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	Comentários sobre: Make Russia Great Again (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: RICARDO RONALDO PINTO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-882474</link>

		<dc:creator><![CDATA[RICARDO RONALDO PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 12:49:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu entendo que a questão nacional não deveria nortear o pensamento crítico comunista. Esta pergunta sobre queinvadiu quem nada tem de central, seja feita para a direita, esquerda, centro ou quem for. Basta ver que as fronteiras nacionais dividem povos e desrespeitam culturas e isto já acontecia na Ucrania desde o Maidan, ou antes, assim com existe na Rússia e por quase todas as nações. Como exemplo um oficial do exército ucraniano foi recentemente deposto do cargo por se expressar em russo nas redes sociais, o que é uma evidência do que já vem acontecendo. Ele deixou de ser ucraniano por se expressar em russo? Este é o espírito de toda identidade nacional e desemboca sempre no mesmo lugar, venha do Estado &quot;russo&quot; ou do Estado &quot;ucraniano&quot;. Já disse que o Passapalavra está perdendo a oportunidade de dar uma contribuição à crítica no que tange à este assunto e infelizmente não houve nenhum avanço. Falem da explosão do Nordstream, vinculem  ameaças à China, a proposta ecologista, a questão do dólar, aí haverá crítica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu entendo que a questão nacional não deveria nortear o pensamento crítico comunista. Esta pergunta sobre queinvadiu quem nada tem de central, seja feita para a direita, esquerda, centro ou quem for. Basta ver que as fronteiras nacionais dividem povos e desrespeitam culturas e isto já acontecia na Ucrania desde o Maidan, ou antes, assim com existe na Rússia e por quase todas as nações. Como exemplo um oficial do exército ucraniano foi recentemente deposto do cargo por se expressar em russo nas redes sociais, o que é uma evidência do que já vem acontecendo. Ele deixou de ser ucraniano por se expressar em russo? Este é o espírito de toda identidade nacional e desemboca sempre no mesmo lugar, venha do Estado &#8220;russo&#8221; ou do Estado &#8220;ucraniano&#8221;. Já disse que o Passapalavra está perdendo a oportunidade de dar uma contribuição à crítica no que tange à este assunto e infelizmente não houve nenhum avanço. Falem da explosão do Nordstream, vinculem  ameaças à China, a proposta ecologista, a questão do dólar, aí haverá crítica.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-882164</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 08:36:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A esquerda putinesca esforça-se por iludir a questão central: quem invadiu o quê?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A esquerda putinesca esforça-se por iludir a questão central: quem invadiu o quê?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Anderson Errerias		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-882058</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anderson Errerias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 13:57:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Direito Internacional Humanitário exige que todas as partes de um conflito evitem localizar, na medida do possível, objetivos militares dentro ou perto de áreas densamente povoadas. Outras obrigações para proteger os civis dos ataques incluem remover os civis das proximidades de objetivos militares e emitir um aviso eficaz de ataques que possam afetar a população.
Estas táticas ucranianas violam o Direito Internacional Humanitário, uma vez que colocam desnecessariamente em risco a vida de civis.

Você também não mencionou que em 2015 todos os partidos comunistas foram proibidos na Ucrânia.

Você não mencionou que Zelensky proibiu partidos opositores e de esquerda mas manteve os neonazistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Direito Internacional Humanitário exige que todas as partes de um conflito evitem localizar, na medida do possível, objetivos militares dentro ou perto de áreas densamente povoadas. Outras obrigações para proteger os civis dos ataques incluem remover os civis das proximidades de objetivos militares e emitir um aviso eficaz de ataques que possam afetar a população.<br />
Estas táticas ucranianas violam o Direito Internacional Humanitário, uma vez que colocam desnecessariamente em risco a vida de civis.</p>
<p>Você também não mencionou que em 2015 todos os partidos comunistas foram proibidos na Ucrânia.</p>
<p>Você não mencionou que Zelensky proibiu partidos opositores e de esquerda mas manteve os neonazistas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: João Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-841761</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 21:33:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com o jornal The Guardian (https://www.theguardian.com/world/live/2022/apr/20/russia-ukraine-war-latest-ukraine-repels-numerous-donbas-attacks-as-russian-logistics-falter-says-uk-live?filterKeyEvents=false&#038;page=with:block-6260728e8f084c98f77b1117#block-6260728e8f084c98f77b1117), terá falecido, dia 4 de abril passado, uma sobrevivente do Holocausto em Mariupol com 91 anos de idade. Segundo a Auschwitz Memorial, a sobrevivente de seu nome Vanda Semyonovna Obiedkova, estava escondida numa cave a tentar esconder-se do exército russo. 
