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	Comentários sobre: Mandatos progressistas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: andre		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/03/142825/#comment-840214</link>

		<dc:creator><![CDATA[andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2022 23:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente questão levantada. No aguardo de posições que avancem este debate.  A forma e o conteúdo....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente questão levantada. No aguardo de posições que avancem este debate.  A forma e o conteúdo&#8230;.</p>
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		Por: Rodrigo O. Fonseca		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/03/142825/#comment-840116</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo O. Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 21:38:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito, Primo Jonas! Me parece fundamental, central mesmo, o combate nesse campo &quot;das formas&quot;, que é também um campo de práticas e de relações. Faz toda a diferença em relação àquilo que buscamos em termos de organização social, pode impedir ou constranger que continuemos a alimentar setores e movimentos que incorporam pautas e significantes dos trabalhadores, das nossas lutas, e depois as voltam contra nós.

Tem um texto meu aqui no Passa Palavra em que eu chamo essa postura de &quot;pedagogismo&quot; e acho que eu chego em um lugar parecido ao que você chegou (o mandato progressista). O combate das vanguardas artísticas e políticas dos primeiros anos da URSS teria se dado em meio à transformação da experiências de reconstrução social em uma grande sala de aula do Partido, mas:

&quot;o pedagogismo do momento é bem outro, e surpreendentemente arrebata vetores ideológicos antagônicos, do Escola Sem Partido às frações excludentes e identitaristas do feminismo e do movimento negro. Não se trata de uma reação a palavras que não trabalham e que desviam do foco posto no plano quinquenal, mas de uma bowdlerização[14] que se presta a censurar formas, termos e expressões que em tese seriam puramente ideológicos (e que trabalhariam para além do que deveriam trabalhar…), que seriam desagradáveis e ofensivos à “família” (como heteronormatividade) ou aos segmentos oprimidos (como humor negro). Trata-se de um pedagogismo lobista.&quot; (https://passapalavra.info/2017/07/113390/)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito, Primo Jonas! Me parece fundamental, central mesmo, o combate nesse campo &#8220;das formas&#8221;, que é também um campo de práticas e de relações. Faz toda a diferença em relação àquilo que buscamos em termos de organização social, pode impedir ou constranger que continuemos a alimentar setores e movimentos que incorporam pautas e significantes dos trabalhadores, das nossas lutas, e depois as voltam contra nós.</p>
<p>Tem um texto meu aqui no Passa Palavra em que eu chamo essa postura de &#8220;pedagogismo&#8221; e acho que eu chego em um lugar parecido ao que você chegou (o mandato progressista). O combate das vanguardas artísticas e políticas dos primeiros anos da URSS teria se dado em meio à transformação da experiências de reconstrução social em uma grande sala de aula do Partido, mas:</p>
<p>&#8220;o pedagogismo do momento é bem outro, e surpreendentemente arrebata vetores ideológicos antagônicos, do Escola Sem Partido às frações excludentes e identitaristas do feminismo e do movimento negro. Não se trata de uma reação a palavras que não trabalham e que desviam do foco posto no plano quinquenal, mas de uma bowdlerização[14] que se presta a censurar formas, termos e expressões que em tese seriam puramente ideológicos (e que trabalhariam para além do que deveriam trabalhar…), que seriam desagradáveis e ofensivos à “família” (como heteronormatividade) ou aos segmentos oprimidos (como humor negro). Trata-se de um pedagogismo lobista.&#8221; (<a href="https://passapalavra.info/2017/07/113390/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2017/07/113390/</a>)</p>
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		<title>
		Por: Fernando Paz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/03/142825/#comment-840069</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Paz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 00:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A leitura deste texto me fez lembrar de várias conversas que tive com uma grande amiga, que é negra, que me contava que praticamente todas as mesmas mulheres negras feministas que ela conhecia, e que discursavam sobre empoderamento negro e sobre &quot;meu corpo, minhas regras&quot;, torciam o nariz quando a encontravam com o cabelo alisado, sendo que ela normalmente está com o cabelo crespo ou com a cabeça rapada. No fundo parece que a coisa estava mais para: teu corpo, minhas regras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura deste texto me fez lembrar de várias conversas que tive com uma grande amiga, que é negra, que me contava que praticamente todas as mesmas mulheres negras feministas que ela conhecia, e que discursavam sobre empoderamento negro e sobre &#8220;meu corpo, minhas regras&#8221;, torciam o nariz quando a encontravam com o cabelo alisado, sendo que ela normalmente está com o cabelo crespo ou com a cabeça rapada. No fundo parece que a coisa estava mais para: teu corpo, minhas regras.</p>
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