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	Comentários sobre: Fazendo contas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: reduzir taxa de juros diminui a inflação?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-968941</link>

		<dc:creator><![CDATA[reduzir taxa de juros diminui a inflação?]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 13:10:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[https://braziljournal.com/a-turquia-tentou-controlar-a-inflacao-baixando-os-juros-adivinha-no-que-deu/

Sobre a experiência de reduzir a taxa de juros para controlar  a inflação na Turquia citada pelo João Bernardo uns comentários acima.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://braziljournal.com/a-turquia-tentou-controlar-a-inflacao-baixando-os-juros-adivinha-no-que-deu/" rel="nofollow ugc">https://braziljournal.com/a-turquia-tentou-controlar-a-inflacao-baixando-os-juros-adivinha-no-que-deu/</a></p>
<p>Sobre a experiência de reduzir a taxa de juros para controlar  a inflação na Turquia citada pelo João Bernardo uns comentários acima.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901781</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 17:15:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agradeço e fico lisonjeado, do fundo do coração. Também compreendo perfeitamente os motivos pelos quais me incentivam a escrever. Mas não deixa de ser curioso. 

Por quê? 

Minha participação aqui não é no sentido de conseguir um meio de publicar meus escritos, nem mesmo de expor minhas idéias e posicionamentos.

A intenção é fomentar um debate. E um debate sobretudo pelas diferenças. 

Toda convocação à unidade costuma ser hipócrita, além de geralmente redundar inútil. Nenhuma unidade nos unirá. Nossa união vem de nossa capacidade de agir - e também pensar - a partir e junto com nossas diferenças. 

Este tipo de união só é se viabiliza através de alguma atividade prática. E produção de conhecimento é também uma atividade prática! Não há prática revolucionária sem teoria revolucionária. 

《Desvendar a exploração deve ser o objetivo último da atividade crítica, assim como lutar contra a exploração deve ser o objetivo principal da ação prática.》

Mas o curioso mesmo fica por conta de minha tentativa em estimular que outras pessoas a escrevam!

Por exemplo, não seria fantástico - e indispensável - que João Bernardo, assim como fez com &quot;Labirintos do Fascismo&quot;, escrevesse uma edição ampliada e atualizada de &quot;Economia dos Conflitos Sociais&quot;?

Afinal, mesmo bem vendido a ponto da primeira edição ter esgotado, foi este livro realmente lido? É bem verdade que nenhuma obra antecipa à sua época, embora existam leitores atrasados relativamente à época.

Teria chegado a época do encontro deste livro com seus leitores?

《Poucos sabem hoje, ou desejam recordar, mas nós estivemos à beira de vencer.
Nós, os que restamos, somos picos que quem navega nestas águas julga serem ilhéus perdidos, mas que formam os cimos de montanhas submersas, uma Atlântida que deixou palimpsestos cujas camadas inferiores só raros hoje conseguem decifrar, porque quem as escreveu se esqueceu da linguagem então usada. 
Fomos vencidos. 》

Escreva!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço e fico lisonjeado, do fundo do coração. Também compreendo perfeitamente os motivos pelos quais me incentivam a escrever. Mas não deixa de ser curioso. </p>
<p>Por quê? </p>
<p>Minha participação aqui não é no sentido de conseguir um meio de publicar meus escritos, nem mesmo de expor minhas idéias e posicionamentos.</p>
<p>A intenção é fomentar um debate. E um debate sobretudo pelas diferenças. </p>
<p>Toda convocação à unidade costuma ser hipócrita, além de geralmente redundar inútil. Nenhuma unidade nos unirá. Nossa união vem de nossa capacidade de agir &#8211; e também pensar &#8211; a partir e junto com nossas diferenças. </p>
<p>Este tipo de união só é se viabiliza através de alguma atividade prática. E produção de conhecimento é também uma atividade prática! Não há prática revolucionária sem teoria revolucionária. </p>
<p>《Desvendar a exploração deve ser o objetivo último da atividade crítica, assim como lutar contra a exploração deve ser o objetivo principal da ação prática.》</p>
<p>Mas o curioso mesmo fica por conta de minha tentativa em estimular que outras pessoas a escrevam!</p>
<p>Por exemplo, não seria fantástico &#8211; e indispensável &#8211; que João Bernardo, assim como fez com &#8220;Labirintos do Fascismo&#8221;, escrevesse uma edição ampliada e atualizada de &#8220;Economia dos Conflitos Sociais&#8221;?</p>
<p>Afinal, mesmo bem vendido a ponto da primeira edição ter esgotado, foi este livro realmente lido? É bem verdade que nenhuma obra antecipa à sua época, embora existam leitores atrasados relativamente à época.</p>
<p>Teria chegado a época do encontro deste livro com seus leitores?</p>
<p>《Poucos sabem hoje, ou desejam recordar, mas nós estivemos à beira de vencer.<br />
Nós, os que restamos, somos picos que quem navega nestas águas julga serem ilhéus perdidos, mas que formam os cimos de montanhas submersas, uma Atlântida que deixou palimpsestos cujas camadas inferiores só raros hoje conseguem decifrar, porque quem as escreveu se esqueceu da linguagem então usada.<br />
Fomos vencidos. 》</p>
<p>Escreva!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Escreva, Arkx		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901764</link>

		<dc:creator><![CDATA[Escreva, Arkx]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 14:28:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149754#comment-901764</guid>

					<description><![CDATA[Meu caro, vc apresenta muitas ideias em seus comentários e talvez nesses espaços não seja possível desenvolver toda as complexas articulações que expõe.

