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	Comentários sobre: Sobre o dinheiro. 1	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-938314</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2024 09:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A propósito de um caso ocorrido em Hong Kong, o Anarco-aceleracionista observa que «a partir dessa promessa de pagamento inicial, adicionado na equação a confiança estabelecida pelas assinaturas dos mercadores, é que esta dívida de caráter individual adquiriu caráter de crédito em uma dinâmica coletiva, passando a circular enquanto moeda»; e adiante, a respeito do sistema informático que sustenta as criptomoedas, comenta que ele promete «substituir os próprios acordos pessoais sem intermediações de terceiros por um sistema cibernético de estabelecimento de confiança». Ora, eu analisei extensivamente um dado processo de formação de redes de confiança colectiva no &lt;em&gt;Poder e Dinheiro&lt;/em&gt;, vol. III, págs. 315-472, na secção que dediquei ao que classifico como Forma III do dinheiro, mas mais especialmente &lt;a href=&quot;https://archive.org/details/poder-e-dinheiro-vol3/page/359/mode/2up&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;nas págs. 361 e segs&lt;/a&gt;. E no &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2024/04/152046/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;terceiro capítulo&lt;/a&gt; deste ensaio usei uma perspectiva convergente para abordar — com demasiada brevidade — as criptomoedas. Uma vez mais, só a história comparada, pelas semelhanças e pelos contrastes, nos permite entender os fenómenos históricos, que são incompreensíveis se forem estudados em isolamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propósito de um caso ocorrido em Hong Kong, o Anarco-aceleracionista observa que «a partir dessa promessa de pagamento inicial, adicionado na equação a confiança estabelecida pelas assinaturas dos mercadores, é que esta dívida de caráter individual adquiriu caráter de crédito em uma dinâmica coletiva, passando a circular enquanto moeda»; e adiante, a respeito do sistema informático que sustenta as criptomoedas, comenta que ele promete «substituir os próprios acordos pessoais sem intermediações de terceiros por um sistema cibernético de estabelecimento de confiança». Ora, eu analisei extensivamente um dado processo de formação de redes de confiança colectiva no <em>Poder e Dinheiro</em>, vol. III, págs. 315-472, na secção que dediquei ao que classifico como Forma III do dinheiro, mas mais especialmente <a href="https://archive.org/details/poder-e-dinheiro-vol3/page/359/mode/2up" rel="nofollow ugc">nas págs. 361 e segs</a>. E no <a href="https://passapalavra.info/2024/04/152046/" rel="ugc">terceiro capítulo</a> deste ensaio usei uma perspectiva convergente para abordar — com demasiada brevidade — as criptomoedas. Uma vez mais, só a história comparada, pelas semelhanças e pelos contrastes, nos permite entender os fenómenos históricos, que são incompreensíveis se forem estudados em isolamento.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Anarco-aceleracionista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-938282</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anarco-aceleracionista]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2024 03:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando JB levanta a ideia de &quot;o assombroso paradoxo de que o mediador das relações sociais no capitalismo se encontraria já constituído nas formas pré-capitalistas&quot; em relação ao mercado, na segunda parte deste artigo, fico pensando na gestão dos favores e dos &quot;créditos sociais&quot; gerados e estabelecidos como mecanismos de persistência de débito. Em 5000 years of debt, Graeber relata uma história de um soldado britânico em Hong Kong na década de 50 que, não tendo dinheiro para efetuar o pagamento de sua dívida, passou um cheque britânico como promessa de pagamento futuro. Um tempo depois, o soldado encontrou seu cheque nas mãos de um vendedor local, com várias pequenas rasuras no papel, decorrentes de várias assinaturas de mercadores locais. A partir dessa promessa de pagamento inicial, adicionado na equação a confiança estabelecida pelas assinaturas dos mercadores, é que esta dívida de caráter individual adquiriu caráter de crédito em uma dinâmica coletiva, passando a circular enquanto moeda. Ora, me parece mais interessante investigar o bitcoin na chave da tecnologia que a estrutura muito mais no que da forma que assume enquanto sua própria realização em moeda. O fato da blockchain seja utilizada tanto como moeda como enquanto um sistema descentralizado de garantia de identidade pessoal é uma questão que me fascina. Mais: que prometa substituir os próprios acordos