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	Comentários sobre: O MST entre colegas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Charles Jr		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854835</link>

		<dc:creator><![CDATA[Charles Jr]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 03:25:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novamente o mesmo equívoco  do texto (ou cometário ) da agroecologia, mesmo com ótimos dados me pareceu algo a mais pra forçar a pena. Agora é pequeno, mas... vamos ao q interessa. 

Estamos aqui no boteco rindo da derrota do colorado, eu e um amigo q trabalha na Joça do Incra, e a coisa é um tanto diferente : &quot;a política de títulos se aplica fortemente com FHC e , uma incipiente política a de créditos, assistência tecnica e eletrificação ( ele q iniciou tudo isso). Exceto a titulação, tudo bomba no Lula. vida vai, vida vem, vai secando com a proximidade da crise cíclica do Capital [confere q da certinho] claro, a burguesia quer todas as migalhas! . reduz até zerar as desapropriações em 2013 na Dilmae,  junto a isso um corte violento nos créditos e na grana de assistência técnica. (https://sindpfa.org.br/noticia/estadao-repercute-desapropriacao-zero-denunciada-pelo-sindpfa/) . Nesse momento a cúpula do MST toma uma decisão: voltam abertamente a disputa dentro do PT, foco no sulfragio universal ( pra fora do movimento, claro, kkkkk). Uma famosa reunião deles com Zé Dirceu escutam a seguinte frase: &quot;qts deputados vcs têm?&quot; Aí a luta diminui, fazem um Termidor ( ou forçam como foi os 51)  e o foco nos candidatos aumentam. Os recursos  diminuemmais. A assistencia técnica em alguns estado parou, nós outros diminuiu.
Qd entra o Temer, ele só rapa o tacho, literalmente. Muito pq Dilmãe já tinha sido  madrasta. Temer intensifica a titulação... Mas ao incra tava tão zuado q só preparam o terreno pra Bozonaro. 
Dos títulos - TB foi política do PT, somente no norte, pq &quot;o Capital político é imenso&quot; já disse um chefete. E lá, como é regularização ou área pra madeireira,  não tem mst como no sul, são poucos. Daí ficou fácil. Mas o pt não largou essa política não. Sempre quiz angariar esses votos e os recursos das madeireiras. ( Da um confere na campanha da Ana Júlia, governadora do Para, no site, vê quem bancava ela&quot;. 
Outro problema é dizer q o mst tem base, , viraram camponeses capitalistas... A Concretude e, claro, as necessidades de um pequeno proprietário de terras é outra. 
 em locais onde estão acampados a luta continua. Se o mst virou uma empresa, os assentados viraram proprietários dos meios de produção, produzindo mercadoria, arrendando pra viver de renda da terra ou especulando pra vender. Os companheiros viraram bons capitalistas... Produzem comida boa, um pouco cara, mas boa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novamente o mesmo equívoco  do texto (ou cometário ) da agroecologia, mesmo com ótimos dados me pareceu algo a mais pra forçar a pena. Agora é pequeno, mas&#8230; vamos ao q interessa. </p>
<p>Estamos aqui no boteco rindo da derrota do colorado, eu e um amigo q trabalha na Joça do Incra, e a coisa é um tanto diferente : &#8220;a política de títulos se aplica fortemente com FHC e , uma incipiente política a de créditos, assistência tecnica e eletrificação ( ele q iniciou tudo isso). Exceto a titulação, tudo bomba no Lula. vida vai, vida vem, vai secando com a proximidade da crise cíclica do Capital [confere q da certinho] claro, a burguesia quer todas as migalhas! . reduz até zerar as desapropriações em 2013 na Dilmae,  junto a isso um corte violento nos créditos e na grana de assistência técnica. (<a href="https://sindpfa.org.br/noticia/estadao-repercute-desapropriacao-zero-denunciada-pelo-sindpfa/" rel="nofollow ugc">https://sindpfa.org.br/noticia/estadao-repercute-desapropriacao-zero-denunciada-pelo-sindpfa/</a>) . Nesse momento a cúpula do MST toma uma decisão: voltam abertamente a disputa dentro do PT, foco no sulfragio universal ( pra fora do movimento, claro, kkkkk). Uma famosa reunião deles com Zé Dirceu escutam a seguinte frase: &#8220;qts deputados vcs têm?&#8221; Aí a luta diminui, fazem um Termidor ( ou forçam como foi os 51)  e o foco nos candidatos aumentam. Os recursos  diminuemmais. A assistencia técnica em alguns estado parou, nós outros diminuiu.<br />
Qd entra o Temer, ele só rapa o tacho, literalmente. Muito pq Dilmãe já tinha sido  madrasta. Temer intensifica a titulação&#8230; Mas ao incra tava tão zuado q só preparam o terreno pra Bozonaro.<br />
Dos títulos &#8211; TB foi política do PT, somente no norte, pq &#8220;o Capital político é imenso&#8221; já disse um chefete. E lá, como é regularização ou área pra madeireira,  não tem mst como no sul, são poucos. Daí ficou fácil. Mas o pt não largou essa política não. Sempre quiz angariar esses votos e os recursos das madeireiras. ( Da um confere na campanha da Ana Júlia, governadora do Para, no site, vê quem bancava ela&#8221;.<br />
Outro problema é dizer q o mst tem base, , viraram camponeses capitalistas&#8230; A Concretude e, claro, as necessidades de um pequeno proprietário de terras é outra.<br />
 em locais onde estão acampados a luta continua. Se o mst virou uma empresa, os assentados viraram proprietários dos meios de produção, produzindo mercadoria, arrendando pra viver de renda da terra ou especulando pra vender. Os companheiros viraram bons capitalistas&#8230; Produzem comida boa, um pouco cara, mas boa!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854485</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 12:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[NEGAÇÃO DA NEGAÇÃO (n+1)
Lembrar EFETIVAMENTE que o antifascismo é o pior produto do fascismo é necessário, mas insuficiente. 
Há que tergiversar essa consigna, assim: o anticapitalismo é o pior produto do capitalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NEGAÇÃO DA NEGAÇÃO (n+1)<br />
Lembrar EFETIVAMENTE que o antifascismo é o pior produto do fascismo é necessário, mas insuficiente.<br />
Há que tergiversar essa consigna, assim: o anticapitalismo é o pior produto do capitalismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854398</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 22:07:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Também te amo Ulisses, beijo do gordo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também te amo Ulisses, beijo do gordo!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854344</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não deixar de perder o evento antifascista ainda é menos que muito pouco.
Há que lembrar EFETIVAMENTE a consigna: o antifascismo é o pior produto do fascismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixar de perder o evento antifascista ainda é menos que muito pouco.<br />
Há que lembrar EFETIVAMENTE a consigna: o antifascismo é o pior produto do fascismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854332</link>

