<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A longa viagem de Belchior	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2023/04/148244/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Jan 2025 18:21:41 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Jan Cenek		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-993973</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jan Cenek]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2025 18:21:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-993973</guid>

					<description><![CDATA[Documentário &quot;Belchior entre os camponeses&quot;: 

https://www.youtube.com/watch?v=2Yb2AID-MsM]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Documentário &#8220;Belchior entre os camponeses&#8221;: </p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2Yb2AID-MsM" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=2Yb2AID-MsM</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fábio Torres		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-889059</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fábio Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 11:17:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-889059</guid>

					<description><![CDATA[Vejam o filme Aqui é o meu lugar. Quando assisti, relacionei o a Belchior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam o filme Aqui é o meu lugar. Quando assisti, relacionei o a Belchior.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nergal		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888552</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nergal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 01:02:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888552</guid>

					<description><![CDATA[Tendo a concordar com a pista que seguiu, Jan Cenek. Essa vontade de exílio de Belchior, que já desponta em suas primeiras obras, é a tônica dominante de suas inquietações e aflições. É o leitmotiv do poeta.

Belchior concentra em sua obra e em seu ato final as contradições por entre as castrações civilizatórias da existência administrada que só permite a realização das potencialidades da vida sob sua forma sublimada, que no compositor assume a figura da &quot;consciência infeliz&quot;, de acordo com Marcuse. Mas a potência disruptiva da poética  do bardo cearense foi de canção em canção até a dessublimação da dívida, do favor, do calote e da irresponsabilidade redentora do caminho errado.

Me lembro de ter lido uma crítica em que o autor, citando a desilusão, o lamento e o fracasso como as marcas de &quot;Como nossos pais&quot;, associava este estado de espírito a um pretenso &quot;desmascaramento&quot; da hipocrisia da geração sessentista &quot;revolucionária&quot; (assim, com aspas na referida crítica). Na época respondi o artigo e comentei que essa interpretação deslocava o tom desiludido da canção de um lamento triste para o de um rancor denuncista, como sugeria as aspas em “revolucionário”. É uma interpretação que me parece constrastar equivocadamente com a dor pungente dos versos do bardo sobralense, que retira sua dor e sua força justamente do fato de ter vivido tudo sem máscaras. Se parte daquela geração se locupletaria depois, outra parte morreu e sobreviveu por ideais irrevogáveis que não eram os mesmos de nossos pais. Nesta outra parte se reconhecia a radicalidade do poeta dos versos &quot;e no escritório em que eu trabalho e fico rico/quanto mais eu multiplico diminui o meu amor&quot;, e o exílio e busca de seus últimos anos de vida parecem tê-lo justificado.

Para mim o crítico se deixava levar por ideias pré-concebidas. O desabafo melancólico de “Como nossos pais”, que põe em relevo o sentimento de pertencimento ao lado derrotado – &quot;eles venceram&quot; -, não é o velho ceticismo desencantado comum dos ressentidos que, derrotados, expiam sua mágoa na denúncia imaculada de uma culpa que nunca carregaram. Daí me incomodar o verbo “desmascarar” da crítica, porque pressupõe uma máscara que eu não acho que coube no fracasso genuíno da fração daquela geração que o bardo abraçou. Contar o vil metal é uma forma de como morrem os sonhos. Alguns. Não foi o caso de Belchior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo a concordar com a pista que seguiu, Jan Cenek. Essa vontade de exílio de Belchior, que já desponta em suas primeiras obras, é a tônica dominante de suas inquietações e aflições. É o leitmotiv do poeta.</p>
<p>Belchior concentra em sua obra e em seu ato final as contradições por entre as castrações civilizatórias da existência administrada que só permite a realização das potencialidades da vida sob sua forma sublimada, que no compositor assume a figura da &#8220;consciência infeliz&#8221;, de acordo com Marcuse. Mas a potência disruptiva da poética  do bardo cearense foi de canção em canção até a dessublimação da dívida, do favor, do calote e da irresponsabilidade redentora do caminho errado.</p>
<p>Me lembro de ter lido uma crítica em que o autor, citando a desilusão, o lamento e o fracasso como as marcas de &#8220;Como nossos pais&#8221;, associava este estado de espírito a um pretenso &#8220;desmascaramento&#8221; da hipocrisia da geração sessentista &#8220;revolucionária&#8221; (assim, com aspas na referida crítica). Na época respondi o artigo e comentei que essa interpretação deslocava o tom desiludido da canção de um lamento triste para o de um rancor denuncista, como sugeria as aspas em “revolucionário”. É uma interpretação que me parece constrastar equivocadamente com a dor pungente dos versos do bardo sobralense, que retira sua dor e sua força justamente do fato de ter vivido tudo sem máscaras. Se parte daquela geração se locupletaria depois, outra parte morreu e sobreviveu por ideais irrevogáveis que não eram os mesmos de nossos pais. Nesta outra parte se reconhecia a radicalidade do poeta dos versos &#8220;e no escritório em que eu trabalho e fico rico/quanto mais eu multiplico diminui o meu amor&#8221;, e o exílio e busca de seus últimos anos de vida parecem tê-lo justificado.</p>
<p>Para mim o crítico se deixava levar por ideias pré-concebidas. O desabafo melancólico de “Como nossos pais”, que põe em relevo o sentimento de pertencimento ao lado derrotado – &#8220;eles venceram&#8221; -, não é o velho ceticismo desencantado comum dos ressentidos que, derrotados, expiam sua mágoa na denúncia imaculada de uma culpa que nunca carregaram. Daí me incomodar o verbo “desmascarar” da crítica, porque pressupõe uma máscara que eu não acho que coube no fracasso genuíno da fração daquela geração que o bardo abraçou. Contar o vil metal é uma forma de como morrem os sonhos. Alguns. Não foi o caso de Belchior.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Breno Modesto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888524</link>