De repente, meditar tais ideias e apresentá-las em um ensaio pode ser mais producente que comentários.

Leitores, polêmicas e críticas (talvez concordâncias) não faltariam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, vc apresenta muitas ideias em seus comentários e talvez nesses espaços não seja possível desenvolver toda as complexas articulações que expõe.</p>
<p>De repente, meditar tais ideias e apresentá-las em um ensaio pode ser mais producente que comentários.</p>
<p>Leitores, polêmicas e críticas (talvez concordâncias) não faltariam.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901760</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 13:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Talvez não fique exatamente claro em meus comentários (talvez por conta das polêmicas provocadas) meu carinho especial pelo PassaPalavra. Também sou um admirador de João Bernardo, sobretudo (e não apesar) de umas tantas divergências.

Outro não é o motivo de postar comentários neste site, pois trata-se de um dos raríssimos na Web (não só no Brasil) a abordar não só a Autonomia como o necessário e perigoso desafio político de enfrentar (e compreender) esta nova ascensão do Fascismo.

Agradeço a sugestão. Tenho uma rotina pessoal bastante pesada. Há 17 anos passo a maior parte do tempo num sítio, vivendo diretamente meu posicionamento político.

No momento, não posso ampliar minha contribuição além dos comentários. Numa boa, sem qualquer frescura ou soberba. Mais à frente...

Muitas vezes evito postar comentários para evitar superexposição e ser inconveniente. É melhor assim.

Por exemplo:

• É uma pena que a republicação do excelente artigo &quot;Bicicletas de carga em vez de peças de automóveis&quot; não tenha gerado comentários, pois nele estão questões sempre presentes aqui no PassaPalavra: é possível se apropriar das técnicas (e dos meios de produção) do modo de produção capitalista, a elas dando um outro uso e sentido?

• Os comentários recentes de João Bernardo e irado no artigo &quot;O mito da natureza: 2) a agricultura familiar no fascismo&quot; mostram como uma reforma agrária politicamente mal orientada pode ser contraproducente. Aliás, tanto o MST como o MTST tem diversas experiências malfadadas a este respeito. O mesmo vale para as comunidades rurais surgidas a partir da pandemia. 

PS: Sugiro acompanharem a crise no PCB, embora muito bem saibamos que de onde nada se espera é que nada sai mesmo. Ainda assim, quando mal se espera...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez não fique exatamente claro em meus comentários (talvez por conta das polêmicas provocadas) meu carinho especial pelo PassaPalavra. Também sou um admirador de João Bernardo, sobretudo (e não apesar) de umas tantas divergências.</p>
<p>Outro não é o motivo de postar comentários neste site, pois trata-se de um dos raríssimos na Web (não só no Brasil) a abordar não só a Autonomia como o necessário e perigoso desafio político de enfrentar (e compreender) esta nova ascensão do Fascismo.</p>
<p>Agradeço a sugestão. Tenho uma rotina pessoal bastante pesada. Há 17 anos passo a maior parte do tempo num sítio, vivendo diretamente meu posicionamento político.</p>
<p>No momento, não posso ampliar minha contribuição além dos comentários. Numa boa, sem qualquer frescura ou soberba. Mais à frente&#8230;</p>
<p>Muitas vezes evito postar comentários para evitar superexposição e ser inconveniente. É melhor assim.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<p>• É uma pena que a republicação do excelente artigo &#8220;Bicicletas de carga em vez de peças de automóveis&#8221; não tenha gerado comentários, pois nele estão questões sempre presentes aqui no PassaPalavra: é possível se apropriar das técnicas (e dos meios de produção) do modo de produção capitalista, a elas dando um outro uso e sentido?</p>
<p>• Os comentários recentes de João Bernardo e irado no artigo &#8220;O mito da natureza: 2) a agricultura familiar no fascismo&#8221; mostram como uma reforma agrária politicamente mal orientada pode ser contraproducente. Aliás, tanto o MST como o MTST tem diversas experiências malfadadas a este respeito. O mesmo vale para as comunidades rurais surgidas a partir da pandemia. </p>
<p>PS: Sugiro acompanharem a crise no PCB, embora muito bem saibamos que de onde nada se espera é que nada sai mesmo. Ainda assim, quando mal se espera&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Escreva, Arkx		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901753</link>

		<dc:creator><![CDATA[Escreva, Arkx]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 13:06:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Arkx deveria expor suas ideias - digamos - exóticas em um artigo e publicar aqui nesse site ou em outro. De preferência citando fontes e estudos que deem fundamentos às suas afirmações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Arkx deveria expor suas ideias &#8211; digamos &#8211; exóticas em um artigo e publicar aqui nesse site ou em outro. De preferência citando fontes e estudos que deem fundamentos às suas afirmações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901640</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 17:56:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Emerson -&#062; &quot;em nenhum momento eu afirmei que não houve superávit primário em 2022&quot;

Afirmou sim. No seguinte trecho de seu comentário: 《Ou seja, dos gastos correntes do governo federal (já excluído o montante destinado ao refinanciamento da dívida) a arrecadação cobriu apenas 75%: 2,2 trilhões de um total de 2,8 trilhões.》

Pablo: -&#062;《Relação dívida pública / PIB 》

Você está cometendo um erro muito comum, ao confundir a dívida pública total com a dívida pública interna. Consulte a série histórica específica desta, e ficará claro como ela explode a partir do Plano Real.

