<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Transformações e reminiscências	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2023/09/149868/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2023/09/149868/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Sep 2023 19:44:54 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/09/149868/#comment-903472</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 19:44:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=149868#comment-903472</guid>

					<description><![CDATA[Houve um tempo em que Paris era uma festa.
    Outro (há uns 30 anos, segundo consta) no eixo RJ-SP, acontecia uma trepidante encenação de ópera-bufa com direito a moicano.
    Era o boom anarcopunk, e suas indefectíveis cenas: tretas, fanzines, poliamor libertário e muita porrada interclânica.
    Algumas figuras marcaram época, como uma anarcopunkete devoradora sexual, apeliDADA Kátia Flávia (gostosona e provocante) que devastou uma comuna-autogerida(?) separando casais(?) e antagonizando compas; e um tipo escamoso falastrão que frequentava ambientes (PLP e movimento negro, MTST etc) e domicílios (sem ter sido convidado pelos moradores: anarquistas não-punks, ergo playburgueses) afanando livros, verbalizando ameaças proféticas e baboseiras afins.
    E la nave va…]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve um tempo em que Paris era uma festa.<br />
    Outro (há uns 30 anos, segundo consta) no eixo RJ-SP, acontecia uma trepidante encenação de ópera-bufa com direito a moicano.<br />
    Era o boom anarcopunk, e suas indefectíveis cenas: tretas, fanzines, poliamor libertário e muita porrada interclânica.<br />
    Algumas figuras marcaram época, como uma anarcopunkete devoradora sexual, apeliDADA Kátia Flávia (gostosona e provocante) que devastou uma comuna-autogerida(?) separando casais(?) e antagonizando compas; e um tipo escamoso falastrão que frequentava ambientes (PLP e movimento negro, MTST etc) e domicílios (sem ter sido convidado pelos moradores: anarquistas não-punks, ergo playburgueses) afanando livros, verbalizando ameaças proféticas e baboseiras afins.<br />
    E la nave va…</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