		<dc:creator><![CDATA[Breno Modesto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 20:08:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888524</guid>

					<description><![CDATA[Concordo com a leitura de que o &#039;sumiço&#039; de Belchior estava já há muito tempo cantado na sua obra. A poética do sobralense - conforme detalhado por ti - é inteira permeada por temas como a inadequação, a inquietude, a necessidade de deixar tudo e partir; temas que se fundiram de forma radical à vida do artista: na juventude, o abandono da faculdade de medicina, a vida num mosteiro na serra de Guaramiranga e, na velhice, o famoso sumiço.

Ía citar o trecho do Mucuripe - uma praia melancólica da cidade de Fortaleza - achei que vc tivesse esquecido, mas não; está ali:

&#039;Aquela estrela é dela, vida, vento, vela, leva-me daqui&#039;
&#039;Aquela estrela é dela, vida, vento, vela, leva-me daqui&#039;

Diante da opressão, da exploração, do bolsonarismo e de toda porcaria que se apresenta no dia a dia, o poeta queria fugir. E quem também não quer? Belchior expressou e encarnou o universal. Daí não será esquecido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a leitura de que o &#8216;sumiço&#8217; de Belchior estava já há muito tempo cantado na sua obra. A poética do sobralense &#8211; conforme detalhado por ti &#8211; é inteira permeada por temas como a inadequação, a inquietude, a necessidade de deixar tudo e partir; temas que se fundiram de forma radical à vida do artista: na juventude, o abandono da faculdade de medicina, a vida num mosteiro na serra de Guaramiranga e, na velhice, o famoso sumiço.</p>
<p>Ía citar o trecho do Mucuripe &#8211; uma praia melancólica da cidade de Fortaleza &#8211; achei que vc tivesse esquecido, mas não; está ali:</p>
<p>&#8216;Aquela estrela é dela, vida, vento, vela, leva-me daqui&#8217;<br />
&#8216;Aquela estrela é dela, vida, vento, vela, leva-me daqui&#8217;</p>
<p>Diante da opressão, da exploração, do bolsonarismo e de toda porcaria que se apresenta no dia a dia, o poeta queria fugir. E quem também não quer? Belchior expressou e encarnou o universal. Daí não será esquecido.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jan Cenek		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888504</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jan Cenek]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 14:28:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888504</guid>

					<description><![CDATA[Ulisses, valeu pelo link. O último leitor é um livro saboroso.

Ana Clara, valeu. Penso o mesmo. O sumiço era uma possibilidade contida nas canções. Infelizmente, parece que o debate por aqui vai caminhar mais para a biografia do que para a obra. É triste, mas costuma ser assim. 

