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	Comentários sobre: PIX, bancos, dinheiro, luta de classes (3)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-1037084</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 19:33:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agora que o PIX está na crista da onda como símbolo nacionalista, nada como voltar a esta série para lembrar o que ele realmente é.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que o PIX está na crista da onda como símbolo nacionalista, nada como voltar a esta série para lembrar o que ele realmente é.</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 14:29:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entelequial, sesquipedal e piramidal, o pix é a moeda fictícia ou hiper-real: o juízo final do capitalismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entelequial, sesquipedal e piramidal, o pix é a moeda fictícia ou hiper-real: o juízo final do capitalismo.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: pixador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-885652</link>

		<dc:creator><![CDATA[pixador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 12:08:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parece que o PIX deu certo, porque já supera todas as demais formas de pagamento no Brasil SOMADAS:

https://www.cnnbrasil.com.br/economia/pix-ja-e-principal-forma-de-pagamento-do-pais-veja-pros-e-contras-do-servico/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que o PIX deu certo, porque já supera todas as demais formas de pagamento no Brasil SOMADAS:</p>
<p><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/pix-ja-e-principal-forma-de-pagamento-do-pais-veja-pros-e-contras-do-servico/" rel="nofollow ugc">https://www.cnnbrasil.com.br/economia/pix-ja-e-principal-forma-de-pagamento-do-pais-veja-pros-e-contras-do-servico/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-870230</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 19:37:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Z1010010, você está certo. O ensaio está enfocado nos meios de pagamento digitais. De fato, as operações DEBIN aqui podem ser feitas tanto em pesos como em dólares, visto que aqui as contas bancárias em dólares são algo corrente. Sobre o CVU, no Brasil não existem as contas de Mercado Pago? Aqui funciona como uma carteira digital, mas para pagamentos em moedas tradicionais mesmo, não em cripto.

Mas esta questão justamente, da diferença entre meios de pagamento digitais, moedas digitais, etc. Fiquei aqui pensando que essa mistificação do PIX, na modalidade das &quot;teorias conspiratórias&quot;, não se deve à esta última onda de inovações, incluídas aí as criptomoedas, uma vez que os cartões de crédito já operavam de maneira digital há muitos anos. O que diferencia, para o cidadão comum (ou para o esquerdista comum) o PIX das operações de nome desconhecido que a VISA ou a MasterCards realizava para processar os pagamentos de forma quase instantânea? Será que as iniciativas das empresas privadas geram menos desconfiança que as iniciativas dos Bancos Centrais? O caso das criptomoedas é inverso: dizem que seu problema é que elas não tem lastro... como se as moedas nacionais hoje o tivessem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Z1010010, você está certo. O ensaio está enfocado nos meios de pagamento digitais. De fato, as operações DEBIN aqui podem ser feitas tanto em pesos como em dólares, visto que aqui as contas bancárias em dólares são algo corrente. Sobre o CVU, no Brasil não existem as contas de Mercado Pago? Aqui funciona como uma carteira digital, mas para pagamentos em moedas tradicionais mesmo, não em cripto.</p>
<p>Mas esta questão justamente, da diferença entre meios de pagamento digitais, moedas digitais, etc. Fiquei aqui pensando que essa mistificação do PIX, na modalidade das &#8220;teorias conspiratórias&#8221;, não se deve à esta última onda de inovações, incluídas aí as criptomoedas, uma vez que os cartões de crédito já operavam de maneira digital há muitos anos. O que diferencia, para o cidadão comum (ou para o esquerdista comum) o PIX das operações de nome desconhecido que a VISA ou a MasterCards realizava para processar os pagamentos de forma quase instantânea? Será que as iniciativas das empresas privadas geram menos desconfiança que as iniciativas dos Bancos Centrais? O caso das criptomoedas é inverso: dizem que seu problema é que elas não tem lastro&#8230; como se as moedas nacionais hoje o tivessem!</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Z1010010		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-870142</link>

		<dc:creator><![CDATA[Z1010010]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 21:53:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primo Jonas, o ensaio é bem claro: PIX não é moeda digital, é meio de pagamento. Usa moeda nacional já existente (Real -- R$), opera entre bancos e instituições do sistema financeiro nacional, é regulado pelo Estado, não existe enquanto moeda autônoma, etc., etc., etc. PIX não é bitcoin, tampouco faz transações em bitcoin ou qualquer moeda digital. Ou a conta tem reais em saldo, ou não se faz PIX.

