<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: O &#8220;Programa de Gestão&#8221; traz a uberização ao serviço público federal	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2022/06/144713/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Jul 2022 03:47:29 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Libitino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848620</link>

		<dc:creator><![CDATA[Libitino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2022 14:07:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848620</guid>

					<description><![CDATA[Irado,

Olha só a diferença:

&quot;Quem poderá repor?
Somente é possível negociar reposição dos dias parados nas escolas onde houver paralisação total, com adesão de todos os professores e professoras da unidade. Nesses casos, não será garantido o dia letivo.
Já nas escolas onde houver paralisação parcial, o dia letivo será garantido (mesmo com a precariedade que nos é conhecida). Nesses casos, não é possível garantir a reposição dos dias parados apenas para aqueles que participaram da greve.&quot;
https://www.sismmac.org.br/noticias/23/legislacao/1654/greve-e-direito!

Sobre o planejamento de reposição, deveriam ser feitos pelos professores, caso aja uma paralização total, e a pedagogia. Mas com as portarias e intervenções nos setores esses profissionais e outros perderam o poder de exercerem a sua profissão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irado,</p>
<p>Olha só a diferença:</p>
<p>&#8220;Quem poderá repor?<br />
Somente é possível negociar reposição dos dias parados nas escolas onde houver paralisação total, com adesão de todos os professores e professoras da unidade. Nesses casos, não será garantido o dia letivo.<br />
Já nas escolas onde houver paralisação parcial, o dia letivo será garantido (mesmo com a precariedade que nos é conhecida). Nesses casos, não é possível garantir a reposição dos dias parados apenas para aqueles que participaram da greve.&#8221;<br />
<a href="https://www.sismmac.org.br/noticias/23/legislacao/1654/greve-e-direito" rel="nofollow ugc">https://www.sismmac.org.br/noticias/23/legislacao/1654/greve-e-direito</a>!</p>
<p>Sobre o planejamento de reposição, deveriam ser feitos pelos professores, caso aja uma paralização total, e a pedagogia. Mas com as portarias e intervenções nos setores esses profissionais e outros perderam o poder de exercerem a sua profissão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848577</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2022 00:22:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848577</guid>

					<description><![CDATA[Esclarecendo. Coloquei as informações do acordo sem muitos comentários porque me pareceu que a questão era autoexplicativa, a intenção era fomentar o debate nesta seção, apenas. Não havia me passado pela cabeça desenvolver um texto analítico e de denúncia aqui nos comentários. Acreditei que haveria uma troca em cima da matéria bruta dos trechos do documento. Até aquele momento, nada além disso. Mas, dado o teor que seguia o debate, com a polêmica quanto ao funcionalismo público, a impressão que tive é que não houve interesse pelo assunto. Daí ao Manolo chegar a conclusão que eu queria que alguém fizesse a denúncia por mim, a questão extrapolou o bom senso e me recuso a responder. Se a questão virará um texto ou não, tratarei com o coletivo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esclarecendo. Coloquei as informações do acordo sem muitos comentários porque me pareceu que a questão era autoexplicativa, a intenção era fomentar o debate nesta seção, apenas. Não havia me passado pela cabeça desenvolver um texto analítico e de denúncia aqui nos comentários. Acreditei que haveria uma troca em cima da matéria bruta dos trechos do documento. Até aquele momento, nada além disso. Mas, dado o teor que seguia o debate, com a polêmica quanto ao funcionalismo público, a impressão que tive é que não houve interesse pelo assunto. Daí ao Manolo chegar a conclusão que eu queria que alguém fizesse a denúncia por mim, a questão extrapolou o bom senso e me recuso a responder. Se a questão virará um texto ou não, tratarei com o coletivo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Libitino		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848552</link>

		<dc:creator><![CDATA[Libitino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 18:35:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848552</guid>

