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	Comentários sobre: Mensagem ao Oitavo Congresso Nacional do PSOL: Assunto Aparência	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907840</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 08:11:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Othelium: -&#062; &quot;Quase sempre a viagem de 1:00h era feita sequer em pé, mas pendurado do lado de fora do busão…&quot; 
Otelovich: -&#062; &quot;não era nada incomum, nos longínquos anos 1980 [...] andar dependurado na porta de trás do busão (aliás, eu não disse que andava todo o percurso sempre,&quot;

Se às vezes a memória nos trái, quase sempre ela também dramatiza. E como... seja exagerando ou subestimando. 

Mas sem as memórias, o que seria de nós? Por isto exigir coerência da memória é um erro bem imbecil. Muito melhor é aprender a conviver com os criativos caprichos dela. 

E aqui o mais importante são as péssimas condições de transporte, até hoje as mesmas. Quanto a isto as memórias de todos nós são bem coerentes.

Grande abraço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Othelium: -&gt; &#8220;Quase sempre a viagem de 1:00h era feita sequer em pé, mas pendurado do lado de fora do busão…&#8221; <br />
Otelovich: -&gt; &#8220;não era nada incomum, nos longínquos anos 1980 [&#8230;] andar dependurado na porta de trás do busão (aliás, eu não disse que andava todo o percurso sempre,&#8221;</p>
<p>Se às vezes a memória nos trái, quase sempre ela também dramatiza. E como&#8230; seja exagerando ou subestimando. </p>
<p>Mas sem as memórias, o que seria de nós? Por isto exigir coerência da memória é um erro bem imbecil. Muito melhor é aprender a conviver com os criativos caprichos dela. </p>
<p>E aqui o mais importante são as péssimas condições de transporte, até hoje as mesmas. Quanto a isto as memórias de todos nós são bem coerentes.</p>
<p>Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907791</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 00:51:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitíssimo obrigado pela sistematização, Liv. Será muito útil a todos. Uma historinha sobre conselhos tutelares, que talvez conecte o debate sobre conselhos tutelares com o tema do artigo. Lá pelo fim dos anos 2000 e início dos anos 2010, certas frações do PSOL soteropolitano adotaram a tática de eleger algumas pessoas para conselhos tutelares. Na época, o que se pautava não era, digamos, algo como &quot;ocupar o espaço com ideias progressistas&quot;. Não: o argumento era simplesmente o de &quot;liberar&quot; alguns militantes para continuarem fazendo suas atividades, agora remuneradamente, em outras áreas. Não se pode esquecer que conselheiros tutelares são eleitos para um cargo remunerado que, a depender da cidade, paga entre R$ 1.500,00 a R$ 6.300,00 de salário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitíssimo obrigado pela sistematização, Liv. Será muito útil a todos. Uma historinha sobre conselhos tutelares, que talvez conecte o debate sobre conselhos tutelares com o tema do artigo. Lá pelo fim dos anos 2000 e início dos anos 2010, certas frações do PSOL soteropolitano adotaram a tática de eleger algumas pessoas para conselhos tutelares. Na época, o que se pautava não era, digamos, algo como &#8220;ocupar o espaço com ideias progressistas&#8221;. Não: o argumento era simplesmente o de &#8220;liberar&#8221; alguns militantes para continuarem fazendo suas atividades, agora remuneradamente, em outras áreas. Não se pode esquecer que conselheiros tutelares são eleitos para um cargo remunerado que, a depender da cidade, paga entre R$ 1.500,00 a R$ 6.300,00 de salário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907787</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 23:56:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Camaradas Arkx e Otelo, peço perdão pois terei que interromper o fluxo de argumentos dos camaradas.

