<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A seita	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2023/12/150931/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 13:53:16 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1099386</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:53:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1099386</guid>

					<description><![CDATA[O que se vai ouvindo dentro de várias lojas da IKEA em Portugal está bem longe da imagem “bonita” que a marca passa cá para fora. Entre colaboradores, há uma sensação cada vez mais comum de que o ambiente interno anda pesado há já algum tempo — e que ninguém no topo parece realmente querer mexer nisso.

Muito disto começa, segundo vários relatos, na forma como a liderança funciona. Fala-se de uma direção com um estilo mais autoritário do que próximo, pouco aberta a ouvir críticas e que acaba por passar essa pressão para baixo. Resultado: chefias intermédias apertadas, equipas cansadas e pouca margem para dizer “isto não está bem”.

E quando alguém fala… raramente dá em alguma coisa. Há uma ideia muito forte de que certas pessoas estão protegidas dentro da empresa. Os nomes de João Ventura (Business Manager) e Lélia Pontes (Pessoas e Cultura) aparecem várias vezes nestas conversas, com colaboradores a dizerem que, mesmo havendo queixas, nada lhes acontece.

Depois há o dia a dia, que para muita gente é onde as coisas mais se notam. Muita decisão importante — mudanças de função, promoções, oportunidades — é vista como pouco transparente. Em vez de mérito, fala-se de favoritismos, amizades e até ligações familiares a fazer a diferença. Quando tens casais, amigos ou familiares na mesma linha de chefia, é difícil acreditar que tudo é justo.

Em várias áreas — IKEA Food, restaurante, caixas, relação com o cliente, logística, vendas — aparecem histórias parecidas: constante formas de falar agressivas e situações que alguns colaboradores descrevem mesmo como assédio moral. Na área de IKEA Food, nomes como Ivo e Sérgio são apontados como exemplos de atitudes que criam um ambiente tenso e pouco respeitador.

A loja de Alfragide é muitas vezes referida como um dos casos mais complicados. Situações com Maria Tavares e Inès são faladas como especialmente graves, com pressão forte para aceitarem mudanças de função ou até descidas de categoria. Pelo que é dito, isto foi comunicado internamente — inclusive à área de Pessoas e Cultura, onde está Lélia Pontes — mas acabou por não dar em nada concreto.

Também há coisas que passam completamente dos limites profissionais. Fala-se de chefias a trocarem mensagens sobre colaboradores, a comentarem pessoas de forma negativa em conversas informais e até a partilharem informações que não deviam sair dali. E há relatos ainda mais delicados: envolvimentos pessoais entre chefias e colaboradores, incluindo situações com seguranças, o que levanta questões sérias sobre profissionalismo e conflitos de interesse.

Nas áreas de relação com o cliente e caixas, vários colaboradores dizem que não são todos tratados da mesma forma — há quem tenha mais facilidades, mais oportunidades, mais “empurrões”. Na logística, voltam a surgir temas de ligações familiares dentro da mesma estrutura. Nomes como Bruno Dias, Rui Estr , Sandra,  André, Petra, são mencionados nesses contextos.

Em vendas, também não faltam críticas. Responsáveis como José Martins( de grande incompetencia) , Joana Amorim e Miguel Andrade, são referidos por causa da forma como lideram equipas, nem sempre vista como positiva. Ao mesmo tempo, continuam a aparecer relatos sobre João Ventura, incluindo alegações de comportamentos inadequados e situações de assédio a colaboradoras.

No meio disto tudo, o que mais se ouve é isto: “já foi dito, já foi reportado… e nada mudou”. Muitos colaboradores sentem que, em vez de se resolverem problemas, se tenta abafar ou desvalorizar. Em alguns casos, quem fala ainda acaba por se sentir exposto ou desacreditado.