Por outro lado, isso que você fala sobre o &quot;alias CBU&quot; e sobre o &quot;DEBIN&quot; se aproximam bastante do que é o PIX, embora não conheçamos o suficiente dessas duas modalidades de pagamento para dizê-lo com absoluta certeza. Já a “Clave Virtual Uniforme” parece uma carteira digital, tipo Ethereum, mas, novamente, estamos falando bem por alto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primo Jonas, o ensaio é bem claro: PIX não é moeda digital, é meio de pagamento. Usa moeda nacional já existente (Real &#8212; R$), opera entre bancos e instituições do sistema financeiro nacional, é regulado pelo Estado, não existe enquanto moeda autônoma, etc., etc., etc. PIX não é bitcoin, tampouco faz transações em bitcoin ou qualquer moeda digital. Ou a conta tem reais em saldo, ou não se faz PIX.</p>
<p>Por outro lado, isso que você fala sobre o &#8220;alias CBU&#8221; e sobre o &#8220;DEBIN&#8221; se aproximam bastante do que é o PIX, embora não conheçamos o suficiente dessas duas modalidades de pagamento para dizê-lo com absoluta certeza. Já a “Clave Virtual Uniforme” parece uma carteira digital, tipo Ethereum, mas, novamente, estamos falando bem por alto.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-870131</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 19:25:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[excelente iniciativa! moedas digitais não são bruxaria.