pessoais sem intermediações de terceiros por um sistema cibernético de estabelecimento de confiança, com direito a ser utilizado até como forma de garantia de consensualidade em uma fodinha (como o caso da iniciativa do Legal Fling, que promete garantir integridade no consentimento de relações sexuais) parece nos levar ao momento último da mercantilização de tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando JB levanta a ideia de &#8220;o assombroso paradoxo de que o mediador das relações sociais no capitalismo se encontraria já constituído nas formas pré-capitalistas&#8221; em relação ao mercado, na segunda parte deste artigo, fico pensando na gestão dos favores e dos &#8220;créditos sociais&#8221; gerados e estabelecidos como mecanismos de persistência de débito. Em 5000 years of debt, Graeber relata uma história de um soldado britânico em Hong Kong na década de 50 que, não tendo dinheiro para efetuar o pagamento de sua dívida, passou um cheque britânico como promessa de pagamento futuro. Um tempo depois, o soldado encontrou seu cheque nas mãos de um vendedor local, com várias pequenas rasuras no papel, decorrentes de várias assinaturas de mercadores locais. A partir dessa promessa de pagamento inicial, adicionado na equação a confiança estabelecida pelas assinaturas dos mercadores, é que esta dívida de caráter individual adquiriu caráter de crédito em uma dinâmica coletiva, passando a circular enquanto moeda. Ora, me parece mais interessante investigar o bitcoin na chave da tecnologia que a estrutura muito mais no que da forma que assume enquanto sua própria realização em moeda. O fato da blockchain seja utilizada tanto como moeda como enquanto um sistema descentralizado de garantia de identidade pessoal é uma questão que me fascina. Mais: que prometa substituir os próprios acordos pessoais sem intermediações de terceiros por um sistema cibernético de estabelecimento de confiança, com direito a ser utilizado até como forma de garantia de consensualidade em uma fodinha (como o caso da iniciativa do Legal Fling, que promete garantir integridade no consentimento de relações sexuais) parece nos levar ao momento último da mercantilização de tudo.</p>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934619</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 19:33:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Metagnosis spinozista sub specie durationis ou JB está para Marx como Lacan para Freud? Dinheiro ~ Inconsciente : OXE!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Metagnosis spinozista sub specie durationis ou JB está para Marx como Lacan para Freud? Dinheiro ~ Inconsciente : OXE!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934536</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2024 10:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Goldman Sucks,

Você levanta um problema importante — o da adaptação de um sistema a uma linguagem. A partir de um certo ponto de crescimento, diz você, uma economia não consegue mais ajustar-se a uma dada linguagem pecuniária. Ora, este ensaio visa exclusivamente a questão do dinheiro enquanto linguagem.

Por um lado, a linguagem é plástica e não devemos subestimar esta qualidade. Émile Benveniste escreveu ensaios brilhantes precisamente sobre esse tema. Veja o que sucedeu com o padrão-ouro, que você cita. Em vez de ser estanque, pelo contrário, foi-se tornando cada vez mais elástico até se converter praticamente numa referência simbólica. Aliás, vale a pena fazer aqui uma pequena digressão. Durante a segunda guerra mundial, nas discussões de Bretton Woods havia dois planos em confronto, o de Keynes, que queria acabar com a «bárbara relíquia», e o de White, que manteria um lugar para o ouro no sistema monetário e financeiro do pós-guerra. Como é sabido, foi o plano de White que prevaleceu. Ora, durante o mccarthismo foram denunciadas e expostas as relações de White com os soviéticos, o que ajuda a entender o interesse pela manutenção de um lugar atribuído ao ouro, já que a União Soviética era um dos grandes produtores desse metal e, além disso, a ortodoxia marxista defendia aquela concepção de sistema monetário. Como se diz em Portugal, juntava-se o útil ao agradável. Nas suas memórias, Per Jacobsson deixou páginas engraçadas acerca da insistência soviética no padrão-ouro. E assim a elasticidade da «bárbara relíquia» foi esticando e definhando, até morrer sem convulsões aparatosas. Mas para essa morte contribuiu o facto de, entretanto, o desenvolvimento económico ter gerado novas linguagens e utilizado de maneira inovadora linguagens antigas. Cada linguagem carrega os traços de transformações multimilenárias, como revela a etimologia das palavras. Ora, os símbolos monetários têm igualmente uma etimologia, vestígios de antigas funções.