O resultado é um ambiente complicado — medo, desgaste, pouca motivação. Há mais absentismo, mais gente a sair e menos confiança dentro das equipas. E isso acaba por chocar com aquilo que a IKEA diz defender cá fora: respeito, transparência e preocupação com as pessoas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que se vai ouvindo dentro de várias lojas da IKEA em Portugal está bem longe da imagem “bonita” que a marca passa cá para fora. Entre colaboradores, há uma sensação cada vez mais comum de que o ambiente interno anda pesado há já algum tempo — e que ninguém no topo parece realmente querer mexer nisso.</p>
<p>Muito disto começa, segundo vários relatos, na forma como a liderança funciona. Fala-se de uma direção com um estilo mais autoritário do que próximo, pouco aberta a ouvir críticas e que acaba por passar essa pressão para baixo. Resultado: chefias intermédias apertadas, equipas cansadas e pouca margem para dizer “isto não está bem”.</p>
<p>E quando alguém fala… raramente dá em alguma coisa. Há uma ideia muito forte de que certas pessoas estão protegidas dentro da empresa. Os nomes de João Ventura (Business Manager) e Lélia Pontes (Pessoas e Cultura) aparecem várias vezes nestas conversas, com colaboradores a dizerem que, mesmo havendo queixas, nada lhes acontece.</p>
<p>Depois há o dia a dia, que para muita gente é onde as coisas mais se notam. Muita decisão importante — mudanças de função, promoções, oportunidades — é vista como pouco transparente. Em vez de mérito, fala-se de favoritismos, amizades e até ligações familiares a fazer a diferença. Quando tens casais, amigos ou familiares na mesma linha de chefia, é difícil acreditar que tudo é justo.</p>
<p>Em várias áreas — IKEA Food, restaurante, caixas, relação com o cliente, logística, vendas — aparecem histórias parecidas: constante formas de falar agressivas e situações que alguns colaboradores descrevem mesmo como assédio moral. Na área de IKEA Food, nomes como Ivo e Sérgio são apontados como exemplos de atitudes que criam um ambiente tenso e pouco respeitador.</p>
<p>A loja de Alfragide é muitas vezes referida como um dos casos mais complicados. Situações com Maria Tavares e Inès são faladas como especialmente graves, com pressão forte para aceitarem mudanças de função ou até descidas de categoria. Pelo que é dito, isto foi comunicado internamente — inclusive à área de Pessoas e Cultura, onde está Lélia Pontes — mas acabou por não dar em nada concreto.</p>
<p>Também há coisas que passam completamente dos limites profissionais. Fala-se de chefias a trocarem mensagens sobre colaboradores, a comentarem pessoas de forma negativa em conversas informais e até a partilharem informações que não deviam sair dali. E há relatos ainda mais delicados: envolvimentos pessoais entre chefias e colaboradores, incluindo situações com seguranças, o que levanta questões sérias sobre profissionalismo e conflitos de interesse.</p>
<p>Nas áreas de relação com o cliente e caixas, vários colaboradores dizem que não são todos tratados da mesma forma — há quem tenha mais facilidades, mais oportunidades, mais “empurrões”. Na logística, voltam a surgir temas de ligações familiares dentro da mesma estrutura. Nomes como Bruno Dias, Rui Estr , Sandra,  André, Petra, são mencionados nesses contextos.</p>
<p>Em vendas, também não faltam críticas. Responsáveis como José Martins( de grande incompetencia) , Joana Amorim e Miguel Andrade, são referidos por causa da forma como lideram equipas, nem sempre vista como positiva. Ao mesmo tempo, continuam a aparecer relatos sobre João Ventura, incluindo alegações de comportamentos inadequados e situações de assédio a colaboradoras.</p>
<p>No meio disto tudo, o que mais se ouve é isto: “já foi dito, já foi reportado… e nada mudou”. Muitos colaboradores sentem que, em vez de se resolverem problemas, se tenta abafar ou desvalorizar. Em alguns casos, quem fala ainda acaba por se sentir exposto ou desacreditado.</p>
<p>O resultado é um ambiente complicado — medo, desgaste, pouca motivação. Há mais absentismo, mais gente a sair e menos confiança dentro das equipas. E isso acaba por chocar com aquilo que a IKEA diz defender cá fora: respeito, transparência e preocupação com as pessoas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: fabio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1096374</link>

		<dc:creator><![CDATA[fabio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:27:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1096374</guid>

					<description><![CDATA[Ikea finge que tudo é mentira. Na logística de Alfragide o Bruno Dias tem a esposa e entrega mercadoria mas aqui não pode o Ikea fecha os olhos e não querem saber do código de conduta, assim como a Sandra ter o marido e O estrela e o André que até arranjaram um tachinho para  mulher num projeto. Os seguranças e colaboradores andarem também metidos com chefias que deviam dar o exemplo, como a Carla Pires e a Melissa e outras...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ikea finge que tudo é mentira. Na logística de Alfragide o Bruno Dias tem a esposa e entrega mercadoria mas aqui não pode o Ikea fecha os olhos e não querem saber do código de conduta, assim como a Sandra ter o marido e O estrela e o André que até arranjaram um tachinho para  mulher num projeto. Os seguranças e colaboradores andarem também metidos com chefias que deviam dar o exemplo, como a Carla Pires e a Melissa e outras&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1091242</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 16:24:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1091242</guid>