Manolo, segue link para verificar um mapeamento preliminar que fiz a respeito dos Conselheiros Tutelares eleitos em São Paulo. E aproveito para agradecer aos moderadores do Passa Palavra, que me orientaram sobre qual seria a forma mais segura de compartilhar esta planilha: https://cryptpad.fr/sheet/#/2/sheet/view/ThtmmW7nrpfF-KEUa8XCrb76dSGlIQakQm25CTOxbkE/
A dificuldade de fazer este mapeamento são duas:
Primeira, pesquisar o universo de candidatos me tomaria (e de fato tomou) mais do que o intervalo entre uma tarefa e outra. São 260 eleitos, destes eu consegui verificar a metade. Temos então 130 conselheiros mapeados (e não se preocupe L L, eu consultei diversas listas, não apenas as &quot;listinhas dos meus amigos&quot;) e 130 conselheiros não mapeados. Destes 130 conselheiros não mapeados, 110 foram eleitos pela primeira vez. Eu suponho que a dificuldade em mapear estes conselheiros esteja relacionada a &quot;bolha&quot; das minhas redes sociais que alteram (personalizam?) o resultado das pesquisas. O que me faz pensar (vamos ver se se comprovará) que desses 130 conselheiros não mapeados, a grande maioria seriam enquadrados como conservadores.
Segunda, a posição dos conselheiros mapeados nem sempre é certeira. Por isso consta na planilha &quot;supostamente&quot; isso ou aquilo. Isso porque notei que, com exceção das listas que constavam indicações de candidatos Pró-Vida, existe um transito de posições: Diversos conselheiros conservadores poderiam tranquilamente vir a apoiar uma candidatura como a da Tabata Amaral (que se diz progressista). E o mesmo acontece com diversos conselheiros apontados como progressistas.
Outro ponto interessante: Por um lado, nenhuma lista progressista indicava nomes da ala esquerda da esquerda. Por outro lado, haviam listas de indicações conservadoras que apontavam estritamente nomes de extrema-direita.
Outra curiosidade, entre o eleitos, apenas 84 conselheiros foram reeleitos. Ou seja, 176 cargos foram renovados. E, ao que tudo indica, a bronca do campo progressista com as eleições para conselheiros está mais relacionada com a perda de cargos do que com qualquer outra coisa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camaradas Arkx e Otelo, peço perdão pois terei que interromper o fluxo de argumentos dos camaradas.</p>
<p>Manolo, segue link para verificar um mapeamento preliminar que fiz a respeito dos Conselheiros Tutelares eleitos em São Paulo. E aproveito para agradecer aos moderadores do Passa Palavra, que me orientaram sobre qual seria a forma mais segura de compartilhar esta planilha: <a href="https://cryptpad.fr/sheet/#/2/sheet/view/ThtmmW7nrpfF-KEUa8XCrb76dSGlIQakQm25CTOxbkE/" rel="nofollow ugc">https://cryptpad.fr/sheet/#/2/sheet/view/ThtmmW7nrpfF-KEUa8XCrb76dSGlIQakQm25CTOxbkE/</a><br />
A dificuldade de fazer este mapeamento são duas:<br />
Primeira, pesquisar o universo de candidatos me tomaria (e de fato tomou) mais do que o intervalo entre uma tarefa e outra. São 260 eleitos, destes eu consegui verificar a metade. Temos então 130 conselheiros mapeados (e não se preocupe L L, eu consultei diversas listas, não apenas as &#8220;listinhas dos meus amigos&#8221;) e 130 conselheiros não mapeados. Destes 130 conselheiros não mapeados, 110 foram eleitos pela primeira vez. Eu suponho que a dificuldade em mapear estes conselheiros esteja relacionada a &#8220;bolha&#8221; das minhas redes sociais que alteram (personalizam?) o resultado das pesquisas. O que me faz pensar (vamos ver se se comprovará) que desses 130 conselheiros não mapeados, a grande maioria seriam enquadrados como conservadores.<br />
Segunda, a posição dos conselheiros mapeados nem sempre é certeira. Por isso consta na planilha &#8220;supostamente&#8221; isso ou aquilo. Isso porque notei que, com exceção das listas que constavam indicações de candidatos Pró-Vida, existe um transito de posições: Diversos conselheiros conservadores poderiam tranquilamente vir a apoiar uma candidatura como a da Tabata Amaral (que se diz progressista). E o mesmo acontece com diversos conselheiros apontados como progressistas.<br />
Outro ponto interessante: Por um lado, nenhuma lista progressista indicava nomes da ala esquerda da esquerda. Por outro lado, haviam listas de indicações conservadoras que apontavam estritamente nomes de extrema-direita.<br />
Outra curiosidade, entre o eleitos, apenas 84 conselheiros foram reeleitos. Ou seja, 176 cargos foram renovados. E, ao que tudo indica, a bronca do campo progressista com as eleições para conselheiros está mais relacionada com a perda de cargos do que com qualquer outra coisa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Otelovich		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907785</link>

