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	Comentários sobre: Ikea, a grande mentira	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: paula		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1140379</link>

		<dc:creator><![CDATA[paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal.

Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas.

E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas &quot;queixas de colaboradores&quot;.

Há casos concretos .

Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão.

Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People &#038; Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar.

E a Maria não é a única.

A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles.

Há pessoas que foram silenciadas.

Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas.

Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível.

Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade.

Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa.



Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema.

Não pode ser sempre a chefia a ser protegida.

Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar.



É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes.

E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo.

A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho.

Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia.

Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro.


Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People &#038; Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos.


Chegou o momento de mudar.

Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar.

Ninguém deveria ser perseguido por falar.

Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal.</p>
<p>Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas.</p>
<p>E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas &#8220;queixas de colaboradores&#8221;.</p>
<p>Há casos concretos .</p>
<p>Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão.</p>
<p>Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People &amp; Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar.</p>
<p>E a Maria não é a única.</p>
<p>A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles.</p>
<p>Há pessoas que foram silenciadas.</p>
<p>Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas.</p>
<p>Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível.</p>
<p>Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade.</p>
<p>Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa.</p>
<p>Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema.</p>
<p>Não pode ser sempre a chefia a ser protegida.</p>
<p>Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar.</p>
<p>É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes.</p>
<p>E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo.</p>
<p>A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho.</p>
<p>Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia.</p>
<p>Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro.</p>
<p>Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People &amp; Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos.</p>
<p>Chegou o momento de mudar.</p>
<p>Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar.</p>
<p>Ninguém deveria ser perseguido por falar.</p>
<p>Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: caty		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1140372</link>

		<dc:creator><![CDATA[caty]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:27:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A IKEA nega tudo e apresenta-se como uma empresa exemplar, mas devia olhar com mais atenção para aquilo que realmente acontece dentro da empresa.

Em particular, deveriam analisar como determinadas Team Leaders por exemplo Melissa, carina etc  chegaram às posições que ocupam e olhar seriamente para o estado do departamento de Customer Relations, que está completamente minado.Em Alfragide os exemplos encobertos são muitos.

Existem situações e comportamentos que deveriam ser analisados de forma séria e imparcial. Team leader de caixas e Bac,assediarem segurancas com mensagens que poderão comprovar contactos e convites feitos durante o horário de trabalho, incluindo mensagens de natureza inadequada e marcações de encontros com elementos da segurança e outros colaboradores.

Também existem situações relacionadas com baixas médicas e comportamentos ocorridos que dizem estar doentes e afins e depois andam a passear, envolvidas com elementos prosegur, colaboradores, chefias...

 Se a IKEA considera que é uma empresa exemplar, então deveria estar disponível para analisar estes factos de forma transparente, em vez de simplesmente negar tudo .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IKEA nega tudo e apresenta-se como uma empresa exemplar, mas devia olhar com mais atenção para aquilo que realmente acontece dentro da empresa.</p>
<p>Em particular, deveriam analisar como determinadas Team Leaders por exemplo Melissa, carina etc  chegaram às posições que ocupam e olhar seriamente para o estado do departamento de Customer Relations, que está completamente minado.Em Alfragide os exemplos encobertos são muitos.</p>
<p>Existem situações e comportamentos que deveriam ser analisados de forma séria e imparcial. Team leader de caixas e Bac,assediarem segurancas com mensagens que poderão comprovar contactos e convites feitos durante o horário de trabalho, incluindo mensagens de natureza inadequada e marcações de encontros com elementos da segurança e outros colaboradores.</p>
<p>Também existem situações relacionadas com baixas médicas e comportamentos ocorridos que dizem estar doentes e afins e depois andam a passear, envolvidas com elementos prosegur, colaboradores, chefias&#8230;</p>
<p> Se a IKEA considera que é uma empresa exemplar, então deveria estar disponível para analisar estes factos de forma transparente, em vez de simplesmente negar tudo .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: catia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1135537</link>

		<dc:creator><![CDATA[catia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:32:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É preocupante que, perante sucessivas denúncias de colaboradores, a IKEA continue a negar situações alegadamente relacionadas com assédio, perseguição, abuso de poder, humilhação, descredibilização de trabalhadores, avaliações injustas, favoritismo e conflitos de interesses.

Entre as pessoas cuja atuação deverá ser investigada encontram-se Barbara, Bruno (Logística), Narciso, Rui (Logística), Sandra Batista, Claudia (Logística), Jose Martins, Joao Ventura, Carla Pires, Jonny e a Team Leader de Caixas, bem como a atuação da responsável de Recursos Humanos.