		<dc:creator><![CDATA[Irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 14:07:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um portal virtual de notícias de esquerda está convidando entusiasticamente para um evento na UFSC, em Florianópolis... &quot;Leitura da carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito&quot;... Não deixem de perder este evento!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um portal virtual de notícias de esquerda está convidando entusiasticamente para um evento na UFSC, em Florianópolis&#8230; &#8220;Leitura da carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito&#8221;&#8230; Não deixem de perder este evento!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Laurêncio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-854259</link>

		<dc:creator><![CDATA[Laurêncio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 02:43:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem não defende a democracia? Ora, até mesmo o Bolsonaro em 2018 dizia ser um democrata. O problema não parece ser o de MST e o Itaú defenderem a democracia. Devemos hoje é nos perguntar que porra de democracia é essa que interessa a esse tipo de colega.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não defende a democracia? Ora, até mesmo o Bolsonaro em 2018 dizia ser um democrata. O problema não parece ser o de MST e o Itaú defenderem a democracia. Devemos hoje é nos perguntar que porra de democracia é essa que interessa a esse tipo de colega.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-853957</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 09:20:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A principal questão não me parece ser a de a figura mais representativa do Mst juntar o seu nome ao de grandes banqueiros e grandes empresários num abaixo-assinado, nem a de a Cut e a Fiesp assinarem em conjunto um manifesto. Afinal, o Passa Palavra deixou o problema resolvido no próprio título — todos estão entre colegas. O Mst transformou-se numa empresa e no mundo inteiro os sindicatos eram já desde há muito grandes empresas, actualmente de carácter financeiro. Por outro lado, os sindicatos são organismos burocratizados e os movimentos sociais prosseguiram igual caminho, o que faz com que os seus dirigentes se integrem na mesma classe de gestores que preside às grandes empresas privadas. Até aqui, portanto, a questão parece-me clara e é natural que as hipocrisias ideológicas se desfaçam perante a pressão dos interesses sociais e económicos.

