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	Comentários sobre: Que povo é este, que povo?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Rui Calvo Lobeira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833819</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rui Calvo Lobeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2022 11:45:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasileiros... como de hábito, a confundir e a nomear &quot;fado&quot; qualquer canção portuguesa... Um bem-haja a quem partilhou este post.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasileiros&#8230; como de hábito, a confundir e a nomear &#8220;fado&#8221; qualquer canção portuguesa&#8230; Um bem-haja a quem partilhou este post.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833337</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 00:50:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tão tristes os fados... 
Mas se ouvem fados no Brasil? Não somos nós o país do Carnaval? 
Tão alegres os brasileiros! Risonhos, extrovertidos, comunicativos.
Não sei... É bem possível tratar-se de outro modo de ser triste.

Recordo-me dos portugueses de minha infância. Na periferia da periferia, eram-me criaturas rudes e toscas, como os tamancos que calçavam.
Pensava: &quot;Que povo é este?&quot;.
Ah! Décadas depois em Lisboa: suaves azulejos.

E os cravos vermelhos, inesquecíveis. Tanto mar então nos separava, e como queríamos estar próximos.
Logo os cravos murcharam. Antes mesmo que por cá, as flores viessem a desabrochar.
Porém nossa primavera nunca chegou. Quanta saudades dela temos...

Que povos são estes? Para além do passado colonial, algum destino nos une? Algum fado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tão tristes os fados&#8230;<br />
Mas se ouvem fados no Brasil? Não somos nós o país do Carnaval?<br />
Tão alegres os brasileiros! Risonhos, extrovertidos, comunicativos.<br />
Não sei&#8230; É bem possível tratar-se de outro modo de ser triste.</p>
<p>Recordo-me dos portugueses de minha infância. Na periferia da periferia, eram-me criaturas rudes e toscas, como os tamancos que calçavam.<br />
Pensava: &#8220;Que povo é este?&#8221;.<br />
Ah! Décadas depois em Lisboa: suaves azulejos.</p>
<p>E os cravos vermelhos, inesquecíveis. Tanto mar então nos separava, e como queríamos estar próximos.<br />
Logo os cravos murcharam. Antes mesmo que por cá, as flores viessem a desabrochar.<br />
Porém nossa primavera nunca chegou. Quanta saudades dela temos&#8230;</p>
<p>Que povos são estes? Para além do passado colonial, algum destino nos une? Algum fado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833304</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 21:15:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[arkx Brasil pergunta: «O que acontece com um fado, ao deixar de soar?» A resposta foi dada por uma grande fadista, Maria Teresa de Noronha, no fado &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=YrS8aBAyfNA&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener nofollow ugc&quot;&gt;Saudade das Saudades&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, que começa assim: «Cansada de ter saudades / tudo fiz para esquecer / e hoje tenho saudade / de saudades já não ter.»

Quem sabe, talvez eu escreva outro artigo sobre o fado, mas só o fado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>arkx Brasil pergunta: «O que acontece com um fado, ao deixar de soar?» A resposta foi dada por uma grande fadista, Maria Teresa de Noronha, no fado <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YrS8aBAyfNA" target="_blank" rel="noopener nofollow ugc">Saudade das Saudades</a></em>, que começa assim: «Cansada de ter saudades / tudo fiz para esquecer / e hoje tenho saudade / de saudades já não ter.»</p>
<p>Quem sabe, talvez eu escreva outro artigo sobre o fado, mas só o fado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833294</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 20:33:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito embora o próprio autor reforce se tratar de um artigo sobre fado e poesia portuguesa, não parece o caso de sê-lo.

Pois, claro que é! Mas nem só. E muito menos o é em suas profundezas. Lá onde as palavras expressam muito mais do que se pretendeu dizer.

O texto nos fala sobre derrotas e cansaço. Este tem sido o fado do povo, qual povo seja este.

No fundo do fundo da tristeza do sonho esmagado, como um grito se ouve o murmúrio sufocado de uma revolução fracasada.

Um pequenino Portugal, na beira da Europa, ao contemplar a imensidão do mar ousou encarar seus perigos e desafios, para assim inventar a moderna civilização trans-oceânica.

Mas em si mesmo se quedou, todo amarrado por dentro, quando navegar mais e mais era preciso. Restou a nostalgia de um futuro que poderia ter sido, mas nunca mais foi.

Porém nem toda infelicidade vem só da exploração. 

Há uma dor inseparável da vida. E a ela todos estamos fadados. Não há para ela consolo, por isto o fado só pode cantar para confirmar essa dor.

Há também o medo da solidão daquele inexorável encontro ao pé da ponte do fim. Ali nos encontramos com nossa outra metade.

Morremos sempre. Morremos muito. Talvez, quem sabe, nem a morte sobreviva.

