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	Comentários sobre: Interseccionalidade: ideologia dos ricos	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-1085584</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 19:20:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;O que temos do nosso lado são os números. Há muitos mais de nós do que há deles. Mas o que nos falta é: SOLIDARIEDADE DE CLASSE.

Olhe para os arquivos do Epstein. Olhe para a classe oligárquica. Você tem príncipes da Arábia Saudita e príncipes ingleses, notoriamente muçulmanos e cristãos, assim como agentes do Mossad, que são judeus. Você tem legisladores Republicanos e Democratas. Você tem rapers e elite acadêmica. Do “Conselho de Paz” do Trump aos arquivos de Epstein, esses oligarcas deixam de lado diferenças raciais, religiosas e étnicas para se unirem para torturarem e oprimirem povos. E eles deixam de lado essas diferenças tão facilmente porque eles entendem que a riqueza extrema deles é muito mais importante do que qualquer outro aspecto de suas identidades para eles, e farão qualquer coisa para defendê-la e ampliá-la.

Podemos aprender muito com eles, pois não temos solidariedade de classe. Continuamos nos deixando dividir através da instrumentalização da política identitária e da empatia seletiva. Se você apenas se importa quando as vítimas deles parecem com você ou lembram você, então nunca iremos vencê-los. (...)

Bilionários não pensam dessa forma. Eles são cidadãos globais, e precisamos ser um movimento de resistência global para derrotá-los. Portanto, devemos nos mover por solidariedade de classe, nos organizar nas nossas comunidades mantendo nossa perspectiva e empatia global. Devemos resistir a tentativas de má fé de nos dividir por linhas de identidade, e construir um movimento popular dos desgraçados da Terra para derrubar os ped*f*los bilionários e construir um novo mundo (...)&quot;

- Sim Kern (escritora e ativista estadunidense)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que temos do nosso lado são os números. Há muitos mais de nós do que há deles. Mas o que nos falta é: SOLIDARIEDADE DE CLASSE.</p>
<p>Olhe para os arquivos do Epstein. Olhe para a classe oligárquica. Você tem príncipes da Arábia Saudita e príncipes ingleses, notoriamente muçulmanos e cristãos, assim como agentes do Mossad, que são judeus. Você tem legisladores Republicanos e Democratas. Você tem rapers e elite acadêmica. Do “Conselho de Paz” do Trump aos arquivos de Epstein, esses oligarcas deixam de lado diferenças raciais, religiosas e étnicas para se unirem para torturarem e oprimirem povos. E eles deixam de lado essas diferenças tão facilmente porque eles entendem que a riqueza extrema deles é muito mais importante do que qualquer outro aspecto de suas identidades para eles, e farão qualquer coisa para defendê-la e ampliá-la.</p>
<p>Podemos aprender muito com eles, pois não temos solidariedade de classe. Continuamos nos deixando dividir através da instrumentalização da política identitária e da empatia seletiva. Se você apenas se importa quando as vítimas deles parecem com você ou lembram você, então nunca iremos vencê-los. (&#8230;)</p>
<p>Bilionários não pensam dessa forma. Eles são cidadãos globais, e precisamos ser um movimento de resistência global para derrotá-los. Portanto, devemos nos mover por solidariedade de classe, nos organizar nas nossas comunidades mantendo nossa perspectiva e empatia global. Devemos resistir a tentativas de má fé de nos dividir por linhas de identidade, e construir um movimento popular dos desgraçados da Terra para derrubar os ped*f*los bilionários e construir um novo mundo (&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8211; Sim Kern (escritora e ativista estadunidense)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-918601</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2023 22:35:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este artigo recém publicado de Mário Maestri segue a mesma linha de desnudar a política identitária como ideologia burguesa.