					<description><![CDATA[Irado,

Me junto ao coro dos pedidos que escreva a denuncia. Quem está próximo da experiência e está mais contextualizado, com uma visão mais ampla e com uma riqueza de detalhes, pode ser mais preciso na denuncia. Vai pra cima do sindicato, vc irá alertar muitos companheiros que estão perdidos e acuados e se deixam enganar, ou se atiram em sacrifício nos braços do cinismo e sadismo praticado por esses amigos da onça. Solidariedade na luta meu caro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irado,</p>
<p>Me junto ao coro dos pedidos que escreva a denuncia. Quem está próximo da experiência e está mais contextualizado, com uma visão mais ampla e com uma riqueza de detalhes, pode ser mais preciso na denuncia. Vai pra cima do sindicato, vc irá alertar muitos companheiros que estão perdidos e acuados e se deixam enganar, ou se atiram em sacrifício nos braços do cinismo e sadismo praticado por esses amigos da onça. Solidariedade na luta meu caro!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848542</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 14:33:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848542</guid>

					<description><![CDATA[Irado, se de alguma forma o meu comentário deu a entender que eu estava desincentivando a denúncia que você carrega consigo, eu peço minhas sinceras desculpas. Mas não confunda as coisas. Acho difícil que você encontre aqui na seção de comentários ou em qualquer artigo aqui publicado a palavra final sobre o socialismo ou sobre as lutas sociais. No entanto, não é por isso que deixamos de lutar, não deixamos de agir,, seja com nossos companheiros de trabalho ou com aqueles que temos mais proximidade estratégica e ideológica. Com esse espírito eu endosso o comentário de Manolo e sugiro que você escreva a tal denúncia com base no documento que você tem em mãos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irado, se de alguma forma o meu comentário deu a entender que eu estava desincentivando a denúncia que você carrega consigo, eu peço minhas sinceras desculpas. Mas não confunda as coisas. Acho difícil que você encontre aqui na seção de comentários ou em qualquer artigo aqui publicado a palavra final sobre o socialismo ou sobre as lutas sociais. No entanto, não é por isso que deixamos de lutar, não deixamos de agir,, seja com nossos companheiros de trabalho ou com aqueles que temos mais proximidade estratégica e ideológica. Com esse espírito eu endosso o comentário de Manolo e sugiro que você escreva a tal denúncia com base no documento que você tem em mãos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848539</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 13:59:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848539</guid>

					<description><![CDATA[Irado, pensei que fosse ser você a escrever sobre isso. A expor o caso com mais detalhes, a relacionar com uma greve em curso, a analisar a situação. Ainda mais porque tem os documentos na mão e conhece intimamente o caso. Ou está esperando que alguém o faça?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Irado, pensei que fosse ser você a escrever sobre isso. A expor o caso com mais detalhes, a relacionar com uma greve em curso, a analisar a situação. Ainda mais porque tem os documentos na mão e conhece intimamente o caso. Ou está esperando que alguém o faça?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848538</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 13:49:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848538</guid>

					<description><![CDATA[Pensei que um acordo espúrio entre um sindicato ( que nunca será revolucionário...), que tem como presidente uma figurinha carimbada que sempre sai como candidata pelo PT local, e uma reitoria apoiada pela &quot;esquerda institucional&quot; contra a &quot;intervenção do Bolsonaro&quot;, que colocará os servidores diretamente na mira de seus gestores diretos após a greve, fosse de interesse por aqui. Mas, como se trata de uma &quot;elite corporativista&quot;, parece que não, afinal, já conhecemos essa situação, nada de novo no front. Vivemos o fetiche da uberização e das &quot;novas formas de luta&quot;... Quando formos uberizados todos, reapareço por aqui... Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensei que um acordo espúrio entre um sindicato ( que nunca será revolucionário&#8230;), que tem como presidente uma figurinha carimbada que sempre sai como candidata pelo PT local, e uma reitoria apoiada pela &#8220;esquerda institucional&#8221; contra a &#8220;intervenção do Bolsonaro&#8221;, que colocará os servidores diretamente na mira de seus gestores diretos após a greve, fosse de interesse por aqui. Mas, como se trata de uma &#8220;elite corporativista&#8221;, parece que não, afinal, já conhecemos essa situação, nada de novo no front. Vivemos o fetiche da uberização e das &#8220;novas formas de luta&#8221;&#8230; Quando formos uberizados todos, reapareço por aqui&#8230; Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848537</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 13:46:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848537</guid>

