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	Comentários sobre: A Revolta na China: Resistência aos lockdowns, repressão e precariedade	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 14:19:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sho shu [aka xuXo] é o mais novo Térsites a onerar o Passa Palavra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sho shu [aka xuXo] é o mais novo Térsites a onerar o Passa Palavra.</p>
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		<title>
		Por: Alan Fernandes		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alan Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Mar 2023 19:02:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comentário acima só pode se tratar de uma provocação pessoal. Ele não foi o único a defender as medidas sanitárias, os primeiros a fazerem isso foram organizações e pesquisadores da comunidade científica. Depois vieram muitos outros,inclusive na esquerda, a debater os efeitos sociais da disseminação acelerada do vírus e como ela afeta precisamente a classe trabalhadora. Nenhuma organização de trabalhadores consultou o &quot;maior intelectual deste site&quot; sobre as tarefas pendentes na luta de classes porque perceberam que tal dilema os confrontava diretamente em seus locais de trabalho. Houve também, é claro, aqueles que fizeram pouco caso da conjuntura ao dizer que os trabalhadores deveriam ignorar a covid e repetir palavras de ordem pré-covid. Como em qualquer circunstância, a conjuntura apresenta dois dilemas: o que as classes dominantes propõem em termo de assimilação das lutas e organização da classe trabalhadora e; o que os trabalhadores propõem no decorrer de suas lutas, visando sanar os efeitos que recaem sobre si mesmos e propor pautas que ameacem a má condução de políticas a nível local ou global. A China é um caso bem complexo, pois por um bom tempo tomou as medidas de lockdown recomendadas pelos epidemiologistas por vezes extrapolando seu sentido original e condenando os trabalhadores à fome e à reclusão. Em alguns países da Europa a quarentena foi feita esporadicamente, e a vacinação ocorreu bem, apesar de a rejeição às vacinas obrigatórias terem dividido a esquerda. Já no Brasil, faltou mesmo essa política sanitária linha dura aliada com a ideia de renda básica que pudesse ameaçar a chantagem dos patrões pelo trabalho presencial. O comentarista acima, que não desenvolveu nenhum desses eixos, preferiu atacar um dos colaboradores externos desse site porque este disse o óbvio, a política sanitária deve ser exaustivamente debatida pelos anticapitalistas, inclusive para se opor aos excessos e faltas tomadas verticalmente pelos representantes das classes dominantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário acima só pode se tratar de uma provocação pessoal. Ele não foi o único a defender as medidas sanitárias, os primeiros a fazerem isso foram organizações e pesquisadores da comunidade científica. Depois vieram muitos outros,inclusive na esquerda, a debater os efeitos sociais da disseminação acelerada do vírus e como ela afeta precisamente a classe trabalhadora. Nenhuma organização de trabalhadores consultou o &#8220;maior intelectual deste site&#8221; sobre as tarefas pendentes na luta de classes porque perceberam que tal dilema os confrontava diretamente em seus locais de trabalho. Houve também, é claro, aqueles que fizeram pouco caso da conjuntura ao dizer que os trabalhadores deveriam ignorar a covid e repetir palavras de ordem pré-covid. Como em qualquer circunstância, a conjuntura apresenta dois dilemas: o que as classes dominantes propõem em termo de assimilação das lutas e organização da classe trabalhadora e; o que os trabalhadores propõem no decorrer de suas lutas, visando sanar os efeitos que recaem sobre si mesmos e propor pautas que ameacem a má condução de políticas a nível local ou global. A China é um caso bem complexo, pois por um bom tempo tomou as medidas de lockdown recomendadas pelos epidemiologistas por vezes extrapolando seu sentido original e condenando os trabalhadores à fome e à reclusão. Em alguns países da Europa a quarentena foi feita esporadicamente, e a vacinação ocorreu bem, apesar de a rejeição às vacinas obrigatórias terem dividido a esquerda. Já no Brasil, faltou mesmo essa política sanitária linha dura aliada com a ideia de renda básica que pudesse ameaçar a chantagem dos patrões pelo trabalho presencial. O comentarista acima, que não desenvolveu nenhum desses eixos, preferiu atacar um dos colaboradores externos desse site porque este disse o óbvio, a política sanitária deve ser exaustivamente debatida pelos anticapitalistas, inclusive para se opor aos excessos e faltas tomadas verticalmente pelos representantes das classes dominantes.</p>
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		<title>
		Por: Sho shu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/03/147957/#comment-884484</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sho shu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Mar 2023 16:25:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O maior intelectual deste site sempre defendeu as medidas de proteção contra a covid. O que será que ele acha destas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O maior intelectual deste site sempre defendeu as medidas de proteção contra a covid. O que será que ele acha destas?</p>
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