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	Comentários sobre: Em memória de José Elísio Melo e Silva	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: João Bernardo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 10:28:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste &lt;em&gt;In Memoriam&lt;/em&gt; foi citada a tese de Flamarion Maués, posteriormente editada como livro, e foi indicado o link. Mas, para quem não tenha paciência de ir verificar o original, reproduzo uma nota de rodapé dessa tese:

«“Graças a ele [José Elísio] o &lt;em&gt;Combate&lt;/em&gt; conheceu uma grande expansão no Norte”, afirma João Bernardo, que recorda uma história que demonstra a importância da atuação de José Elísio na região: “Quando o Sartre e a Simone de Beauvoir estiveram em Portugal, durante o processo revolucionário, foram ao Porto e quiseram visitar fábricas ocupadas. O MES (Movimento da Esquerda Socialista), de quem eles eram próximos e que os guiava no terreno, não tinha contactos nenhuns nesse meio e foi à livraria Contra a Corrente do Porto para pedir contactos. Foi o José Elísio quem lhos deu. E assim o Sartre e a Simone de Beauvoir foram visitar as fábricas ocupadas, levados pelo MES, mas graças ao &lt;em&gt;Combate&lt;/em&gt;. E o pobre do José Elísio, que estava de plantão na livraria, ficou sem conhecer o Sartre e a Simone. É a diferença entre o verniz exterior e os mecanismos internos”. Mensagem eletrônica de João Bernardo enviada em 15/8/2012.» (pág. 208).

Era assim o José Elísio, sem se preocupar com o verniz exterior. Fazia o que tinha a fazer e desprezava as fachadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste <em>In Memoriam</em> foi citada a tese de Flamarion Maués, posteriormente editada como livro, e foi indicado o link. Mas, para quem não tenha paciência de ir verificar o original, reproduzo uma nota de rodapé dessa tese:</p>
<p>«“Graças a ele [José Elísio] o <em>Combate</em> conheceu uma grande expansão no Norte”, afirma João Bernardo, que recorda uma história que demonstra a importância da atuação de José Elísio na região: “Quando o Sartre e a Simone de Beauvoir estiveram em Portugal, durante o processo revolucionário, foram ao Porto e quiseram visitar fábricas ocupadas. O MES (Movimento da Esquerda Socialista), de quem eles eram próximos e que os guiava no terreno, não tinha contactos nenhuns nesse meio e foi à livraria Contra a Corrente do Porto para pedir contactos. Foi o José Elísio quem lhos deu. E assim o Sartre e a Simone de Beauvoir foram visitar as fábricas ocupadas, levados pelo MES, mas graças ao <em>Combate</em>. E o pobre do José Elísio, que estava de plantão na livraria, ficou sem conhecer o Sartre e a Simone. É a diferença entre o verniz exterior e os mecanismos internos”. Mensagem eletrônica de João Bernardo enviada em 15/8/2012.» (pág. 208).</p>
<p>Era assim o José Elísio, sem se preocupar com o verniz exterior. Fazia o que tinha a fazer e desprezava as fachadas.</p>
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