		<dc:creator><![CDATA[Otelovich]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 23:15:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[arkx Brasil, você tem razão, as memórias podem falhar... Porém, acho que você não percebeu alguns importantes detalhes: &quot;naquele tempo se entrava pela porta de trás e se descia pela porta da frente&quot; (acredito que só quem tenha mais de 40 anos - ou começou a trabalhar &quot;registrado&quot; com 14 anos... -  viveu esta situação... falo de um tempo em que não havia, pelo menos aqui na região da Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo (e em boa parte da cidade, creio eu), nem terminal de ônibus, nem corredores de ônibus - se, não me &quot;falha a memória&quot;, eles começaram [frise-se &quot;começaram&quot;] a ser implantados no final dos anos 80). Comecei a trabalhar no tempo que havia CMTC, Fepasa, RFFSA... não havia bilhete único (muito posterior à criação dos terminais...), havia (de papel) passe e passe escolar (que na hora da compra tinha-se que escolher passe CMTC, para uso só na CMTC ou passe contratada, para uso noutras empresas).  Aqui (Cachoerinha), naquele tempo, só havia duas ou três linhas de ônibus que levavam para o centro, CMTC e Viação Brasília... (Esta última empresa tinha uns pau veio que quebrava toda hora, a CMTC quebrava menos, mas quebrava...  outro importante momento em que eu e todos mais torcíamos para que o ônibus quebrasse, o mais perto de casa ou do trabalho para não pagar a passagem...). A CMTC tinha a linha Paissandu x Jardim Peri, enquanto a Brasília tinha a Parque Tiête (se não me &quot;falha a memória&quot;). Então, não era nada incomum, nos longínquos anos 1980, sem terminais de ônibus e sem corredores de ônibus (que, apesar da APARÊNCIA, não existem desde de sempre...), andar  dependurado na porta de trás do busão (aliás, eu não disse que andava todo o percurso sempre, mas que &quot;torcia para que o ônibus ficasse assim até pelo menos perto do ponto final&quot;). Se a memória pode falhar, a interpretação do passado a partir da realidade presente ou da realidade pessoal, também podem falhar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>arkx Brasil, você tem razão, as memórias podem falhar&#8230; Porém, acho que você não percebeu alguns importantes detalhes: &#8220;naquele tempo se entrava pela porta de trás e se descia pela porta da frente&#8221; (acredito que só quem tenha mais de 40 anos &#8211; ou começou a trabalhar &#8220;registrado&#8221; com 14 anos&#8230; &#8211;  viveu esta situação&#8230; falo de um tempo em que não havia, pelo menos aqui na região da Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo (e em boa parte da cidade, creio eu), nem terminal de ônibus, nem corredores de ônibus &#8211; se, não me &#8220;falha a memória&#8221;, eles começaram [frise-se &#8220;começaram&#8221;] a ser implantados no final dos anos 80). Comecei a trabalhar no tempo que havia CMTC, Fepasa, RFFSA&#8230; não havia bilhete único (muito posterior à criação dos terminais&#8230;), havia (de papel) passe e passe escolar (que na hora da compra tinha-se que escolher passe CMTC, para uso só na CMTC ou passe contratada, para uso noutras empresas).  Aqui (Cachoerinha), naquele tempo, só havia duas ou três linhas de ônibus que levavam para o centro, CMTC e Viação Brasília&#8230; (Esta última empresa tinha uns pau veio que quebrava toda hora, a CMTC quebrava menos, mas quebrava&#8230;  outro importante momento em que eu e todos mais torcíamos para que o ônibus quebrasse, o mais perto de casa ou do trabalho para não pagar a passagem&#8230;). A CMTC tinha a linha Paissandu x Jardim Peri, enquanto a Brasília tinha a Parque Tiête (se não me &#8220;falha a memória&#8221;). Então, não era nada incomum, nos longínquos anos 1980, sem terminais de ônibus e sem corredores de ônibus (que, apesar da APARÊNCIA, não existem desde de sempre&#8230;), andar  dependurado na porta de trás do busão (aliás, eu não disse que andava todo o percurso sempre, mas que &#8220;torcia para que o ônibus ficasse assim até pelo menos perto do ponto final&#8221;). Se a memória pode falhar, a interpretação do passado a partir da realidade presente ou da realidade pessoal, também podem falhar&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907771</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 19:26:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Othelium, no mínimo, no mínimo, sua memória está lhe traindo. Ninguém faz uma viagem de 1h num ônibus pendurado do lado de fora da porta. Mesmo com os engarrafamentos, há muitos momentos em que o deslocamento se faz em velocidade alta. É impossível se manter por tanto tempo agarrado pelos dedos sem sofrer um acidente.
Vi muito esta situação acontecer, mas em trechos curtos entre poucos pontos. Muitas vezes também a porta traseira era deixada deliberadamente aberta, para ventilar o ônibus. Parte do corpo do passageiro ficava do lado de fora, mas com os pés bem firmes nos degraus.
Ah! Memórias... nelas confiar, ou não?

