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	Comentários sobre: Fragmentos de um debate entre os Angry Workers sobre a guerra na Ucrânia	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842545</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 13:35:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[SUB SPECIE DURATIONIS
O impossível é temporário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SUB SPECIE DURATIONIS<br />
O impossível é temporário.</p>
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		<title>
		Por: Joker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842452</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 14:51:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo plenamente, Ulisses, mas faço das palavras dos companheiros de Kharkiv as minhas:

&quot;Let&#039;s hope that it [solidarity] will flourish again in the pretty collective efforts to rebuild the destroyed neighborhoods, and then in the daily working days. But all this will be later. Before all this, we first need to survive...&quot; (https://libcom.org/article/memoriam-seven-stories-social-activists-died-under-shellings-kharkiv) No mais, concordo que derrotismo revolucionário não é o melhor dos slogans, a menos que se possa fazer algo com ele na prática.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente, Ulisses, mas faço das palavras dos companheiros de Kharkiv as minhas:</p>
<p>&#8220;Let&#8217;s hope that it [solidarity] will flourish again in the pretty collective efforts to rebuild the destroyed neighborhoods, and then in the daily working days. But all this will be later. Before all this, we first need to survive&#8230;&#8221; (<a href="https://libcom.org/article/memoriam-seven-stories-social-activists-died-under-shellings-kharkiv" rel="nofollow ugc">https://libcom.org/article/memoriam-seven-stories-social-activists-died-under-shellings-kharkiv</a>) No mais, concordo que derrotismo revolucionário não é o melhor dos slogans, a menos que se possa fazer algo com ele na prática.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842450</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 14:09:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[TELEONOMIA SOCIAL-HISTÓRICA
Derrotismo revolucionário é uma consigna infeliz, porque meramente reativa, posto que vinculada à derrota de um dos lados (qualquer que seja, não importa) na guerra de facções imperialista.
Enquanto classe autônoma, os proletários não têm que derrotar a &#039;sua&#039; burguesia, mas -efetivamente- abolir o capitalismo e as classes sociais (proletariado incluso) mediante a guerra de classes mundial. Assim, a consigna é &#039;protagonismo revolucionário&#039; e designa a ação direta para a revolução proletária mundial.
Na utopia concreta, o imprevisível ultrapassa o impossível.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TELEONOMIA SOCIAL-HISTÓRICA<br />
Derrotismo revolucionário é uma consigna infeliz, porque meramente reativa, posto que vinculada à derrota de um dos lados (qualquer que seja, não importa) na guerra de facções imperialista.<br />
Enquanto classe autônoma, os proletários não têm que derrotar a &#8216;sua&#8217; burguesia, mas -efetivamente- abolir o capitalismo e as classes sociais (proletariado incluso) mediante a guerra de classes mundial. Assim, a consigna é &#8216;protagonismo revolucionário&#8217; e designa a ação direta para a revolução proletária mundial.<br />
Na utopia concreta, o imprevisível ultrapassa o impossível.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Joker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842441</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joker]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 12:04:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ricardo, você afirma duas coisas inverídicas, a primeira e menos importante, a que eu estaria levando para o lado pessoal. Não teria como fazê-lo pois nem o conheço. Se me expresso dessa forma é porque em respeito a você acho melhor ser sincero e sem rodeios. E você afirma que minhas sugestões têm teor unilateral. Poderia ser verdade se assume-se que existem apenas dois lados nessa história --- os ucranianos e os russos. Mas perceba que longe dos limites geográficos do Leste Europeu as palavras de ordem que eu sugeri equivalem ao que podem fazer materialmente anticapitalistas por todo o mundo em solidariedade --- não aos Estados-Nação --- mas aos russos e ucranianos flagelados por uma guerra que não escolheram. Como João Bernardo colocou muito bem acima, não são poucos os focos de resistência interna, mas eu acrescento que já começam a aparecer relatos do que poderia ser chamado de &quot;derrotismo revolucionário&quot; (https://libcom.org/article/decay-army-within-6th-overview-anti-invasion-sabotage-russia), esse sim que atravessa as palavras de ordem abstratas. Compete agora aos que habitam a quilômetros de distância de Kiev uma postura à altura da situação --- não reproduzir propaganda putinista já é um grande começo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo, você afirma duas coisas inverídicas, a primeira e menos importante, a que eu estaria levando para o lado pessoal. Não teria como fazê-lo pois nem o conheço. Se me expresso dessa forma é porque em respeito a você acho melhor ser sincero e sem rodeios. E você afirma que minhas sugestões têm teor unilateral. Poderia ser verdade se assume-se que existem apenas dois lados nessa história &#8212; os ucranianos e os russos. Mas perceba que longe dos limites geográficos do Leste Europeu as palavras de ordem que eu sugeri equivalem ao que podem fazer materialmente anticapitalistas por todo o mundo em solidariedade &#8212; não aos Estados-Nação &#8212; mas aos russos e ucranianos flagelados por uma guerra que não escolheram. Como João Bernardo colocou muito bem acima, não são poucos os focos de resistência interna, mas eu acrescento que já começam a aparecer relatos do que poderia ser chamado de &#8220;derrotismo revolucionário&#8221; (<a href="https://libcom.org/article/decay-army-within-6th-overview-anti-invasion-sabotage-russia" rel="nofollow ugc">https://libcom.org/article/decay-army-within-6th-overview-anti-invasion-sabotage-russia</a>), esse sim que atravessa as palavras de ordem abstratas. Compete agora aos que habitam a quilômetros de distância de Kiev uma postura à altura da situação &#8212; não reproduzir propaganda putinista já é um grande começo.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842432</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 10:23:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta conversa das palavras de ordem está toda ao contrário. Imaginem que estão numa praia a ver um surfista. Há quem saiba que o surfista hábil se equilibra na onda. E há os ingénuos que pensam que é o surfista quem puxa a onda.

