<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Ocupe o Centro	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2021/12/141233/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Jun 2024 19:44:48 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: um cliente		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/#comment-950030</link>

		<dc:creator><![CDATA[um cliente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 19:44:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141233#comment-950030</guid>

					<description><![CDATA[Depois do anúncio de um evento hardcore-punk patrocinado por um candidata pelo PSDB, um bar com temática anarquista e o MST, que privatizará temporariamente um beco da cidade (de acesso público), sendo necessário o pagamento de 50 reais para usufruir do show, uma juventude punk que não tem 50 conto pra pagar no evento e puta com a instrumentalização das pautas populares por um anti-capitalismo de estilo de vida extremamente gourmetizado desabofou no twitter. Tais comentários foram coletados por organizadores do evento, unificados e depois compartilhados em forma de vídeo. A crítica era que esses jovens punks que não tem 50 conto pra acessar um local que é público e curtir shows de bandas da cena do qual fazem parte são irresponsáveis por desqualificar o evento, por os organizadores fazem muito por 1) pagar o que não é pago para os artistas, 2) fazer &quot;operação&quot; de bar todo trans, 3) distribuir absorventes em presídios, e mais algumas ações sociais. Me lembrou muito dos debates recentes na direita sobre quem tinha mais direito de falar mal do outro baseado na quantidade de dinheiro que doou para o Rio Grande do Sul. Neymar, inclusive, doou R$ 21 milhões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do anúncio de um evento hardcore-punk patrocinado por um candidata pelo PSDB, um bar com temática anarquista e o MST, que privatizará temporariamente um beco da cidade (de acesso público), sendo necessário o pagamento de 50 reais para usufruir do show, uma juventude punk que não tem 50 conto pra pagar no evento e puta com a instrumentalização das pautas populares por um anti-capitalismo de estilo de vida extremamente gourmetizado desabofou no twitter. Tais comentários foram coletados por organizadores do evento, unificados e depois compartilhados em forma de vídeo. A crítica era que esses jovens punks que não tem 50 conto pra acessar um local que é público e curtir shows de bandas da cena do qual fazem parte são irresponsáveis por desqualificar o evento, por os organizadores fazem muito por 1) pagar o que não é pago para os artistas, 2) fazer &#8220;operação&#8221; de bar todo trans, 3) distribuir absorventes em presídios, e mais algumas ações sociais. Me lembrou muito dos debates recentes na direita sobre quem tinha mais direito de falar mal do outro baseado na quantidade de dinheiro que doou para o Rio Grande do Sul. Neymar, inclusive, doou R$ 21 milhões.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Freguês Sarcástico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/#comment-842213</link>

		<dc:creator><![CDATA[Freguês Sarcástico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 18:00:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141233#comment-842213</guid>