					<description><![CDATA[Deriva da preocupação de Manolo que sejamos obrigados a pensar em como driblar o atomismo desses tipos de ferramentas e algoritmos. Só assim podemos enfrentar os capitalistas nos nossos termos. Acredito que o Fagner Enrique se expressou mal em chamar de &quot;elitista&quot; o comentário mais acima, mas o seu ponto é fundamental, precisamos pensar como quebrar a barreira das resistências a nível sindical e promover uma ofensiva geral pelo direitos de todos os trabalhadores independente do tipo de contrato e para qual empresa ou patrão estão submetidos. Com a dispersão da força de trabalho promovida pelo toyotismo os caminhos da Velha Toupeira devem ser ainda mais audaciosos. Na última mobilização que participei, como estagiário, as redes sociais, em especial os aplicativos de mensagem instantânea foram cruciais para unir pela primeira vez trabalhadores com o mesmo drama mas dispersos em locais de trabalho diferentes. Ocorre que a luta ficou restrita ao âmbito da &quot;categoria&quot; porque outros trabalhadores não compraram a nossa briga. Cabe ressaltar, nosso trabalho não é solitário. Se há cooperação na composição técnica do trabalho, por que não há nas formas de resistência? Por que nos sentimos mais seguros em organizar uma luta com pessoas de outros bairros mas não com aqueles que dividimos o pão de cada dia, as frustrações, as dificuldades? Só com cooperação e solidariedade podemos levantar a cabeça.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deriva da preocupação de Manolo que sejamos obrigados a pensar em como driblar o atomismo desses tipos de ferramentas e algoritmos. Só assim podemos enfrentar os capitalistas nos nossos termos. Acredito que o Fagner Enrique se expressou mal em chamar de &#8220;elitista&#8221; o comentário mais acima, mas o seu ponto é fundamental, precisamos pensar como quebrar a barreira das resistências a nível sindical e promover uma ofensiva geral pelo direitos de todos os trabalhadores independente do tipo de contrato e para qual empresa ou patrão estão submetidos. Com a dispersão da força de trabalho promovida pelo toyotismo os caminhos da Velha Toupeira devem ser ainda mais audaciosos. Na última mobilização que participei, como estagiário, as redes sociais, em especial os aplicativos de mensagem instantânea foram cruciais para unir pela primeira vez trabalhadores com o mesmo drama mas dispersos em locais de trabalho diferentes. Ocorre que a luta ficou restrita ao âmbito da &#8220;categoria&#8221; porque outros trabalhadores não compraram a nossa briga. Cabe ressaltar, nosso trabalho não é solitário. Se há cooperação na composição técnica do trabalho, por que não há nas formas de resistência? Por que nos sentimos mais seguros em organizar uma luta com pessoas de outros bairros mas não com aqueles que dividimos o pão de cada dia, as frustrações, as dificuldades? Só com cooperação e solidariedade podemos levantar a cabeça.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848495</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 04:00:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848495</guid>

					<description><![CDATA[Leo V,

Imaginei que a situação fosse essa que você descreve, por razões parecidas às suas. Com minhas perguntas, quis somente confirmar se era só impressão minha, ou se outros percebiam o mesmo.

Observe, apesar disso, que há padrões na diversidade, porque, em se tratando de tecnologia, é mais fácil padronizar o uso de certas ferramentas que criar uma nova a cada nova implementação. Repare, por exemplo, que o Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) é padrão &quot;quase universal&quot; como &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; de gestão nas universidades públicas e institutos tecnológicos, assim como o sistema &lt;a href=&quot;https://pje.jus.br/navegador/&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;Processo Judicial Eletrônico (PJE)&lt;/a&gt; tende a ser adotado pela maioria dos tribunais brasileiros. 

Em cada setor do serviço público, creio eu, não será difícil encontrar padronizações semelhantes. Onde há padronização, há experiência compartilhada, e onde há experiência compartilhada, pode haver resistência compartilhada. O &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; está para o setor de serviços (e para porções cada vez maiores da indústria e da agricultura) tal como um dia estiveram o maquinário eletromecânico e as esteiras de produção no setor industrial, dada sua centralidade no processo de trabalho; se trabalhadores fabris aprenderam rapidamente a explorar suas brechas, no setor de serviços deve se dar o mesmo com o &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;, qualquer que seja ele.