Na primeira guerra mundial foram os soldados de um e outro lado quem — e desde os primeiros meses — começou a confraternizar e progressivamente se recusou a combater e se rebelou contra os comandantes. As frentes de combate estáticas, limitadas por trincheiras, propiciaram estas confraternizações e quase que constituíram a sua infra-estrutura material. Em seguida, o movimento insurreccional estendeu-se das trincheiras até às fábricas e aos campos, e os políticos que proclamaram então as palavras de ordem do derrotismo revolucionário não o inventaram, apenas perceberam a força do movimento. A chamada revolução russa foi um episódio dessa vaga revolucionária europeia.

Precisamente por isso os estados-maiores renunciaram para sempre à guerra estática de trincheiras e desenvolveram uma guerra de movimento. Nessa nova situação, onde ficaram as palavras de ordem do derrotismo revolucionário? Não ficaram em lugar nenhum. Pura e simplesmente não se aplicaram e transformaram-se em algo completamente diferente — nos movimentos de resistência, guerrilhas clandestinas, dentro e fora das cidades, contra as potências fascistas ocupantes. E os dirigentes políticos que não tinham antecipado esses movimentos de resistência adaptaram-se e equilibraram-se na nova realidade, como o surfista na onda.

E nós agora, perante a invasão russa da Ucrânia? O &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; publicou vários artigos e até comentários relatando o que a esquerda anti-capitalista ucraniana está a fazer e os debates que nela existem acerca do que deve, ou não, ser feito. É para isso que devemos olhar, e não para palavras de ordem que se limitam a um débil eco de há mais de um século, numa situação material inteiramente distinta. Além disso, fora da Ucrânia, penso que Joker, num comentário de ontem, resumiu bem o que devemos fazer:

«1) em países como a Polônia, Portugal, e outros da União Europeia onde são recebidos milhares de migrantes em busca de instrução, moradia, trabalho, e o mais importante, uma vida digna, ajudar a prover solidariedade a essas famílias onde houver desamparo dos estados e municípios; 2) fomentar manifestações e greves políticas direcionadas à embaixada russa no país de origem; 3) realizar atividades de sabotagem em empresas que fornecem insumos bélicos para Rússia; 4) traduzir para sua língua de origem relatos, notícias e reflexões sobre a guerra com o intuito de conscientizar os trabalhadores de todo o globo; 5) exigir anistia para todos os presos políticos na Rússia e Bielorússia por protestarem contra a guerra».