					<description><![CDATA[Numa das diversas noites quentes de Goiânia, um jovem rebelde decide se reunir com alguns desconhecidos para beber uma cerveja gelada. Para sua desgraça, sua rebeldia não o permitia beber em um bar cuja música mais tocada em seu interior seja denominada de &quot;sertanejo universitário&quot;. Ele se recusava! Acreditava que a tolerância dos ouvidos para com a música sertaneja era bestializante. Não! Seu ouvido não aprenderá a tolerar acordes maiores tocados em um violão como forma de sustentar duas vozes que nada acrescentaria para o mundo. No entanto, para aumentar ainda mais sua própria desgraça, sua rebeldia também não o permitia compartilhar um mesmo local com pessoas despolitizadas. Não! Seu ouvido, além de não tolerar a música sertaneja, não tolerá, igualmente, qualquer conversa que não seja politizada, que não aborde a luta contra o Estado, ou o machismo e racismo estrutural da nossa sociedade. Assim, reuniu em um bar onde tocava os sucessos de Belchior, aquele indivíduo que diz de forma profunda e inteligente que é APENAS um cantor latino-americano e que utilizava de forma estupenda acordes menores e com sétima em seu violão; se reuniu com os amigos em um bar cuja conversa entre as pessoas era incrível, pois abordava o racismo estrutural que surgiu de alguma estrutura estruturante que nos estruturava, e que a cada brinde gritava &quot;viva la revolución&quot; e todos respondiam com &quot;viva!!&quot;; e ainda, aquele bar que nosso jovem rapaz escolheu frequentar daria a oportunidade para ele desfrutar dos corpos femininos praticamente nus, pois todos ali eram a favor da liberdade sexual da mulher. Mas não se enganem! Não mesmo! Nosso rapaz não olhava para aqueles corpos nus para se excitar, pois isso seria muito superficial e, com certeza, seria sintoma do machismo estrutural que também surgiu de alguma estrutura estruturante que nos estruturava. Nosso rapaz rebelde apenas olhava para aqueles corpos nus como forma de contemplação da revolução sexual que está por vir. Nosso rapaz, satisfeito, com certeza pagaria um preço maior na cerveja para que sua rebeldia vivesse sempre em paz!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa das diversas noites quentes de Goiânia, um jovem rebelde decide se reunir com alguns desconhecidos para beber uma cerveja gelada. Para sua desgraça, sua rebeldia não o permitia beber em um bar cuja música mais tocada em seu interior seja denominada de &#8220;sertanejo universitário&#8221;. Ele se recusava! Acreditava que a tolerância dos ouvidos para com a música sertaneja era bestializante. Não! Seu ouvido não aprenderá a tolerar acordes maiores tocados em um violão como forma de sustentar duas vozes que nada acrescentaria para o mundo. No entanto, para aumentar ainda mais sua própria desgraça, sua rebeldia também não o permitia compartilhar um mesmo local com pessoas despolitizadas. Não! Seu ouvido, além de não tolerar a música sertaneja, não tolerá, igualmente, qualquer conversa que não seja politizada, que não aborde a luta contra o Estado, ou o machismo e racismo estrutural da nossa sociedade. Assim, reuniu em um bar onde tocava os sucessos de Belchior, aquele indivíduo que diz de forma profunda e inteligente que é APENAS um cantor latino-americano e que utilizava de forma estupenda acordes menores e com sétima em seu violão; se reuniu com os amigos em um bar cuja conversa entre as pessoas era incrível, pois abordava o racismo estrutural que surgiu de alguma estrutura estruturante que nos estruturava, e que a cada brinde gritava &#8220;viva la revolución&#8221; e todos respondiam com &#8220;viva!!&#8221;; e ainda, aquele bar que nosso jovem rapaz escolheu frequentar daria a oportunidade para ele desfrutar dos corpos femininos praticamente nus, pois todos ali eram a favor da liberdade sexual da mulher. Mas não se enganem! Não mesmo! Nosso rapaz não olhava para aqueles corpos nus para se excitar, pois isso seria muito superficial e, com certeza, seria sintoma do machismo estrutural que também surgiu de alguma estrutura estruturante que nos estruturava. Nosso rapaz rebelde apenas olhava para aqueles corpos nus como forma de contemplação da revolução sexual que está por vir. Nosso rapaz, satisfeito, com certeza pagaria um preço maior na cerveja para que sua rebeldia vivesse sempre em paz!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: fregues fofoqué		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/#comment-823817</link>

		<dc:creator><![CDATA[fregues fofoqué]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 18:39:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141233#comment-823817</guid>

					<description><![CDATA[vamos lá né.uns desses patrões ai são anarquistas e na epoca quemilitavam eram sectrários pra caralho e recusavam a conversar com outras forças de esquerda pq com pelego não se discute. Depois cederam uma sala do imovel pro psol porque devia rolar um aluguel. Agora fazem reunião com vereador do cidadania, veereadora do Psdb e comando da guarda civil metropolitana pro rolê deles prosperar no centro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>vamos lá né.uns desses patrões ai são anarquistas e na epoca quemilitavam eram sectrários pra caralho e recusavam a conversar com outras forças de esquerda pq com pelego não se discute. Depois cederam uma sala do imovel pro psol porque devia rolar um aluguel. Agora fazem reunião com vereador do cidadania, veereadora do Psdb e comando da guarda civil metropolitana pro rolê deles prosperar no centro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giovanni Souza Martinelli		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/#comment-823790</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giovanni Souza Martinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 17:07:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141233#comment-823790</guid>

