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	Comentários sobre: Os acordos e alianças de Maduro para tentar permanecer no poder estatal da Venezuela, em 2025	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: irado		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 12:05:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A crise econômica que se desenvolveu na Venezuela e estourou em 2018, com uma hiperinflação, causou uma desvalorização massiva do bolívar, a moeda nacional. As cédulas sem utilidade financeira se tornaram matéria-prima para a produção artesanal de artefatos, como bolsas, chapéus e até cartões postais. A crise criou uma condição de precarização do trabalho e da vida que impeliu uma massa de trabalhadores ao desemprego e à luta pela sobrevivência em condições arcaicas. Nessa dialética do &quot;socialismo da miséria do século XXI&quot; criada pelo chavismo/bolivarianismo, que nada mais é do que um capitalismo de cariz autoritário, que luta na arena internacional com o lobby extrativista do petróleo, e reproduz sua economia interna em condições de mais-valia absoluta, o resultado estético não poderia ser outro - o kitsch. Não o kitsch das camadas médias em ascensão, mas um kitsch de base popular. Para completar o cenário que certa esquerda hegemônica adora aplaudir, a miséria se tornou souvenir para o turismo do grotesco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise econômica que se desenvolveu na Venezuela e estourou em 2018, com uma hiperinflação, causou uma desvalorização massiva do bolívar, a moeda nacional. As cédulas sem utilidade financeira se tornaram matéria-prima para a produção artesanal de artefatos, como bolsas, chapéus e até cartões postais. A crise criou uma condição de precarização do trabalho e da vida que impeliu uma massa de trabalhadores ao desemprego e à luta pela sobrevivência em condições arcaicas. Nessa dialética do &#8220;socialismo da miséria do século XXI&#8221; criada pelo chavismo/bolivarianismo, que nada mais é do que um capitalismo de cariz autoritário, que luta na arena internacional com o lobby extrativista do petróleo, e reproduz sua economia interna em condições de mais-valia absoluta, o resultado estético não poderia ser outro &#8211; o kitsch. Não o kitsch das camadas médias em ascensão, mas um kitsch de base popular. Para completar o cenário que certa esquerda hegemônica adora aplaudir, a miséria se tornou souvenir para o turismo do grotesco.</p>
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