A alternativa é ensinar palavras de ordem a um papagaio e pendurá-lo lá em casa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta conversa das palavras de ordem está toda ao contrário. Imaginem que estão numa praia a ver um surfista. Há quem saiba que o surfista hábil se equilibra na onda. E há os ingénuos que pensam que é o surfista quem puxa a onda.</p>
<p>Na primeira guerra mundial foram os soldados de um e outro lado quem — e desde os primeiros meses — começou a confraternizar e progressivamente se recusou a combater e se rebelou contra os comandantes. As frentes de combate estáticas, limitadas por trincheiras, propiciaram estas confraternizações e quase que constituíram a sua infra-estrutura material. Em seguida, o movimento insurreccional estendeu-se das trincheiras até às fábricas e aos campos, e os políticos que proclamaram então as palavras de ordem do derrotismo revolucionário não o inventaram, apenas perceberam a força do movimento. A chamada revolução russa foi um episódio dessa vaga revolucionária europeia.</p>
<p>Precisamente por isso os estados-maiores renunciaram para sempre à guerra estática de trincheiras e desenvolveram uma guerra de movimento. Nessa nova situação, onde ficaram as palavras de ordem do derrotismo revolucionário? Não ficaram em lugar nenhum. Pura e simplesmente não se aplicaram e transformaram-se em algo completamente diferente — nos movimentos de resistência, guerrilhas clandestinas, dentro e fora das cidades, contra as potências fascistas ocupantes. E os dirigentes políticos que não tinham antecipado esses movimentos de resistência adaptaram-se e equilibraram-se na nova realidade, como o surfista na onda.</p>
<p>E nós agora, perante a invasão russa da Ucrânia? O <em>Passa Palavra</em> publicou vários artigos e até comentários relatando o que a esquerda anti-capitalista ucraniana está a fazer e os debates que nela existem acerca do que deve, ou não, ser feito. É para isso que devemos olhar, e não para palavras de ordem que se limitam a um débil eco de há mais de um século, numa situação material inteiramente distinta. Além disso, fora da Ucrânia, penso que Joker, num comentário de ontem, resumiu bem o que devemos fazer:</p>
<p>«1) em países como a Polônia, Portugal, e outros da União Europeia onde são recebidos milhares de migrantes em busca de instrução, moradia, trabalho, e o mais importante, uma vida digna, ajudar a prover solidariedade a essas famílias onde houver desamparo dos estados e municípios; 2) fomentar manifestações e greves políticas direcionadas à embaixada russa no país de origem; 3) realizar atividades de sabotagem em empresas que fornecem insumos bélicos para Rússia; 4) traduzir para sua língua de origem relatos, notícias e reflexões sobre a guerra com o intuito de conscientizar os trabalhadores de todo o globo; 5) exigir anistia para todos os presos políticos na Rússia e Bielorússia por protestarem contra a guerra».</p>
<p>A alternativa é ensinar palavras de ordem a um papagaio e pendurá-lo lá em casa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: RICARDO RONALDO PINTO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842427</link>

		<dc:creator><![CDATA[RICARDO RONALDO PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 08:54:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Joker, gostaria propusesse algo além de propor para mim algo coerente com os posicionamentos unilaterais reafirmamos na sua resposta. Espero que pare de levar para o lado pessoal.
Lucas, você me pergunta como concretizar o derrotismo revolucionário. É óbvio que o derrotismo revolucionário só pode ser concretizado por aqueles que são alistados para guerra, seja com deserções, motins e tomando as armas contra seus comandantes. Tal como foi feito na revolução proletária mundial que sucedeu a primeira grande guerra, aqueles que não estavam nesta situação apenas se posicionaram e fizeram campanhas informativas. Você conhece alguma outra forma de derrotismo revolucionário? Ou prefere acreditar como Angryworks que &quot;no caso da Ucrânia é diferente: e colaborar com o exército ucraniano através de grupos libertários auto-organizados?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Joker, gostaria propusesse algo além de propor para mim algo coerente com os posicionamentos unilaterais reafirmamos na sua resposta. Espero que pare de levar para o lado pessoal.<br />
Lucas, você me pergunta como concretizar o derrotismo revolucionário. É óbvio que o derrotismo revolucionário só pode ser concretizado por aqueles que são alistados para guerra, seja com deserções, motins e tomando as armas contra seus comandantes. Tal como foi feito na revolução proletária mundial que sucedeu a primeira grande guerra, aqueles que não estavam nesta situação apenas se posicionaram e fizeram campanhas informativas. Você conhece alguma outra forma de derrotismo revolucionário? Ou prefere acreditar como Angryworks que &#8220;no caso da Ucrânia é diferente: e colaborar com o exército ucraniano através de grupos libertários auto-organizados?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Joker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842373</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 19:50:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ricardo deve estar partindo do pressuposto que não estou defendendo o internacionalismo expansionista de Putin. Claro, nenhuma das ações que eu menciono facilita a &quot;desnazificação&quot; da ucrânia. Eu não acho que devemos nos solidarizar com o interventor chauvinista patriótico russo que impõe armas contra os ucranianos, obrigado. Nem vou fingir que não é o Putin que agride a soberania de outro país levando terror e fome. Ricardo, acho que você não deveria perder tempo e alistar-se logo no Batalhão Esparta para combater o imperialismo da OTAN.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo deve estar partindo do pressuposto que não estou defendendo o internacionalismo expansionista de Putin. Claro, nenhuma das ações que eu menciono facilita a &#8220;desnazificação&#8221; da ucrânia. Eu não acho que devemos nos solidarizar com o interventor chauvinista patriótico russo que impõe armas contra os ucranianos, obrigado. Nem vou fingir que não é o Putin que agride a soberania de outro país levando terror e fome. Ricardo, acho que você não deveria perder tempo e alistar-se logo no Batalhão Esparta para combater o imperialismo da OTAN.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: RICARDO RONALDO PINTO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842362</link>