					<description><![CDATA[Este texto é estupendo! Fiquei instigado a refletir sobre a apropriação de um discurso mais radical (mesmo que sejam apenas fraseologias) como forma de competir com outros capitalistas ou semicapitalistas no intuito de atrair mais clientes e, naturalmente, conseguir mais lucros ao vender suas mercadorias. “Ocupe o centro”, retirando o véu místico dessa fraseologia quando dita por esses pequenos capitalistas, significa “ocupe meu comércio e compre minhas mercadorias”. Se assemelha um pouco com aqueles “capitalistas de aplicativos” (na falta de um nome melhor) que no discurso dizem fornecer serviços de qualidade, sem burocracias, ecologicamente sustentáveis etc, mas que na verdade só dizem isso para vencer a competição com outros capitalistas. Minhas congratulações ao “Freguês Pensativo” que foi um freguês que, indo além das aparências, não caiu no canto da sereia capitalista recheadas de fraseologias oportunistas. Compartilho também minhas reflexões:      

Para mim, o centro de toda cidade está realmente morto. Na verdade, não apenas o centro das cidades, mas a sociedade capitalista em sua totalidade, isto pois, o trabalho morto é que impera sobre o trabalho vivo, isto é, o trabalho produtivo é submetido ao controle de um não-trabalhador. O “freguês pensativo” deve ter olhado ao seu redor enquanto consumia as mercadorias de um patrão “politicamente correto” e percebeu, acertadamente, que aquele lugar era frequentado por um público bastante específico e que “ocupe o centro” não passava de uma fachada. No entanto, deve-se ir além disso. O problema não é o acesso ao lazer, acesso a casas vazias por aqueles que não as possuem, acesso a um bar bonito por todos. Permitir o acesso (ao lazer, às casas, aos bares, a arte etc) não mudaria muito a situação deplorável dos centros da cidade. E digo mais, em alguns países de capitalismo imperialista, os burgueses permitiram, entre as décadas de 1950 e 1960, efetivamente o acesso ao conjunto da população a TUDO isso. Mesmo com o acesso, as cidades continuaram mortas. O que mudou foi que o cheiro de morte foi ocultado pelo cheiro doce de algumas flores, como acontece em qualquer funeral. E estas flores apodreceram a partir de 1960 e se somaram ao cheiro da putrefação real das cidades. O que realmente deu vida àquele território geográfico das cidades foram as manifestações, protestos e greves que ocorreram ao longo da década de 1960 que questionavam não alguns aspectos da cidade, mas a própria cidade. Não questionavam o acesso ao lazer, mas o próprio lazer. Não questionavam o acesso à universidade, mas a própria universidade. Isto deu vida àquele lugar a partir do enterro do cadáver-cidade. Finalmente vislumbramos a celebração do vivo.

O “Centro”, portanto, já está ocupado da melhor forma possível que um “centro” pode ser ocupado atualmente. É infelizmente essa a tendência fundamentada na submissão do trabalho vivo pelo trabalho morto. Enquanto o centro for “um centro”, continuará, por mais que exijamos sua ressurreição, um cadáver. E pior, um cadáver que já nasceu morto. Exijamos não sua ocupação, e sim sua destruição, seguindo o exemplo do movimento piqueteiro na Argentina que questionaram a própria cidade. E isso o “freguês pensativo” concorda:

“Ocupar o Centro, por essa via, afrontaria a propriedade privada e iria contra a ideia da valorização da região, afinal muitos vizinhos preferem um imóvel abandonado a um imóvel cheio de gente pobre e com uma bandeira vermelha na fachada. Com esse exemplo, sim, o lema “Ocupe o Centro!” cumpriria com seu sentido original de luta pelo direito à cidade em antagonismo à lógica do mercado imobiliário que prefere espaços exclusivos e caros, como empresas que atendem a determinados nichos de mercado”.