					<description><![CDATA[Exmo. Senhor CEO da IKEA,
Escrevo-lhe para expor uma realidade que muitos trabalhadores conhecem bem, mas que raramente chega aos níveis mais altos da empresa. Durante anos, têm existido inúmeras queixas internas e externas relacionadas com pressão excessiva, falta de apoio por parte das chefias e situações que muitos colaboradores descrevem como assédio moral e até sexual no local de trabalho.
Sempre que estas situações são levantadas, a reação mais comum por parte de alguns responsáveis é negar que os problemas existam ou tentar desvalorizar os relatos. Esta postura tem sido repetida ao longo de vários anos e cria um ambiente onde muitos trabalhadores sentem que não vale a pena falar, porque sabem que as suas preocupações dificilmente serão reconhecidas.
Falo também por experiência própria. Durante anos desempenhei funções de Team Leader dentro da empresa e sempre procurei cumprir o meu trabalho com dedicação e respeito pelos valores que a IKEA afirma defender. No entanto, ao longo do tempo comecei a enfrentar uma situação cada vez mais difícil, marcada por pressão constante e comportamentos que considero terem ultrapassado o limite do aceitável.
Em vez de apoio ou resolução dos problemas,  várias chefias como na altura o Responsavel Pedro Santos, chefias de Bac, transportes Claudia Frasquilho e chefia de caixas Nádia Geraldes  se alinharam numa tentativa de transferir responsabilidades e culpas para mim. A pressão tornou-se contínua e desgastante, ao ponto de afetar seriamente o meu bem-estar. Em vez de investigação imparcial ou diálogo construtivo, o ambiente tornou-se cada vez mais hostil, até chegar ao ponto em que senti que não tinha outra alternativa senão sair.
Esta experiência não é apresentada aqui como um caso isolado, mas como um exemplo de uma realidade que muitos trabalhadores descrevem ao longo dos anos. Existe uma grande diferença entre a imagem pública da IKEA — uma empresa que promove valores humanos, respeito e cuidado com as pessoas — e aquilo que alguns colaboradores vivem diariamente no terreno.
A marca IKEA é frequentemente apresentada como um exemplo de cultura organizacional positiva. No entanto, para muitos colaboradores, a realidade interna nem sempre reflete esses valores. Quando problemas são levantados e sistematicamente negados ou ignorados, cria-se um ambiente de desconfiança e frustração.
Este contacto não tem como objetivo atacar pessoas individualmente, mas sim chamar a atenção para uma situação estrutural que merece ser analisada com seriedade. Muitas destas realidades permanecem escondidas porque os colaboradores têm receio de falar pois sabem do que o Ikea é capaz.
Espero sinceramente que a liderança da empresa esteja disposta a ouvir estes relatos e a olhar para estas questões com transparência. Uma empresa que afirma colocar as pessoas no centro deve também estar disposta a ouvir quando essas mesmas pessoas dizem que algo não está a funcionar. É preciso mudar direções e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exmo. Senhor CEO da IKEA,<br />
Escrevo-lhe para expor uma realidade que muitos trabalhadores conhecem bem, mas que raramente chega aos níveis mais altos da empresa. Durante anos, têm existido inúmeras queixas internas e externas relacionadas com pressão excessiva, falta de apoio por parte das chefias e situações que muitos colaboradores descrevem como assédio moral e até sexual no local de trabalho.<br />
Sempre que estas situações são levantadas, a reação mais comum por parte de alguns responsáveis é negar que os problemas existam ou tentar desvalorizar os relatos. Esta postura tem sido repetida ao longo de vários anos e cria um ambiente onde muitos trabalhadores sentem que não vale a pena falar, porque sabem que as suas preocupações dificilmente serão reconhecidas.<br />
Falo também por experiência própria. Durante anos desempenhei funções de Team Leader dentro da empresa e sempre procurei cumprir o meu trabalho com dedicação e respeito pelos valores que a IKEA afirma defender. No entanto, ao longo do tempo comecei a enfrentar uma situação cada vez mais difícil, marcada por pressão constante e comportamentos que considero terem ultrapassado o limite do aceitável.<br />
Em vez de apoio ou resolução dos problemas,  várias chefias como na altura o Responsavel Pedro Santos, chefias de Bac, transportes Claudia Frasquilho e chefia de caixas Nádia Geraldes  se alinharam numa tentativa de transferir responsabilidades e culpas para mim. A pressão tornou-se contínua e desgastante, ao ponto de afetar seriamente o meu bem-estar. Em vez de investigação imparcial ou diálogo construtivo, o ambiente tornou-se cada vez mais hostil, até chegar ao ponto em que senti que não tinha outra alternativa senão sair.<br />
Esta experiência não é apresentada aqui como um caso isolado, mas como um exemplo de uma realidade que muitos trabalhadores descrevem ao longo dos anos. Existe uma grande diferença entre a imagem pública da IKEA — uma empresa que promove valores humanos, respeito e cuidado com as pessoas — e aquilo que alguns colaboradores vivem diariamente no terreno.<br />
A marca IKEA é frequentemente apresentada como um exemplo de cultura organizacional positiva. No entanto, para muitos colaboradores, a realidade interna nem sempre reflete esses valores. Quando problemas são levantados e sistematicamente negados ou ignorados, cria-se um ambiente de desconfiança e frustração.<br />
Este contacto não tem como objetivo atacar pessoas individualmente, mas sim chamar a atenção para uma situação estrutural que merece ser analisada com seriedade. Muitas destas realidades permanecem escondidas porque os colaboradores têm receio de falar pois sabem do que o Ikea é capaz.<br />
Espero sinceramente que a liderança da empresa esteja disposta a ouvir estes relatos e a olhar para estas questões com transparência. Uma empresa que afirma colocar as pessoas no centro deve também estar disposta a ouvir quando essas mesmas pessoas dizem que algo não está a funcionar. É preciso mudar direções e</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1089926</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:12:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1089926</guid>

					<description><![CDATA[Queixas sobre Perseguição, Assédio e Maus-Tratos na IKEA em Portugal

Vários colaboradores da IKEA em Portugal denunciaram perseguição, assédio moral e tratamento injusto por parte de chefias e team leaders. As situações mais graves envolvem os chefes Ivo e Sérgio, além da team leader Maria, que foi uma das vítimas mais afetadas. Também há a acusação de que Barbara Graf, Lélia e o Service Office estiveram envolvidos em ações para prejudicar alguns colaboradores.