De facto, só a indigência mais profunda permite que alguma esquerda continue a equivaler a população ucraniana massacrada pelo exército de Putin com o Batalhão Azov. Aliás, é sintomático que na cidade em que o Batalhão Azov estaria mais presente antes da guerra, uma mulher tenha sobrevivido ao Holocausto, aos neo-nazis do Batalhão Azov e tenha de chegar o exército de Putin para lhe tirar a vida.

É de uma indigência monumental (https://www.publico.pt/2022/04/20/politica/noticia/pcp-nao-participara-sessao-parlamento-zelenskii-2003237) que alguma esquerda europeia e em Portugal se dedique a chamar &quot;xenófobo e belicista&quot; ao presidente de um Estado invadido (com quem não tenho nenhuma simpatia pessoal ou política), com uma população massacrada. Relativamente ao regime de Putin que invade, mata milhares de civis, incluindo sobreviventes do Holocausto, destrói casas, escolas, hospitais, obriga mais de 10 milhões de pessoas comuns a fugir para centenas ou mesmo milhares de quilómetros longe de casa, nem uma manifestaçãozinha simbólica em frente da embaixada russa. Depois ainda se sentem ofendidos quando lhes dizem que, objetivamente, defendem o regime de Putin.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o jornal The Guardian (<a href="https://www.theguardian.com/world/live/2022/apr/20/russia-ukraine-war-latest-ukraine-repels-numerous-donbas-attacks-as-russian-logistics-falter-says-uk-live?filterKeyEvents=false&#038;page=with:block-6260728e8f084c98f77b1117#block-6260728e8f084c98f77b1117" rel="nofollow ugc">https://www.theguardian.com/world/live/2022/apr/20/russia-ukraine-war-latest-ukraine-repels-numerous-donbas-attacks-as-russian-logistics-falter-says-uk-live?filterKeyEvents=false&#038;page=with:block-6260728e8f084c98f77b1117#block-6260728e8f084c98f77b1117</a>), terá falecido, dia 4 de abril passado, uma sobrevivente do Holocausto em Mariupol com 91 anos de idade. Segundo a Auschwitz Memorial, a sobrevivente de seu nome Vanda Semyonovna Obiedkova, estava escondida numa cave a tentar esconder-se do exército russo.<br />
De facto, só a indigência mais profunda permite que alguma esquerda continue a equivaler a população ucraniana massacrada pelo exército de Putin com o Batalhão Azov. Aliás, é sintomático que na cidade em que o Batalhão Azov estaria mais presente antes da guerra, uma mulher tenha sobrevivido ao Holocausto, aos neo-nazis do Batalhão Azov e tenha de chegar o exército de Putin para lhe tirar a vida.</p>
<p>É de uma indigência monumental (<a href="https://www.publico.pt/2022/04/20/politica/noticia/pcp-nao-participara-sessao-parlamento-zelenskii-2003237" rel="nofollow ugc">https://www.publico.pt/2022/04/20/politica/noticia/pcp-nao-participara-sessao-parlamento-zelenskii-2003237</a>) que alguma esquerda europeia e em Portugal se dedique a chamar &#8220;xenófobo e belicista&#8221; ao presidente de um Estado invadido (com quem não tenho nenhuma simpatia pessoal ou política), com uma população massacrada. Relativamente ao regime de Putin que invade, mata milhares de civis, incluindo sobreviventes do Holocausto, destrói casas, escolas, hospitais, obriga mais de 10 milhões de pessoas comuns a fugir para centenas ou mesmo milhares de quilómetros longe de casa, nem uma manifestaçãozinha simbólica em frente da embaixada russa. Depois ainda se sentem ofendidos quando lhes dizem que, objetivamente, defendem o regime de Putin.</p>
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		<title>
		Por: João Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-841380</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 12:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas,
Concordo com a sua abordagem do virilismo. O fascismo e o estalinismo sempre utilizaram esse vetor. Do lado da esquerda identitária, o virilismo é dado como equivalente ao sexo masculino, contribuindo para a difusão de um feminismo excludente. Ambos os identitarismos alimentam-se mutuamente. O identitarismo hegemónico, no lado da direita mais radical, odeia o identitarismo competidor, na esquerda identitária, onde apesar das suas diferenças, ambos fazem parte de uma mesma estrutura. No caso de alguma esquerda portuguesa, é simplesmente inacreditável como alguns que se aproximam, ou são mesmo parte integrante, da esquerda identitária têm defendido o Putin. Como se o seu programa político/reivindicativo fosse sequer possível na Rússia de Putin, um dos templos da direita identitária... Na verdade, aventuro-me a especular que se alguns deles vivessem na Rússia talvez fizessem parte dos discípulos de Putin, porque a sua adesão é ao identitarismo como categoria cognitiva e política e, provavelmente, não apenas a um identitarismo em particular.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas,<br />