No entanto, apenas ocupar não é suficiente. E não devemos exigir “direito à cidade”, pois isto significaria o direito a algo já morto. Exijamos, então, o impossível: a destruição da cidade através do questionamento da propriedade privada e contra a submissão do trabalho vivo pelo trabalho morto! Pelos conselhos de bairros e conselhos de fábrica que gerirão a sociedade, invertendo a relação: o trabalho vivo reinará sobre o trabalho morto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto é estupendo! Fiquei instigado a refletir sobre a apropriação de um discurso mais radical (mesmo que sejam apenas fraseologias) como forma de competir com outros capitalistas ou semicapitalistas no intuito de atrair mais clientes e, naturalmente, conseguir mais lucros ao vender suas mercadorias. “Ocupe o centro”, retirando o véu místico dessa fraseologia quando dita por esses pequenos capitalistas, significa “ocupe meu comércio e compre minhas mercadorias”. Se assemelha um pouco com aqueles “capitalistas de aplicativos” (na falta de um nome melhor) que no discurso dizem fornecer serviços de qualidade, sem burocracias, ecologicamente sustentáveis etc, mas que na verdade só dizem isso para vencer a competição com outros capitalistas. Minhas congratulações ao “Freguês Pensativo” que foi um freguês que, indo além das aparências, não caiu no canto da sereia capitalista recheadas de fraseologias oportunistas. Compartilho também minhas reflexões:      </p>
<p>Para mim, o centro de toda cidade está realmente morto. Na verdade, não apenas o centro das cidades, mas a sociedade capitalista em sua totalidade, isto pois, o trabalho morto é que impera sobre o trabalho vivo, isto é, o trabalho produtivo é submetido ao controle de um não-trabalhador. O “freguês pensativo” deve ter olhado ao seu redor enquanto consumia as mercadorias de um patrão “politicamente correto” e percebeu, acertadamente, que aquele lugar era frequentado por um público bastante específico e que “ocupe o centro” não passava de uma fachada. No entanto, deve-se ir além disso. O problema não é o acesso ao lazer, acesso a casas vazias por aqueles que não as possuem, acesso a um bar bonito por todos. Permitir o acesso (ao lazer, às casas, aos bares, a arte etc) não mudaria muito a situação deplorável dos centros da cidade. E digo mais, em alguns países de capitalismo imperialista, os burgueses permitiram, entre as décadas de 1950 e 1960, efetivamente o acesso ao conjunto da população a TUDO isso. Mesmo com o acesso, as cidades continuaram mortas. O que mudou foi que o cheiro de morte foi ocultado pelo cheiro doce de algumas flores, como acontece em qualquer funeral. E estas flores apodreceram a partir de 1960 e se somaram ao cheiro da putrefação real das cidades. O que realmente deu vida àquele território geográfico das cidades foram as manifestações, protestos e greves que ocorreram ao longo da década de 1960 que questionavam não alguns aspectos da cidade, mas a própria cidade. Não questionavam o acesso ao lazer, mas o próprio lazer. Não questionavam o acesso à universidade, mas a própria universidade. Isto deu vida àquele lugar a partir do enterro do cadáver-cidade. Finalmente vislumbramos a celebração do vivo.</p>
<p>O “Centro”, portanto, já está ocupado da melhor forma possível que um “centro” pode ser ocupado atualmente. É infelizmente essa a tendência fundamentada na submissão do trabalho vivo pelo trabalho morto. Enquanto o centro for “um centro”, continuará, por mais que exijamos sua ressurreição, um cadáver. E pior, um cadáver que já nasceu morto. Exijamos não sua ocupação, e sim sua destruição, seguindo o exemplo do movimento piqueteiro na Argentina que questionaram a própria cidade. E isso o “freguês pensativo” concorda:</p>
<p>“Ocupar o Centro, por essa via, afrontaria a propriedade privada e iria contra a ideia da valorização da região, afinal muitos vizinhos preferem um imóvel abandonado a um imóvel cheio de gente pobre e com uma bandeira vermelha na fachada. Com esse exemplo, sim, o lema “Ocupe o Centro!” cumpriria com seu sentido original de luta pelo direito à cidade em antagonismo à lógica do mercado imobiliário que prefere espaços exclusivos e caros, como empresas que atendem a determinados nichos de mercado”.</p>
<p>No entanto, apenas ocupar não é suficiente. E não devemos exigir “direito à cidade”, pois isto significaria o direito a algo já morto. Exijamos, então, o impossível: a destruição da cidade através do questionamento da propriedade privada e contra a submissão do trabalho vivo pelo trabalho morto! Pelos conselhos de bairros e conselhos de fábrica que gerirão a sociedade, invertendo a relação: o trabalho vivo reinará sobre o trabalho morto!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Trabalhador Preto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/12/141233/#comment-823034</link>

		<dc:creator><![CDATA[Trabalhador Preto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 15:00:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141233#comment-823034</guid>

					<description><![CDATA[Quem tem um patrão de esquerda sabe que além da exploração vêm a esperteza de lidar (leia-se perseguir) trabalhador que se mobiliza e que aponta as contradições.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem um patrão de esquerda sabe que além da exploração vêm a esperteza de lidar (leia-se perseguir) trabalhador que se mobiliza e que aponta as contradições.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
