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	Comentários sobre: O futuro de junho hoje	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Isadora Guerreiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-900484</link>

		<dc:creator><![CDATA[Isadora Guerreiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2023 19:21:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Legume Lucas,

Agradeço pela referência ao texto do JB, que eu não conhecia. 
Sobre seu comentário: sim, a forma organizativa e de mobilização do MPL é central no debate. No entanto, acho que isso não é suficiente. Ao usar os textos sobre estética do JB, tentei mostrar que tal forma ganha potência apenas na medida em que se relaciona com seu contexto histórico, podendo virar espelho para determinadas forças estratégicas (os espectadores) que, ao se enxergarem ali, se revelaram e colocaram em andamento um processo social latente. Determinada forma organizativa não tem força por si só, e isso é central quando JB usa a noção de espelho, que é um aparato dentro de um sistema de correlações. A questão é como transformar formas organizativas em espelhos, e quais podem ter esta potência em cada momento histórico. E, mais do que isso, quais espelhos fazem convergir as forças sociais na direção das transformações que queremos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Legume Lucas,</p>
<p>Agradeço pela referência ao texto do JB, que eu não conhecia.<br />
Sobre seu comentário: sim, a forma organizativa e de mobilização do MPL é central no debate. No entanto, acho que isso não é suficiente. Ao usar os textos sobre estética do JB, tentei mostrar que tal forma ganha potência apenas na medida em que se relaciona com seu contexto histórico, podendo virar espelho para determinadas forças estratégicas (os espectadores) que, ao se enxergarem ali, se revelaram e colocaram em andamento um processo social latente. Determinada forma organizativa não tem força por si só, e isso é central quando JB usa a noção de espelho, que é um aparato dentro de um sistema de correlações. A questão é como transformar formas organizativas em espelhos, e quais podem ter esta potência em cada momento histórico. E, mais do que isso, quais espelhos fazem convergir as forças sociais na direção das transformações que queremos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Legume Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899686</link>

		<dc:creator><![CDATA[Legume Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 02:57:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primeiramente gostaria de parabenizar a Isadora pelo artigo, acho que é o texto que apresenta uma das discussões mais originais sobre junho nestas efemérides de 10 anos.
Interessante notar nos comentários a retomada feita pelo João Bernardo sobre a forma como o verdadeiro conteúdo seja em estética, seja em lutas sociais. Me parece que foi essa também a força motriz do &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2013/07/81647/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;texto publicado&lt;/a&gt; por ele em 2013 , quando discute que estava na forma do MPL  a sua proposta de transformação radical e também dos riscos da esquerda para a qual era &quot;cada vez mais sedutora a montagem de cenários&quot;. 
Foi da reflexão presente naquele artigo, sobre a forma do movimento como determinante de seu potencial de transformação, que escrevi, dois anos depois, o texto&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2015/08/105592/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt; O Movimento Passe Livre acabou?&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;e afirmei &quot;Entendo que a potencialidade transformadora de um movimento não é medida pela radicalidade de sua pauta, mas sim pela maneira como a mobilização em torno dela é capaz de produzir novas dinâmicas e experiências de luta.&quot;
Retomando o assunto fica claro que a falta de reflexão sobre a necessidade de imaginar novas formas de compreender o mundo e assim reorganizá-lo, agravou-se de 2015 para cá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente gostaria de parabenizar a Isadora pelo artigo, acho que é o texto que apresenta uma das discussões mais originais sobre junho nestas efemérides de 10 anos.<br />
Interessante notar nos comentários a retomada feita pelo João Bernardo sobre a forma como o verdadeiro conteúdo seja em estética, seja em lutas sociais. Me parece que foi essa também a força motriz do <a href="https://passapalavra.info/2013/07/81647/" rel="ugc">texto publicado</a> por ele em 2013 , quando discute que estava na forma do MPL  a sua proposta de transformação radical e também dos riscos da esquerda para a qual era &#8220;cada vez mais sedutora a montagem de cenários&#8221;.<br />
Foi da reflexão presente naquele artigo, sobre a forma do movimento como determinante de seu potencial de transformação, que escrevi, dois anos depois, o texto<em><a href="https://passapalavra.info/2015/08/105592/" rel="ugc"> O Movimento Passe Livre acabou?</a></em>e afirmei &#8220;Entendo que a potencialidade transformadora de um movimento não é medida pela radicalidade de sua pauta, mas sim pela maneira como a mobilização em torno dela é capaz de produzir novas dinâmicas e experiências de luta.&#8221;<br />
Retomando o assunto fica claro que a falta de reflexão sobre a necessidade de imaginar novas formas de compreender o mundo e assim reorganizá-lo, agravou-se de 2015 para cá.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899660</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 22:18:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Filósofo inquieto,