O Brasil é pardo?
A camisa de força racial criada pelo IBGE
https://aterraeredonda.com.br/o-brasil-e-pardo/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo recém publicado de Mário Maestri segue a mesma linha de desnudar a política identitária como ideologia burguesa.</p>
<p>O Brasil é pardo?<br />
A camisa de força racial criada pelo IBGE<br />
<a href="https://aterraeredonda.com.br/o-brasil-e-pardo/" rel="nofollow ugc">https://aterraeredonda.com.br/o-brasil-e-pardo/</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: A pergunta que não quer calar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914646</link>

		<dc:creator><![CDATA[A pergunta que não quer calar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 03:23:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mas John Brown tinha local de fala?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mas John Brown tinha local de fala?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 21:46:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não desmerecendo, mas não foi Leo V que escreveu que John Brown, lider de uma fracassada tentativa de revolta de escravos que teve como castigo o enforcamento era um branco abolicionista, mas um tal de Marinho. Obrigado.

https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Brown_(abolicionista)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não desmerecendo, mas não foi Leo V que escreveu que John Brown, lider de uma fracassada tentativa de revolta de escravos que teve como castigo o enforcamento era um branco abolicionista, mas um tal de Marinho. Obrigado.</p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Brown_(abolicionista)" rel="nofollow ugc">https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Brown_(abolicionista)</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yves Coleman		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914574</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yves Coleman]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 13:13:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostaria de agradecer ao Léo Vinicius por me ajudar a descobrir que John Brown era euro-americano e não afro-americano. Ouço falar dele há anos e era óbvio para mim que ele era um escravo. Eu deveria saber, dadas as minhas origens afro-americanas. Mea culpa. Quanto ao resto, convido todos os leitores do Passa Palavara a ler e ouvir Norman Finkelstein, cujos livros foram traduzidos para 55 idiomas e que é entrevistado em todo o mundo. Todos poderão julgar sua boa-fé o nao....
O &quot;troll&quot; que continuara a traduzir textos do website Passa Palavra ......]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de agradecer ao Léo Vinicius por me ajudar a descobrir que John Brown era euro-americano e não afro-americano. Ouço falar dele há anos e era óbvio para mim que ele era um escravo. Eu deveria saber, dadas as minhas origens afro-americanas. Mea culpa. Quanto ao resto, convido todos os leitores do Passa Palavara a ler e ouvir Norman Finkelstein, cujos livros foram traduzidos para 55 idiomas e que é entrevistado em todo o mundo. Todos poderão julgar sua boa-fé o nao&#8230;.<br />
O &#8220;troll&#8221; que continuara a traduzir textos do website Passa Palavra &#8230;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914496</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 02:33:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Davi,

Yves não informou. Yves manipulou e distorceu, como o comentário do &quot;Preguiçoso&quot; bem aponta. O que Yves Coleman fala sobre Finkelstein é a mesma histeria que ele sempre enfrentou em palestras dadas pelos EUA. Sempre havia protestos de sionistas falando os mesmos tipos de coisas. Dizer que ele é antissemita, e todo o resto que vem junto, chega a ser clichê. 

Você pode divergir do que ele fala sobre o direito de palestinos odiarem os israelenses. É algo para um belo debate ético e filosófico. E é claro que é uma escolha política também. O que é o que é feio não é divergir ou errar, o que é feio é dar esse tipo de xilique moral que você deu no seu comentário.

Ó meu deus! E eu! Eu coloquei o link de um artigo de um suposto propagandista russo junto com um link de notícias para ilustrar que há uma discussão sobre o ataque do Hamas ser guerrilha ou atentado terrorista. Crime!

Sinceramente, acho que você não é de esquerda, é apenas um moralista buscando pecadores para excomungar. Fica procurando bruxas e pecados, e não discute os tópicos postos.

