<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Herman Melville e as personificações da burocracia	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2023/10/150185/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2023/10/150185/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Oct 2023 07:57:16 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Ossário		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150185/#comment-907224</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ossário]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 14:11:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150185#comment-907224</guid>

					<description><![CDATA[Tenho a impressão de que o trabalho como categoria relevante para a cultura só se consolida depois da crítica marxista, que fecundou como ninguém o solo da crítica cultural. Até aí é um reino hipostasiado, rebaixado e útil às necessidades. Noção cujo espasmos de sobrevivência pode ser uma pista para o desprezo de certa crítica. 

A leitura de seu texto evocou em minha memória o conceito de &quot;banalidade do mal&quot;, de Hannah Arendt. O que é essa banalização senão a personificação da burocracia? Mas me parece que o mal é a categoria central do conceito de Arendt, enquanto a personificação da burocracia enfraquece essa metafísica retirando a centralidade do mal em favor da hierarquia do poder que o produz e relativiza. Em ambos os casos, mais uma conquista da civilização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho a impressão de que o trabalho como categoria relevante para a cultura só se consolida depois da crítica marxista, que fecundou como ninguém o solo da crítica cultural. Até aí é um reino hipostasiado, rebaixado e útil às necessidades. Noção cujo espasmos de sobrevivência pode ser uma pista para o desprezo de certa crítica. </p>
<p>A leitura de seu texto evocou em minha memória o conceito de &#8220;banalidade do mal&#8221;, de Hannah Arendt. O que é essa banalização senão a personificação da burocracia? Mas me parece que o mal é a categoria central do conceito de Arendt, enquanto a personificação da burocracia enfraquece essa metafísica retirando a centralidade do mal em favor da hierarquia do poder que o produz e relativiza. Em ambos os casos, mais uma conquista da civilização.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