Goldman Sucks: -&#062; &quot;a Constituição de 88 criou um Estado de bem estar social à brasileira (SUS e INSS) que também “perversamente” produziu uma necessidade de aumento de arrecadação e endividamento&quot;

Seu caso é o pior, pois você apenas ecoa o mantra neoliberal dos economistas de mercado.

Verifique a série histórica correta. Nela fica inequívoco como a dívida pública interna cresce não a partir da Constituição de 1988 e sim do Plano Real, em 1994.

Neste sentido, dê particular atenção aos anos de 1999 e 2000. FHC já conseguira sua reeleição e os alicerces de embustes do Plano Real já podiam ruir.

Quanto aos benefícios sociais previstos na Constituição de 1988, nela também estão previstos seus meios de financiamento - inclusive a Previdência Social. 

A todos, e inclusive a João Bernardo, sugiro - sem qualquer soberba de minha parte - uma pesquisa sobre as Operações Compromissadas. Um tipo de over-night que muito bem demonstra não se tratar de &quot;dívida&quot; no sentido clássico, menos ainda de financiamento do setor público, e sim de pura apropriação de renda pública.

&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;

PS: O Plano Real e a  Dívida Interna. 

Dívida Interna - Mensal - em milhões de R$
Fonte: IpeaData
1994.01:   1.801,4400 
1994.02:   2.956,5700 
1994.03:   4.709,0400 
1994.04:   8.341,2200 
1994.05: 13.891,7000 
1994.06: 23.013,0100 
1994.07: 35.074,9900 
1994.08: 35.387,5700 
1994.09: 35.969,4200 
1994.10: 34.775,1600 
1994.11: 35.045,9400 
1994.12: 33.395,3800

Dívida Interna - Anual - em milhões de R$
Fonte: IpeaData
1993:         989,6200 
1994:    33.395,3800 
1995:    66.692,9600 
1996: 115.736,1300 
1997: 150.253,6800 
1998: 192.455,4900
1999: 233.057,8800 
2000: 267.572,4300 
2001: 308.519,5900]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emerson -&gt; &#8220;em nenhum momento eu afirmei que não houve superávit primário em 2022&#8221;</p>
<p>Afirmou sim. No seguinte trecho de seu comentário: 《Ou seja, dos gastos correntes do governo federal (já excluído o montante destinado ao refinanciamento da dívida) a arrecadação cobriu apenas 75%: 2,2 trilhões de um total de 2,8 trilhões.》</p>
<p>Pablo: -&gt;《Relação dívida pública / PIB 》</p>
<p>Você está cometendo um erro muito comum, ao confundir a dívida pública total com a dívida pública interna. Consulte a série histórica específica desta, e ficará claro como ela explode a partir do Plano Real.</p>
<p>Goldman Sucks: -&gt; &#8220;a Constituição de 88 criou um Estado de bem estar social à brasileira (SUS e INSS) que também “perversamente” produziu uma necessidade de aumento de arrecadação e endividamento&#8221;</p>
<p>Seu caso é o pior, pois você apenas ecoa o mantra neoliberal dos economistas de mercado.</p>
<p>Verifique a série histórica correta. Nela fica inequívoco como a dívida pública interna cresce não a partir da Constituição de 1988 e sim do Plano Real, em 1994.</p>
<p>Neste sentido, dê particular atenção aos anos de 1999 e 2000. FHC já conseguira sua reeleição e os alicerces de embustes do Plano Real já podiam ruir.</p>
<p>Quanto aos benefícios sociais previstos na Constituição de 1988, nela também estão previstos seus meios de financiamento &#8211; inclusive a Previdência Social. </p>
<p>A todos, e inclusive a João Bernardo, sugiro &#8211; sem qualquer soberba de minha parte &#8211; uma pesquisa sobre as Operações Compromissadas. Um tipo de over-night que muito bem demonstra não se tratar de &#8220;dívida&#8221; no sentido clássico, menos ainda de financiamento do setor público, e sim de pura apropriação de renda pública.</p>
<p><strong>*** *** ***</strong></p>
<p>PS: O Plano Real e a  Dívida Interna. </p>
<p>Dívida Interna &#8211; Mensal &#8211; em milhões de R$<br />
Fonte: IpeaData<br />
1994.01:   1.801,4400<br />
1994.02:   2.956,5700<br />
1994.03:   4.709,0400<br />
1994.04:   8.341,2200<br />
1994.05: 13.891,7000<br />
1994.06: 23.013,0100<br />
1994.07: 35.074,9900<br />
1994.08: 35.387,5700<br />
1994.09: 35.969,4200<br />
1994.10: 34.775,1600<br />
1994.11: 35.045,9400<br />
1994.12: 33.395,3800</p>
<p>Dívida Interna &#8211; Anual &#8211; em milhões de R$<br />
Fonte: IpeaData<br />
1993:         989,6200<br />
1994:    33.395,3800<br />
1995:    66.692,9600<br />
1996: 115.736,1300<br />
1997: 150.253,6800<br />
1998: 192.455,4900<br />
1999: 233.057,8800<br />
2000: 267.572,4300<br />
2001: 308.519,5900</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Goldman Sucks		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901620</link>

		<dc:creator><![CDATA[Goldman Sucks]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 15:45:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149754#comment-901620</guid>

					<description><![CDATA[arkx Brasil tem uma curiosa lógica.