Alguns comentaristas (Fagner Enrique e Alan Fernandes) trazem a experiência dos precarizados na plataformização do setor privado de serviços (entregadores, motoristas) como elementos de inspiração. Importantes como sejam estas experiências, acho que a velha toupeira está cavando seus túneis por dentro dos sistemas de gestão no serviço público a partir da experiência/resistência compartilhada nestes sistemas, e talvez não estejamos olhando para lá com olhos de ver.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo V,</p>
<p>Imaginei que a situação fosse essa que você descreve, por razões parecidas às suas. Com minhas perguntas, quis somente confirmar se era só impressão minha, ou se outros percebiam o mesmo.</p>
<p>Observe, apesar disso, que há padrões na diversidade, porque, em se tratando de tecnologia, é mais fácil padronizar o uso de certas ferramentas que criar uma nova a cada nova implementação. Repare, por exemplo, que o Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA) é padrão &#8220;quase universal&#8221; como <em>software</em> de gestão nas universidades públicas e institutos tecnológicos, assim como o sistema <a href="https://pje.jus.br/navegador/" rel="nofollow ugc">Processo Judicial Eletrônico (PJE)</a> tende a ser adotado pela maioria dos tribunais brasileiros. </p>
<p>Em cada setor do serviço público, creio eu, não será difícil encontrar padronizações semelhantes. Onde há padronização, há experiência compartilhada, e onde há experiência compartilhada, pode haver resistência compartilhada. O <em>software</em> está para o setor de serviços (e para porções cada vez maiores da indústria e da agricultura) tal como um dia estiveram o maquinário eletromecânico e as esteiras de produção no setor industrial, dada sua centralidade no processo de trabalho; se trabalhadores fabris aprenderam rapidamente a explorar suas brechas, no setor de serviços deve se dar o mesmo com o <em>software</em>, qualquer que seja ele.</p>
<p>Alguns comentaristas (Fagner Enrique e Alan Fernandes) trazem a experiência dos precarizados na plataformização do setor privado de serviços (entregadores, motoristas) como elementos de inspiração. Importantes como sejam estas experiências, acho que a velha toupeira está cavando seus túneis por dentro dos sistemas de gestão no serviço público a partir da experiência/resistência compartilhada nestes sistemas, e talvez não estejamos olhando para lá com olhos de ver.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848476</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 23:58:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848476</guid>

					<description><![CDATA[Manolo,

A questão que você coloca também me foi colocada diretamente por um servidor e dirigente sindical que tenho contato.

Assim como para ele, respondo aqui que não pensei quais seriam as outras condições possíveis, em que flexibilidade e teletrabalho poderiam ser instituídos de forma mais favorável aos servidores públicos. O artigo foi de intervenção rápida para tentar abrir os olhos dos servidores, o ao menos dos servidores militantes, mas sem cair no conservadorismo de muitos sindicatos.

A questão faz eu querer pensar no assunto e quem sabe desenvolver algo. Mas acho que o resultado precisa ser necessariamente coletivo, e passar pela discussão com diversas categorias de servidores e de diferentes atividades.

Por ora eu diria que existem servidores de poderes judiciários (estaduais ao menos) que há anos possuem teletrabalho mas sem a introdução desse salário por tarefa do PGD do bozo. Há metas mas não possibilidade de desconto em folha. Uma &quot;punição&quot; possível sendo apenas a volta ao presencial. Isso já é menos pior que o PGD do bozo. Mas não vejo isso ainda como uma proposta alternativa vindo dos trabalhadores. É difícil colocar uma regra geral diante da diversidade de atividades, mas de qualquer forma os termos da flexibilidade deve partir do que pode trazer o máximo controle possível do servidor sobre seu processo e organização do trabalho. Isso como princípio geral a partir do qual pensar os termos mais concretos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo,</p>
<p>A questão que você coloca também me foi colocada diretamente por um servidor e dirigente sindical que tenho contato.</p>
<p>Assim como para ele, respondo aqui que não pensei quais seriam as outras condições possíveis, em que flexibilidade e teletrabalho poderiam ser instituídos de forma mais favorável aos servidores públicos. O artigo foi de intervenção rápida para tentar abrir os olhos dos servidores, o ao menos dos servidores militantes, mas sem cair no conservadorismo de muitos sindicatos.</p>
<p>A questão faz eu querer pensar no assunto e quem sabe desenvolver algo. Mas acho que o resultado precisa ser necessariamente coletivo, e passar pela discussão com diversas categorias de servidores e de diferentes atividades.</p>
<p>Por ora eu diria que existem servidores de poderes judiciários (estaduais ao menos) que há anos possuem teletrabalho mas sem a introdução desse salário por tarefa do PGD do bozo. Há metas mas não possibilidade de desconto em folha. Uma &#8220;punição&#8221; possível sendo apenas a volta ao presencial. Isso já é menos pior que o PGD do bozo. Mas não vejo isso ainda como uma proposta alternativa vindo dos trabalhadores. É difícil colocar uma regra geral diante da diversidade de atividades, mas de qualquer forma os termos da flexibilidade deve partir do que pode trazer o máximo controle possível do servidor sobre seu processo e organização do trabalho. Isso como princípio geral a partir do qual pensar os termos mais concretos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/06/144713/#comment-848466</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 19:33:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=144713#comment-848466</guid>