PS: 
Os barbudos do Hamas já fizeram também uma baixa na campanha do barbudo Boulos. Cuidado com o que se pede. Dá prá fazer, mas há uma contrapartida. Boulos ganhou o PSOL, mas já perdeu um ex-futuro secretário. 
Lula, por exemplo, almejava ser Prêmio Nobel da Paz por conta da guerra na Ucrânia. Agora, com o Brasil na Presidência do Conselho de Segurança da ONU, se vê às voltas com um conflito de ainda mais difícil solução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Othelium, no mínimo, no mínimo, sua memória está lhe traindo. Ninguém faz uma viagem de 1h num ônibus pendurado do lado de fora da porta. Mesmo com os engarrafamentos, há muitos momentos em que o deslocamento se faz em velocidade alta. É impossível se manter por tanto tempo agarrado pelos dedos sem sofrer um acidente.<br />
Vi muito esta situação acontecer, mas em trechos curtos entre poucos pontos. Muitas vezes também a porta traseira era deixada deliberadamente aberta, para ventilar o ônibus. Parte do corpo do passageiro ficava do lado de fora, mas com os pés bem firmes nos degraus.<br />
Ah! Memórias&#8230; nelas confiar, ou não?</p>
<p>PS:<br />
Os barbudos do Hamas já fizeram também uma baixa na campanha do barbudo Boulos. Cuidado com o que se pede. Dá prá fazer, mas há uma contrapartida. Boulos ganhou o PSOL, mas já perdeu um ex-futuro secretário.<br />
Lula, por exemplo, almejava ser Prêmio Nobel da Paz por conta da guerra na Ucrânia. Agora, com o Brasil na Presidência do Conselho de Segurança da ONU, se vê às voltas com um conflito de ainda mais difícil solução.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Othelium		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907744</link>

		<dc:creator><![CDATA[Othelium]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 15:40:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Arkx Brasil, quando eu tinha 16 anos, já fazia uns dois anos que trabalhava, pois comecei a trabalhar com 14 anos, no tempo que ainda podia. Também pegava um ônibus lotado às 6:30h. Quase sempre a viagem de 1:00h era feita sequer em pé, mas pendurado do lado de fora do busão... Segurando, as vezes nas pontas dos dedos (pois eram vários que estavam pendurados na portas), mas evitava on calor escaldante.... Como naquele tempo se entrava pela porta de trás e se descia pela porta da frente, eu torcia para que o ônibus ficasse assim até pelo menos perto do ponto final. Assim eu ficava com o passe pra comer um churrasco grego ou comprar uns cigarros paraguaios... Seria eu um rebelde antissistema ou um criminoso comum? 