Finkelstein entrou nesse livro, do qual esse artigo é um capítulo, em um tema que pouca gente tem coragem de entrar, ainda mais no seu estilo ácido e sem receios. Sabemos que quem faz crítica à política identitária tende a ser proscrito como machista, racista etc etc. Ora, era esse tipo de ataque que ele já enfrentava há décadas por causa de suas pesquisas e ativismo crítico à política israelense.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Davi,</p>
<p>Yves não informou. Yves manipulou e distorceu, como o comentário do &#8220;Preguiçoso&#8221; bem aponta. O que Yves Coleman fala sobre Finkelstein é a mesma histeria que ele sempre enfrentou em palestras dadas pelos EUA. Sempre havia protestos de sionistas falando os mesmos tipos de coisas. Dizer que ele é antissemita, e todo o resto que vem junto, chega a ser clichê. </p>
<p>Você pode divergir do que ele fala sobre o direito de palestinos odiarem os israelenses. É algo para um belo debate ético e filosófico. E é claro que é uma escolha política também. O que é o que é feio não é divergir ou errar, o que é feio é dar esse tipo de xilique moral que você deu no seu comentário.</p>
<p>Ó meu deus! E eu! Eu coloquei o link de um artigo de um suposto propagandista russo junto com um link de notícias para ilustrar que há uma discussão sobre o ataque do Hamas ser guerrilha ou atentado terrorista. Crime!</p>
<p>Sinceramente, acho que você não é de esquerda, é apenas um moralista buscando pecadores para excomungar. Fica procurando bruxas e pecados, e não discute os tópicos postos.</p>
<p>Finkelstein entrou nesse livro, do qual esse artigo é um capítulo, em um tema que pouca gente tem coragem de entrar, ainda mais no seu estilo ácido e sem receios. Sabemos que quem faz crítica à política identitária tende a ser proscrito como machista, racista etc etc. Ora, era esse tipo de ataque que ele já enfrentava há décadas por causa de suas pesquisas e ativismo crítico à política israelense.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Davi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914471</link>

		<dc:creator><![CDATA[Davi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 23:03:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ora, o mesmo Leo Vinicius que reclama de &quot;distorções&quot; contra o tal Finkelstein - mesmo que o tal sujeito comprovadamente tenha saudado os combatentes do Hamas, dizendo no vídeo postado aqui que é incapaz de condená-los pelos seus atos por encarnarem a figura de &quot;vítimas&quot; e por não só Israel, mas todos os judeus encarnarem a figura do opressor e classe dominante (argumento identitário) - é o mesmo Leo Vinicius que dias atrás compartilhou um artigo com fake news de Scott Ritter, um colaborador do Estado Russo que já se envolveu anteriormente em campanhas de fake news na guerra da Ucrânia, dizendo que o massacre na cidade de Bucha em 2022 foi obra das próprias forças ucranianas. Depois de criticado por mim, em sua defesa, Leo Vinicius disse que teríamos que ler &quot;criticamente&quot; a fake news divulgada por Scott Ritter, que dizia que o Hamas não matou civis inocentes e tudo se tratou de uma incursão militar, e que Scott Ritter não é mentiroso, mas apenas &quot;teria um lado&quot;. É essa mesma pessoa que quer exigir alguma coerência de outros?

E ora, fui pesquisar qual seria a opinião do tal Finkelstein sobre a invasão russa na Ucrânia. Para minha falta de surpresa: &quot;Russia had the right to invade Ukraine&quot;: https://twitter.com/normfinkelstein/status/1677342356570357760