Muito preocupado com as contas do Estado, ele trata o endividamento público como o mais nocivo dos efeitos provocado pelo maligno Plano Real. Mas desconsidera o motivo por que isso ocorreu. O fim da hiperinflação pôs fim à possibilidade de utilização do imposto inflacionário como mecanismo de equilíbrio das contas governamentais. Além disso, a Constituição de 88 criou um Estado de bem estar social à brasileira (SUS e INSS) que também &quot;perversamente&quot; produziu uma necessidade de aumento de arrecadação e endividamento. Vejam o que ocorreu com a carga tributária brasileira no mesmo período.

Bastaria ler qualquer literatura econômica sobre o período para saber dessas obviedades. O fato é que, com o fim da inflação, o governo brasileiro não pode mais recorrer ao imposto inflacionário para equilibrar suas contas e passou a fazer o que todos os demais países fazem: dívida. Mas isso obviamente é um horror e somente arkx tem as luzes para falar a respeito.

Imagino que ele seja igualmente contrário à CF 88, que perversamente criou dívida e desequilíbrio nas contas estatais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>arkx Brasil tem uma curiosa lógica.</p>
<p>Muito preocupado com as contas do Estado, ele trata o endividamento público como o mais nocivo dos efeitos provocado pelo maligno Plano Real. Mas desconsidera o motivo por que isso ocorreu. O fim da hiperinflação pôs fim à possibilidade de utilização do imposto inflacionário como mecanismo de equilíbrio das contas governamentais. Além disso, a Constituição de 88 criou um Estado de bem estar social à brasileira (SUS e INSS) que também &#8220;perversamente&#8221; produziu uma necessidade de aumento de arrecadação e endividamento. Vejam o que ocorreu com a carga tributária brasileira no mesmo período.</p>
<p>Bastaria ler qualquer literatura econômica sobre o período para saber dessas obviedades. O fato é que, com o fim da inflação, o governo brasileiro não pode mais recorrer ao imposto inflacionário para equilibrar suas contas e passou a fazer o que todos os demais países fazem: dívida. Mas isso obviamente é um horror e somente arkx tem as luzes para falar a respeito.</p>
<p>Imagino que ele seja igualmente contrário à CF 88, que perversamente criou dívida e desequilíbrio nas contas estatais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901619</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 15:39:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149754#comment-901619</guid>

					<description><![CDATA[Relação dívida pública / PIB, de acordo com dados do FMI e Banco Central do Brasil:

1984: 51%
1987: Sarney declara a moratória da dívida (a interrupção do pagamento dos juros) até que houvesse a recomposição das reservas cambiais do país.
1988: 82%
1989: 100%
1990: 63%
1991: 63%
1992: 81%
1993: 77%
1994: 37% (Plano Real) (invenção da dívida - de acordo com arkx Brasil - deixando Sarney confuso e chateado) 
1995: 34%
1996: 41%
1997: 43%
1998: 57%
1999: 71%
2000: 65%
2001: 67%
2010: 62%
2015: 73%

p.s: não sei porque foi mencionada a FT, mas Financial Times e The Economist são periódicos sérios que informam os gestores globais e por isso suas matérias e seus dados podem tranquilamente ser usados como fundamento para análises econômicas críticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relação dívida pública / PIB, de acordo com dados do FMI e Banco Central do Brasil:</p>
<p>1984: 51%<br />
1987: Sarney declara a moratória da dívida (a interrupção do pagamento dos juros) até que houvesse a recomposição das reservas cambiais do país.<br />
1988: 82%<br />
1989: 100%<br />
1990: 63%<br />
1991: 63%<br />
1992: 81%<br />
1993: 77%<br />
1994: 37% (Plano Real) (invenção da dívida &#8211; de acordo com arkx Brasil &#8211; deixando Sarney confuso e chateado)<br />
1995: 34%<br />
1996: 41%<br />
1997: 43%<br />
1998: 57%<br />
1999: 71%<br />
2000: 65%<br />
2001: 67%<br />
2010: 62%<br />
2015: 73%</p>
<p>p.s: não sei porque foi mencionada a FT, mas Financial Times e The Economist são periódicos sérios que informam os gestores globais e por isso suas matérias e seus dados podem tranquilamente ser usados como fundamento para análises econômicas críticas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yanick Toutain		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901590</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yanick Toutain]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 13:00:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149754#comment-901590</guid>