Existem alegações de que, em determinados casos, relações de amizade, proximidade pessoal ou relacionamentos entre chefias e colaboradores poderão ter influenciado avaliações, oportunidades, tratamento profissional e decisões internas. Deverão também ser investigadas as alegações relativas a comportamentos inadequados, incluindo situações de flirt ou aproximações indesejadas, bem como eventuais situações de favorecimento e retaliação.

Os departamentos de Logística, Customer Relations e IKEA Food são apontados por vários relatos como áreas onde existirá uma forte perceção de favoritismo e do chamado “fator C”, em detrimento de critérios objetivos e de igualdade de tratamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É preocupante que, perante sucessivas denúncias de colaboradores, a IKEA continue a negar situações alegadamente relacionadas com assédio, perseguição, abuso de poder, humilhação, descredibilização de trabalhadores, avaliações injustas, favoritismo e conflitos de interesses.</p>
<p>Entre as pessoas cuja atuação deverá ser investigada encontram-se Barbara, Bruno (Logística), Narciso, Rui (Logística), Sandra Batista, Claudia (Logística), Jose Martins, Joao Ventura, Carla Pires, Jonny e a Team Leader de Caixas, bem como a atuação da responsável de Recursos Humanos.</p>
<p>Existem alegações de que, em determinados casos, relações de amizade, proximidade pessoal ou relacionamentos entre chefias e colaboradores poderão ter influenciado avaliações, oportunidades, tratamento profissional e decisões internas. Deverão também ser investigadas as alegações relativas a comportamentos inadequados, incluindo situações de flirt ou aproximações indesejadas, bem como eventuais situações de favorecimento e retaliação.</p>
<p>Os departamentos de Logística, Customer Relations e IKEA Food são apontados por vários relatos como áreas onde existirá uma forte perceção de favoritismo e do chamado “fator C”, em detrimento de critérios objetivos e de igualdade de tratamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: RUI		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1118874</link>

		<dc:creator><![CDATA[RUI]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:25:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou chefe na IKEA Braga e o excesso de trabalho e pressão é muita. Temos de ter mais que uma secção, ter inúmeras tarefas e noutras lojas não é assim. Não pagam assim tão bem, já vivi assédio por parte da direção e se não gostam de ti põem-te de lado e fazem-te a vida negra. Vários relatos sobre trabalhar na Ikea e são uma grande verdade, tenho vários amigos noutras lojas e todos se queixam do mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou chefe na IKEA Braga e o excesso de trabalho e pressão é muita. Temos de ter mais que uma secção, ter inúmeras tarefas e noutras lojas não é assim. Não pagam assim tão bem, já vivi assédio por parte da direção e se não gostam de ti põem-te de lado e fazem-te a vida negra. Vários relatos sobre trabalhar na Ikea e são uma grande verdade, tenho vários amigos noutras lojas e todos se queixam do mesmo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: raquel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1115868</link>

		<dc:creator><![CDATA[raquel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:26:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Existência de alegados comportamentos inadequados por parte de determinadas chefias e teams leaders como Logística Bruno D, Rui, Sandra, Claúdia e outros departamentos onde Narciso, João V, Luís, Miguel A, como José M, como Ricardo etc. tinham e têm abordagens pessoais a colegas e a outras pessoas que prestavam serviço na empresa, como promotoras, seguranças e mesmo enfermeiras. Existido alegados envolvimentos pessoais entre algumas chefias e colaboradores de diferentes áreas, levantando dúvidas sobre o cumprimento das regras de conduta e da obrigação de manter um ambiente de trabalho profissional. O Bruno com a enfermeira, ah vão agora dizer não é mentira!
estas situações são inadequadas e mesmo possíveis casos de assédio, pois estes chefes apesar de negarem foram vistos com algumas das pessoas alguns casadas, alguns deles também casados ou comprometidos, enviaram mensagens, redes sociais metiam-se com as promotoras e colegas. Apesar dos rumores e de algumas pessoas terem falado aos responsáveis superiores estas situações, tudo foi sempre negado, como é típico da empresa Ikea.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existência de alegados comportamentos inadequados por parte de determinadas chefias e teams leaders como Logística Bruno D, Rui, Sandra, Claúdia e outros departamentos onde Narciso, João V, Luís, Miguel A, como José M, como Ricardo etc. tinham e têm abordagens pessoais a colegas e a outras pessoas que prestavam serviço na empresa, como promotoras, seguranças e mesmo enfermeiras. Existido alegados envolvimentos pessoais entre algumas chefias e colaboradores de diferentes áreas, levantando dúvidas sobre o cumprimento das regras de conduta e da obrigação de manter um ambiente de trabalho profissional. O Bruno com a enfermeira, ah vão agora dizer não é mentira!<br />
estas situações são inadequadas e mesmo possíveis casos de assédio, pois estes chefes apesar de negarem foram vistos com algumas das pessoas alguns casadas, alguns deles também casados ou comprometidos, enviaram mensagens, redes sociais metiam-se com as promotoras e colegas. Apesar dos rumores e de algumas pessoas terem falado aos responsáveis superiores estas situações, tudo foi sempre negado, como é típico da empresa Ikea.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: barros		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1100946</link>