Mas já sei, para Leo Vinicius são apenas opiniões inofensivas que tem que ficar desvinculadas da produção teórica deste autor. Apenas o fato de citá-las para que possamos ler os seus artigos com os olhos abertos já é uma grande ofensa! Yves não tentou desqualificar o artigo em questão, apenas INFORMOU sobre as OPINIÕES TEÓRICAS da pessoa que o escreveu. Isso é passível de censura?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, o mesmo Leo Vinicius que reclama de &#8220;distorções&#8221; contra o tal Finkelstein &#8211; mesmo que o tal sujeito comprovadamente tenha saudado os combatentes do Hamas, dizendo no vídeo postado aqui que é incapaz de condená-los pelos seus atos por encarnarem a figura de &#8220;vítimas&#8221; e por não só Israel, mas todos os judeus encarnarem a figura do opressor e classe dominante (argumento identitário) &#8211; é o mesmo Leo Vinicius que dias atrás compartilhou um artigo com fake news de Scott Ritter, um colaborador do Estado Russo que já se envolveu anteriormente em campanhas de fake news na guerra da Ucrânia, dizendo que o massacre na cidade de Bucha em 2022 foi obra das próprias forças ucranianas. Depois de criticado por mim, em sua defesa, Leo Vinicius disse que teríamos que ler &#8220;criticamente&#8221; a fake news divulgada por Scott Ritter, que dizia que o Hamas não matou civis inocentes e tudo se tratou de uma incursão militar, e que Scott Ritter não é mentiroso, mas apenas &#8220;teria um lado&#8221;. É essa mesma pessoa que quer exigir alguma coerência de outros?</p>
<p>E ora, fui pesquisar qual seria a opinião do tal Finkelstein sobre a invasão russa na Ucrânia. Para minha falta de surpresa: &#8220;Russia had the right to invade Ukraine&#8221;: <a href="https://twitter.com/normfinkelstein/status/1677342356570357760" rel="nofollow ugc">https://twitter.com/normfinkelstein/status/1677342356570357760</a></p>
<p>Mas já sei, para Leo Vinicius são apenas opiniões inofensivas que tem que ficar desvinculadas da produção teórica deste autor. Apenas o fato de citá-las para que possamos ler os seus artigos com os olhos abertos já é uma grande ofensa! Yves não tentou desqualificar o artigo em questão, apenas INFORMOU sobre as OPINIÕES TEÓRICAS da pessoa que o escreveu. Isso é passível de censura?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914396</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:16:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Yves Coleman insiste no seu ódio contra Finkelstein. Mas ele não é o único evidentemente. Sua manipulação já foi exposta, mas quando a pessoa é levada pelo ódio visceral ela insiste, descontextualiza, manipula.
Novamente, não escreve uma linha sobre o assunto do artigo publicado.

O mais louco é que o que os links que ele posta contradizem as imputações que ele faz a Finkelstein. Mas o ódio contra Finkelstein é tão visceral que ele é incapaz de ver isso.

Vou me a ter só ao que ele escreveu por último, que ele chama de &quot;falsificação de Fikenstein&quot;. Yves Coleman não sabe sequer a diferença de ignorância, erro e falsificação. Finkelstein errou na avaliação que fez dia 7 de outubro, e ele já disse que errou, já reviu e se arrependeu. Você não pode acusar ele de falsificar, pode afirmar que ele errou, que não acompanhou eficientemente as fontes de informação em tempo real. Mas Yves Coleman é incapaz de admitir isso porque tem um ódio vesceral de Norman Finkelstein digno dos piores sionistas. Tem que tratar.

&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;

Um acréscimo à trollagem do Yves Coleman.

O campo libertário sempre teve essas figuras estranhas. O ação de Yves Coleman me lembra bastante a de um sujeito chamado Puig, décadas atrás no Brasil. Na época não era difundida a expressão ‘troll’ para tratar disso.