A modo de comparação, ofereço aqui alguns exemplos argentinos que conheço pela vivência econômica e também com um pouco de pesquisa.
O governo Macri (2016-2019) teve um peso importante no desenvolvimento da digitalização econômica. Em 2016 entrou em vigência a ferramenta do &quot;alias CBU&quot;. O CBU é o código único de conta bancária, um número de 22 dígitos, que era usada antes para realizar transferências. Com a introdução do &quot;alias&quot;, esse número podia ser referido com qualquer outra série alfanumérica. Por exemplo, Raíssa poderia indicar sua conta para transferencia de clientes usando o alias &quot;bolo.no.pote&quot;, ao invés de ter que passar 22 dígitos. O Banco Central também habilitou os pagamentos feitos com códigos QR, que se referiam aos CBUs e também já tinham automatizado na imagem os valores a serem transferidos.
Em 2017 o Banco Central inaugurou o sistema DEBIN, que assim como o PIX, permitia a transferência imediata de dinheiro, 24h, entre contas, por meio de um sistema onde o receptor envia um pedido de autorização para a conta que será debitada. É uma operação que está feita à medida para o comércio, pois quem inicia a ação não é quem envia o dinheiro senão que o receberá, e isso provocou, como não poderia deixar de ser, uma onda de fraudes e golpes virtuais.
Em 2018 foi a vez das CVUs, &quot;Clave Virtual Uniforme&quot;, também conhecidas como &quot;carteiras virtuais&quot; que fazem as vezes de conta bancária de dinheiro digital, mas sem toda a burocracia, direitos e deveres das contas propriamente bancárias. Foi a entrada das fintechs no âmbito das operações cotidianas de transação monetária, com uma ênfase grande nas operações de compra e venda diárias: bombardeamento de publicidade, prêmios para usuários que usasem por primeira vez, descontos, facilidades para comércios aderentes, etc. O detalhe do caso argentino é que não se tratou de um grande universo de fintechs. A permissão foi dada apenas para a empresa nacional &quot;Mercado Livre&quot;, que manteve o monopólio deste tipo de serviço até o fim do governo Macri, num típico caso de capitalismo de amizades, que até então caracterizava especialmente o peronismo.
Por fim, um &quot;dato de color&quot;, como se diz aqui: o atual presidente do Banco Central do governo Fernández, Miguel Pesce, foi questionado a respeito do valor nominal das cédulas de pesos argentinos. Atualmente a cédula de maior valor é a de AR$1.000, que vale entre 3-6 dólares, segundo a cotização escolhida para a referência. Quando lhe perguntaram o motivo pelo qual o BC não colocava em circulação bilhetes de maior valor nominal, ele respondeu que no futuro ninguém mais usaria dinheiro físico e essa era já uma mudança irreversível. É por isso que em geral não vemos no dia a dia cenas como a que protagonizou Eduardo Bolsonaro, pagando uma conta de mais de AR$100.000 num restaurante com dinheiro em papel. Ainda se usa bastante dinheiro em papel nas ruas -- mais do que em uma cidade como São Paulo, pelo que pude ver nas últimas visitas --, mas a combinação entre inflação e digitalização está promovendo uma transformação rápida nos usos do dinheiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>excelente iniciativa! moedas digitais não são bruxaria.</p>
<p>A modo de comparação, ofereço aqui alguns exemplos argentinos que conheço pela vivência econômica e também com um pouco de pesquisa.<br />
O governo Macri (2016-2019) teve um peso importante no desenvolvimento da digitalização econômica. Em 2016 entrou em vigência a ferramenta do &#8220;alias CBU&#8221;. O CBU é o código único de conta bancária, um número de 22 dígitos, que era usada antes para realizar transferências. Com a introdução do &#8220;alias&#8221;, esse número podia ser referido com qualquer outra série alfanumérica. Por exemplo, Raíssa poderia indicar sua conta para transferencia de clientes usando o alias &#8220;bolo.no.pote&#8221;, ao invés de ter que passar 22 dígitos. O Banco Central também habilitou os pagamentos feitos com códigos QR, que se referiam aos CBUs e também já tinham automatizado na imagem os valores a serem transferidos.<br />
Em 2017 o Banco Central inaugurou o sistema DEBIN, que assim como o PIX, permitia a transferência imediata de dinheiro, 24h, entre contas, por meio de um sistema onde o receptor envia um pedido de autorização para a conta que será debitada. É uma operação que está feita à medida para o comércio, pois quem inicia a ação não é quem envia o dinheiro senão que o receberá, e isso provocou, como não poderia deixar de ser, uma onda de fraudes e golpes virtuais.<br />
Em 2018 foi a vez das CVUs, &#8220;Clave Virtual Uniforme&#8221;, também conhecidas como &#8220;carteiras virtuais&#8221; que fazem as vezes de conta bancária de dinheiro digital, mas sem toda a burocracia, direitos e deveres das contas propriamente bancárias. Foi a entrada das fintechs no âmbito das operações cotidianas de transação monetária, com uma ênfase grande nas operações de compra e venda diárias: bombardeamento de publicidade, prêmios para usuários que usasem por primeira vez, descontos, facilidades para comércios aderentes, etc. O detalhe do caso argentino é que não se tratou de um grande universo de fintechs. A permissão foi dada apenas para a empresa nacional &#8220;Mercado Livre&#8221;, que manteve o monopólio deste tipo de serviço até o fim do governo Macri, num típico caso de capitalismo de amizades, que até então caracterizava especialmente o peronismo.<br />
Por fim, um &#8220;dato de color&#8221;, como se diz aqui: o atual presidente do Banco Central do governo Fernández, Miguel Pesce, foi questionado a respeito do valor nominal das cédulas de pesos argentinos. Atualmente a cédula de maior valor é a de AR$1.000, que vale entre 3-6 dólares, segundo a cotização escolhida para a referência. Quando lhe perguntaram o motivo pelo qual o BC não colocava em circulação bilhetes de maior valor nominal, ele respondeu que no futuro ninguém mais usaria dinheiro físico e essa era já uma mudança irreversível. É por isso que em geral não vemos no dia a dia cenas como a que protagonizou Eduardo Bolsonaro, pagando uma conta de mais de AR$100.000 num restaurante com dinheiro em papel. Ainda se usa bastante dinheiro em papel nas ruas &#8212; mais do que em uma cidade como São Paulo, pelo que pude ver nas últimas visitas &#8211;, mas a combinação entre inflação e digitalização está promovendo uma transformação rápida nos usos do dinheiro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-870010</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 18:59:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Lucas,
Obrigado pelo aviso. Já está corrigido.

Atenciosamente,
Passa Palavra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lucas,<br />
Obrigado pelo aviso. Já está corrigido.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Passa Palavra</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/11/146472/#comment-869886</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2022 00:28:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[camaradas,
o seguinte parágrafo parece ter sido publicado sem o seu final:
&quot;Por todos estes meios, já muito tradicionais, bancos capturam dinheiro vivo de trabalhadores, trazendo-o a seus cofres. Ao fazê-lo, podem criar mais dinheiro por meio de crédito; e o crédito assim criado...&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>camaradas,<br />
o seguinte parágrafo parece ter sido publicado sem o seu final:<br />
&#8220;Por todos estes meios, já muito tradicionais, bancos capturam dinheiro vivo de trabalhadores, trazendo-o a seus cofres. Ao fazê-lo, podem criar mais dinheiro por meio de crédito; e o crédito assim criado&#8230;&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
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