		<dc:creator><![CDATA[barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 10:35:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ikea tem pessoal a trabalhar para monitorizar tudo e até paga a pessoas internas para fazer comentários, aparecer em anúncios e dizer só bem da empresa. Triste empresa. E o pior é que os graves problemas na empresa continuam e o assédio é muito. No departamento de Customer relation Alfragide as chefias são péssimos exemplos, teams leader que andam com seguranças, team leader que têm os maridos lá e team leader que não cumprem o código conduta. Vergonho. Chefias de customer relations falam agressivas com colaboradores, quando as coisas não estão bem dão notas boas para calar os colaboradores alguns que não merecem mas são protegidos e o grupo de frontliner esses andam ali a ganhar dinheiro e alguns não tem competências, não asabem lidar com situacoes de stress, chegam a falar mal com o cliente e quando não gostam do colaborador fazem-lhe  avida um inferno. Chefias e frontliner fazem grandes pausas, entram de manha e vão todos juntos para a cantina comer durante cerca de 20 minutos, um abuso e de tarde igual. O grupo de customer relations é protegido pela amiga responsável de people and culture, amizades e favoritismos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ikea tem pessoal a trabalhar para monitorizar tudo e até paga a pessoas internas para fazer comentários, aparecer em anúncios e dizer só bem da empresa. Triste empresa. E o pior é que os graves problemas na empresa continuam e o assédio é muito. No departamento de Customer relation Alfragide as chefias são péssimos exemplos, teams leader que andam com seguranças, team leader que têm os maridos lá e team leader que não cumprem o código conduta. Vergonho. Chefias de customer relations falam agressivas com colaboradores, quando as coisas não estão bem dão notas boas para calar os colaboradores alguns que não merecem mas são protegidos e o grupo de frontliner esses andam ali a ganhar dinheiro e alguns não tem competências, não asabem lidar com situacoes de stress, chegam a falar mal com o cliente e quando não gostam do colaborador fazem-lhe  avida um inferno. Chefias e frontliner fazem grandes pausas, entram de manha e vão todos juntos para a cantina comer durante cerca de 20 minutos, um abuso e de tarde igual. O grupo de customer relations é protegido pela amiga responsável de people and culture, amizades e favoritismos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anonimo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1083880</link>

		<dc:creator><![CDATA[anonimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 12:51:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1083880</guid>