Porque os decoloniais fazem a apologia de um pensamento mítico, enquanto a noção de experimentação foi uma ruptura universal, que os decoloniais usam na prática quotidiana, mas sem reconhecerem teoricamente. Daí a farsa, o carnaval.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filósofo inquieto,</p>
<p>Porque os decoloniais fazem a apologia de um pensamento mítico, enquanto a noção de experimentação foi uma ruptura universal, que os decoloniais usam na prática quotidiana, mas sem reconhecerem teoricamente. Daí a farsa, o carnaval.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899658</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 21:41:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149552#comment-899658</guid>

					<description><![CDATA[Qual as formas de manifestação presentes em Junho de 2013 ? Como analisar esteticamente estas formas?

Qualquer abordagem deste tipo precisa descer ao pé do chão dos exemplos concretos, caso contrário se dilui em abstração teórica sem vínculo direto com os fatos e a experiência de vida.

No Rio, Junho de 2013 se alongou até a Copa de 2014, com diversos desdobramentos: Ocupa Câmara, Ocupa Leblon  Cadê o Amarildo?, greve dos professores, greve dos garis, Não vai ter Copa.

Além do mais, em todos estes movimentos estiveram presentes integrantes da Aldeia Maracanã, numa prova de como as lutas específicas (no caso, a dos indígenas) podem se vincular as lutas gerais.

Da perspectiva estética das formas destes movimentos, tem-se casos indispensáveis de serem resgatados, registrados, analisados e replicados.

Exemplos:

• manifestações descentralizadas, com vários conjuntos atuando de modo independente.
• os próprios &quot;Ocupas&quot;, como forma de continuidade entre as manifestações tornando-as de eventos isolados num processo.
• as passeatas de longo percurso, cruzando desde o Centro do Rio (&quot;Ocupa Câmara&quot;) passando por toda a Zona Sul até o &quot;Ocupa Leblon&quot;.
• articulação dos movimentos com o protesto dos moradores do Complexo da Maré contra as chacinas policiais. 
• 25/06/2013: moradores da Rocinha atravessam o túnel e marcham até o prédio onde então morava o governador Sérgio Cabral.
• 17/07/2013: a noite do terror no Leblon, com lojas saqueadas, agências bancárias atacadas e barricadas nas ruas. Moradores da Rocinha e do Vidigal participam do ato, no contexto do movimento &quot;Cadê o Amarildo&quot; (assassinado pelo BOPE na Rocinha).

Quando os moradores das enormes favelas da Zona Sul carioca começam a participar das manifestações, o sinal de alarme soou para a classe dominante. 
Estavam perdendo o controle e aquilo deveria ser reprimido a todo custo.
Quem se encarregou da repressão? O Lulismo.