O caso do Yves Coleman me faz lembrar este artigo do João Bernardo: “De perseguidos a perseguidores: a lição do sionismo” https://passapalavra.info/2010/06/24723/

Tratar-se-ia de um ornitorrinco? Um híbrido de sionista e libertário? Yves Coleman age conforme um nacionalista sionista. Acusa de antissemitismo onde não existe, tenta assassinar reputações dos que criticam a política de Israel e mostram que a Faixa de Gaza é um enorme campo de concentração e que os palestinos vivem um apartheid. Há décadas Finkelstein enfrenta esse tipo de gente, e foi por sua firmeza e integridade no assunto que o lobby sionista conseguiu que ele perdesse o emprego e se tornasse inimpregável. Divergências que possam existir, o exemplo de princípios e integridade de Finkelstein está aí para quem quiser seguir. O exemplo de troll raivoso também está aqui nos comentários para quem quiser.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Yves Coleman insiste no seu ódio contra Finkelstein. Mas ele não é o único evidentemente. Sua manipulação já foi exposta, mas quando a pessoa é levada pelo ódio visceral ela insiste, descontextualiza, manipula.<br />
Novamente, não escreve uma linha sobre o assunto do artigo publicado.</p>
<p>O mais louco é que o que os links que ele posta contradizem as imputações que ele faz a Finkelstein. Mas o ódio contra Finkelstein é tão visceral que ele é incapaz de ver isso.</p>
<p>Vou me a ter só ao que ele escreveu por último, que ele chama de &#8220;falsificação de Fikenstein&#8221;. Yves Coleman não sabe sequer a diferença de ignorância, erro e falsificação. Finkelstein errou na avaliação que fez dia 7 de outubro, e ele já disse que errou, já reviu e se arrependeu. Você não pode acusar ele de falsificar, pode afirmar que ele errou, que não acompanhou eficientemente as fontes de informação em tempo real. Mas Yves Coleman é incapaz de admitir isso porque tem um ódio vesceral de Norman Finkelstein digno dos piores sionistas. Tem que tratar.</p>
<p><strong>*** *** ***</strong></p>
<p>Um acréscimo à trollagem do Yves Coleman.</p>
<p>O campo libertário sempre teve essas figuras estranhas. O ação de Yves Coleman me lembra bastante a de um sujeito chamado Puig, décadas atrás no Brasil. Na época não era difundida a expressão ‘troll’ para tratar disso.</p>
<p>O caso do Yves Coleman me faz lembrar este artigo do João Bernardo: “De perseguidos a perseguidores: a lição do sionismo” <a href="https://passapalavra.info/2010/06/24723/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2010/06/24723/</a></p>
<p>Tratar-se-ia de um ornitorrinco? Um híbrido de sionista e libertário? Yves Coleman age conforme um nacionalista sionista. Acusa de antissemitismo onde não existe, tenta assassinar reputações dos que criticam a política de Israel e mostram que a Faixa de Gaza é um enorme campo de concentração e que os palestinos vivem um apartheid. Há décadas Finkelstein enfrenta esse tipo de gente, e foi por sua firmeza e integridade no assunto que o lobby sionista conseguiu que ele perdesse o emprego e se tornasse inimpregável. Divergências que possam existir, o exemplo de princípios e integridade de Finkelstein está aí para quem quiser seguir. O exemplo de troll raivoso também está aqui nos comentários para quem quiser.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914395</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:09:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150787#comment-914395</guid>

					<description><![CDATA[John Brown não era escravo. Era um homem branco abolicionista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>John Brown não era escravo. Era um homem branco abolicionista.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Yves Coleman		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/11/150787/#comment-914380</link>

		<dc:creator><![CDATA[Yves Coleman]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 13:03:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150787#comment-914380</guid>

					<description><![CDATA[Para começar : A fonte da citaçao do &quot;luxemburgista&quot; Finkelstein...

https://www.counterpunch.org/2018/05/17/an-interview-with-norman-finkelstein-im-not-betraying-the-legacy-of-my-parents-in-order-to-make-myself-palatable/ 

 Both of them were staunch supporters of the Soviet Union, but not because they were communists or even because they were politically engaged – they were not. They supported the Soviet Union because the Soviet Union defeated the Nazis, and they looked at the whole world through the prism of the Nazi Holocaust, and so they felt a real sense of debt to the Soviet Union and the Red Army, to Stalin – in particular to Stalin – and I guess you would call them the last Stalinists until their deaths in 1995. You were not allowed, in their presence, to say even a single word critical of Stalin.