Concordo com a sua abordagem do virilismo. O fascismo e o estalinismo sempre utilizaram esse vetor. Do lado da esquerda identitária, o virilismo é dado como equivalente ao sexo masculino, contribuindo para a difusão de um feminismo excludente. Ambos os identitarismos alimentam-se mutuamente. O identitarismo hegemónico, no lado da direita mais radical, odeia o identitarismo competidor, na esquerda identitária, onde apesar das suas diferenças, ambos fazem parte de uma mesma estrutura. No caso de alguma esquerda portuguesa, é simplesmente inacreditável como alguns que se aproximam, ou são mesmo parte integrante, da esquerda identitária têm defendido o Putin. Como se o seu programa político/reivindicativo fosse sequer possível na Rússia de Putin, um dos templos da direita identitária&#8230; Na verdade, aventuro-me a especular que se alguns deles vivessem na Rússia talvez fizessem parte dos discípulos de Putin, porque a sua adesão é ao identitarismo como categoria cognitiva e política e, provavelmente, não apenas a um identitarismo em particular.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143037/#comment-841143</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 21:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João, quando eu lia a parte do teu texto a respeito dos dirigentes meta-capitalistas dependerem dos recursos extra-econômicos para impor-se ao capitalismo clássico, particularmente o militarismo, não pude deixar de pensar na ideologia análoga propagada entre o proletariado. Eu a tenho chamado de &quot;virilismo&quot;, e ela é majoritariamente masculina, embora não seja algo exclusivo dos homens. O famoso &quot;resolver tudo na porrada&quot; aplicado aos mais diversos problemas da vida. Não é a toa que isso bate de frente com muitas questões colocadas pelo feminismo, inclusive pelo feminismo altamente integrado ao capitalismo. Desta forma, no cenário de polarização internacional vemos como nacionalismo, religiosidade e &quot;virilismo&quot; se contrapõe ao cosmopolitismo, capitalismo neo-liberal e debates de gênero. A propagação de um &quot;virilismo&quot; na população a prepara para todo tipo de guerras: de defesa, de ataque, de sacrifício, etc. Sem essa preparação, como seria possível que alguém combata as guerras? E na esquerda da órbita pró-Putinista vemos o mesmo encanto com o &quot;virilismo&quot;, fantasiando com exércitos vermelhos, com líderes poderosos, com bravas iniciativas que atropelam multidões por motivos nobres, resolvendo problemas econômicos com medidas de força bruta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João, quando eu lia a parte do teu texto a respeito dos dirigentes meta-capitalistas dependerem dos recursos extra-econômicos para impor-se ao capitalismo clássico, particularmente o militarismo, não pude deixar de pensar na ideologia análoga propagada entre o proletariado. Eu a tenho chamado de &#8220;virilismo&#8221;, e ela é majoritariamente masculina, embora não seja algo exclusivo dos homens. O famoso &#8220;resolver tudo na porrada&#8221; aplicado aos mais diversos problemas da vida. Não é a toa que isso bate de frente com muitas questões colocadas pelo feminismo, inclusive pelo feminismo altamente integrado ao capitalismo. Desta forma, no cenário de polarização internacional vemos como nacionalismo, religiosidade e &#8220;virilismo&#8221; se contrapõe ao cosmopolitismo, capitalismo neo-liberal e debates de gênero. A propagação de um &#8220;virilismo&#8221; na população a prepara para todo tipo de guerras: de defesa, de ataque, de sacrifício, etc. Sem essa preparação, como seria possível que alguém combata as guerras? E na esquerda da órbita pró-Putinista vemos o mesmo encanto com o &#8220;virilismo&#8221;, fantasiando com exércitos vermelhos, com líderes poderosos, com bravas iniciativas que atropelam multidões por motivos nobres, resolvendo problemas econômicos com medidas de força bruta.</p>
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