					<description><![CDATA[Cher João Bernardo , 
je vous remercie pour votre réponse. 
Comme elle ne fait pas état d&#039;une divergence sur l&#039;un des 10 objectifs, elle me laisse à espérer que d&#039;ultérieures réflexions vous amèneront un jour à revendiquer un accord ou un désaccord sur tel ou tel objectif. Et donc à vous inciter à lancer ce débat en Amérique du Sud .
(la quasi totalité de nos 13 000 followers sont sur le continent africain)
Je rédigerai prochainement un texte expliquant que les thèses d&#039;avril de Lénine déclenchèrent le recrutement de nouveaux militants (sortis de &quot;nulle part&quot; et donc sans liens relationnel avec tel ou tel militant menchevik ou bolchevik) 
Le rôle du parti bolchévique fut une légende a posteriori.
Ce fut un tout petit noyau de bolchéviks partageant les directives de Lénine et de Trotsky &quot;Tout le pouvoir aux Soviets&quot; &quot;Dehors les ministres capitalistes&quot; qui recruta massivement des inconnus.
C&#039;est d&#039;ailleurs la pression de ces &quot;hors partis&quot; devenus léninistes en 15 jours ou 2 mois qui contraignirent Lénine et Trotsky à faire les pompiers pour empêcher une révolution &quot;Tout le pouvoir aux soviets&quot; pendant les journées de juillet.
Si un petit noyau doté d&#039;un programme applicable immédiatement peut le faire connaitre à un large public , de ce public émergeront des cadres politiques (Cadres qu&#039;il faudra alors former théoriquement rapidement)
L&#039;erreur de Lénine et Trotsky a été, à partir de 1905, de ne pas faire ce que vous appelez &quot;de grands plans pour une société future&quot;
Ils auraient compris que le quota de désignation des délégués au soviet d&#039;octobre 1905  &quot;1 pour 500&quot; était meilleur que le quota 1 pour 1000 qui fut adopté le 12 mars 1917.
Un nouveau quota qui éloignait le délégué de sa base, deux fois plus nombreuse.
Et surtout, le pire, ils ne semblent y avoir eu aucune réflexion sur la directive de la Commune de Paris : fusion de la Fonction Publique avec l&#039;appareil représentatif.
Réflexion qui aurait pu déboucher dès 1906 sur la préconisation : 1 délégué pour 500 plus 100 fonctionnaires délégués plus 25 étudiants délégués.
Ce projet eut été bien plus intelligent et productif que la tactique &quot;anti-gauchiste&quot; de participation aux élections de Nicolas II.

Rédiger mes 10 questions à votre intention m&#039;a d&#039;ailleurs amené à une &quot;Big picture&quot; , une montée en hélicoptère sur mes propres thèses programmatiques.
En particulier le fait que l&#039;attaque la plus violente de notre projet contre la démocratie bourgeoise n&#039;est pas le principe de &quot;révocabilité&quot; des représentants mais le fait de préconiser la désignation de 5 représentants par zone de délégateurs.
Car toute préconisation programmatique aide à comprendre - en creux - une modalité de fonctionnemment actuel.
C&#039;est plus souvent le programme qui nourrit l&#039;analyse et non l&#039;inverse.
&quot;Comment les choses pourraient être&quot; cela éclaire sur &quot;Comment les choses sont&quot;.
(Je l&#039;ai expliqué hier ici pour l&#039;inflation et le déficit budgétaire)
 Le principal trucage vicieux de leur démocratie bourgeoise serait donc la &quot;monocratie&quot;. La désignation d&#039;un seul représentant par zone.
C&#039;est cela qui permet depuis 2002 en France l&#039;instauration d&#039;une dictature camouflée. Une dictature où les véritables opposants subissent une répression invisibilisée. Nous avons été condamnés [(en 2012 2013 2014 2015) à payer 35 000 € à un flic barbouze français qui avait soutenu les terroristes ivoiriens] sous le ridicule motif d &quot;atteinte à la vie privée&quot; du barbouze. La répression permanente contre ma camarade professeur des écoles Julie Amadis - menaces 2013, exclusion 2014, révocation de la fonction publique 2016 [pour &quot;atteinte à la république française&quot; traduction de &quot;condamnée pour avoir dénoncé le financement des terroristes par l&#039;Elysée et l&#039;aide de l&#039;armée française aux jihadistes de Kidal&quot;], refus d&#039;inscription pour des formations (université Rouen etc...) 2018-2022
Une répression dont les acteurs les plus actifs furent depuis 2011 des magistrats faussaires et depuis 2014 le Parti Socialiste, le Parti Communiste et le NPA (avec leurs syndicats épigones SNUIPP FSU UNSA CGT) (avec LFI... les EELV regardant sans rien faire)

Malgré cela, ces pratiques stalinofascistes et socialofascistes n&#039;ont pas réussi à ces organisations de nous ostraciser dans les cortèges de manifestations où nous brandissons des pancartes programmatiques. Avec des sourires, des pouces levés et parfois des applaudissements. Malgré le radicalisme révolutionnaire de nos pancartes.

Je lirai donc les 2 textes que vous me conseillez &quot;Contre l’écologie&quot; et &quot;Anticapitalisme. Anti quoi? &quot; mais j&#039;étudierai d&#039;abord vos écrits sur le fascisme.

