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	Comentários sobre: O futuro dos trabalhadores é a rua?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 13:28:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[NOMADLAND em português, a conferir:
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			<content:encoded><![CDATA[<p>NOMADLAND em português, a conferir:<br />
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		Por: Pedro Seeger		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Seeger]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 22:08:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ler o texto acima me fez lembrar bastante de uma leitura recente, o livro Nomadland. Diferentemente do laureado filme, que é como que uma versão romanceada, o livro relata a experiência de uma jornalista que passa a acompanhar esses trabalhadores que não tem mais onde morar e acabam indo morar em carros, desde carros normais até os mais improváveis furgões e trailers, passando a rodar os EUA atrás de um lugar para estacionar e trabalhos ocasionais. Esses variam de cuidar de campings a colher beterrabas e ser carregadores em um armazém da Amazon (que possui um programa de contratação exclusivo dessa força de trabalho). Muitos são idosos, que perderam suas aposentadorias privadas, casas e empregos na crise de 2008/09, e não possuíam mais nenhum lugar para ir antes de irem diretamente para as ruas. No final, o relato acaba focando mais na cultura que se forma, ainda que contenha muitas descrições das condições de vida e trabalho destes párias em meio a abundância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ler o texto acima me fez lembrar bastante de uma leitura recente, o livro Nomadland. Diferentemente do laureado filme, que é como que uma versão romanceada, o livro relata a experiência de uma jornalista que passa a acompanhar esses trabalhadores que não tem mais onde morar e acabam indo morar em carros, desde carros normais até os mais improváveis furgões e trailers, passando a rodar os EUA atrás de um lugar para estacionar e trabalhos ocasionais. Esses variam de cuidar de campings a colher beterrabas e ser carregadores em um armazém da Amazon (que possui um programa de contratação exclusivo dessa força de trabalho). Muitos são idosos, que perderam suas aposentadorias privadas, casas e empregos na crise de 2008/09, e não possuíam mais nenhum lugar para ir antes de irem diretamente para as ruas. No final, o relato acaba focando mais na cultura que se forma, ainda que contenha muitas descrições das condições de vida e trabalho destes párias em meio a abundância.</p>
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