Também nos meus deslocamentos diários, nunca me deparei – sequer uma única vez – com escritos nos muros do tipo “metro, boulot, dodo”. Também num estive em Paris ou na Europa (mas confesso que já estive no Jardim Europa pra &quot;pagar pau&quot; pros carros importados...)... Mas vi por ai frases interessantes: &quot;Deus não existe... É o diabo de bom humor&quot; ou &quot;O diabo não existe, e Deus de porre&quot;... Enfim, o fato de não encontrarmos pixado por aí &quot;metro, boulot, dodo&quot;,  não invalida nossa condenação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Arkx Brasil, quando eu tinha 16 anos, já fazia uns dois anos que trabalhava, pois comecei a trabalhar com 14 anos, no tempo que ainda podia. Também pegava um ônibus lotado às 6:30h. Quase sempre a viagem de 1:00h era feita sequer em pé, mas pendurado do lado de fora do busão&#8230; Segurando, as vezes nas pontas dos dedos (pois eram vários que estavam pendurados na portas), mas evitava on calor escaldante&#8230;. Como naquele tempo se entrava pela porta de trás e se descia pela porta da frente, eu torcia para que o ônibus ficasse assim até pelo menos perto do ponto final. Assim eu ficava com o passe pra comer um churrasco grego ou comprar uns cigarros paraguaios&#8230; Seria eu um rebelde antissistema ou um criminoso comum? </p>
<p>Também nos meus deslocamentos diários, nunca me deparei – sequer uma única vez – com escritos nos muros do tipo “metro, boulot, dodo”. Também num estive em Paris ou na Europa (mas confesso que já estive no Jardim Europa pra &#8220;pagar pau&#8221; pros carros importados&#8230;)&#8230; Mas vi por ai frases interessantes: &#8220;Deus não existe&#8230; É o diabo de bom humor&#8221; ou &#8220;O diabo não existe, e Deus de porre&#8221;&#8230; Enfim, o fato de não encontrarmos pixado por aí &#8220;metro, boulot, dodo&#8221;,  não invalida nossa condenação&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907702</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 10:13:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ootteelloo: -&#062; &quot;na minha experiência, exploração e miséria criam, sozinhos, amargor e ressentimento&quot;

Quando eu tinha 16 anos, pegava um ônibus lotado às 5:30h. Quase sempre a viagem de 1:30h era feita em pé, espremido e num calor escaldante desde o raiar do dia.

Às 18h começava a volta para casa, onde iria chegar após às 19:30h. Pelo menos ía sentado.

Nos deslocamentos diários, nunca me deparei - sequer uma única vez - com escritos nos muros do tipo “metro, boulot, dodo”. Afinal, ser infeliz em Paris tem lá o seu charme. 

Demorei muito tempo para compreender a completa ausência de &quot;amargor e ressentimento&quot; exalando daqueles corpos, havia apenas acidez fétida de suor, muito suor.

Tampouco no dia a dia a revolta se apresentava, a não ser em inócuas explosões esporádicas: um chute na porta do ônibus, um banco rasgado, uma discussão besta...

Com os primeiros fios de barba despontando em meu rosto, olhava a cara daquelas pessoas em busca dos motivos para se submeterem sem reação a uma situação tão absurda. 

Para elas a vida é assim, foi assim e assim será sendo. Os condenados da Terra sequer tem consciência de sua condenação. Sem amargor, sem ressentimento. Apenas uma resignação inerente à própria vida. No entanto, era impossível &quot;ficar bem&quot;, para ninguém. 

Anda não conhecera os &quot;barbudos oportunistas de Esquerda&quot;, pois esta se encontrava sumida nos porões da ditadura. 

Por outro lado, tive a oportunidade de participar com meus pais, lideranças comunitárias, de ações concretas, e autônomas, em prol de água, luz e esgoto nos bairros periféricos, nos quais todos residíamos.

Tanto tempo depois, nada mudou. Minha barba cresceu, mas os engarrafamentos não diminuíram. A Esquerda ressurgiu das tumbas, apenas para ser outra vez cativa dos burocratas e oportunistas de sempre. Meus pais morreram, suas obras ficaram, mas as condições de exploração continuam as mesmas. 