O que acontece com um fado, ao deixar de soar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito embora o próprio autor reforce se tratar de um artigo sobre fado e poesia portuguesa, não parece o caso de sê-lo.</p>
<p>Pois, claro que é! Mas nem só. E muito menos o é em suas profundezas. Lá onde as palavras expressam muito mais do que se pretendeu dizer.</p>
<p>O texto nos fala sobre derrotas e cansaço. Este tem sido o fado do povo, qual povo seja este.</p>
<p>No fundo do fundo da tristeza do sonho esmagado, como um grito se ouve o murmúrio sufocado de uma revolução fracasada.</p>
<p>Um pequenino Portugal, na beira da Europa, ao contemplar a imensidão do mar ousou encarar seus perigos e desafios, para assim inventar a moderna civilização trans-oceânica.</p>
<p>Mas em si mesmo se quedou, todo amarrado por dentro, quando navegar mais e mais era preciso. Restou a nostalgia de um futuro que poderia ter sido, mas nunca mais foi.</p>
<p>Porém nem toda infelicidade vem só da exploração. </p>
<p>Há uma dor inseparável da vida. E a ela todos estamos fadados. Não há para ela consolo, por isto o fado só pode cantar para confirmar essa dor.</p>
<p>Há também o medo da solidão daquele inexorável encontro ao pé da ponte do fim. Ali nos encontramos com nossa outra metade.</p>
<p>Morremos sempre. Morremos muito. Talvez, quem sabe, nem a morte sobreviva.</p>
<p>O que acontece com um fado, ao deixar de soar?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: delito		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833192</link>

		<dc:creator><![CDATA[delito]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 10:47:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fado,e não apenas a extraordinária Amália, é daquelas coisas que o lado de cá do além mar não conhece, que nossa carga de preconceitos e &quot;ismos&quot; diversos produzem o pior tipo de estranhamento. A cultura brazuca acha normal o samba atravessar os mares, mas sequer se dá o tempo pra escutar o Fado,  que tanto nos informa sobre a gente mesmo. Valeuzão João pelo texto e todas a poesia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fado,e não apenas a extraordinária Amália, é daquelas coisas que o lado de cá do além mar não conhece, que nossa carga de preconceitos e &#8220;ismos&#8221; diversos produzem o pior tipo de estranhamento. A cultura brazuca acha normal o samba atravessar os mares, mas sequer se dá o tempo pra escutar o Fado,  que tanto nos informa sobre a gente mesmo. Valeuzão João pelo texto e todas a poesia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833166</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 08:39:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isto é extraordinário! Escrevo um artigo sobre fado e poesia portuguesa e colocam um comentário sobre música sertaneja. Parece que tudo vale, que tudo serve para tudo. Seria bom que os comentários dissessem respeito aos artigos, mas talvez seja pedir demais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é extraordinário! Escrevo um artigo sobre fado e poesia portuguesa e colocam um comentário sobre música sertaneja. Parece que tudo vale, que tudo serve para tudo. Seria bom que os comentários dissessem respeito aos artigos, mas talvez seja pedir demais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833082</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jan 2022 02:12:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Falando da &quot;nova música sertaneja&quot;, esses dias o Youtube me sugeriu um vídeo em que a ex-empresária da &quot;cantora&quot; Anitta apontava o poder econômico em volta do sertanejo (atual), que é basicamente o poder do agronegócio e que tem comprado espaço em detrimento de artistas de outros estilos musicais.
No Brasil o crescente domínio do PIB e da balança comercial pelo agronegócio, concomitante à desindustrialização do país, têm já suas claras implicações culturais e políticas. Culturais tanto na música que o agro irradia até para as grandes cidades (até mesmo parao Rio de Janeiro), quanto no conservadorismo e reacionarismo comparados ao relativo progressismo de uma hegemonia econômica urbano-industrial.
As consequências políticas já estamos vendo. Junto com a ampliação de evangélicos neopentecostais há décadas, é praticamente uma questão matemática que, a não ser que surjam contratendências inesperadas, o Brasil caminhe, seja linearmente ou seja em espiral, para futuro consolidado de uma sociedade muito mais reacionária nos costumes e na política do que as gerações vivas conheceram.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falando da &#8220;nova música sertaneja&#8221;, esses dias o Youtube me sugeriu um vídeo em que a ex-empresária da &#8220;cantora&#8221; Anitta apontava o poder econômico em volta do sertanejo (atual), que é basicamente o poder do agronegócio e que tem comprado espaço em detrimento de artistas de outros estilos musicais.<br />
No Brasil o crescente domínio do PIB e da balança comercial pelo agronegócio, concomitante à desindustrialização do país, têm já suas claras implicações culturais e políticas. Culturais tanto na música que o agro irradia até para as grandes cidades (até mesmo parao Rio de Janeiro), quanto no conservadorismo e reacionarismo comparados ao relativo progressismo de uma hegemonia econômica urbano-industrial.<br />
As consequências políticas já estamos vendo. Junto com a ampliação de evangélicos neopentecostais há décadas, é praticamente uma questão matemática que, a não ser que surjam contratendências inesperadas, o Brasil caminhe, seja linearmente ou seja em espiral, para futuro consolidado de uma sociedade muito mais reacionária nos costumes e na política do que as gerações vivas conheceram.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833054</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 23:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Maria Adelaide,
Agradeço muito as suas palavras. Levar alguém a viajar por lugares que nunca imaginara é o maior elogio que poderia fazer, a mim e sobretudo ao fado. Mas essa viagem depende sobretudo da disponibilidade do viajante, e não falta quem não queira sair do mesmo lugar.