O que realmente me deixa perplexo é o facto de não haver entre os trabalhadores uma onda de indignação perante esta promiscuidade de assinaturas. É esta questão que é urgente resolver. Por que motivo os assentados do Mst e a constelação de universitários que gira em redor desse movimento não reclamam ou, pelo menos, não dão gargalhadas? Por que motivo os trabalhadores filiados nos sindicatos da Cut não rasgam os cartões de sócio? Por que motivo são tão poucos os que se indignam ou riem?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A principal questão não me parece ser a de a figura mais representativa do Mst juntar o seu nome ao de grandes banqueiros e grandes empresários num abaixo-assinado, nem a de a Cut e a Fiesp assinarem em conjunto um manifesto. Afinal, o Passa Palavra deixou o problema resolvido no próprio título — todos estão entre colegas. O Mst transformou-se numa empresa e no mundo inteiro os sindicatos eram já desde há muito grandes empresas, actualmente de carácter financeiro. Por outro lado, os sindicatos são organismos burocratizados e os movimentos sociais prosseguiram igual caminho, o que faz com que os seus dirigentes se integrem na mesma classe de gestores que preside às grandes empresas privadas. Até aqui, portanto, a questão parece-me clara e é natural que as hipocrisias ideológicas se desfaçam perante a pressão dos interesses sociais e económicos.</p>
<p>O que realmente me deixa perplexo é o facto de não haver entre os trabalhadores uma onda de indignação perante esta promiscuidade de assinaturas. É esta questão que é urgente resolver. Por que motivo os assentados do Mst e a constelação de universitários que gira em redor desse movimento não reclamam ou, pelo menos, não dão gargalhadas? Por que motivo os trabalhadores filiados nos sindicatos da Cut não rasgam os cartões de sócio? Por que motivo são tão poucos os que se indignam ou riem?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-853905</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 23:42:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje foi publicado outro manifesto, assinado por ninguém mais ninguém menos que, de um lado, a FIESP e, de outro, a CUT.

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/manifesto-de-entidades-pro-democracia-defende-soberania-do-voto-leia-integra.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje foi publicado outro manifesto, assinado por ninguém mais ninguém menos que, de um lado, a FIESP e, de outro, a CUT.</p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/manifesto-de-entidades-pro-democracia-defende-soberania-do-voto-leia-integra.shtml" rel="nofollow ugc">https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/08/manifesto-de-entidades-pro-democracia-defende-soberania-do-voto-leia-integra.shtml</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-853875</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 18:25:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curió,
a capacidade de autodeterminação da classe trabalhadora está sempre latente, pois onde há exploração há também resistência, sabotagem, em fim, luta de classes. Não há motivos para entender de forma determinista esta autodeterminação, entre um sim e um não. O que existe, e a história o mostra, são diferentes momentos, onde esta autodeterminação ganha força ou a perde. Isso também pode ser observado nas situações &quot;desiguais e combinadas&quot; dentro da própria classe, com setores mais organizados e outros menos, com setores mais combativos e outros menos, etc.