E continuamos reféns.

《Foi anunciado o principal objetivo da operação do Hamas - fazer reféns (secretário de imprensa do grupo palestino &quot;Jihad Islâmica&quot; Dawud Shihab). 
Isto é necessário para dois propósitos – a troca de palestinos nas prisões israelitas (há 7.000 deles lá) e para evitar operações terrestres de Israel na Faixa de Gaza. 
Ou seja, se as tropas israelenses tentarem entrar no território do Hamas, as execuções começarão. Não é difícil imaginar o efeito que os vídeos correspondentes terão. 
Mas quem iniciou todos esses processos já está preparado para as consequências de tudo isso. Eles não os aterrorizam.》]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ootteelloo: -&gt; &#8220;na minha experiência, exploração e miséria criam, sozinhos, amargor e ressentimento&#8221;</p>
<p>Quando eu tinha 16 anos, pegava um ônibus lotado às 5:30h. Quase sempre a viagem de 1:30h era feita em pé, espremido e num calor escaldante desde o raiar do dia.</p>
<p>Às 18h começava a volta para casa, onde iria chegar após às 19:30h. Pelo menos ía sentado.</p>
<p>Nos deslocamentos diários, nunca me deparei &#8211; sequer uma única vez &#8211; com escritos nos muros do tipo “metro, boulot, dodo”. Afinal, ser infeliz em Paris tem lá o seu charme. </p>
<p>Demorei muito tempo para compreender a completa ausência de &#8220;amargor e ressentimento&#8221; exalando daqueles corpos, havia apenas acidez fétida de suor, muito suor.</p>
<p>Tampouco no dia a dia a revolta se apresentava, a não ser em inócuas explosões esporádicas: um chute na porta do ônibus, um banco rasgado, uma discussão besta&#8230;</p>
<p>Com os primeiros fios de barba despontando em meu rosto, olhava a cara daquelas pessoas em busca dos motivos para se submeterem sem reação a uma situação tão absurda. </p>
<p>Para elas a vida é assim, foi assim e assim será sendo. Os condenados da Terra sequer tem consciência de sua condenação. Sem amargor, sem ressentimento. Apenas uma resignação inerente à própria vida. No entanto, era impossível &#8220;ficar bem&#8221;, para ninguém. </p>
<p>Anda não conhecera os &#8220;barbudos oportunistas de Esquerda&#8221;, pois esta se encontrava sumida nos porões da ditadura. </p>
<p>Por outro lado, tive a oportunidade de participar com meus pais, lideranças comunitárias, de ações concretas, e autônomas, em prol de água, luz e esgoto nos bairros periféricos, nos quais todos residíamos.</p>
<p>Tanto tempo depois, nada mudou. Minha barba cresceu, mas os engarrafamentos não diminuíram. A Esquerda ressurgiu das tumbas, apenas para ser outra vez cativa dos burocratas e oportunistas de sempre. Meus pais morreram, suas obras ficaram, mas as condições de exploração continuam as mesmas. </p>
<p>E continuamos reféns.</p>
<p>《Foi anunciado o principal objetivo da operação do Hamas &#8211; fazer reféns (secretário de imprensa do grupo palestino &#8220;Jihad Islâmica&#8221; Dawud Shihab).<br />
Isto é necessário para dois propósitos – a troca de palestinos nas prisões israelitas (há 7.000 deles lá) e para evitar operações terrestres de Israel na Faixa de Gaza.<br />
Ou seja, se as tropas israelenses tentarem entrar no território do Hamas, as execuções começarão. Não é difícil imaginar o efeito que os vídeos correspondentes terão.<br />
Mas quem iniciou todos esses processos já está preparado para as consequências de tudo isso. Eles não os aterrorizam.》</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ootteelloo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907641</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ootteelloo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Oct 2023 00:57:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo,  na minha experiência, exploração e miséria criam, sozinhos, amargor e ressentimento: “A condição de trabalhadores assumida a cada nova geração é fixada de antemão. Ela é uma condenação. No final dos anos de 1970 e na década seguinte e hoje ainda, tantas milhares de mãos anônimas escreveram pelas paredes de Paris “metro, boulot, dodo”, viajar entre a casa e o emprego, trabalhar, dormir — o circuito fechado que constitui o padrão capitalista para a vida de qualquer trabalhador, a integração durante 24 horas por dia nos processos do capital. O ato do assalariamento não assinala a inauguração da apropriação capitalista do uso da força de trabalho; ao contrário o assalariamento ocorre porque o conjunto dos capitalistas detinha já previamente o direito de usar o conjunto da força de trabalho, porque o processo de produção dessa força de trabalho fizera-se como processo capitalista, em que o output pertence portanto, por direito, ao capital. O salário é a condição para a reprodução desse processo de apropriação, e não o seu fundamento” (João Bernardo – Economia dos Conflitos Sociais, p. 107 versão PDF). Como não azedar-se diante da tal condenação: “metro, boulot, dodo”? Mas concordo com você sobre as projeções imaginárias… E, se as “psicologias” estiverem certas, da mesma forma que eu crio projeções imaginárias sobre você, você as cria sobre mim…: “O homem é escravo do que fala e dono do que cala. Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo” (Freud?)”…

