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	<title>
	Comentários sobre: Tarifa Zero em disputa	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148197/#comment-887257</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 09:34:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre Autonomia, na prática a partir de uma caso concreto.

Caso concreto: 
Escola na Cidade de Deus (RJ) sujeita a incursões policiais durante o horário escolar, com a Direção coagindo alunos e professores a, mesmo sob risco de vida, comparecerem às aulas.

Política Social Compensatória:
Atuar única e exclusivamente no amparo material e psico-emocional das vítimas.

Reformismo: 
Reivindicar não apenas o fim das incursões policiais durante o horário escolar, como não mais haver qualquer tipo de atuação policial colocando em risco a segurança dos moradores.

Ação Revolucionária:
Incorpora o Reformismo e a Política Compensatória e avança para a auto-organização dos moradores em escolas comunitárias, tendo esta ação como prioridade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre Autonomia, na prática a partir de uma caso concreto.</p>
<p>Caso concreto:<br />
Escola na Cidade de Deus (RJ) sujeita a incursões policiais durante o horário escolar, com a Direção coagindo alunos e professores a, mesmo sob risco de vida, comparecerem às aulas.</p>
<p>Política Social Compensatória:<br />
Atuar única e exclusivamente no amparo material e psico-emocional das vítimas.</p>
<p>Reformismo:<br />
Reivindicar não apenas o fim das incursões policiais durante o horário escolar, como não mais haver qualquer tipo de atuação policial colocando em risco a segurança dos moradores.</p>
<p>Ação Revolucionária:<br />
Incorpora o Reformismo e a Política Compensatória e avança para a auto-organização dos moradores em escolas comunitárias, tendo esta ação como prioridade.</p>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148197/#comment-887204</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 21:49:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[-&#062;《Olhando para todas estas questões, percebe-se que a pauta da Tarifa Zero amadureceu e ganhou corpo depois de (mais de) 10 anos, alcançando um patamar na qual, ao invés de negada como utópica – ou “coisa de mágica”, como dizia o então prefeito Fernando Haddad naquela época – passou a ser disputada. 》
-&#062;《A autogestão de recursos públicos dentro de políticas ligadas aos direitos sociais é uma pauta histórica e que tem precedente com a moradia, e não há porque recuar em relação a este ponto neste momento. Importante, no entanto, é sua defesa dentro da totalidade do urbano, na articulação que o sistema de transportes proporciona em relação à cidade como organismo complexo e de largo alcance político.》

Dez anos depois Junho de 2013 continua assombrando o Brasil. E não poderia ser diferente. Pois a partir de então cessou de existir a Nova República. 

Por negar este fato, a quase totalidade da Esquerda foi arrastada sem reação no rumo do Golpe de 2016, passando inerte pelo governo Bolsonaro para desembocar na ilusória euforia do retorno de Lula-lá. 

Mais uma vez se encontra em estado de negação, sem perceber o momento atual como preâmbulo para uma nova e mais forte ascensão do neo-fascismo à la Brasil.

Como a tragicomédia precisa continuar, se tem agora a incorporação da Tarifa Zero na pauta do setor dominante. E com apoio da Esquerda Eleitoral-institucional, na qual Boulos sonha em ser um outro Lula.

Cabe abordar o exemplo revelador de Maricá  (RJ). 

Com 160 mil habitantes, o município recebeu em 2022 cerca de R$ 2,5 bilhões de royalties da produção de petróleo. Ou seja: R$ 1,3 mil mensais per capita.

Apesar de todas as políticas sociais compensatórias viabilizadas por estes recursos (entre elas a Tarifa Zero no transporte), geridos por prefeitos do PT desde 2009, o vencedor das Eleições de 2022 na cidade foi Bolsonaro.

Na disputa entre os sheiks locais pela gestão dos royalties bilionários, toda promiscuidade não é suficiente.

Quaquá (ex-prefeito e hoje Deputado Federal) se abraça com Pazuello e acusa o prefeito atual (também do PT) de &quot;entregar a máquina administrativa&quot; para seu arqui-rival (ex-Secretário de Obras e de Governo e hoje Deputado Estadual) e aos seguidores de Bolsonaro.

