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	Comentários sobre: Pânico de quê? Crise do reformismo e retomada revolucionária	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Gil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/07/144931/#comment-861103</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 18:49:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na medida em que os reformismos perdem base e condições de aliança de classe e não logram atender às demandas das camadas pequeno-burguesas, também acabam perdendo até mesmo as condições de tutela de algumas das alternativas políticas revolucionárias que advêm dessas camadas. Por outro lado, a política de massas está em sentido oposto à institucionalidade burguesa:
&quot;Em América Latina, o reformismo é a expressão política da história de classe da pequena burguesia e camadas médias associadas. No caso do Brasil, a integração da pequena burguesia ao Estado é significativa, mas em posição subordinada, isto é, não em posição que lhe garanta implementar uma política autônoma de classe por meio do aparato de Estado, servindo politicamente às frações dominantes apenas na medida em que oferece governos estáveis de contra insurgência.&quot; 
...
&quot; em sentido contrário à politização e polarização da pequena burguesia à esquerda e à direita, todos os cenários possíveis para os próximos anos reforçam o rechaço e o descrédito crescente das maiorias à política burguesa enquanto via de transformação real. Nessas condições, e frente à crise do novo reformismo, ainda que de forma dispersa e sob fortes tentativas reacionárias de silenciamento, todas as tendências críticas vêm paulatinamente fomentando leituras de retomada e reencontro revolucionário da história das experiências insurgentes e dos seus/suas autores de referência. 
Recentemente, nos referimos a outros 1º de Maio, fazendo referência aos interesses de sustentação do bolsonarismo e ao amadurecimento das condições para a política revolucionária entrar em jogo no Brasil. Agora talvez seja preciso acrescentar. Outros Junhos de 2013 também virão.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na medida em que os reformismos perdem base e condições de aliança de classe e não logram atender às demandas das camadas pequeno-burguesas, também acabam perdendo até mesmo as condições de tutela de algumas das alternativas políticas revolucionárias que advêm dessas camadas. Por outro lado, a política de massas está em sentido oposto à institucionalidade burguesa:<br />
&#8220;Em América Latina, o reformismo é a expressão política da história de classe da pequena burguesia e camadas médias associadas. No caso do Brasil, a integração da pequena burguesia ao Estado é significativa, mas em posição subordinada, isto é, não em posição que lhe garanta implementar uma política autônoma de classe por meio do aparato de Estado, servindo politicamente às frações dominantes apenas na medida em que oferece governos estáveis de contra insurgência.&#8221;<br />
&#8230;<br />
&#8221; em sentido contrário à politização e polarização da pequena burguesia à esquerda e à direita, todos os cenários possíveis para os próximos anos reforçam o rechaço e o descrédito crescente das maiorias à política burguesa enquanto via de transformação real. Nessas condições, e frente à crise do novo reformismo, ainda que de forma dispersa e sob fortes tentativas reacionárias de silenciamento, todas as tendências críticas vêm paulatinamente fomentando leituras de retomada e reencontro revolucionário da história das experiências insurgentes e dos seus/suas autores de referência.<br />
Recentemente, nos referimos a outros 1º de Maio, fazendo referência aos interesses de sustentação do bolsonarismo e ao amadurecimento das condições para a política revolucionária entrar em jogo no Brasil. Agora talvez seja preciso acrescentar. Outros Junhos de 2013 também virão.&#8221;</p>
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		<title>
		Por: Paulo Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/07/144931/#comment-849032</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2022 22:54:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Crise do reformismo? Se tem uma coisa que o bolsonarismo teve êxito foi em levar os minúsculos grupos anticapitalistas para o campo da institucionalidade burguesa. E o mesmo se dá nos países da América Latina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise do reformismo? Se tem uma coisa que o bolsonarismo teve êxito foi em levar os minúsculos grupos anticapitalistas para o campo da institucionalidade burguesa. E o mesmo se dá nos países da América Latina.</p>
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