E assim retomo o tema deste ensaio — o dinheiro enquanto linguagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Goldman Sucks,</p>
<p>Você levanta um problema importante — o da adaptação de um sistema a uma linguagem. A partir de um certo ponto de crescimento, diz você, uma economia não consegue mais ajustar-se a uma dada linguagem pecuniária. Ora, este ensaio visa exclusivamente a questão do dinheiro enquanto linguagem.</p>
<p>Por um lado, a linguagem é plástica e não devemos subestimar esta qualidade. Émile Benveniste escreveu ensaios brilhantes precisamente sobre esse tema. Veja o que sucedeu com o padrão-ouro, que você cita. Em vez de ser estanque, pelo contrário, foi-se tornando cada vez mais elástico até se converter praticamente numa referência simbólica. Aliás, vale a pena fazer aqui uma pequena digressão. Durante a segunda guerra mundial, nas discussões de Bretton Woods havia dois planos em confronto, o de Keynes, que queria acabar com a «bárbara relíquia», e o de White, que manteria um lugar para o ouro no sistema monetário e financeiro do pós-guerra. Como é sabido, foi o plano de White que prevaleceu. Ora, durante o mccarthismo foram denunciadas e expostas as relações de White com os soviéticos, o que ajuda a entender o interesse pela manutenção de um lugar atribuído ao ouro, já que a União Soviética era um dos grandes produtores desse metal e, além disso, a ortodoxia marxista defendia aquela concepção de sistema monetário. Como se diz em Portugal, juntava-se o útil ao agradável. Nas suas memórias, Per Jacobsson deixou páginas engraçadas acerca da insistência soviética no padrão-ouro. E assim a elasticidade da «bárbara relíquia» foi esticando e definhando, até morrer sem convulsões aparatosas. Mas para essa morte contribuiu o facto de, entretanto, o desenvolvimento económico ter gerado novas linguagens e utilizado de maneira inovadora linguagens antigas. Cada linguagem carrega os traços de transformações multimilenárias, como revela a etimologia das palavras. Ora, os símbolos monetários têm igualmente uma etimologia, vestígios de antigas funções.</p>
<p>E assim retomo o tema deste ensaio — o dinheiro enquanto linguagem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934246</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 01:24:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[o dinheiro &quot;como o Bitcoin&quot; não é em absoluto inspirado no padrão ouro. As criptomoedas são pura e simplesmente dinheiro emitido por instituições privadas. Se bem algumas dessas moedas são controladas de forma mais integral por uma única entidade privada, como o Ether/Ethereum, o Bitcoin obedece a um modelo mais próximo à sociedade anônima. O interessante e inovador deste modelo é que o controle não se dá por um direito de propriedade, mas sim por um direito de poder de processamento, o famoso &quot;proof of work&quot;. O &quot;Proof of Work&quot; se aplica à recompensa monetária distribuída ao poder de processamento dedicado ao sistema Bitcoin, mas mais importante do que isso é sua aplicação com respeito ao consenso na aprovação de atualizações no código do sistema.