					<description><![CDATA[Exponho situações graves e estrutural dentro da Ikea e que afeta não apenas a mim, mas vários colaboradores ao longo dos anos.
Na Ikea existem grupos de pessoas maioritariamente em posição de direção e chefias, que trabalham juntas há muito tempo e que se protegem mutuamente. Sempre que um colaborador tenta denunciar situações de má liderança, tratamento inadequado ou injustiças por parte da sua chefia direta, o padrão repete-se e surgem de imediato várias chefias a desmentir todas as situações, a desacreditar o colaborador e a atribuir-lhe a responsabilidade do problema. Em muitos casos chegam mesmo a ser inventadas ou deturpadas situações sobre a pessoa em causa, levando ao seu isolamento e à perda de credibilidade junto aos colegas.
Estas situações criam ambientes de medo, desconfiança e silencio, onde os colaboradores deixam de se sentir seguros para falar. A Ikea acaba por proteger estruturas e relações pessoais em detrimento da verdade e do bem-estar dos colaboradores e de algumas chefias que também tem sido alvo destas situações.
Trabalho na Ikea há alguns anos e falo por experiência própria. Ao longo do tempo tenho sido alvo de decisões prejudiciais e injustificadas, fui dividida entre 2 secções sem critério objetivo, a minha avaliação de desempenho tem sido pouco clara, sem objetivos alcançáveis e prejudiciais. orientadas apenas para apontar defeitos, independentemente do trabalho realizado, refletindo uma relação pessoal deteriorada com a minha chefia direta.
Para me prejudicar fazem alterações nos horários e folgas, deliberadamente prejudiciais e enquanto a outros colegas veem sistematicamente atendidas as suas preferências.
Isto enquadra-se no assédio laboral, que a Ikea nega. É profundamente desmotivador constatar que a Ikea tem conhecimento de tudo, sabe o impacto negativo destas práticas e ainda sim opta por nada alterar.
Existem inúmeros casos de más chefes de secção e teams leaders que trabalham por favoritismos e subiram na Ikea inúmeras teams leaders por amizades tem sempre o apoio da responsável de people and culture que sendo amiga não trabalha de modo profissional e imparcial.
Existem muitos exemplos de vários colaboradores que sofreram e ficaram com sequelas principalmente psicológicas , um dos grandes exemplos falados foi do que o Responsável Ivo Coutinho e Sérgio Botelho fizeram a inúmeras colaboradoras e um grande exemplo foi o da Maria, desde perseguição, assedio, desvalorização do seu trabalho, a Maria ficava horas para no trabalho para deixar tudo feito e no final depois de grande pressão onde a Barbara Graf , Lélia Pontes e Service Office foi obrigada a assinar a alteração ao contrato para baixar a sua categoria, sob uma coação enorme. 
Outros exemplos de um grupo formado de amizades no departamento de Customer Service onde só aquelas pessoas mais uma vez com o apoio e amizade da responsável de people and culture sobrem amigas, vejam as subidas e até voltaram a reintegrar na Equipa uma team leader Carina cujo seu trabalho correu mal ne loja do Algrave, claro que desmentem e dão outrsa desculpas, mas várias colaboradoras de caixas relatam o tratamento diferencial que existe, colocarem front liner a fazerem permanências quando não tem qualificacaoes nem perfil e ficam com uma atitude autorit+aria, chefias que passam o dia com o seu telemóvel pessoal e constantemente pedem alterações de folgas e horários e estão no seu telemóvel a tratar de assuntos pessoais na hora de trabalho, que exemplos dão?
Em logística subirem para team leader miúdos sem qualquer experiencia que são amigos de outros , ou quando subiram um team leader Rui e Bruno D. que nada têm de liderança , fazem apaenas o seu trabalho e por vezes mal, referindo também quem ambos tèm relacionamentos que poe em causa o código de conduta devido á proximidade das relações pois as respectivas trabalham na empresa e o seu trabalho não é isento.
Vendas várias queixas dos responsável Joana, José, etc o seu mau trabalho, atitudes para com os colaboradores etc.
Cláudio Valente o mal que tanto fez na Ikea, mas a Ikea premiou quem mal fez.
Enquanto os resultados financeiros da Ikea forem muito bons, as pessoas não importam, sendo mais fácil responsabilizar os colaboradores do que reconhecer falhas graves na liderança e boa Cultura interna.
Escrevo este email na esperança que com a mudança de CEO, finalmente a Ikea tome medidas e acredite nos colaboradores , Juvencio a Ikea está minada e vão fazer de tudo para esconder estes podres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exponho situações graves e estrutural dentro da Ikea e que afeta não apenas a mim, mas vários colaboradores ao longo dos anos.<br />