Fernando Paz,
Eu escolhi exclusivamente fadistas, e o José Mário foi muitas coisas, mas não foi um fadista. O fado pertence àquilo que eu chamo música popular erudita. Popular, porque nasceu entre a ralé do porto de Lisboa e até há pouco tempo era cantado somente por essa ralé e por alguma nobreza que gostava de se acanalhar. Erudita, porque obedece a normas estritas, aliás muito diferentes para o fado feminino e o masculino. A dificuldade da música erudita é que ela tem de ser maximamente expressiva dentro de uma grande restrição formal. Quem sabe? Talvez eu prolongue este artigo com outro.
Quanto ao facto de Amália não ter cantado o poema inteiro, faz parte das liberdades que os fadistas sempre tomaram, e não só os fadistas. Na canção francesa, ou mais exactamente parisiense, Brassens e Léo Ferré fizeram o mesmo, para não citar outros. Tomam o esqueleto do poema, e a alma do poema é dada pela música e pela voz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Adelaide,<br />
Agradeço muito as suas palavras. Levar alguém a viajar por lugares que nunca imaginara é o maior elogio que poderia fazer, a mim e sobretudo ao fado. Mas essa viagem depende sobretudo da disponibilidade do viajante, e não falta quem não queira sair do mesmo lugar.</p>
<p>Fernando Paz,<br />
Eu escolhi exclusivamente fadistas, e o José Mário foi muitas coisas, mas não foi um fadista. O fado pertence àquilo que eu chamo música popular erudita. Popular, porque nasceu entre a ralé do porto de Lisboa e até há pouco tempo era cantado somente por essa ralé e por alguma nobreza que gostava de se acanalhar. Erudita, porque obedece a normas estritas, aliás muito diferentes para o fado feminino e o masculino. A dificuldade da música erudita é que ela tem de ser maximamente expressiva dentro de uma grande restrição formal. Quem sabe? Talvez eu prolongue este artigo com outro.<br />
Quanto ao facto de Amália não ter cantado o poema inteiro, faz parte das liberdades que os fadistas sempre tomaram, e não só os fadistas. Na canção francesa, ou mais exactamente parisiense, Brassens e Léo Ferré fizeram o mesmo, para não citar outros. Tomam o esqueleto do poema, e a alma do poema é dada pela música e pela voz.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833033</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 21:09:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro João Bernardo, reparo, surpreso, duas coisas: a) que a música de Alain Oulman, cantada por Amália Rodrigues, exclui a terceira estrofe do poema Medo, de Reinaldo Ferreira; b) ao ler o primeiro parágrafo, e o poema Partindo-se, eu já fiquei esperando que em determinado momento encontraria Fado da tristeza, com letra de Manuela Freitas e música de José Mário Branco; o que não ocorre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Bernardo, reparo, surpreso, duas coisas: a) que a música de Alain Oulman, cantada por Amália Rodrigues, exclui a terceira estrofe do poema Medo, de Reinaldo Ferreira; b) ao ler o primeiro parágrafo, e o poema Partindo-se, eu já fiquei esperando que em determinado momento encontraria Fado da tristeza, com letra de Manuela Freitas e música de José Mário Branco; o que não ocorre.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maria Adelaide Brites Silveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/01/141422/#comment-833009</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Adelaide Brites Silveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 19:03:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=141422#comment-833009</guid>

					<description><![CDATA[O autor me levou a lugares que nunca imaginei, e me fez aprender. O fado nem de longe se compara com a &quot;nova música sertaneja&quot; brasileira, a &quot;sofrência&quot;, produção fordista de dor de corno fingida. Obrigada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O autor me levou a lugares que nunca imaginei, e me fez aprender. O fado nem de longe se compara com a &#8220;nova música sertaneja&#8221; brasileira, a &#8220;sofrência&#8221;, produção fordista de dor de corno fingida. Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
		
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