Yours For The Revolution 
Yanick Toutain 

 
Prezado João Bernardo,
obrigado pela sua resposta.
Como não menciona uma divergência sobre um dos 10 objetivos, deixa-me a esperança de que novas reflexões o levem um dia a reivindicar concordância ou discordância sobre tal e tal objetivo. E, portanto, para incentivá-lo a lançar este debate na América do Sul.
(quase todos os nossos 13.000 seguidores estão no continente africano)
Em breve escreverei um texto explicando que as teses de abril de Lênin desencadearam o recrutamento de novos militantes (vindos &quot;do nada&quot; e, portanto, sem vínculos relacionais com este ou aquele militante menchevique ou bolchevique)
O papel do partido bolchevique era uma lenda a posteriori.
Foi um núcleo muito pequeno de bolcheviques compartilhando as diretrizes de Lenin e Trotsky &quot;Todo o poder aos sovietes&quot; &quot;Fora os ministros capitalistas&quot; que recrutaram massivamente pessoas desconhecidas.
Além disso, foi a pressão desses &quot;sem partidos&quot; que se tornaram leninistas em 15 dias ou 2 meses que obrigou Lenin e Trotsky a atuar como bombeiros para impedir uma revolução &quot;Todo o poder aos sovietes&quot; durante as jornadas de julho.
Se um pequeno núcleo com um programa de aplicação imediata consegue dar a conhecer a um público alargado, desse público sairão os executivos políticos (Executivos que depois terão de ser formados teoricamente rapidamente)
O erro de Lenin e Trotsky foi, a partir de 1905, não fazer o que você chama de &quot;grandes planos para uma sociedade futura&quot;
Eles teriam entendido que a cota de nomeação de delegado soviético &quot;1 em 500&quot; de outubro de 1905 era melhor do que a cota de 1 em 1.000 adotada em 12 de março de 1917.
Uma nova cota que distanciou o delegado de sua base, duas vezes mais numerosa.
E sobretudo, o pior, não parecem ter tido qualquer reflexo na diretiva da Comuna de Paris: fusão da Função Pública com o aparelho representativo.
Reflexão que poderia ter levado à recomendação em 1906: 1 delegado para 500 mais 100 funcionários públicos delegados mais 25 alunos delegados.
Este projeto teria sido muito mais inteligente e produtivo do que a tática &quot;anti-esquerda&quot; de participação nas eleições de Nicolau II.

Escrever minhas 10 perguntas para você também me levou a um &quot;quadro geral&quot;, um passeio de helicóptero em minhas próprias teses programáticas.
Em particular o fato de que o ataque mais violento de nosso projeto contra a democracia burguesa não é o princípio da &quot;revogabilidade&quot; dos representantes, mas o fato de defender a designação de 5 representantes por zona de delegados.
Porque qualquer recomendação programática ajuda a entender - implicitamente - uma modalidade de funcionamento atual.
É mais frequente o programa que alimenta a análise e não o contrário.
&quot;Como as coisas poderiam ser&quot; lança luz sobre &quot;Como as coisas são&quot;.
(Eu expliquei ontem aqui para inflação e déficit orçamentário)
  O principal truque vicioso de sua democracia burguesa seria, portanto, a “monocracia”. Designação de um único representante por zona.
Isso é o que permitiu o estabelecimento de uma ditadura camuflada na França desde 2002. Uma ditadura onde os verdadeiros opositores sofrem uma repressão invisível. Fomos condenados [(em 2012 2013 2014 2015) a pagar 35.000€ a um polícia francês que tinha apoiado os terroristas marfinenses] sob o motivo ridículo de “invasão de privacidade” do malandro. A repressão permanente contra minha colega professora Julie Amadis - ameaças 2013, exclusão 2014, demissão do funcionalismo público 2016 [por &quot;atacar a república francesa&quot; tradução de &quot;condenada por ter denunciado o financiamento de terroristas pelo Elysée e &#039;ajuda Exército francês aos jihadistas de Kidal&quot;], recusa de inscrição para treinamento (Universidade de Rouen etc...) 2018-2022
Uma repressão cujos atores mais ativos são os magistrados da falsificação desde 2011 e desde 2014 o Partido Socialista, o Partido Comunista e o NPA (com seus sindicatos epigonais SNUIPP FSU UNSA CGT) (com LFI... o EELV assistindo sem fazer nada)

Apesar disso, essas práticas stalinofascistas e socialofascistas não conseguiram nos banir nas procissões de manifestações onde brandimos cartazes programáticos. Com sorrisos, polegares para cima e às vezes aplausos. Apesar do radicalismo revolucionário de nossos cartazes.

Vou, portanto, ler os 2 textos que você me recomenda &quot;Contra a ecologia&quot; e &quot;Anticapitalismo. Anti o quê? &quot;, mas primeiro estudarei seus escritos sobre o fascismo.