Na Ikea existem grupos de pessoas maioritariamente em posição de direção e chefias, que trabalham juntas há muito tempo e que se protegem mutuamente. Sempre que um colaborador tenta denunciar situações de má liderança, tratamento inadequado ou injustiças por parte da sua chefia direta, o padrão repete-se e surgem de imediato várias chefias a desmentir todas as situações, a desacreditar o colaborador e a atribuir-lhe a responsabilidade do problema. Em muitos casos chegam mesmo a ser inventadas ou deturpadas situações sobre a pessoa em causa, levando ao seu isolamento e à perda de credibilidade junto aos colegas.<br />
Estas situações criam ambientes de medo, desconfiança e silencio, onde os colaboradores deixam de se sentir seguros para falar. A Ikea acaba por proteger estruturas e relações pessoais em detrimento da verdade e do bem-estar dos colaboradores e de algumas chefias que também tem sido alvo destas situações.<br />
Trabalho na Ikea há alguns anos e falo por experiência própria. Ao longo do tempo tenho sido alvo de decisões prejudiciais e injustificadas, fui dividida entre 2 secções sem critério objetivo, a minha avaliação de desempenho tem sido pouco clara, sem objetivos alcançáveis e prejudiciais. orientadas apenas para apontar defeitos, independentemente do trabalho realizado, refletindo uma relação pessoal deteriorada com a minha chefia direta.<br />
Para me prejudicar fazem alterações nos horários e folgas, deliberadamente prejudiciais e enquanto a outros colegas veem sistematicamente atendidas as suas preferências.<br />
Isto enquadra-se no assédio laboral, que a Ikea nega. É profundamente desmotivador constatar que a Ikea tem conhecimento de tudo, sabe o impacto negativo destas práticas e ainda sim opta por nada alterar.<br />
Existem inúmeros casos de más chefes de secção e teams leaders que trabalham por favoritismos e subiram na Ikea inúmeras teams leaders por amizades tem sempre o apoio da responsável de people and culture que sendo amiga não trabalha de modo profissional e imparcial.<br />
Existem muitos exemplos de vários colaboradores que sofreram e ficaram com sequelas principalmente psicológicas , um dos grandes exemplos falados foi do que o Responsável Ivo Coutinho e Sérgio Botelho fizeram a inúmeras colaboradoras e um grande exemplo foi o da Maria, desde perseguição, assedio, desvalorização do seu trabalho, a Maria ficava horas para no trabalho para deixar tudo feito e no final depois de grande pressão onde a Barbara Graf , Lélia Pontes e Service Office foi obrigada a assinar a alteração ao contrato para baixar a sua categoria, sob uma coação enorme.<br />
Outros exemplos de um grupo formado de amizades no departamento de Customer Service onde só aquelas pessoas mais uma vez com o apoio e amizade da responsável de people and culture sobrem amigas, vejam as subidas e até voltaram a reintegrar na Equipa uma team leader Carina cujo seu trabalho correu mal ne loja do Algrave, claro que desmentem e dão outrsa desculpas, mas várias colaboradoras de caixas relatam o tratamento diferencial que existe, colocarem front liner a fazerem permanências quando não tem qualificacaoes nem perfil e ficam com uma atitude autorit+aria, chefias que passam o dia com o seu telemóvel pessoal e constantemente pedem alterações de folgas e horários e estão no seu telemóvel a tratar de assuntos pessoais na hora de trabalho, que exemplos dão?<br />
Em logística subirem para team leader miúdos sem qualquer experiencia que são amigos de outros , ou quando subiram um team leader Rui e Bruno D. que nada têm de liderança , fazem apaenas o seu trabalho e por vezes mal, referindo também quem ambos tèm relacionamentos que poe em causa o código de conduta devido á proximidade das relações pois as respectivas trabalham na empresa e o seu trabalho não é isento.<br />
Vendas várias queixas dos responsável Joana, José, etc o seu mau trabalho, atitudes para com os colaboradores etc.<br />
Cláudio Valente o mal que tanto fez na Ikea, mas a Ikea premiou quem mal fez.<br />
Enquanto os resultados financeiros da Ikea forem muito bons, as pessoas não importam, sendo mais fácil responsabilizar os colaboradores do que reconhecer falhas graves na liderança e boa Cultura interna.<br />
Escrevo este email na esperança que com a mudança de CEO, finalmente a Ikea tome medidas e acredite nos colaboradores , Juvencio a Ikea está minada e vão fazer de tudo para esconder estes podres.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: LILI		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1042384</link>