					<description><![CDATA[De um documento firmado entre sindicato e instituição, tenho o PDF.

&lt;strong&gt;***&lt;/strong&gt;

E este é o email da Direção Geral, exigindo que cada servidor se declare em greve diretamente para a sua chefia direta e para 
seus alunos, registrando no sistema e expondo os docentes às famílias dos mesmos. Sindicato individualizando adesão e reposição, entregando os servidores direto para a repressão e assédio pós-greve...

Boa tarde estimada comunidade


Seguem orientações da direção quanto aos procedimentos correlatos ao movimento de greve:

<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os servidores técnicos administrativos deverão comunicar suas chefias imediatas e os docentes as coordenações dos Cursos em que atuam.

<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os discentes devem ser comunicados via SIGAA pelos seus professores que aderirem à manifestação.

<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> A compensação de trabalho decorrente de paralisação ou greve consistirá, no caso dos servidores técnicos administrativos, na reposição do trabalho represado e, no caso dos docentes, na reposição do conteúdo que deixou de ser ministrado nos dias de paralisação.
 
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Os servidores, técnicos administrativos ou docentes, deverão elaborar, em conjunto com a chefia imediata, plano de trabalho em modelo padrão, que será elaborado e disponibilizado institucionalmente. Será individual e obrigatório, devendo ser apresentado no prazo máximo de 15 (quinze) dias após término da paralisação ou greve

Entendemos que a manifestação é legítima e livre, mas é importante que todos tenham seus direitos preservados, principalmente após os momentos difíceis pelos quais passamos e estamos passando com a pandemia.


Permanecemos à disposição de toda a comunidade

Direção Geral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De um documento firmado entre sindicato e instituição, tenho o PDF.</p>
<p><strong>***</strong></p>
<p>E este é o email da Direção Geral, exigindo que cada servidor se declare em greve diretamente para a sua chefia direta e para<br />
seus alunos, registrando no sistema e expondo os docentes às famílias dos mesmos. Sindicato individualizando adesão e reposição, entregando os servidores direto para a repressão e assédio pós-greve&#8230;</p>
<p>Boa tarde estimada comunidade</p>
<p>Seguem orientações da direção quanto aos procedimentos correlatos ao movimento de greve:</p>
<p>📍 Os servidores técnicos administrativos deverão comunicar suas chefias imediatas e os docentes as coordenações dos Cursos em que atuam.</p>
<p>📍 Os discentes devem ser comunicados via SIGAA pelos seus professores que aderirem à manifestação.</p>
<p>📍 A compensação de trabalho decorrente de paralisação ou greve consistirá, no caso dos servidores técnicos administrativos, na reposição do trabalho represado e, no caso dos docentes, na reposição do conteúdo que deixou de ser ministrado nos dias de paralisação.</p>
<p>📍 Os servidores, técnicos administrativos ou docentes, deverão elaborar, em conjunto com a chefia imediata, plano de trabalho em modelo padrão, que será elaborado e disponibilizado institucionalmente. Será individual e obrigatório, devendo ser apresentado no prazo máximo de 15 (quinze) dias após término da paralisação ou greve</p>
<p>Entendemos que a manifestação é legítima e livre, mas é importante que todos tenham seus direitos preservados, principalmente após os momentos difíceis pelos quais passamos e estamos passando com a pandemia.</p>
<p>Permanecemos à disposição de toda a comunidade</p>
<p>Direção Geral</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
