Partido Comunista, da Iniciativa Liberal (um partido da extrema-direita defensora do Estado mínimo) e de uma deputada independente.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Erick, a respeito da sua afirmação de que o governo português proibiu greves durante a quarentena, copio <a href="https://passapalavra.info/2020/03/130263/#comment-564226">a resposta</a> do João Bernardo a um comentário que eu havia feito reproduzindo essa mesma informação:</p>
<p>&#8220;Emerson,</p>
<p>Essa informação é falsa. O decreto que instalou o estado de emergência em Portugal não suspendeu o direito de greve. Permite ao governo suspender greves. Porém, desde o início da pandemia, a única intervenção governamental numa greve, aliás antes da declaração formal do estado de emergência, ocorreu numa greve dos estivadores do porto de Lisboa, em que foi imposta a requisição dos serviços mínimos, por se tratar de um ramo central na distribuição de bens. Note-se que a lei que autoriza a requisição dos serviços mínimos existe desde há muito na legislação portuguesa, e não se deveu ao estado de emergência, que só no dia seguinte recebeu a aprovação parlamentar.</p>
<p>O estado de emergência foi aprovado no parlamento pelos votos favoráveis de todos os partidos, excepto as abstenções do Partido Comunista e de um partido ecologista ligado ao Partido Comunista, da Iniciativa Liberal (um partido da extrema-direita defensora do Estado mínimo) e de uma deputada independente.&#8221;</p>
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