1. Perseguição e Assédio pelos Chefes Ivo e Sérgio:

Os chefes Ivo e Sérgio são acusados de perseguir e assediar vários colaboradores, criando um ambiente de trabalho extremamente negativo. Eles são descritos como líderes autoritários, que usavam táticas intimidatórias e humilhações para controlar e pressionar os membros da equipe.

Pressão constante: Os colaboradores de várias áreas relatam que eram pressionados constantemente para atingir metas irreais e, aqueles que não conseguiam, eram frequentemente ameaçados ou humilhados.

Assédio psicológico: Muitos disseram que sofreram tratamento desumano, com gritos, ameaças e humilhação pública, o que causava grande desgaste emocional e psicológico.

2. Assédio à Team Leader Maria:

A Maria, que ocupava o cargo de team leader, foi uma das vítimas mais afetadas. Ela relatou sofrer assédio contínuo de suas chefias, especialmente de Ivo e Sérgio, que a pressionavam excessivamente e a tratavam de maneira desrespeitosa.

Perseguição pessoal: A Maria foi constantemente colocada em situações desconfortáveis e pressionada de forma injusta, sem apoio de seus superiores. Ela se sentiu isolada e desvalorizada dentro da empresa.

Falta de apoio: Quando tentou buscar ajuda ou denunciar os maus-tratos, a Maria não recebeu suporte da gestão, o que agravou ainda mais a situação.

3. Envolvimento de Barbara Graf, Lélia e Service Office:

Barbara Graf e Lélia, responsáveis pela área de People and Culture, são acusadas de não intervir para resolver esses problemas, permitindo que as chefias abusivas, como Ivo e Sérgio, continuassem com suas práticas. Além disso, há alegações de que a Service Office também desempenhou um papel no agravamento das situações, ignorando as queixas dos colaboradores e permitindo que o ciclo de assédio e perseguição persistisse.

Falta de ação: Tanto Barbara Graf quanto Lélia foram apontadas por não agir em defesa dos colaboradores, o que facilitou a perpetuação da cultura de assédio dentro da empresa.

Apoio à perseguição: Alguns colaboradores acreditam que Barbara e Lélia foram coniventes, ao não protegerem as vítimas e não tomarem as medidas necessárias para corrigir a situação.

Conclusão:

As queixas apontam para um ambiente de trabalho tóxico, marcado por perseguição, assédio psicológico e falta de apoio aos colaboradores. Ivo, Sérgio, e outros team leaders são acusados de liderar de maneira abusiva e desrespeitosa. A Maria, como team leader, foi uma das maiores vítimas, mas não recebeu o apoio que precisava. Além disso, a Barbara Graf, a Lélia e o Service Office são apontados como responsáveis por não tomarem as ações necessárias para resolver esses problemas, permitindo que os abusos continuassem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Queixas sobre Perseguição, Assédio e Maus-Tratos na IKEA em Portugal</p>
<p>Vários colaboradores da IKEA em Portugal denunciaram perseguição, assédio moral e tratamento injusto por parte de chefias e team leaders. As situações mais graves envolvem os chefes Ivo e Sérgio, além da team leader Maria, que foi uma das vítimas mais afetadas. Também há a acusação de que Barbara Graf, Lélia e o Service Office estiveram envolvidos em ações para prejudicar alguns colaboradores.</p>
<p>1. Perseguição e Assédio pelos Chefes Ivo e Sérgio:</p>
<p>Os chefes Ivo e Sérgio são acusados de perseguir e assediar vários colaboradores, criando um ambiente de trabalho extremamente negativo. Eles são descritos como líderes autoritários, que usavam táticas intimidatórias e humilhações para controlar e pressionar os membros da equipe.</p>
<p>Pressão constante: Os colaboradores de várias áreas relatam que eram pressionados constantemente para atingir metas irreais e, aqueles que não conseguiam, eram frequentemente ameaçados ou humilhados.</p>
<p>Assédio psicológico: Muitos disseram que sofreram tratamento desumano, com gritos, ameaças e humilhação pública, o que causava grande desgaste emocional e psicológico.</p>
<p>2. Assédio à Team Leader Maria:</p>
<p>A Maria, que ocupava o cargo de team leader, foi uma das vítimas mais afetadas. Ela relatou sofrer assédio contínuo de suas chefias, especialmente de Ivo e Sérgio, que a pressionavam excessivamente e a tratavam de maneira desrespeitosa.</p>
<p>Perseguição pessoal: A Maria foi constantemente colocada em situações desconfortáveis e pressionada de forma injusta, sem apoio de seus superiores. Ela se sentiu isolada e desvalorizada dentro da empresa.</p>
<p>Falta de apoio: Quando tentou buscar ajuda ou denunciar os maus-tratos, a Maria não recebeu suporte da gestão, o que agravou ainda mais a situação.</p>
<p>3. Envolvimento de Barbara Graf, Lélia e Service Office:</p>
<p>Barbara Graf e Lélia, responsáveis pela área de People and Culture, são acusadas de não intervir para resolver esses problemas, permitindo que as chefias abusivas, como Ivo e Sérgio, continuassem com suas práticas. Além disso, há alegações de que a Service Office também desempenhou um papel no agravamento das situações, ignorando as queixas dos colaboradores e permitindo que o ciclo de assédio e perseguição persistisse.</p>
<p>Falta de ação: Tanto Barbara Graf quanto Lélia foram apontadas por não agir em defesa dos colaboradores, o que facilitou a perpetuação da cultura de assédio dentro da empresa.</p>
<p>Apoio à perseguição: Alguns colaboradores acreditam que Barbara e Lélia foram coniventes, ao não protegerem as vítimas e não tomarem as medidas necessárias para corrigir a situação.</p>
<p>Conclusão:</p>
<p>As queixas apontam para um ambiente de trabalho tóxico, marcado por perseguição, assédio psicológico e falta de apoio aos colaboradores. Ivo, Sérgio, e outros team leaders são acusados de liderar de maneira abusiva e desrespeitosa. A Maria, como team leader, foi uma das maiores vítimas, mas não recebeu o apoio que precisava. Além disso, a Barbara Graf, a Lélia e o Service Office são apontados como responsáveis por não tomarem as ações necessárias para resolver esses problemas, permitindo que os abusos continuassem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1088674</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:19:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1088674</guid>