É justamente pelo fato de que a luta de classes ocorre de forma variada dentro das diversas áreas produtivas e reprodutivas da sociedade que as relações capitalistas também se alteram segundo o momento dos conflitos sociais. Se os trabalhadores conseguem impor sua democracia dentro das empresas (ou de alguma empresa), isso quer dizer que as condições de extração da mais-valia se altera em favor dos trabalhadores. A comparação aqui é com a democracia estatal, onde os partidos que esgrimem símbolos e títulos operários podem ganhar eleições e cargos e no entanto terminam melhorando as condições de extração de mais-valia em favor dos capitalistas (as vezes também em favor das condições materiais da classe trabalhadora, sempre que os ganhos para os capitalistas sejam em maior medida).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curió,<br />
a capacidade de autodeterminação da classe trabalhadora está sempre latente, pois onde há exploração há também resistência, sabotagem, em fim, luta de classes. Não há motivos para entender de forma determinista esta autodeterminação, entre um sim e um não. O que existe, e a história o mostra, são diferentes momentos, onde esta autodeterminação ganha força ou a perde. Isso também pode ser observado nas situações &#8220;desiguais e combinadas&#8221; dentro da própria classe, com setores mais organizados e outros menos, com setores mais combativos e outros menos, etc.</p>
<p>É justamente pelo fato de que a luta de classes ocorre de forma variada dentro das diversas áreas produtivas e reprodutivas da sociedade que as relações capitalistas também se alteram segundo o momento dos conflitos sociais. Se os trabalhadores conseguem impor sua democracia dentro das empresas (ou de alguma empresa), isso quer dizer que as condições de extração da mais-valia se altera em favor dos trabalhadores. A comparação aqui é com a democracia estatal, onde os partidos que esgrimem símbolos e títulos operários podem ganhar eleições e cargos e no entanto terminam melhorando as condições de extração de mais-valia em favor dos capitalistas (as vezes também em favor das condições materiais da classe trabalhadora, sempre que os ganhos para os capitalistas sejam em maior medida).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/08/145320/#comment-853873</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 18:18:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre a autodeterminação dos trabalhadores e a alienação, o que o capitalismo opera é a subsunção/subordinação formal e real do trabalho ao capital, mas como o processo de trabalho (e de valorização) é feito pelos trabalhadores, que são seres vivos e conscientes, que inclusive aprimoram (ou boicotam) os processos produtivos sempre existirá a possibilidade de se decidir cruzar os braços, ou seja, fazer greve, parar a produção, assim como há a possibilidade, posta em prática cotidianamente, de se negar as determinações capitalistas quanto ao tempo e ao modo de trabalho. Se a subsunção e o roubo da autodeterminação dos trabalhadores fosse completa e total não haveria modo de haver luta de classes e revolução. 

O artigo coloca a questão nos termos adequados, as relações de poder e exploração no interior das empresas atuam permanentemente no sentido de negar a capacidade de autodeterminação dos trabalhadores, se apropriando do saber-fazer que surge no chão de fábrica e é contra esse processo que os trabalhadores resistem e lutam, às vezes conseguindo retomar grande parcela de sua inerente capacidade de autodeterminação enquanto produtores. 

Ainda sobre o tema, é interessante observar que embora haja a alienação, ou seja, perda de controle do trabalhador face a seu próprio trabalho e conhecimento face ao processo de trabalho, essa alienação nunca é e nunca poderá ser total, e mesmo alienado o trabalho ainda ocorre e a história ainda é feita, por isso Marx deixa de abordar o tema com base no conceito de alienação/estranhamento e passa a abordar o tema via conceito de subsunção do trabalho ao capital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a autodeterminação dos trabalhadores e a alienação, o que o capitalismo opera é a subsunção/subordinação formal e real do trabalho ao capital, mas como o processo de trabalho (e de valorização) é feito pelos trabalhadores, que são seres vivos e conscientes, que inclusive aprimoram (ou boicotam) os processos produtivos sempre existirá a possibilidade de se decidir cruzar os braços, ou seja, fazer greve, parar a produção, assim como há a possibilidade, posta em prática cotidianamente, de se negar as determinações capitalistas quanto ao tempo e ao modo de trabalho. Se a subsunção e o roubo da autodeterminação dos trabalhadores fosse completa e total não haveria modo de haver luta de classes e revolução. </p>
<p>O artigo coloca a questão nos termos adequados, as relações de poder e exploração no interior das empresas atuam permanentemente no sentido de negar a capacidade de autodeterminação dos trabalhadores, se apropriando do saber-fazer que surge no chão de fábrica e é contra esse processo que os trabalhadores resistem e lutam, às vezes conseguindo retomar grande parcela de sua inerente capacidade de autodeterminação enquanto produtores. </p>
<p>Ainda sobre o tema, é interessante observar que embora haja a alienação, ou seja, perda de controle do trabalhador face a seu próprio trabalho e conhecimento face ao processo de trabalho, essa alienação nunca é e nunca poderá ser total, e mesmo alienado o trabalho ainda ocorre e a história ainda é feita, por isso Marx deixa de abordar o tema com base no conceito de alienação/estranhamento e passa a abordar o tema via conceito de subsunção do trabalho ao capital.</p>
]]></content:encoded>
		
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