		<dc:creator><![CDATA[LILI]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 12:30:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1042384</guid>

					<description><![CDATA[O Ikea tem demonstrado uma postura de total indiferença em relação aos colaboradores que nela trabalham. Ao longo do tempo foram feitos diversos alertas, mas nada mudou antes pelo contrário piorou, pois estes grupos dominadores na empresa ficam mais poderosos e criam mentiram, assediam, tratam mal, intimidam, etc. A Ikea continua a ignorar, ao ponto de haver chefias e mesmo chefes de S.O. que espalham rumores e insinuações sobre colaboradores, criando um ambiente desrespeitoso e manipulado.
As direções têm vindo a sabotar o bem-estar de colaboradores que querem eliminar e os danos psicológico, financeiros e físicos são profundos.
No meu caso, em Ikea Food quando esteve o Chefe Bruno Nabais foi muito mau, além do horrível trabalho não sabia lidar com os colaboradores, só as meninas bonitas ele tratava bem, Depois Ivo e Sérgio não sabem liderar, tratam mesmo mal os colaboradores, ao ponto dos humilharem, rebaixarem e sabotarem o trabalho, Muitos colaboradores que saíram falaram com o Departamento de People and Culture e mesmo com a Lélia e fingiram-se de surdas.
A mim tentaram que eu saísse, fui alvo de atitudes hostis, alterações propositadas de horários para me prejudicar e eu com filhas pequenas, comentários que colocavam em causa o meu trabalho entre outras formas de me desvalorizar.
Por exemplo a Inês que mudou depois de departamento, sofreu tanto que acabou afetada psicologicamente.
A Maria que passou por situações inaceitáveis como lhe baixarem a categoria profissional e a Barbara Graf exigir na mesma que fique a fazer trabalho de responsável, é mesmo gozar.
Mas fale com os colaboradores de Ikea Food, mas de forma isolada para que não tenham medo de retaliações.
Depois é revoltante ver responsáveis como o senhor Cláudio Valente dar entrevistas a dizer que respeitam os colaboradores mas a realidade é bem diferente.
A responsável de People and Culture Lélia juntamente com pessoal de S.O. foram os que mais pressionaram e intimidaram colaboradores em especial a Maria, mas isso não contam.
É sempre conveniente inverter a história e responsabilizar o colaborador, como se ele fosse o culpado.
cASOS GRAVES TAMBÉM EM SAC E VENDAS]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ikea tem demonstrado uma postura de total indiferença em relação aos colaboradores que nela trabalham. Ao longo do tempo foram feitos diversos alertas, mas nada mudou antes pelo contrário piorou, pois estes grupos dominadores na empresa ficam mais poderosos e criam mentiram, assediam, tratam mal, intimidam, etc. A Ikea continua a ignorar, ao ponto de haver chefias e mesmo chefes de S.O. que espalham rumores e insinuações sobre colaboradores, criando um ambiente desrespeitoso e manipulado.<br />
As direções têm vindo a sabotar o bem-estar de colaboradores que querem eliminar e os danos psicológico, financeiros e físicos são profundos.<br />
No meu caso, em Ikea Food quando esteve o Chefe Bruno Nabais foi muito mau, além do horrível trabalho não sabia lidar com os colaboradores, só as meninas bonitas ele tratava bem, Depois Ivo e Sérgio não sabem liderar, tratam mesmo mal os colaboradores, ao ponto dos humilharem, rebaixarem e sabotarem o trabalho, Muitos colaboradores que saíram falaram com o Departamento de People and Culture e mesmo com a Lélia e fingiram-se de surdas.<br />
A mim tentaram que eu saísse, fui alvo de atitudes hostis, alterações propositadas de horários para me prejudicar e eu com filhas pequenas, comentários que colocavam em causa o meu trabalho entre outras formas de me desvalorizar.<br />
Por exemplo a Inês que mudou depois de departamento, sofreu tanto que acabou afetada psicologicamente.<br />
A Maria que passou por situações inaceitáveis como lhe baixarem a categoria profissional e a Barbara Graf exigir na mesma que fique a fazer trabalho de responsável, é mesmo gozar.<br />
Mas fale com os colaboradores de Ikea Food, mas de forma isolada para que não tenham medo de retaliações.<br />
Depois é revoltante ver responsáveis como o senhor Cláudio Valente dar entrevistas a dizer que respeitam os colaboradores mas a realidade é bem diferente.<br />
A responsável de People and Culture Lélia juntamente com pessoal de S.O. foram os que mais pressionaram e intimidaram colaboradores em especial a Maria, mas isso não contam.<br />
É sempre conveniente inverter a história e responsabilizar o colaborador, como se ele fosse o culpado.<br />
cASOS GRAVES TAMBÉM EM SAC E VENDAS</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: rita		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1027770</link>

		<dc:creator><![CDATA[rita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 15:01:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1027770</guid>

					<description><![CDATA[Ikea cada vez pior.
Estou em Matosinhos e é ver só subir sempre os que gostam aos outros veem com aquela conversa falsa que devemos sempre tentar, nos mostrar mas todos sabem como o esquema funciona por amizades e cunhas.
As chefias são muitas delas autoritárias e sem o perfil que tanto a Ikea fala.
Ikea não é nada do que a Ikea vende a dizer que é uma optima empresa, que valoriza e respeita.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ikea cada vez pior.<br />
Estou em Matosinhos e é ver só subir sempre os que gostam aos outros veem com aquela conversa falsa que devemos sempre tentar, nos mostrar mas todos sabem como o esquema funciona por amizades e cunhas.<br />
As chefias são muitas delas autoritárias e sem o perfil que tanto a Ikea fala.<br />
Ikea não é nada do que a Ikea vende a dizer que é uma optima empresa, que valoriza e respeita.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ricardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1018665</link>