					<description><![CDATA[Em Portugal, assim como em outros países, começam a surgir relatos que apontam para práticas semelhantes de vigilância e espionagem no ambiente de trabalho, especialmente em grandes empresas como a IKEA. Há denúncias de que em algumas lojas e até em centros de distribuição, certos gestores e chefias formam grupos para vigiar os colaboradores, com o intuito de monitorizar sua vida pessoal. Eles pagam a terceiros para observar com quem esses colaboradores se relacionam, onde frequentam e até para interceptar conversas privadas. O objetivo é identificar qualquer comportamento que possa ser considerado &quot;inadequado&quot; ou, em muitos casos, para acusar os colaboradores injustamente de atitudes que não cometeram.

Uma das acusações mais graves que circulam em Portugal envolve a diretora de uma loja, Bárbara, que tem sido descrita por vários colaboradores como uma figura autoritária e quase &quot;ditatorial&quot;. Segundo relatos, ela e seu grupo de chefias têm sido responsáveis por assédios psicológicos e comportamentos impróprios para com os colaboradores, com a intenção de desestabilizar as suas vidas profissionais. Além disso, há ainda denúncias de difamação, onde colaboradores são injustamente acusados de má conduta ou de comportamentos inapropriados sem fundamento real, o que gera um clima de constante medo e insegurança no ambiente de trabalho. A chefia Lélia também faz parte deste grupo.

A IKEA Portugal, como a IKEA França, nega qualquer envolvimento em práticas desse tipo e afirma que esses relatos são infundados. No entanto, muitos dos que passaram por essas experiências afirmam que a falta de transparência e a ausência de canais claros de denúncia contribuem para a perpetuação de tais situações, tornando difícil para os trabalhadores se sentirem protegidos.

Embora não haja ainda uma investigação formal em Portugal como a que ocorreu na França, a situação é preocupante, principalmente por afetar o bem-estar e a dignidade dos colaboradores. As denúncias de assédio e vigilância massiva exigem uma atenção maior por parte das autoridades e das próprias empresas, para que práticas abusivas não sejam permitidas e que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados.

Seja na França ou em Portugal, casos como este levantam questões sobre privacidade no local de trabalho e sobre a necessidade de se estabelecer um equilíbrio entre a segurança da empresa e os direitos dos seus colaboradores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, assim como em outros países, começam a surgir relatos que apontam para práticas semelhantes de vigilância e espionagem no ambiente de trabalho, especialmente em grandes empresas como a IKEA. Há denúncias de que em algumas lojas e até em centros de distribuição, certos gestores e chefias formam grupos para vigiar os colaboradores, com o intuito de monitorizar sua vida pessoal. Eles pagam a terceiros para observar com quem esses colaboradores se relacionam, onde frequentam e até para interceptar conversas privadas. O objetivo é identificar qualquer comportamento que possa ser considerado &#8220;inadequado&#8221; ou, em muitos casos, para acusar os colaboradores injustamente de atitudes que não cometeram.</p>
<p>Uma das acusações mais graves que circulam em Portugal envolve a diretora de uma loja, Bárbara, que tem sido descrita por vários colaboradores como uma figura autoritária e quase &#8220;ditatorial&#8221;. Segundo relatos, ela e seu grupo de chefias têm sido responsáveis por assédios psicológicos e comportamentos impróprios para com os colaboradores, com a intenção de desestabilizar as suas vidas profissionais. Além disso, há ainda denúncias de difamação, onde colaboradores são injustamente acusados de má conduta ou de comportamentos inapropriados sem fundamento real, o que gera um clima de constante medo e insegurança no ambiente de trabalho. A chefia Lélia também faz parte deste grupo.</p>
<p>A IKEA Portugal, como a IKEA França, nega qualquer envolvimento em práticas desse tipo e afirma que esses relatos são infundados. No entanto, muitos dos que passaram por essas experiências afirmam que a falta de transparência e a ausência de canais claros de denúncia contribuem para a perpetuação de tais situações, tornando difícil para os trabalhadores se sentirem protegidos.</p>
<p>Embora não haja ainda uma investigação formal em Portugal como a que ocorreu na França, a situação é preocupante, principalmente por afetar o bem-estar e a dignidade dos colaboradores. As denúncias de assédio e vigilância massiva exigem uma atenção maior por parte das autoridades e das próprias empresas, para que práticas abusivas não sejam permitidas e que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados.</p>
<p>Seja na França ou em Portugal, casos como este levantam questões sobre privacidade no local de trabalho e sobre a necessidade de se estabelecer um equilíbrio entre a segurança da empresa e os direitos dos seus colaboradores</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: tomaz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1087393</link>