		<dc:creator><![CDATA[RICARDO RONALDO PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 18:29:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Joker, entendi. Prático é fazer só meio internacionalismo. Tipo o internacionalismo do Mamãe Falei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Joker, entendi. Prático é fazer só meio internacionalismo. Tipo o internacionalismo do Mamãe Falei.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Joker		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842360</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joker]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 17:38:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O slogan &quot;Nosso melhor apoio é lutar por uma sociedade melhor aqui, onde estamos&quot; é uma piada de mau gosto a menos que a ideia seja: 1) em países como a Polônia, Portugal, e outros da União Europeia onde são recebidos milhares de migrantes em busca de instrução, moradia, trabalho, e o mais importante, uma vida digna, ajudar a prover solidariedade a essas famílias onde houver desamparo dos estados e municípios; 2) fomentar manifestações e greves políticas direcionadas à embaixada russa no país de origem; 3) realizar atividades de sabotagem em empresas que fornecem insumos bélicos para Rússia; 4) traduzir para sua língua de origem relatos, notícias e reflexões sobre a guerra com o intuito de conscientizar os trabalhadores de todo o globo; 5)exigir anistia para todos os presos políticos na Rússia e Bielorússia por protestarem contra a guerra.

Do contrário, o slogan não tem outra função a não ser a de adotar uma posição abstrata por constrangimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O slogan &#8220;Nosso melhor apoio é lutar por uma sociedade melhor aqui, onde estamos&#8221; é uma piada de mau gosto a menos que a ideia seja: 1) em países como a Polônia, Portugal, e outros da União Europeia onde são recebidos milhares de migrantes em busca de instrução, moradia, trabalho, e o mais importante, uma vida digna, ajudar a prover solidariedade a essas famílias onde houver desamparo dos estados e municípios; 2) fomentar manifestações e greves políticas direcionadas à embaixada russa no país de origem; 3) realizar atividades de sabotagem em empresas que fornecem insumos bélicos para Rússia; 4) traduzir para sua língua de origem relatos, notícias e reflexões sobre a guerra com o intuito de conscientizar os trabalhadores de todo o globo; 5)exigir anistia para todos os presos políticos na Rússia e Bielorússia por protestarem contra a guerra.</p>
<p>Do contrário, o slogan não tem outra função a não ser a de adotar uma posição abstrata por constrangimento.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143465/#comment-842357</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 15:51:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como é que se pretende concretizar o derrotismo revolucionário? Infiltrando-se nos exércitos russos e ucranianos para promover agitação e assembleias entre os soldados? Isso me soa muito pouco concreto pois é completamente irreal nos termos atuais da guerra. 
Vejo como muito mais concreto, para o caso das populações lusófonas, a realização de debates abertos contra a guerra, especialmente devido à existência de setores na própria esquerda que estão ativamente justificando a guerra e reproduzindo a linha pró-Putin, a discussão específica em sindicatos e organizações de trabalhadores para mobilizar diferentes atividades em solidariedade aos que estão sendo vitimados pela guerra (manifestantes anti-guerra russos, refugiados ucranianos e também a população civil que ficou na Ucrania), desde manifestações públicas de rua até a coleta de fundos para organizações afins que se encontram no território ou nas proximidades do mesmo. 
Agora, posso estar muito errado, e que o tal derrotismo revolucionário se trate de algo muito tangível. Gostaria de entender melhor como é que os grupos que agitam esta fórmula pretendem levar a cabo sua proposta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como é que se pretende concretizar o derrotismo revolucionário? Infiltrando-se nos exércitos russos e ucranianos para promover agitação e assembleias entre os soldados? Isso me soa muito pouco concreto pois é completamente irreal nos termos atuais da guerra.<br />
Vejo como muito mais concreto, para o caso das populações lusófonas, a realização de debates abertos contra a guerra, especialmente devido à existência de setores na própria esquerda que estão ativamente justificando a guerra e reproduzindo a linha pró-Putin, a discussão específica em sindicatos e organizações de trabalhadores para mobilizar diferentes atividades em solidariedade aos que estão sendo vitimados pela guerra (manifestantes anti-guerra russos, refugiados ucranianos e também a população civil que ficou na Ucrania), desde manifestações públicas de rua até a coleta de fundos para organizações afins que se encontram no território ou nas proximidades do mesmo.<br />
Agora, posso estar muito errado, e que o tal derrotismo revolucionário se trate de algo muito tangível. Gostaria de entender melhor como é que os grupos que agitam esta fórmula pretendem levar a cabo sua proposta.</p>
]]></content:encoded>
		
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