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	Comentários sobre: Por que a síntese identitária não é marxista	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150722/#comment-913737</link>

		<dc:creator><![CDATA[?]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 10:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito embora não tenha lido o livro, o autor parece empregar certa concepção do horizonte utópico marxista que me parece um tanto primária, indo ferozmente contra o método do materialismo histórico-dialético que possbilita a própria crítica em termos marxistas. 
Trata-se da visão segundo a qual a sociedade libertada das contradições do Capital seria uma sociedade, justamente, sem contradições ou conflitos. Me parece que uma sociedade pós-capitalista não seria o resultado da elimianção de conflitos ou contradições, mas apenas dessas contradições de classe que produzem o sistema de exploração e opressão vigentes. 
Seria essa visão (sociedade sem classes = sociedade sem contradições) o resquício de delírios paradisíacos cristãos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito embora não tenha lido o livro, o autor parece empregar certa concepção do horizonte utópico marxista que me parece um tanto primária, indo ferozmente contra o método do materialismo histórico-dialético que possbilita a própria crítica em termos marxistas.<br />
Trata-se da visão segundo a qual a sociedade libertada das contradições do Capital seria uma sociedade, justamente, sem contradições ou conflitos. Me parece que uma sociedade pós-capitalista não seria o resultado da elimianção de conflitos ou contradições, mas apenas dessas contradições de classe que produzem o sistema de exploração e opressão vigentes.<br />
Seria essa visão (sociedade sem classes = sociedade sem contradições) o resquício de delírios paradisíacos cristãos?</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150722/#comment-913448</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 22:01:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aqui uma entrevista em português do Yascha Mounk sobre esse livro: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjk7kyg6ryyo

&quot;Mounk descreve como, segundo ele, uma parte da política progressista ou de esquerda atual passou a privilegiar a identidade sobre todas as outras coisas na hora de desenvolver políticas públicas e se posicionar no debate político.

Para Mounk, em nome de ideias e valores “centralmente preocupados com o papel que categorias de identidade como raça, gênero e orientação sexual desempenham no mundo”, uma parcela considerável da esquerda passou a desprezar — ou relegar a segundo plano — “valores universais e regras neutras, como liberdade de expressão e igualdade de oportunidades”, historicamente bandeiras do espectro esquerdista, ele argumenta.&quot;

Ele traz fatos bastante contundentes do que ocorre nos EUA, com a segregação racial nas escolas (agora impulsionada pela &quot;esquerda&quot; identitária), e como nos EUA a política identitária influenciou a distribuição de vacinas contra covid-19, a ponto e apesar de isso causar mais mortes do que distribuição etária ocorrido na maioria dos países.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui uma entrevista em português do Yascha Mounk sobre esse livro: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjk7kyg6ryyo" rel="nofollow ugc">https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjk7kyg6ryyo</a></p>
<p>&#8220;Mounk descreve como, segundo ele, uma parte da política progressista ou de esquerda atual passou a privilegiar a identidade sobre todas as outras coisas na hora de desenvolver políticas públicas e se posicionar no debate político.</p>
<p>Para Mounk, em nome de ideias e valores “centralmente preocupados com o papel que categorias de identidade como raça, gênero e orientação sexual desempenham no mundo”, uma parcela considerável da esquerda passou a desprezar — ou relegar a segundo plano — “valores universais e regras neutras, como liberdade de expressão e igualdade de oportunidades”, historicamente bandeiras do espectro esquerdista, ele argumenta.&#8221;</p>
<p>Ele traz fatos bastante contundentes do que ocorre nos EUA, com a segregação racial nas escolas (agora impulsionada pela &#8220;esquerda&#8221; identitária), e como nos EUA a política identitária influenciou a distribuição de vacinas contra covid-19, a ponto e apesar de isso causar mais mortes do que distribuição etária ocorrido na maioria dos países.</p>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150722/#comment-913182</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 19:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tempos Estranhos mesmo onde se vê o Pepe Escobar, defensor de regimes antagônicos à democracia liberal (propagandista do Putin), onde na verdade está um acadêmico que é explicitamente liberal no sentido norte-americano. Você pode encontrar o livro inteiro para baixar na libgen.is. É um liberal progressista fazendo crítica a uma forma de totalitarismo ou fascismo, ou autoritarismo, como queira chamar. Ah, é verdade, ele não é marxista. Mas quem quer ler só livro de seita....