		<dc:creator><![CDATA[tomaz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 14:24:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1087393</guid>

					<description><![CDATA[É de conhecimento de muitos que a IKEA tem enfrentado sérios problemas internos relacionados à gestão de segurança, com a saída de vários chefes de segurança da empresa, que foram forçados a assinar acordos de sigilo. Esses acordos visam impedir que práticas prejudiciais à imagem da companhia sejam expostas. Entre as alegações que circulam, destacam-se desvios financeiros, faturação irregular e coercitividade de colaboradores, que foram forçados a assinar cartas de rescisão em condições que colocaram em risco seus direitos trabalhistas.

Além disso, denúncias de assédio e manipulação de processos de ascensão na hierarquia da empresa têm sido levantadas. Fontes internas indicam que existem relatos de pessoas sendo pressionadas para participar de jogos de poder, onde a integridade e a ética no trabalho foram comprometidas.

Estes casos incluem ainda comportamentos questionáveis de vários gestores, como o envolvimento de chefias com colaboradores da Prosegur, como é o caso de Carla Pires e Melissa. Há até mesmo indícios de que, em algumas situações, determinadas chefias receberam atestados médicos para se ausentarem do trabalho enquanto desfrutavam de condições confortáveis, distantes das responsabilidades da empresa.

Embora a IKEA continue a negar essas acusações, existem provas substanciais, como fotos e mensagens, que demonstram a má conduta de algumas das pessoas envolvidas. O mais alarmante é que, em vez de tomar providências e investigar as denúncias, a IKEA tem agido para culpar os colaboradores que se sentem coagidos a permanecer no silêncio, ao mesmo tempo em que nega qualquer tipo de irregularidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É de conhecimento de muitos que a IKEA tem enfrentado sérios problemas internos relacionados à gestão de segurança, com a saída de vários chefes de segurança da empresa, que foram forçados a assinar acordos de sigilo. Esses acordos visam impedir que práticas prejudiciais à imagem da companhia sejam expostas. Entre as alegações que circulam, destacam-se desvios financeiros, faturação irregular e coercitividade de colaboradores, que foram forçados a assinar cartas de rescisão em condições que colocaram em risco seus direitos trabalhistas.</p>
<p>Além disso, denúncias de assédio e manipulação de processos de ascensão na hierarquia da empresa têm sido levantadas. Fontes internas indicam que existem relatos de pessoas sendo pressionadas para participar de jogos de poder, onde a integridade e a ética no trabalho foram comprometidas.</p>
<p>Estes casos incluem ainda comportamentos questionáveis de vários gestores, como o envolvimento de chefias com colaboradores da Prosegur, como é o caso de Carla Pires e Melissa. Há até mesmo indícios de que, em algumas situações, determinadas chefias receberam atestados médicos para se ausentarem do trabalho enquanto desfrutavam de condições confortáveis, distantes das responsabilidades da empresa.</p>
<p>Embora a IKEA continue a negar essas acusações, existem provas substanciais, como fotos e mensagens, que demonstram a má conduta de algumas das pessoas envolvidas. O mais alarmante é que, em vez de tomar providências e investigar as denúncias, a IKEA tem agido para culpar os colaboradores que se sentem coagidos a permanecer no silêncio, ao mesmo tempo em que nega qualquer tipo de irregularidade</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: marisa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1085887</link>

		<dc:creator><![CDATA[marisa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 11:15:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1085887</guid>