Sua existência aponta na direção da emissão monetária empresarial e de uma nova etapa de vinculação entre dinheiro e telecomunicações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o dinheiro &#8220;como o Bitcoin&#8221; não é em absoluto inspirado no padrão ouro. As criptomoedas são pura e simplesmente dinheiro emitido por instituições privadas. Se bem algumas dessas moedas são controladas de forma mais integral por uma única entidade privada, como o Ether/Ethereum, o Bitcoin obedece a um modelo mais próximo à sociedade anônima. O interessante e inovador deste modelo é que o controle não se dá por um direito de propriedade, mas sim por um direito de poder de processamento, o famoso &#8220;proof of work&#8221;. O &#8220;Proof of Work&#8221; se aplica à recompensa monetária distribuída ao poder de processamento dedicado ao sistema Bitcoin, mas mais importante do que isso é sua aplicação com respeito ao consenso na aprovação de atualizações no código do sistema.<br />
Sua existência aponta na direção da emissão monetária empresarial e de uma nova etapa de vinculação entre dinheiro e telecomunicações.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Alberto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934238</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 01:05:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Goldman Sucks: Seria o caso de perguntar à BlackRock porque compra um bilhão de dólares por semana em Bitcoins para lastrear os ETF&#039;s de Bitcoin que vem vendendo nos últimos dois meses na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Veja na lista das 10 maiores empresas/marcas/instituições de valor agregado no mercado capitalista mundial em qual posição está a criptomoeda Bitcoin em seus quinze anos de existência... 
Para cegos, surdos e mudos, sim, o Bitcoin é de fato intangível a qualquer compreensão. 
Se o estoque é fixo e a demanda é amplamente crescente (que ativo no mundo das tais economias não estagnadas deu um retorno de 158% de lucro só em 2023 ou 42% só no último mês de fevereiro?) é, portanto, uma moeda deflacionária que ao estar estruturada em sistema blockchain vem se fazendo como uma das melhores expressões institucionais da globalização capitalista na última década...
Senhor Sucks, no mercado das criptos há muitas moedas que talvez se ajustem a argumentos céticos: as shitcoins. É correr e comprar a Bonk, a Smog, ou a Apecoin, não servem para merda nenhuma, mas sempre geram uns tostões a mais no bolso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Goldman Sucks: Seria o caso de perguntar à BlackRock porque compra um bilhão de dólares por semana em Bitcoins para lastrear os ETF&#8217;s de Bitcoin que vem vendendo nos últimos dois meses na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Veja na lista das 10 maiores empresas/marcas/instituições de valor agregado no mercado capitalista mundial em qual posição está a criptomoeda Bitcoin em seus quinze anos de existência&#8230;<br />
Para cegos, surdos e mudos, sim, o Bitcoin é de fato intangível a qualquer compreensão.<br />
Se o estoque é fixo e a demanda é amplamente crescente (que ativo no mundo das tais economias não estagnadas deu um retorno de 158% de lucro só em 2023 ou 42% só no último mês de fevereiro?) é, portanto, uma moeda deflacionária que ao estar estruturada em sistema blockchain vem se fazendo como uma das melhores expressões institucionais da globalização capitalista na última década&#8230;<br />
Senhor Sucks, no mercado das criptos há muitas moedas que talvez se ajustem a argumentos céticos: as shitcoins. É correr e comprar a Bonk, a Smog, ou a Apecoin, não servem para merda nenhuma, mas sempre geram uns tostões a mais no bolso&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Goldman Sucks		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934191</link>

		<dc:creator><![CDATA[Goldman Sucks]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 17:39:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que tipo de economia corresponderia a um dinheiro como o Bitcoin, inspirado no padrão ouro, que é por definição estanque?  O estoque de moeda Bitcoin é fixo: existem 21 milhões de unidades dessa moeda. Que economia que não uma estagnada conseguiria se ajustar a um sistema de linguagem desses?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tipo de economia corresponderia a um dinheiro como o Bitcoin, inspirado no padrão ouro, que é por definição estanque?  O estoque de moeda Bitcoin é fixo: existem 21 milhões de unidades dessa moeda. Que economia que não uma estagnada conseguiria se ajustar a um sistema de linguagem desses?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Alberto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-934180</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 15:16:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tomara que nos próximos capítulos desta série João Bernardo possa verificar os fundamentos do Bitcoin-Blockchain que como criptomoeda-tecnologia (considerando-se o universo das demais criptomoedas, como aquelas vinculadas à Inteligência Artificial Generativa [em relação direta com a NVIDIA, por exemplo]) vem apontando reestruturações produtivas de grande impacto no nosso tempo, como a consolidação do &quot;Uberismo&quot;, percebendo-o como um sistema produtivo pós fordista-toyotista global que com o capital-tecnologia dos aplicativos está impondo o esgarçamento não apenas das fronteiras físicas dos capitais nacionais como avançando nos universos produtivos da Web2 e Web3 (onde não há dia ou noite, onde a escala exponencial da mais-valia segue ao infinito e além...). 