Resta acrescentar que o filho de Quaquá é Vice-Prefeito. Ele se licenciou do cargo, neste início de 2023, para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário na Prefeitura do Rio de Janeiro.

Já a mulher de Quaquá cumpre seu terceiro mandato como Deputada Estadual.

Vivemos tempos atrozes. 

Políticas sociais já não são suficientes para compensar a fúria de um Capitalismo em crise sistêmica (sei que o Passa Palavra não concorda que o Capitalismo está numa crise sistêmica, por outro lado os dados e os fatos discordam dessa posição do Passa Palavra).

O mais tênue reformismo de baixa intensidade é encarado pela classe dominante como uma pré-revolução.

Já não há qualquer saída por dentro da Ordem. Ao contrário de quase toda a Esquerda, os fascistas já compreenderam isto.

Neste cenário de horrores, qual a ação revolucionária senão ter a Autonomia como meio e fim?

Como isto se concretiza em relação ao transporte público? 

https://passapalavra.info/2023/04/148197/]]></description>
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-&gt;《A autogestão de recursos públicos dentro de políticas ligadas aos direitos sociais é uma pauta histórica e que tem precedente com a moradia, e não há porque recuar em relação a este ponto neste momento. Importante, no entanto, é sua defesa dentro da totalidade do urbano, na articulação que o sistema de transportes proporciona em relação à cidade como organismo complexo e de largo alcance político.》</p>
<p>Dez anos depois Junho de 2013 continua assombrando o Brasil. E não poderia ser diferente. Pois a partir de então cessou de existir a Nova República. </p>
<p>Por negar este fato, a quase totalidade da Esquerda foi arrastada sem reação no rumo do Golpe de 2016, passando inerte pelo governo Bolsonaro para desembocar na ilusória euforia do retorno de Lula-lá. </p>
<p>Mais uma vez se encontra em estado de negação, sem perceber o momento atual como preâmbulo para uma nova e mais forte ascensão do neo-fascismo à la Brasil.</p>
<p>Como a tragicomédia precisa continuar, se tem agora a incorporação da Tarifa Zero na pauta do setor dominante. E com apoio da Esquerda Eleitoral-institucional, na qual Boulos sonha em ser um outro Lula.</p>
<p>Cabe abordar o exemplo revelador de Maricá  (RJ). </p>
<p>Com 160 mil habitantes, o município recebeu em 2022 cerca de R$ 2,5 bilhões de royalties da produção de petróleo. Ou seja: R$ 1,3 mil mensais per capita.</p>
<p>Apesar de todas as políticas sociais compensatórias viabilizadas por estes recursos (entre elas a Tarifa Zero no transporte), geridos por prefeitos do PT desde 2009, o vencedor das Eleições de 2022 na cidade foi Bolsonaro.</p>
<p>Na disputa entre os sheiks locais pela gestão dos royalties bilionários, toda promiscuidade não é suficiente.</p>
<p>Quaquá (ex-prefeito e hoje Deputado Federal) se abraça com Pazuello e acusa o prefeito atual (também do PT) de &#8220;entregar a máquina administrativa&#8221; para seu arqui-rival (ex-Secretário de Obras e de Governo e hoje Deputado Estadual) e aos seguidores de Bolsonaro.</p>
<p>Resta acrescentar que o filho de Quaquá é Vice-Prefeito. Ele se licenciou do cargo, neste início de 2023, para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário na Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p>Já a mulher de Quaquá cumpre seu terceiro mandato como Deputada Estadual.</p>
<p>Vivemos tempos atrozes. </p>
<p>Políticas sociais já não são suficientes para compensar a fúria de um Capitalismo em crise sistêmica (sei que o Passa Palavra não concorda que o Capitalismo está numa crise sistêmica, por outro lado os dados e os fatos discordam dessa posição do Passa Palavra).</p>
<p>O mais tênue reformismo de baixa intensidade é encarado pela classe dominante como uma pré-revolução.</p>
<p>Já não há qualquer saída por dentro da Ordem. Ao contrário de quase toda a Esquerda, os fascistas já compreenderam isto.</p>
<p>Neste cenário de horrores, qual a ação revolucionária senão ter a Autonomia como meio e fim?</p>
<p>Como isto se concretiza em relação ao transporte público? </p>
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