		<dc:creator><![CDATA[ricardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 15:16:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1018665</guid>

					<description><![CDATA[Trabalho ainda na empresa Ikea e tudo funciona à base de assédio laboral que a Ikea nega e de familiaridades.
São inúmeras as queixas contra o Ikea mas como é uma grande empresa de peso no mercado Português, usam um método de recorrer ao fator cunha para aceder a dados de colaboradores, vigilância e afins e ter várias chefias e colaboradores que estão totalmente alinhados para defender sempre a Ikea e fazer desacreditar, quem a medo e sofrendo deste assédio vai falando.
O objetivo da IKEA para quem ousa comentar, falar das situações que se passam é levar o colaborador a despedir-se ou em última instância aceitar um acordo para sair da empresa e estar proibido de falar.
Como muitos que saíram obrigados, ficaram sujeitos, um grande exemplo um dos chefes de segurança que sabe bem o que lhe fizeram, mas com ele não brincaram e ele ganhou e ficou a ganhar. Ele sabe bem a máfia que trabalha no Ikea e gere os grupos criados para que só a Ikea seja a única verdadeira.
No Ikea existe assédio sexual e laboral e desengane-se quem pensa que só em filmes isto é verdade.
Eu sofro e sofri muito na Ikea, cheguei um dia ao trabalho, os colegas da noite não tinham feito todo o trabalho e aquilo estava um pouco desarrumado e produtos fora do frio,
A minha chefia chegou, e em vez de me cumprimentar e perguntar sobre as coisas, Não. Começou a falar num tom elevado, que eu não tinha capacidades e chegou mesmo a me dizer “és burra ou quê?”…. Fiquei devastada e as lágrimas começaram a cair, mas ele não quis saber, já era uma prática normal tratar mal quem ele não simpatizava. Mas não foi um episódio isolado, outros se seguiram, até que um dia tive mesmo de sair mais cedo, pois não conseguia respirar, entrava em pânico e tinha medo. Todos os dias era-me cada vez mais e mais difícil ir trabalhar e depois de insultos, gritos, falarem constantemente mal de mim, assistir também a assédios com outros colegas e ninguém da Ikea tomar uma posição, entrei em desequilíbrio e ter ataques de pânico.
Era mais que uma chefia a praticar este assédio Laboral, desde ataques verbais onde depois diziam; é a tua palavra contra a minha em quem achas que vão acreditar? a tua imagem perante os outros não é boa, faziam esta coação e chantagem, nos diminuindo .
Tinham outras ações como perseguição profissional, nalguns casos nunca nos podermos candidatar a outras vagas, a resposta elaborada pela Ikea é não tens o perfil?
 Somos considerados colaboradores alienados e que a Ikea, isto dito pela Diretora tem como objetivo eliminar-nos e que sejamos expulsos do Ikea.
Fazem também intimidação, humilham e excluem de participar no quer que seja dentro da Ikea, fazendo mesmo questão de afirmar que nos vão fazer a vida num Inferno. E depois para nos fazer sentir ainda piores e excluídos, têm grupos de amigos/as que sobem rapidamente, uns por terem a família, outros por amizades outros por privilégios de envolvimentos e até por serem amigas da Responsável de People and culture.
Situações também de diminuição da categoria profissional, para diminuir perante os outros, excesso de trabalho para uns.
O assédio sexual também existe, onde chefias e sub chefias adotaram comportamentos indesejados, com mensagens e mesmo alguns toques físicos. Fazem piadas, likes e brincadeiras e enviaram muitos dos responsáveis mensagens sugestivas. Teams leaders até fazem convites.
Todas estas situações foram faladas entre nós colaboradores, foram mesmo algumas delas comunicadas à direção e responsável de people and culture, que culpam os colaboradores e criaram inclusive um discurso ensaiado, que não tem conhecimento de mais nenhum caso, não sendo esta a verdade.
A empresa Ikea que nega isto é um grande problema, pois dizem que os colaboradores inventam isto para chamar a atenção, que essas coisas não acontecem realmente, ou que nada disto é assim, como referi até têm chefias e colaboradores trabalhados para desmentir sempre e dizer maravilhas da Ikea, como um Ikea perfeito e o melhor para se trabalhar.