Seu para a revolução
Yanick Toutain]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cher João Bernardo ,<br />
je vous remercie pour votre réponse.<br />
Comme elle ne fait pas état d&#8217;une divergence sur l&#8217;un des 10 objectifs, elle me laisse à espérer que d&#8217;ultérieures réflexions vous amèneront un jour à revendiquer un accord ou un désaccord sur tel ou tel objectif. Et donc à vous inciter à lancer ce débat en Amérique du Sud .<br />
(la quasi totalité de nos 13 000 followers sont sur le continent africain)<br />
Je rédigerai prochainement un texte expliquant que les thèses d&#8217;avril de Lénine déclenchèrent le recrutement de nouveaux militants (sortis de &#8220;nulle part&#8221; et donc sans liens relationnel avec tel ou tel militant menchevik ou bolchevik)<br />
Le rôle du parti bolchévique fut une légende a posteriori.<br />
Ce fut un tout petit noyau de bolchéviks partageant les directives de Lénine et de Trotsky &#8220;Tout le pouvoir aux Soviets&#8221; &#8220;Dehors les ministres capitalistes&#8221; qui recruta massivement des inconnus.<br />
C&#8217;est d&#8217;ailleurs la pression de ces &#8220;hors partis&#8221; devenus léninistes en 15 jours ou 2 mois qui contraignirent Lénine et Trotsky à faire les pompiers pour empêcher une révolution &#8220;Tout le pouvoir aux soviets&#8221; pendant les journées de juillet.<br />
Si un petit noyau doté d&#8217;un programme applicable immédiatement peut le faire connaitre à un large public , de ce public émergeront des cadres politiques (Cadres qu&#8217;il faudra alors former théoriquement rapidement)<br />
L&#8217;erreur de Lénine et Trotsky a été, à partir de 1905, de ne pas faire ce que vous appelez &#8220;de grands plans pour une société future&#8221;<br />
Ils auraient compris que le quota de désignation des délégués au soviet d&#8217;octobre 1905  &#8220;1 pour 500&#8221; était meilleur que le quota 1 pour 1000 qui fut adopté le 12 mars 1917.<br />
Un nouveau quota qui éloignait le délégué de sa base, deux fois plus nombreuse.<br />
Et surtout, le pire, ils ne semblent y avoir eu aucune réflexion sur la directive de la Commune de Paris : fusion de la Fonction Publique avec l&#8217;appareil représentatif.<br />
Réflexion qui aurait pu déboucher dès 1906 sur la préconisation : 1 délégué pour 500 plus 100 fonctionnaires délégués plus 25 étudiants délégués.<br />
Ce projet eut été bien plus intelligent et productif que la tactique &#8220;anti-gauchiste&#8221; de participation aux élections de Nicolas II.</p>
<p>Rédiger mes 10 questions à votre intention m&#8217;a d&#8217;ailleurs amené à une &#8220;Big picture&#8221; , une montée en hélicoptère sur mes propres thèses programmatiques.<br />
En particulier le fait que l&#8217;attaque la plus violente de notre projet contre la démocratie bourgeoise n&#8217;est pas le principe de &#8220;révocabilité&#8221; des représentants mais le fait de préconiser la désignation de 5 représentants par zone de délégateurs.<br />
Car toute préconisation programmatique aide à comprendre &#8211; en creux &#8211; une modalité de fonctionnemment actuel.<br />
C&#8217;est plus souvent le programme qui nourrit l&#8217;analyse et non l&#8217;inverse.<br />
&#8220;Comment les choses pourraient être&#8221; cela éclaire sur &#8220;Comment les choses sont&#8221;.<br />
(Je l&#8217;ai expliqué hier ici pour l&#8217;inflation et le déficit budgétaire)<br />
 Le principal trucage vicieux de leur démocratie bourgeoise serait donc la &#8220;monocratie&#8221;. La désignation d&#8217;un seul représentant par zone.<br />
C&#8217;est cela qui permet depuis 2002 en France l&#8217;instauration d&#8217;une dictature camouflée. Une dictature où les véritables opposants subissent une répression invisibilisée. Nous avons été condamnés [(en 2012 2013 2014 2015) à payer 35 000 € à un flic barbouze français qui avait soutenu les terroristes ivoiriens] sous le ridicule motif d &#8220;atteinte à la vie privée&#8221; du barbouze. La répression permanente contre ma camarade professeur des écoles Julie Amadis &#8211; menaces 2013, exclusion 2014, révocation de la fonction publique 2016 [pour &#8220;atteinte à la république française&#8221; traduction de &#8220;condamnée pour avoir dénoncé le financement des terroristes par l&#8217;Elysée et l&#8217;aide de l&#8217;armée française aux jihadistes de Kidal&#8221;], refus d&#8217;inscription pour des formations (université Rouen etc&#8230;) 2018-2022<br />
Une répression dont les acteurs les plus actifs furent depuis 2011 des magistrats faussaires et depuis 2014 le Parti Socialiste, le Parti Communiste et le NPA (avec leurs syndicats épigones SNUIPP FSU UNSA CGT) (avec LFI&#8230; les EELV regardant sans rien faire)</p>
<p>Malgré cela, ces pratiques stalinofascistes et socialofascistes n&#8217;ont pas réussi à ces organisations de nous ostraciser dans les cortèges de manifestations où nous brandissons des pancartes programmatiques. Avec des sourires, des pouces levés et parfois des applaudissements. Malgré le radicalisme révolutionnaire de nos pancartes.</p>
<p>Je lirai donc les 2 textes que vous me conseillez &#8220;Contre l’écologie&#8221; et &#8220;Anticapitalisme. Anti quoi? &#8221; mais j&#8217;étudierai d&#8217;abord vos écrits sur le fascisme.</p>
<p>Yours For The Revolution<br />
Yanick Toutain </p>
<p>Prezado João Bernardo,<br />
obrigado pela sua resposta.<br />
Como não menciona uma divergência sobre um dos 10 objetivos, deixa-me a esperança de que novas reflexões o levem um dia a reivindicar concordância ou discordância sobre tal e tal objetivo. E, portanto, para incentivá-lo a lançar este debate na América do Sul.<br />
(quase todos os nossos 13.000 seguidores estão no continente africano)<br />