E aqui uma otra citaçao do &quot;luxemburgista&quot; contra os Judeus
«The chimera of British anti-Semitism (and how not to fight it if it were real» https://www.versobooks.com/en-gb/blogs/news/3979-the-chimera-of-british-anti-semitism-and-how-not-to-fight-it-if-it-were-real 
 The three richest Brits in 2016 were Jewish.[12] Jews comprise only .5 percent of the population but fully 20 percent of the 100 richest Brits.[13] Relative both to the general population and to other ethno-religious groups, British Jews are in the aggregate disproportionately wealthy, educated, and professionally successful.[14] These data track closely with the picture elsewhere. Jews comprise only 2 percent of the US population but fully 30 percent of the 100 richest Americans, while Jews enjoy the highest household income among religious groups. Jews comprise less than .2 percent of the world’s population but, of the world’s 200 richest people, fully 20 percent are Jewish. Jews are incomparably organized as they have created a plethora of interlocking, overlapping, and mutually reinforcing communal and defense organizations that operate in both the domestic and international arenas. In many countries, not least the US and the UK, Jews occupy strategic positions in the entertainment industry, the arts, publishing, journals of opinion, the academy, the legal profession, and government.

&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;

E a proposito da comparaçao entre a revolta do John Brown e o massacre do Hamas

Note-se que o final do texto alude, de forma totalmente demagógica e a-histórica, a uma canção cantada pelos soldados afro-americanos do 2.º batalhão de infantaria da milícia de Massachusetts durante a Guerra Civil Americana. Esta canção prestava homenagem à revolta liderada pelo escravo John Brown e foi posteriormente reescrita, incluindo numa versão nacional-patriótica. A canção original termina da seguinte forma: “Ele [John Brown] foi um soldado no exército do Senhor, a sua alma está em marcha”. A exclamação “Glória, glória, Aleluia” foi acrescentada mais tarde.

Esta comparação ignóbil entre uma revolta de escravos afro-americanos em 1859 e o pogrom organizado por uma milícia de pelo menos 30.000 homens equipados com armas modernas, cujos chefes recebem 30 milhões de dólares por mês só em Gaza, sem contar com as fortunas pessoais e os esquemas financeiros dos seus chefes noutros países, é verdadeiramente vergonhosa! Gostaríamos que Finkelstein e todos os outros idiotas perigosos que partilham as suas opiniões nos dessem o exemplo de um único campo de concentração na história em que os gestores de um local de confinamento autorizassem a existência de uma milícia de prisioneiros super-armados e bem alimentados e lhes fornecessem milhões todos os meses para gerir o seu “campo” e os seus companheiros de prisão!

Traduzido com a versão gratuita do tradutor – DeepL.com

&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;