Manolo e Anticristo, está no título deste artigo: “Assunto aparência”. Então, estou debatendo aparências… Ou será que só psolistas e esquerdistas cultivam barbas? Se não forem só psolistas e esquerdistas que cultivam barbas, quem está falseando o debate?

O que garante que eu trabalhe mesmo como caixa de supermercado é a mesma garantia que o autor deste artigo se  chame Dalma Roussif, que o Manolo seja o Manolo ou que o Anticristo seja de fato o anticristo…

PS: Manolo,  queria, mas não consigo ler todos os comentários do site e, muito menos, citá-los de memória… Mas, há muitos anos, desde o saudoso fundo negro do site (que o João Bernardo comemorou o fim...) acompanho seus artigos e comentários. Seus artigos são sempre um primor. Seus comentários, porém… Nem sempre foram tão gentis (ou gentilmente irônicos)… Não me recordo (ou não vi) você desejar a alguém que “fique bem” (mesmo ironicamente..). Fique bem, sinceramente falando, você também!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo,  na minha experiência, exploração e miséria criam, sozinhos, amargor e ressentimento: “A condição de trabalhadores assumida a cada nova geração é fixada de antemão. Ela é uma condenação. No final dos anos de 1970 e na década seguinte e hoje ainda, tantas milhares de mãos anônimas escreveram pelas paredes de Paris “metro, boulot, dodo”, viajar entre a casa e o emprego, trabalhar, dormir — o circuito fechado que constitui o padrão capitalista para a vida de qualquer trabalhador, a integração durante 24 horas por dia nos processos do capital. O ato do assalariamento não assinala a inauguração da apropriação capitalista do uso da força de trabalho; ao contrário o assalariamento ocorre porque o conjunto dos capitalistas detinha já previamente o direito de usar o conjunto da força de trabalho, porque o processo de produção dessa força de trabalho fizera-se como processo capitalista, em que o output pertence portanto, por direito, ao capital. O salário é a condição para a reprodução desse processo de apropriação, e não o seu fundamento” (João Bernardo – Economia dos Conflitos Sociais, p. 107 versão PDF). Como não azedar-se diante da tal condenação: “metro, boulot, dodo”? Mas concordo com você sobre as projeções imaginárias… E, se as “psicologias” estiverem certas, da mesma forma que eu crio projeções imaginárias sobre você, você as cria sobre mim…: “O homem é escravo do que fala e dono do que cala. Quando Pedro me fala de Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo” (Freud?)”…</p>
<p>Manolo e Anticristo, está no título deste artigo: “Assunto aparência”. Então, estou debatendo aparências… Ou será que só psolistas e esquerdistas cultivam barbas? Se não forem só psolistas e esquerdistas que cultivam barbas, quem está falseando o debate?</p>
<p>O que garante que eu trabalhe mesmo como caixa de supermercado é a mesma garantia que o autor deste artigo se  chame Dalma Roussif, que o Manolo seja o Manolo ou que o Anticristo seja de fato o anticristo…</p>
<p>PS: Manolo,  queria, mas não consigo ler todos os comentários do site e, muito menos, citá-los de memória… Mas, há muitos anos, desde o saudoso fundo negro do site (que o João Bernardo comemorou o fim&#8230;) acompanho seus artigos e comentários. Seus artigos são sempre um primor. Seus comentários, porém… Nem sempre foram tão gentis (ou gentilmente irônicos)… Não me recordo (ou não vi) você desejar a alguém que “fique bem” (mesmo ironicamente..). Fique bem, sinceramente falando, você também!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907588</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2023 17:39:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[《- Dá prá fazer...》É como responde o misterioso personagem principal do filme &quot;The Place&quot;, a cada vez que alguém lhe procura para satisfazer um desejo. Então um acordo é firmado. Sempre haverá algo a ser feito, em troca.