Lucas, o fato é que Belchior não queria mais fazer shows. Ele devia estar farto de tocar as mesmas canções para o mesmo público, o que é legítimo e compreensível. Ocorre que a principal fonte de renda dos músicos são os shows. Se é assim, era inevitável ter problemas para pagar pensões. Para piorar, ele caiu na estrada, os fatos foram se sucedendo e os problemas se multiplicando. Não acredito que o “sumiço” foi planejado, parece-me que as coisas foram acontecendo e empurrando o artista cada vez mais para longe. Sim, ele podia ter procurado a justiça para renegociar as pensões antes de viajar. Mas dá para imaginar o autor de Coração Selvagem planejando sua última viagem e seus últimos anos de vida nos mínimos detalhes? Esse é o ponto. Para onde aponta a obra dele? No mais, a principal vítima do Belchior foi ele mesmo, por isso considero as questões biográficas como detalhes menores. A justiça burguesa já deve ter discutido e divido a herança do artista entre os familiares. Para nós, o que fica por discutir é obra. 

Jorge, há algumas biografias do Belchior. Devem ser escritas outras. A vida do bardo, especialmente os últimos anos, é um prato cheio para os biógrafos. O público adora sumiços, basta lembrar que até hoje se escreve sobre a fuga do Tolstói. Mas, para mim, o sumiço do Belchior interessa não em si, mas como possibilidade contida nas canções. Ou dito mais ou menos nos termos do artista: não estou interessado em nenhuma biografia, as canções me interessam mais. 

Gilmar, considerando o mar de mais do mesmo em que nos afogamos diariamente, é um prazer ser elogiado com um “mente intelectualmente prejudicada”.  Agradeço. Mas, de qualquer forma, avalie se realmente mereço o elogio. Escrevi que “Não se tratava apenas da legítima necessidade de respirar num país bloqueado por uma ditadura empresarial-militar, era uma profunda necessidade existencial.” Você leu uma analogia entre o Belchior e um “Empresário Militar”... 

Office-Boy, ir do Centro de São Paulo para Santo Amaro é uma longa viagem. Valeu por compartilhar a lembrança.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ulisses, valeu pelo link. O último leitor é um livro saboroso.</p>
<p>Ana Clara, valeu. Penso o mesmo. O sumiço era uma possibilidade contida nas canções. Infelizmente, parece que o debate por aqui vai caminhar mais para a biografia do que para a obra. É triste, mas costuma ser assim. </p>
<p>Lucas, o fato é que Belchior não queria mais fazer shows. Ele devia estar farto de tocar as mesmas canções para o mesmo público, o que é legítimo e compreensível. Ocorre que a principal fonte de renda dos músicos são os shows. Se é assim, era inevitável ter problemas para pagar pensões. Para piorar, ele caiu na estrada, os fatos foram se sucedendo e os problemas se multiplicando. Não acredito que o “sumiço” foi planejado, parece-me que as coisas foram acontecendo e empurrando o artista cada vez mais para longe. Sim, ele podia ter procurado a justiça para renegociar as pensões antes de viajar. Mas dá para imaginar o autor de Coração Selvagem planejando sua última viagem e seus últimos anos de vida nos mínimos detalhes? Esse é o ponto. Para onde aponta a obra dele? No mais, a principal vítima do Belchior foi ele mesmo, por isso considero as questões biográficas como detalhes menores. A justiça burguesa já deve ter discutido e divido a herança do artista entre os familiares. Para nós, o que fica por discutir é obra. </p>
<p>Jorge, há algumas biografias do Belchior. Devem ser escritas outras. A vida do bardo, especialmente os últimos anos, é um prato cheio para os biógrafos. O público adora sumiços, basta lembrar que até hoje se escreve sobre a fuga do Tolstói. Mas, para mim, o sumiço do Belchior interessa não em si, mas como possibilidade contida nas canções. Ou dito mais ou menos nos termos do artista: não estou interessado em nenhuma biografia, as canções me interessam mais. </p>
<p>Gilmar, considerando o mar de mais do mesmo em que nos afogamos diariamente, é um prazer ser elogiado com um “mente intelectualmente prejudicada”.  Agradeço. Mas, de qualquer forma, avalie se realmente mereço o elogio. Escrevi que “Não se tratava apenas da legítima necessidade de respirar num país bloqueado por uma ditadura empresarial-militar, era uma profunda necessidade existencial.” Você leu uma analogia entre o Belchior e um “Empresário Militar”&#8230; </p>
<p>Office-Boy, ir do Centro de São Paulo para Santo Amaro é uma longa viagem. Valeu por compartilhar a lembrança.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Office- Boy		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888492</link>

		<dc:creator><![CDATA[Office- Boy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 12:44:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888492</guid>