Em breve escreverei um texto explicando que as teses de abril de Lênin desencadearam o recrutamento de novos militantes (vindos &#8220;do nada&#8221; e, portanto, sem vínculos relacionais com este ou aquele militante menchevique ou bolchevique)<br />
O papel do partido bolchevique era uma lenda a posteriori.<br />
Foi um núcleo muito pequeno de bolcheviques compartilhando as diretrizes de Lenin e Trotsky &#8220;Todo o poder aos sovietes&#8221; &#8220;Fora os ministros capitalistas&#8221; que recrutaram massivamente pessoas desconhecidas.<br />
Além disso, foi a pressão desses &#8220;sem partidos&#8221; que se tornaram leninistas em 15 dias ou 2 meses que obrigou Lenin e Trotsky a atuar como bombeiros para impedir uma revolução &#8220;Todo o poder aos sovietes&#8221; durante as jornadas de julho.<br />
Se um pequeno núcleo com um programa de aplicação imediata consegue dar a conhecer a um público alargado, desse público sairão os executivos políticos (Executivos que depois terão de ser formados teoricamente rapidamente)<br />
O erro de Lenin e Trotsky foi, a partir de 1905, não fazer o que você chama de &#8220;grandes planos para uma sociedade futura&#8221;<br />
Eles teriam entendido que a cota de nomeação de delegado soviético &#8220;1 em 500&#8221; de outubro de 1905 era melhor do que a cota de 1 em 1.000 adotada em 12 de março de 1917.<br />
Uma nova cota que distanciou o delegado de sua base, duas vezes mais numerosa.<br />
E sobretudo, o pior, não parecem ter tido qualquer reflexo na diretiva da Comuna de Paris: fusão da Função Pública com o aparelho representativo.<br />
Reflexão que poderia ter levado à recomendação em 1906: 1 delegado para 500 mais 100 funcionários públicos delegados mais 25 alunos delegados.<br />
Este projeto teria sido muito mais inteligente e produtivo do que a tática &#8220;anti-esquerda&#8221; de participação nas eleições de Nicolau II.</p>
<p>Escrever minhas 10 perguntas para você também me levou a um &#8220;quadro geral&#8221;, um passeio de helicóptero em minhas próprias teses programáticas.<br />
Em particular o fato de que o ataque mais violento de nosso projeto contra a democracia burguesa não é o princípio da &#8220;revogabilidade&#8221; dos representantes, mas o fato de defender a designação de 5 representantes por zona de delegados.<br />
Porque qualquer recomendação programática ajuda a entender &#8211; implicitamente &#8211; uma modalidade de funcionamento atual.<br />
É mais frequente o programa que alimenta a análise e não o contrário.<br />
&#8220;Como as coisas poderiam ser&#8221; lança luz sobre &#8220;Como as coisas são&#8221;.<br />
(Eu expliquei ontem aqui para inflação e déficit orçamentário)<br />
  O principal truque vicioso de sua democracia burguesa seria, portanto, a “monocracia”. Designação de um único representante por zona.<br />
Isso é o que permitiu o estabelecimento de uma ditadura camuflada na França desde 2002. Uma ditadura onde os verdadeiros opositores sofrem uma repressão invisível. Fomos condenados [(em 2012 2013 2014 2015) a pagar 35.000€ a um polícia francês que tinha apoiado os terroristas marfinenses] sob o motivo ridículo de “invasão de privacidade” do malandro. A repressão permanente contra minha colega professora Julie Amadis &#8211; ameaças 2013, exclusão 2014, demissão do funcionalismo público 2016 [por &#8220;atacar a república francesa&#8221; tradução de &#8220;condenada por ter denunciado o financiamento de terroristas pelo Elysée e &#8216;ajuda Exército francês aos jihadistas de Kidal&#8221;], recusa de inscrição para treinamento (Universidade de Rouen etc&#8230;) 2018-2022<br />
Uma repressão cujos atores mais ativos são os magistrados da falsificação desde 2011 e desde 2014 o Partido Socialista, o Partido Comunista e o NPA (com seus sindicatos epigonais SNUIPP FSU UNSA CGT) (com LFI&#8230; o EELV assistindo sem fazer nada)</p>
<p>Apesar disso, essas práticas stalinofascistas e socialofascistas não conseguiram nos banir nas procissões de manifestações onde brandimos cartazes programáticos. Com sorrisos, polegares para cima e às vezes aplausos. Apesar do radicalismo revolucionário de nossos cartazes.</p>
<p>Vou, portanto, ler os 2 textos que você me recomenda &#8220;Contra a ecologia&#8221; e &#8220;Anticapitalismo. Anti o quê? &#8220;, mas primeiro estudarei seus escritos sobre o fascismo.</p>
<p>Seu para a revolução<br />
Yanick Toutain</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emerson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/08/149754/#comment-901586</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 12:31:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149754#comment-901586</guid>

					<description><![CDATA[Tenho o doloroso dever de informar ao arkx que em nenhum momento eu afirmei que não houve superávit primário em 2022. O que eu afirmei é que, em qualquer ano, a arrecadação é insuficiente para cobrir todas as despesas, sendo necessário obter recursos mediante a emissão de novos títulos da dívida. Superávit primário indica apenas que as receitas são maiores que as despesas, mas boa parte da receita vem justamente do endividamento -- que é, aliás, exatamente o que o flagrante delito tenta ilustrar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho o doloroso dever de informar ao arkx que em nenhum momento eu afirmei que não houve superávit primário em 2022. O que eu afirmei é que, em qualquer ano, a arrecadação é insuficiente para cobrir todas as despesas, sendo necessário obter recursos mediante a emissão de novos títulos da dívida. Superávit primário indica apenas que as receitas são maiores que as despesas, mas boa parte da receita vem justamente do endividamento &#8212; que é, aliás, exatamente o que o flagrante delito tenta ilustrar.</p>
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