O Passa Palavra destacou bem, no lead, aquilo que o leitor deveria estar mais atento. Trata-se de um liberal apontando que a política identitária é uma ameaça à democracia liberal. O que é que historicamente foi uma ameaça à democracia liberal e não era o socialismo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos Estranhos mesmo onde se vê o Pepe Escobar, defensor de regimes antagônicos à democracia liberal (propagandista do Putin), onde na verdade está um acadêmico que é explicitamente liberal no sentido norte-americano. Você pode encontrar o livro inteiro para baixar na libgen.is. É um liberal progressista fazendo crítica a uma forma de totalitarismo ou fascismo, ou autoritarismo, como queira chamar. Ah, é verdade, ele não é marxista. Mas quem quer ler só livro de seita&#8230;.</p>
<p>O Passa Palavra destacou bem, no lead, aquilo que o leitor deveria estar mais atento. Trata-se de um liberal apontando que a política identitária é uma ameaça à democracia liberal. O que é que historicamente foi uma ameaça à democracia liberal e não era o socialismo?</p>
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		<title>
		Por: Felipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150722/#comment-913174</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 18:07:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que, especificamente, deste texto seria um tiro pela culatra contra uma esquerda que se propõe emancipadora, revolucionária, anticapitalista e comunista?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que, especificamente, deste texto seria um tiro pela culatra contra uma esquerda que se propõe emancipadora, revolucionária, anticapitalista e comunista?</p>
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		Por: Tempos estranhos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150722/#comment-913161</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tempos estranhos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 15:09:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com a sanha de fazer uma crítica contundente aos perigos de uma política baseada em uma noção esvaziada e apassivadora da mercadoria-identidade, alguns textos publicados no site tem soado cada vez mais estranhos. Dessa vez, divulgando um bem divulgado acadêmico liberal, defensor das democracias e nacionalismos europeus, ao seu modo, cheio de afirmações que bem poderiam ter saído da boca de representantes tendências bem reacionárias, à esquerda e direita - para não dizer fascistas.
Pepe Escobar, Dugin, Rafael Machado, Nova resistência &#038; Brasil 247, Revista Fórum, PDT, Opera Mundi, PCO, (Passa Palavra ?) ... vários caminhos de entrada do discurso de extrema direita no campo da esquerda, onde as barreiras começam mais intensamente a borrar e a velocidade dos ecos se intensificarem. Um dos pontos de entrada dessas figuras é uma suposta crítica ao &quot;identitarismo&quot; ou &quot;síntese identirária&quot;, coloquem como quiser, obedecendo uma forma específica de discurso, com consequências sérias na prática política de diversos grupos e organizações. 
Já são vários que se dizem de extrema-esquerda, mas já não veem como adotam políticas que afastam de seu centro justamente aqueles que atuam em frente radicais no conflito social, como o caso de algumas populações (compostas majoritariamente de proletários de forma alguma descolados de uma política de classe), reduzidas a &quot;identidade&quot; por esses cantos, dando abertura para chamadas e programas conservadores, abrindo caminho para alianças vermelho-marrom. Na busca de uma crítica desapiedada a tudo que existe, desfazendo ilusões, alguns setores correm o risco de ao tentarem expulsar pela porta da frente algumas formas de política, deixam as janelas abertas - sem dúvida serão surpreendidos pela culatra, espero que não seja tarde. 
Uma crítica radical às políticas de identidade devem ser feitas, mas não a qualquer custo. Atentem-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a sanha de fazer uma crítica contundente aos perigos de uma política baseada em uma noção esvaziada e apassivadora da mercadoria-identidade, alguns textos publicados no site tem soado cada vez mais estranhos. Dessa vez, divulgando um bem divulgado acadêmico liberal, defensor das democracias e nacionalismos europeus, ao seu modo, cheio de afirmações que bem poderiam ter saído da boca de representantes tendências bem reacionárias, à esquerda e direita &#8211; para não dizer fascistas.<br />
Pepe Escobar, Dugin, Rafael Machado, Nova resistência &amp; Brasil 247, Revista Fórum, PDT, Opera Mundi, PCO, (Passa Palavra ?) &#8230; vários caminhos de entrada do discurso de extrema direita no campo da esquerda, onde as barreiras começam mais intensamente a borrar e a velocidade dos ecos se intensificarem. Um dos pontos de entrada dessas figuras é uma suposta crítica ao &#8220;identitarismo&#8221; ou &#8220;síntese identirária&#8221;, coloquem como quiser, obedecendo uma forma específica de discurso, com consequências sérias na prática política de diversos grupos e organizações.<br />
Já são vários que se dizem de extrema-esquerda, mas já não veem como adotam políticas que afastam de seu centro justamente aqueles que atuam em frente radicais no conflito social, como o caso de algumas populações (compostas majoritariamente de proletários de forma alguma descolados de uma política de classe), reduzidas a &#8220;identidade&#8221; por esses cantos, dando abertura para chamadas e programas conservadores, abrindo caminho para alianças vermelho-marrom. Na busca de uma crítica desapiedada a tudo que existe, desfazendo ilusões, alguns setores correm o risco de ao tentarem expulsar pela porta da frente algumas formas de política, deixam as janelas abertas &#8211; sem dúvida serão surpreendidos pela culatra, espero que não seja tarde.<br />
Uma crítica radical às políticas de identidade devem ser feitas, mas não a qualquer custo. Atentem-se.</p>
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