Teriam sido estes eventos do longo Junho de 2013 no Rio verdadeiras obras de arte? Qual o aprendizado estético que deles devemos assimilar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual as formas de manifestação presentes em Junho de 2013 ? Como analisar esteticamente estas formas?</p>
<p>Qualquer abordagem deste tipo precisa descer ao pé do chão dos exemplos concretos, caso contrário se dilui em abstração teórica sem vínculo direto com os fatos e a experiência de vida.</p>
<p>No Rio, Junho de 2013 se alongou até a Copa de 2014, com diversos desdobramentos: Ocupa Câmara, Ocupa Leblon  Cadê o Amarildo?, greve dos professores, greve dos garis, Não vai ter Copa.</p>
<p>Além do mais, em todos estes movimentos estiveram presentes integrantes da Aldeia Maracanã, numa prova de como as lutas específicas (no caso, a dos indígenas) podem se vincular as lutas gerais.</p>
<p>Da perspectiva estética das formas destes movimentos, tem-se casos indispensáveis de serem resgatados, registrados, analisados e replicados.</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>• manifestações descentralizadas, com vários conjuntos atuando de modo independente.<br />
• os próprios &#8220;Ocupas&#8221;, como forma de continuidade entre as manifestações tornando-as de eventos isolados num processo.<br />
• as passeatas de longo percurso, cruzando desde o Centro do Rio (&#8220;Ocupa Câmara&#8221;) passando por toda a Zona Sul até o &#8220;Ocupa Leblon&#8221;.<br />
• articulação dos movimentos com o protesto dos moradores do Complexo da Maré contra as chacinas policiais.<br />
• 25/06/2013: moradores da Rocinha atravessam o túnel e marcham até o prédio onde então morava o governador Sérgio Cabral.<br />
• 17/07/2013: a noite do terror no Leblon, com lojas saqueadas, agências bancárias atacadas e barricadas nas ruas. Moradores da Rocinha e do Vidigal participam do ato, no contexto do movimento &#8220;Cadê o Amarildo&#8221; (assassinado pelo BOPE na Rocinha).</p>
<p>Quando os moradores das enormes favelas da Zona Sul carioca começam a participar das manifestações, o sinal de alarme soou para a classe dominante.<br />
Estavam perdendo o controle e aquilo deveria ser reprimido a todo custo.<br />
Quem se encarregou da repressão? O Lulismo.</p>
<p>Teriam sido estes eventos do longo Junho de 2013 no Rio verdadeiras obras de arte? Qual o aprendizado estético que deles devemos assimilar?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Filósofo Inquieto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899630</link>

		<dc:creator><![CDATA[Filósofo Inquieto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 17:11:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que essas &quot;fantasias decoloniais&quot; tem a ver com o assunto? Não entendi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que essas &#8220;fantasias decoloniais&#8221; tem a ver com o assunto? Não entendi.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899449</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 15:27:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Numa perspectiva as formas são a posteriori; na outra, a priori. A diferença entre as duas perspectivas reside no empírico.
***
Quando escrevi esta resposta ainda não tinha visto o comentário de Ulisses, só o comentário anterior. Mas penso que pode servir aos dois.
***
O que entretanto apareceu de novo e mudou tudo (depois do século XVII, a partir de Galileo) foi a conversão da mera sensação em experimentação. Foi então que a noção de empírico mudou. Deixou de ser passivo, passou a ser um empírico activo. É esta ruptura que torna arcaicas as noções anteriores. E que remete as fantasias decoloniais ao que elas são, um carnaval.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa perspectiva as formas são a posteriori; na outra, a priori. A diferença entre as duas perspectivas reside no empírico.<br />
***<br />
Quando escrevi esta resposta ainda não tinha visto o comentário de Ulisses, só o comentário anterior. Mas penso que pode servir aos dois.<br />
***<br />
O que entretanto apareceu de novo e mudou tudo (depois do século XVII, a partir de Galileo) foi a conversão da mera sensação em experimentação. Foi então que a noção de empírico mudou. Deixou de ser passivo, passou a ser um empírico activo. É esta ruptura que torna arcaicas as noções anteriores. E que remete as fantasias decoloniais ao que elas são, um carnaval.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899445</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 15:23:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[EPISTEME&#038;DOXA (em pressuposição recíproca)
Filósofo Inquieto mirou num pseudoproblema.
A questão seria, talvez, melhor formulada assim: em quê a dialética de JB se distingue da maiêutica de Sócrates, numa (espécie de bricolagem conceitual denominada) síntese disjuntiva?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EPISTEME&amp;DOXA (em pressuposição recíproca)<br />
Filósofo Inquieto mirou num pseudoproblema.<br />
A questão seria, talvez, melhor formulada assim: em quê a dialética de JB se distingue da maiêutica de Sócrates, numa (espécie de bricolagem conceitual denominada) síntese disjuntiva?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Filósofo Inquieto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899284</link>

		<dc:creator><![CDATA[Filósofo Inquieto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 01:21:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No que a teoria bernardiana das formas se separa da eidética platônica?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No que a teoria bernardiana das formas se separa da eidética platônica?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899179</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 17:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[-&#062; &quot;É certo que, se a estética é inelutável, ela não está ausente de nenhuma política. Mas no caso do fascismo é a política que se ausenta, para afinal se reduzir à estética. O fascismo é um enorme cenário, que cobre uma prática oposta .》&quot;

Qual a Estética da Revolução? A Revolução é uma questão de Estética?
A Arte é uma forma de viver? O modo de vida é uma forma?
O que fazer é o como fazer? Cada resposta traz em si novas perguntas? 
Para encontrar a saída do labirinto de labirintos do Fascismo é preciso passar pela Economia Política dos conflitos sociais?