					<description><![CDATA[Sou colaboradora da Ikea de Loulé há 4 anos e uns meses, até há 1 ano atrás gostava de trabalhar na Ikea , mas atualmente procuro outro trabalho, somos deixadas na caixa a fazer tudo, querem que se controle o cliente, ajude mias que 1 cliente ao mesmo tempo, estejamos sempre disponíveis e depois não temos segurança no nosso trabalho, passamos horas de pé sem qualquer preocupação com a nossa saúde e tem front liner incompetentes que subiram por cunhas e uns por andam envolvidos uns com os outros e uma chefias intragável. O departamento de RH sõ quer passar boa imagem e não quer saber dos colaboradores. O que falam sobre o Ikea é verdade mude as direcoes e chefias nas lojas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou colaboradora da Ikea de Loulé há 4 anos e uns meses, até há 1 ano atrás gostava de trabalhar na Ikea , mas atualmente procuro outro trabalho, somos deixadas na caixa a fazer tudo, querem que se controle o cliente, ajude mias que 1 cliente ao mesmo tempo, estejamos sempre disponíveis e depois não temos segurança no nosso trabalho, passamos horas de pé sem qualquer preocupação com a nossa saúde e tem front liner incompetentes que subiram por cunhas e uns por andam envolvidos uns com os outros e uma chefias intragável. O departamento de RH sõ quer passar boa imagem e não quer saber dos colaboradores. O que falam sobre o Ikea é verdade mude as direcoes e chefias nas lojas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: rita		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1085884</link>

		<dc:creator><![CDATA[rita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 10:53:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1085884</guid>

					<description><![CDATA[ 
As situações dentro da Ikea são graves e recorrentes e não
podem continuar a ser ignoradas ou abafadas.
A Ikea afirma publicamente que aceita a existência dos sindicatos,
mas na prática o sindicato é completamente impedido de atuar. Não existe
qualquer contacto real entre o sindicato e a Ikea, o sindicato não pode entrar
nas instalações e não há qualquer tipo de comunicação, isto por si só, já é
muito preocupante e contrário à legislação.
Mais grave ainda a direção e várias chefias falam
abertamente mal dos sindicatos e de quem é sindicalizado. Colaboradores que se
sabe serem sindicalizados são excluídos, muitos colegas afastam-se e são alvo
de comentários, bocas e atitudes discriminatórias, isto é perseguição.
A Ikea tem tido muitas queixas de assédios, abusos de poder
e maus tratos, tanto de chefias sobre colaboradores, como entre chefias. A
resposta da Ikea é sempre a mesma, dizer que é tudo mentira e proteger quem
está no topo, ignorando completamente quem fazem sofrer.
Há situações ainda mais graves e ilegais, nomeadamente
favores entre chefes de seguranças da Ikea e chefe de Risk e outras entidades
para vigiar e controlar colaboradores e chefias, numa tentativa de “apanhar
alguma coisa” contra eles. É inadmissível e totalmente ilegal.
A Ikea está sobre uma direção autoritária, que denigre a
imagem de colaboradores, que afirma que “eu é quem mando e decido” sem
respeitar os valores da Ikea e valores humanos. O mais chocante é que a Ikea
sabendo disto nada faz, ainda usa colaboradores para que estes sejam os
culpados.
Esta direção com outras chefias de segurança, chefia de risk,
o antigo Chefe Claúdio Valente e outras chefias, tentam prejudicar de propósito
vários colaboradores, através da difamação interna, afastar colegas. Criar ambiente
de medo.
Existem vários casos de chefias e colaboradores que tiveram
de sair da Ikea, onde a empresa obrigou a um pedido de sigilo feito pela Ikea
para que os motivos reais nunca fossem conhecidos (por exemplo Ex chefias de
logística, customer relations, chefes de segurança, etc.)
Um caso mais recente o da Maria loja Alfragide que foi alvo
de maus-tratos, difamação, humilhação e perseguição. Foi forcada a baixar a sua
categoria profissional depois da direção (Barbara Graf), a responsável de
people and culture(lélia) e chefias como (Ivo Coutinho e Sérgio Botelho) com
outras teams leaders de outras secções a ajudares, denegriram o seu trabalho e aproveitam-se
da sua fragilidade foi pressionada a assinar o acordo um processo injusto. A
Lélia andava sempre atrás dela a pressionar com conversas e emails para ela
assinar.
Estes são apenas alguns exemplos de má conduta sistemática,
abuso de poder, perseguição e assédios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <br />
As situações dentro da Ikea são graves e recorrentes e não<br />
podem continuar a ser ignoradas ou abafadas.<br />
A Ikea afirma publicamente que aceita a existência dos sindicatos,<br />
mas na prática o sindicato é completamente impedido de atuar. Não existe<br />
qualquer contacto real entre o sindicato e a Ikea, o sindicato não pode entrar<br />
nas instalações e não há qualquer tipo de comunicação, isto por si só, já é<br />
muito preocupante e contrário à legislação.<br />
Mais grave ainda a direção e várias chefias falam<br />
abertamente mal dos sindicatos e de quem é sindicalizado. Colaboradores que se<br />
sabe serem sindicalizados são excluídos, muitos colegas afastam-se e são alvo<br />
de comentários, bocas e atitudes discriminatórias, isto é perseguição.<br />
A Ikea tem tido muitas queixas de assédios, abusos de poder<br />
e maus tratos, tanto de chefias sobre colaboradores, como entre chefias. A<br />
resposta da Ikea é sempre a mesma, dizer que é tudo mentira e proteger quem<br />
está no topo, ignorando completamente quem fazem sofrer.<br />
Há situações ainda mais graves e ilegais, nomeadamente<br />
favores entre chefes de seguranças da Ikea e chefe de Risk e outras entidades<br />
para vigiar e controlar colaboradores e chefias, numa tentativa de “apanhar<br />
alguma coisa” contra eles. É inadmissível e totalmente ilegal.<br />
A Ikea está sobre uma direção autoritária, que denigre a<br />
imagem de colaboradores, que afirma que “eu é quem mando e decido” sem<br />
respeitar os valores da Ikea e valores humanos. O mais chocante é que a Ikea<br />
sabendo disto nada faz, ainda usa colaboradores para que estes sejam os<br />
culpados.<br />
Esta direção com outras chefias de segurança, chefia de risk,<br />
o antigo Chefe Claúdio Valente e outras chefias, tentam prejudicar de propósito<br />
vários colaboradores, através da difamação interna, afastar colegas. Criar ambiente<br />
de medo.<br />
Existem vários casos de chefias e colaboradores que tiveram<br />
de sair da Ikea, onde a empresa obrigou a um pedido de sigilo feito pela Ikea<br />
para que os motivos reais nunca fossem conhecidos (por exemplo Ex chefias de<br />
logística, customer relations, chefes de segurança, etc.)<br />
Um caso mais recente o da Maria loja Alfragide que foi alvo<br />
de maus-tratos, difamação, humilhação e perseguição. Foi forcada a baixar a sua<br />
categoria profissional depois da direção (Barbara Graf), a responsável de<br />
people and culture(lélia) e chefias como (Ivo Coutinho e Sérgio Botelho) com<br />
outras teams leaders de outras secções a ajudares, denegriram o seu trabalho e aproveitam-se<br />
da sua fragilidade foi pressionada a assinar o acordo um processo injusto. A<br />
Lélia andava sempre atrás dela a pressionar com conversas e emails para ela<br />
assinar.<br />
Estes são apenas alguns exemplos de má conduta sistemática,<br />
abuso de poder, perseguição e assédios.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1085135</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 10:39:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1085135</guid>