Recuperar o marido, a saúde do filho, a plenitude mística, a visão, a sanidade mental, o amor do filho... Ficar bela, se livrar do pai, passar uma noite com a garota do poster...

Viver de herança, hegemonizar um partido, ter uma barba espessa... Vencer a eleição para o Conselho Tutelar, ter casa própria, manter as aparências...

Prá fazer, dá. A questão é em troca do quê... Ainda assim, mesmo o personagem misterioso tem também seus desejos.

E a se considerar os últimos acontecimentos, parece que os barbudos do Hamas andaram também fazendo seu pedido: &quot;- Dá prá fazer...&quot;, responderam os também barbudos da Guarda Revolucionária Iraniana. Afinal, todos prezam muito suas barbas e o disfarce, por lá e no caso, é continuar barbudo.

Numa espetacular operação de inteligência, e protegidos por uma série de ações diversionistas em meio a uma barragem de milhares de foguetes, comandos penetraram  em território israelense e fizeram capturas preciosas: entre as quais, o Brigadeiro-General Nimrod Aloni, das forças especiais israelenses. Não foi o único, é de se presumir.

Por toda parte, o ponto de não retorno já foi ultrapassado. Haja ticket refeição...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>《- Dá prá fazer&#8230;》É como responde o misterioso personagem principal do filme &#8220;The Place&#8221;, a cada vez que alguém lhe procura para satisfazer um desejo. Então um acordo é firmado. Sempre haverá algo a ser feito, em troca.</p>
<p>Recuperar o marido, a saúde do filho, a plenitude mística, a visão, a sanidade mental, o amor do filho&#8230; Ficar bela, se livrar do pai, passar uma noite com a garota do poster&#8230;</p>
<p>Viver de herança, hegemonizar um partido, ter uma barba espessa&#8230; Vencer a eleição para o Conselho Tutelar, ter casa própria, manter as aparências&#8230;</p>
<p>Prá fazer, dá. A questão é em troca do quê&#8230; Ainda assim, mesmo o personagem misterioso tem também seus desejos.</p>
<p>E a se considerar os últimos acontecimentos, parece que os barbudos do Hamas andaram também fazendo seu pedido: &#8220;- Dá prá fazer&#8230;&#8221;, responderam os também barbudos da Guarda Revolucionária Iraniana. Afinal, todos prezam muito suas barbas e o disfarce, por lá e no caso, é continuar barbudo.</p>
<p>Numa espetacular operação de inteligência, e protegidos por uma série de ações diversionistas em meio a uma barragem de milhares de foguetes, comandos penetraram  em território israelense e fizeram capturas preciosas: entre as quais, o Brigadeiro-General Nimrod Aloni, das forças especiais israelenses. Não foi o único, é de se presumir.</p>
<p>Por toda parte, o ponto de não retorno já foi ultrapassado. Haja ticket refeição&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anticristo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/10/150188/#comment-907573</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anticristo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Oct 2023 14:46:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150188#comment-907573</guid>

					<description><![CDATA[Sabem qual é a melhor forma de escapar de um debate? É produzindo artificialmente um falso debate. Otello é, pelo visto, muito bom nisso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabem qual é a melhor forma de escapar de um debate? É produzindo artificialmente um falso debate. Otello é, pelo visto, muito bom nisso!</p>
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