					<description><![CDATA[Viver é melhor que sonhar?  Então sonhar não é viver... Quando eu era office-boy, nos anos 80/90, adorava pegar o busão que me levava da agência bancária que eu trabalhava no do centro da cidade para uma empresa que ficava lá nos cafundós de Santo Amaro... Era duas horas para ir, duas para voltar, e duas por lá... Quando chegava na agência, já tinha cumprido minha jornada de trabalho... Eu pegava os dois passes de ônibus (ganhos por descer pela porta de trás, já que naquele tempo se desembarcava pela porta da frente...) para comer um gregão (churrasco grego) com suco grátis e hot dog com três salsichas... Tempo bom, assim como o Kid Vinil 9https://www.youtube.com/watch?v=nWc4jANOHBg), não voltam mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viver é melhor que sonhar?  Então sonhar não é viver&#8230; Quando eu era office-boy, nos anos 80/90, adorava pegar o busão que me levava da agência bancária que eu trabalhava no do centro da cidade para uma empresa que ficava lá nos cafundós de Santo Amaro&#8230; Era duas horas para ir, duas para voltar, e duas por lá&#8230; Quando chegava na agência, já tinha cumprido minha jornada de trabalho&#8230; Eu pegava os dois passes de ônibus (ganhos por descer pela porta de trás, já que naquele tempo se desembarcava pela porta da frente&#8230;) para comer um gregão (churrasco grego) com suco grátis e hot dog com três salsichas&#8230; Tempo bom, assim como o Kid Vinil 9https://www.youtube.com/watch?v=nWc4jANOHBg), não voltam mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: GILMAR ANTONIO DOS SANTOS		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888375</link>

		<dc:creator><![CDATA[GILMAR ANTONIO DOS SANTOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 05:09:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888375</guid>

					<description><![CDATA[Fazer analogia entre &quot;Che&quot; e Belchior e Empresário militar, è de uma  mente &quot; INTELECTUALME PREJUDICADA &quot;  deveria ler o livro &quot;O esquerdismo è uma doença mental&quot; lhe faria bem,ou não!?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer analogia entre &#8220;Che&#8221; e Belchior e Empresário militar, è de uma  mente &#8221; INTELECTUALME PREJUDICADA &#8221;  deveria ler o livro &#8220;O esquerdismo è uma doença mental&#8221; lhe faria bem,ou não!?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jorge Cabral		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888342</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jorge Cabral]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 00:10:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888342</guid>

					<description><![CDATA[Algumas impressões e conclusões  do livro que serviu de base para parte  do presente artigo  &quot; Viver é Melhor que Sonhar&quot; foi extraído  do livro  &quot;Belchior a História que a biografia Não Vai Contar&quot;,  que sequer foi citado. Este livro são relatos de quem conviveu, viu e escutou  uma pequena parte deste período, com Belchior. Alguns  outros  são relatos e conjecturas de informações recebidas de terceiros, muito das vezes distorcidas, para provocar um  novo inexistente. Jorge Cabral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas impressões e conclusões  do livro que serviu de base para parte  do presente artigo  &#8221; Viver é Melhor que Sonhar&#8221; foi extraído  do livro  &#8220;Belchior a História que a biografia Não Vai Contar&#8221;,  que sequer foi citado. Este livro são relatos de quem conviveu, viu e escutou  uma pequena parte deste período, com Belchior. Alguns  outros  são relatos e conjecturas de informações recebidas de terceiros, muito das vezes distorcidas, para provocar um  novo inexistente. Jorge Cabral.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888327</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 21:51:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888327</guid>

					<description><![CDATA[Adoro a música e as letras. Mas se de biografia se trata, me causa muito estranhamento o canto de liberdade de quem abandona filhos e deixa de pagar pensão alimentar.  Estranha liberdade essa de soltar obrigações que pesarão nas costas de outros!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro a música e as letras. Mas se de biografia se trata, me causa muito estranhamento o canto de liberdade de quem abandona filhos e deixa de pagar pensão alimentar.  Estranha liberdade essa de soltar obrigações que pesarão nas costas de outros!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Clara Amorim		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/04/148244/#comment-888292</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Clara Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 14:29:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=148244#comment-888292</guid>

					<description><![CDATA[Texto muito bom, parabéns! 
Quem conhece a obra de Belchior sabe que o &quot;sumiço &quot; do artista sempre foi algo premeditado e narrado em suas canções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto muito bom, parabéns!<br />
Quem conhece a obra de Belchior sabe que o &#8220;sumiço &#8221; do artista sempre foi algo premeditado e narrado em suas canções.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