Vejam Ikea em Alfragide, gerente Loja Sintra e em Loures.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalho ainda na empresa Ikea e tudo funciona à base de assédio laboral que a Ikea nega e de familiaridades.<br />
São inúmeras as queixas contra o Ikea mas como é uma grande empresa de peso no mercado Português, usam um método de recorrer ao fator cunha para aceder a dados de colaboradores, vigilância e afins e ter várias chefias e colaboradores que estão totalmente alinhados para defender sempre a Ikea e fazer desacreditar, quem a medo e sofrendo deste assédio vai falando.<br />
O objetivo da IKEA para quem ousa comentar, falar das situações que se passam é levar o colaborador a despedir-se ou em última instância aceitar um acordo para sair da empresa e estar proibido de falar.<br />
Como muitos que saíram obrigados, ficaram sujeitos, um grande exemplo um dos chefes de segurança que sabe bem o que lhe fizeram, mas com ele não brincaram e ele ganhou e ficou a ganhar. Ele sabe bem a máfia que trabalha no Ikea e gere os grupos criados para que só a Ikea seja a única verdadeira.<br />
No Ikea existe assédio sexual e laboral e desengane-se quem pensa que só em filmes isto é verdade.<br />
Eu sofro e sofri muito na Ikea, cheguei um dia ao trabalho, os colegas da noite não tinham feito todo o trabalho e aquilo estava um pouco desarrumado e produtos fora do frio,<br />
A minha chefia chegou, e em vez de me cumprimentar e perguntar sobre as coisas, Não. Começou a falar num tom elevado, que eu não tinha capacidades e chegou mesmo a me dizer “és burra ou quê?”…. Fiquei devastada e as lágrimas começaram a cair, mas ele não quis saber, já era uma prática normal tratar mal quem ele não simpatizava. Mas não foi um episódio isolado, outros se seguiram, até que um dia tive mesmo de sair mais cedo, pois não conseguia respirar, entrava em pânico e tinha medo. Todos os dias era-me cada vez mais e mais difícil ir trabalhar e depois de insultos, gritos, falarem constantemente mal de mim, assistir também a assédios com outros colegas e ninguém da Ikea tomar uma posição, entrei em desequilíbrio e ter ataques de pânico.<br />
Era mais que uma chefia a praticar este assédio Laboral, desde ataques verbais onde depois diziam; é a tua palavra contra a minha em quem achas que vão acreditar? a tua imagem perante os outros não é boa, faziam esta coação e chantagem, nos diminuindo .<br />
Tinham outras ações como perseguição profissional, nalguns casos nunca nos podermos candidatar a outras vagas, a resposta elaborada pela Ikea é não tens o perfil?<br />
 Somos considerados colaboradores alienados e que a Ikea, isto dito pela Diretora tem como objetivo eliminar-nos e que sejamos expulsos do Ikea.<br />
Fazem também intimidação, humilham e excluem de participar no quer que seja dentro da Ikea, fazendo mesmo questão de afirmar que nos vão fazer a vida num Inferno. E depois para nos fazer sentir ainda piores e excluídos, têm grupos de amigos/as que sobem rapidamente, uns por terem a família, outros por amizades outros por privilégios de envolvimentos e até por serem amigas da Responsável de People and culture.<br />
Situações também de diminuição da categoria profissional, para diminuir perante os outros, excesso de trabalho para uns.<br />
O assédio sexual também existe, onde chefias e sub chefias adotaram comportamentos indesejados, com mensagens e mesmo alguns toques físicos. Fazem piadas, likes e brincadeiras e enviaram muitos dos responsáveis mensagens sugestivas. Teams leaders até fazem convites.<br />
Todas estas situações foram faladas entre nós colaboradores, foram mesmo algumas delas comunicadas à direção e responsável de people and culture, que culpam os colaboradores e criaram inclusive um discurso ensaiado, que não tem conhecimento de mais nenhum caso, não sendo esta a verdade.<br />
A empresa Ikea que nega isto é um grande problema, pois dizem que os colaboradores inventam isto para chamar a atenção, que essas coisas não acontecem realmente, ou que nada disto é assim, como referi até têm chefias e colaboradores trabalhados para desmentir sempre e dizer maravilhas da Ikea, como um Ikea perfeito e o melhor para se trabalhar.<br />
Vejam Ikea em Alfragide, gerente Loja Sintra e em Loures.</p>
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