Ultima falsificacao do Finkelstein
Ele afirma que levou “vários dias” (quantos ???) para descobrir a escala do massacre de civis perpetrado pelos islamitas em 7 de outubro. Isso não é verdade, porque em 9 de outubro de 2023 a imprensa já estava noticiando 1.400 mortos, incluindo 600 civis israelenses!
E ele sabia muito bem que o Hamas controla Gaza … e nao os Palestinos !!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para começar : A fonte da citaçao do &#8220;luxemburgista&#8221; Finkelstein&#8230;</p>
<p><a href="https://www.counterpunch.org/2018/05/17/an-interview-with-norman-finkelstein-im-not-betraying-the-legacy-of-my-parents-in-order-to-make-myself-palatable/" rel="nofollow ugc">https://www.counterpunch.org/2018/05/17/an-interview-with-norman-finkelstein-im-not-betraying-the-legacy-of-my-parents-in-order-to-make-myself-palatable/</a> </p>
<p> Both of them were staunch supporters of the Soviet Union, but not because they were communists or even because they were politically engaged – they were not. They supported the Soviet Union because the Soviet Union defeated the Nazis, and they looked at the whole world through the prism of the Nazi Holocaust, and so they felt a real sense of debt to the Soviet Union and the Red Army, to Stalin – in particular to Stalin – and I guess you would call them the last Stalinists until their deaths in 1995. You were not allowed, in their presence, to say even a single word critical of Stalin.</p>
<p>E aqui uma otra citaçao do &#8220;luxemburgista&#8221; contra os Judeus<br />
«The chimera of British anti-Semitism (and how not to fight it if it were real» <a href="https://www.versobooks.com/en-gb/blogs/news/3979-the-chimera-of-british-anti-semitism-and-how-not-to-fight-it-if-it-were-real" rel="nofollow ugc">https://www.versobooks.com/en-gb/blogs/news/3979-the-chimera-of-british-anti-semitism-and-how-not-to-fight-it-if-it-were-real</a><br />
 The three richest Brits in 2016 were Jewish.[12] Jews comprise only .5 percent of the population but fully 20 percent of the 100 richest Brits.[13] Relative both to the general population and to other ethno-religious groups, British Jews are in the aggregate disproportionately wealthy, educated, and professionally successful.[14] These data track closely with the picture elsewhere. Jews comprise only 2 percent of the US population but fully 30 percent of the 100 richest Americans, while Jews enjoy the highest household income among religious groups. Jews comprise less than .2 percent of the world’s population but, of the world’s 200 richest people, fully 20 percent are Jewish. Jews are incomparably organized as they have created a plethora of interlocking, overlapping, and mutually reinforcing communal and defense organizations that operate in both the domestic and international arenas. In many countries, not least the US and the UK, Jews occupy strategic positions in the entertainment industry, the arts, publishing, journals of opinion, the academy, the legal profession, and government.</p>
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<p>E a proposito da comparaçao entre a revolta do John Brown e o massacre do Hamas</p>
<p>Note-se que o final do texto alude, de forma totalmente demagógica e a-histórica, a uma canção cantada pelos soldados afro-americanos do 2.º batalhão de infantaria da milícia de Massachusetts durante a Guerra Civil Americana. Esta canção prestava homenagem à revolta liderada pelo escravo John Brown e foi posteriormente reescrita, incluindo numa versão nacional-patriótica. A canção original termina da seguinte forma: “Ele [John Brown] foi um soldado no exército do Senhor, a sua alma está em marcha”. A exclamação “Glória, glória, Aleluia” foi acrescentada mais tarde.</p>
<p>Esta comparação ignóbil entre uma revolta de escravos afro-americanos em 1859 e o pogrom organizado por uma milícia de pelo menos 30.000 homens equipados com armas modernas, cujos chefes recebem 30 milhões de dólares por mês só em Gaza, sem contar com as fortunas pessoais e os esquemas financeiros dos seus chefes noutros países, é verdadeiramente vergonhosa! Gostaríamos que Finkelstein e todos os outros idiotas perigosos que partilham as suas opiniões nos dessem o exemplo de um único campo de concentração na história em que os gestores de um local de confinamento autorizassem a existência de uma milícia de prisioneiros super-armados e bem alimentados e lhes fornecessem milhões todos os meses para gerir o seu “campo” e os seus companheiros de prisão!</p>
<p>Traduzido com a versão gratuita do tradutor – DeepL.com</p>
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<p>Ultima falsificacao do Finkelstein<br />
Ele afirma que levou “vários dias” (quantos ???) para descobrir a escala do massacre de civis perpetrado pelos islamitas em 7 de outubro. Isso não é verdade, porque em 9 de outubro de 2023 a imprensa já estava noticiando 1.400 mortos, incluindo 600 civis israelenses!<br />
E ele sabia muito bem que o Hamas controla Gaza … e nao os Palestinos !!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
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