• O anti-Capitalismo precisa se materializar em lutas concretas, cujas formas dessas  lutas são determinantes do conteúdo delas.  

• A comunicação é o tecido conjuntivo das lutas. Qual a função da comunicação? Identificar, conhecer, registrar, divulgar e fortalecer  as lutas concretas. Assim a comunicação se une à ação.

• As formas de comunicação já trazem em si formas específicas de organização, enquanto estas por sua vez devem antecipar outro tipo de relações sociais, tornando se embrião de um mundo pós-capitalista.

• Formas autônomas de  comunicação dão origem a formas de organização também autônomas, fundamentais para criar relações sociais tendo a autonomia como meio e fim.

• Compreendida como meio e fim, a autonomia é a forma pela qual se materializa como processo a Revolução no séc. XXI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>-&gt; &#8220;É certo que, se a estética é inelutável, ela não está ausente de nenhuma política. Mas no caso do fascismo é a política que se ausenta, para afinal se reduzir à estética. O fascismo é um enorme cenário, que cobre uma prática oposta .》&#8221;</p>
<p>Qual a Estética da Revolução? A Revolução é uma questão de Estética?<br />
A Arte é uma forma de viver? O modo de vida é uma forma?<br />
O que fazer é o como fazer? Cada resposta traz em si novas perguntas?<br />
Para encontrar a saída do labirinto de labirintos do Fascismo é preciso passar pela Economia Política dos conflitos sociais?</p>
<p>• O anti-Capitalismo precisa se materializar em lutas concretas, cujas formas dessas  lutas são determinantes do conteúdo delas.  </p>
<p>• A comunicação é o tecido conjuntivo das lutas. Qual a função da comunicação? Identificar, conhecer, registrar, divulgar e fortalecer  as lutas concretas. Assim a comunicação se une à ação.</p>
<p>• As formas de comunicação já trazem em si formas específicas de organização, enquanto estas por sua vez devem antecipar outro tipo de relações sociais, tornando se embrião de um mundo pós-capitalista.</p>
<p>• Formas autônomas de  comunicação dão origem a formas de organização também autônomas, fundamentais para criar relações sociais tendo a autonomia como meio e fim.</p>
<p>• Compreendida como meio e fim, a autonomia é a forma pela qual se materializa como processo a Revolução no séc. XXI.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/07/149552/#comment-899137</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 14:07:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149552#comment-899137</guid>

					<description><![CDATA[Isadora,

Continuando. Desde criança eu sou apaixonado por pintura, e desde cedo entendi que o modelo da pintura é a pintura abstracta, porque na arte a forma é o verdadeiro conteúdo da forma. A narrativa é só um pretexto, a arte é a forma. Em 1972-1973 rompi com o leninismo e comecei a pensar que o mais importante nas lutas sociais é a forma da luta, não o seu conteúdo programático. A revolução portuguesa de 1974-1975 confirmou-me a validade desta ideia. Procurei desenvolver esta noção no Economia dos Conflitos Sociais. A partir de então eu entendi que a análise estética e a análise política obedecem a um mesmo modelo. A estética não é uma coisa, não é um bibelot. A estética é uma maneira de ver. Daí a validade de uma análise estética da política, que é o que você fez. A forma das cores e dos volumes, ou das linhas. Ou as formas sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isadora,</p>
<p>Continuando. Desde criança eu sou apaixonado por pintura, e desde cedo entendi que o modelo da pintura é a pintura abstracta, porque na arte a forma é o verdadeiro conteúdo da forma. A narrativa é só um pretexto, a arte é a forma. Em 1972-1973 rompi com o leninismo e comecei a pensar que o mais importante nas lutas sociais é a forma da luta, não o seu conteúdo programático. A revolução portuguesa de 1974-1975 confirmou-me a validade desta ideia. Procurei desenvolver esta noção no Economia dos Conflitos Sociais. A partir de então eu entendi que a análise estética e a análise política obedecem a um mesmo modelo. A estética não é uma coisa, não é um bibelot. A estética é uma maneira de ver. Daí a validade de uma análise estética da política, que é o que você fez. A forma das cores e dos volumes, ou das linhas. Ou as formas sociais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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