					<description><![CDATA[Sou colaboradora da Ikea de Loulé há 4 anos e uns meses, até há 1 ano atras gostava de trabalhar na Ikea , mas atualmente procuro outro trabalho, somos deixadas na caixa a fazer tudo, querem que se controle o cliente, ajude mias que 1 cliente ao memso tempo, estejamos sempre disponíveis e depois não temos segurança no nosso trabalho, passamos horas de pé sem qualquer preocupação com a nossa saúde e tem front liner incompetentes que subiram por cunhas e uns por enrolancos e uma chefias intragável. O deparemnto de RH  so quer passar boa imagem e não quer saber dos colabodaores.  Falam mal de colabordores e a direcao é das piores,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou colaboradora da Ikea de Loulé há 4 anos e uns meses, até há 1 ano atras gostava de trabalhar na Ikea , mas atualmente procuro outro trabalho, somos deixadas na caixa a fazer tudo, querem que se controle o cliente, ajude mias que 1 cliente ao memso tempo, estejamos sempre disponíveis e depois não temos segurança no nosso trabalho, passamos horas de pé sem qualquer preocupação com a nossa saúde e tem front liner incompetentes que subiram por cunhas e uns por enrolancos e uma chefias intragável. O deparemnto de RH  so quer passar boa imagem e não quer saber dos colabodaores.  Falam mal de colabordores e a direcao é das piores,</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: paula		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2023/12/150931/#comment-1084864</link>

		<dc:creator><![CDATA[paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 11:11:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=150931#comment-1084864</guid>

					<description><![CDATA[Classificada 1 em 5 estrelas
Ikea com vários problemas internos

Ikea com vários problemas internos, há falta de transparência e situações de assédio que são ignoradas ou escondidas, muitos colaboradores sentem-se mal tratados, com favoritismos e uma gestão autoritária e ditadora e que cria um ambiente de trabalho negativo. Responsável de horários, compactua com as chefias por amizades, abriram mesmo há anos a vaga para ele entrar e os horários são constantemente alterados. Então o Cláudio e muitas teams leaders sobem pala amizade e depois vem a Ikea dizer que é a melhor empresa?
Chefias que se meteram com colaboradores, com namorados de outras e maridos, um exemplo da cultura Ikea, temas leader Logística, chefes de vendas, teams leader Customer Relation e chefe Ikea Business]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Classificada 1 em 5 estrelas<br />
Ikea com vários problemas internos</p>
<p>Ikea com vários problemas internos, há falta de transparência e situações de assédio que são ignoradas ou escondidas, muitos colaboradores sentem-se mal tratados, com favoritismos e uma gestão autoritária e ditadora e que cria um ambiente de trabalho negativo. Responsável de horários, compactua com as chefias por amizades, abriram mesmo há anos a vaga para ele entrar e os horários são constantemente alterados. Então o Cláudio e muitas teams leaders sobem pala amizade e depois vem a Ikea dizer que é a melhor empresa?<br />
Chefias que se meteram com colaboradores, com namorados de outras e maridos, um exemplo da cultura Ikea, temas leader Logística, chefes de vendas, teams leader Customer Relation e chefe Ikea Business</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