Maravilha de iniciativa!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomara que nos próximos capítulos desta série João Bernardo possa verificar os fundamentos do Bitcoin-Blockchain que como criptomoeda-tecnologia (considerando-se o universo das demais criptomoedas, como aquelas vinculadas à Inteligência Artificial Generativa [em relação direta com a NVIDIA, por exemplo]) vem apontando reestruturações produtivas de grande impacto no nosso tempo, como a consolidação do &#8220;Uberismo&#8221;, percebendo-o como um sistema produtivo pós fordista-toyotista global que com o capital-tecnologia dos aplicativos está impondo o esgarçamento não apenas das fronteiras físicas dos capitais nacionais como avançando nos universos produtivos da Web2 e Web3 (onde não há dia ou noite, onde a escala exponencial da mais-valia segue ao infinito e além&#8230;).<br />
Maravilha de iniciativa!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-933720</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apresento uma curiosidade bibliográfica, a esta altura historiográfica, em complemento. Li faz tempo uma edição da &lt;i&gt;Introdução à economia política&lt;/i&gt; de Rosa Luxemburg onde há um prefácio de Ernest Mandel com as precauções de praxe: “Rosa errou nisso”, “Rosa errou naquilo”, etc., seguindo a linha da clássica &lt;a href=&quot;https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1922/feb/x01.htm&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;avaliação publicada por Lenin nas &quot;Notas de um Publicista&quot; de 1922&lt;/a&gt;, e também de uma &lt;a href=&quot;https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1913/mar/00lbk.htm&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;carta de Lenin a Kamenev de 29 de março de 1913&lt;/a&gt; onde, depois de ter &lt;a href=&quot;https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1913/apr/rl-acc-capital-notes.htm&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;lido e anotado profusamente&lt;/a&gt; o &lt;i&gt;Acumulação do Capital&lt;/i&gt; de Rosa Luxemburg, Lenin concordou com as críticas de Anton Pannekoek, Gustav Eckstein e Otto Bauer ao livro, dizendo, em resumo: “Ela [Rosa Luxemburg] se meteu numa confusão chocante. Distorceu Marx.” Mandel, mais especificamente, aproveitou a opinião de Lenin nas “Notas de um Publicista” (“…errou na teoria da acumulação do capital…”) para dizer que Rosa Luxemburg errou por conceber o capitalismo na base de um... &lt;i&gt;modelo a uma só empresa&lt;/i&gt;. O interessante nisso tudo é ver, como abundantemente demonstrado no &lt;i&gt;Marx Crítico de Marx&lt;/i&gt;, que o erro parece ser originário. O &quot;erro&quot; de Rosa Luxemburg, na verdade, parece ter sido um &quot;erro&quot; do próprio Marx.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apresento uma curiosidade bibliográfica, a esta altura historiográfica, em complemento. Li faz tempo uma edição da <i>Introdução à economia política</i> de Rosa Luxemburg onde há um prefácio de Ernest Mandel com as precauções de praxe: “Rosa errou nisso”, “Rosa errou naquilo”, etc., seguindo a linha da clássica <a href="https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1922/feb/x01.htm" rel="nofollow ugc">avaliação publicada por Lenin nas &#8220;Notas de um Publicista&#8221; de 1922</a>, e também de uma <a href="https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1913/mar/00lbk.htm" rel="nofollow ugc">carta de Lenin a Kamenev de 29 de março de 1913</a> onde, depois de ter <a href="https://www.marxists.org/archive/lenin/works/1913/apr/rl-acc-capital-notes.htm" rel="nofollow ugc">lido e anotado profusamente</a> o <i>Acumulação do Capital</i> de Rosa Luxemburg, Lenin concordou com as críticas de Anton Pannekoek, Gustav Eckstein e Otto Bauer ao livro, dizendo, em resumo: “Ela [Rosa Luxemburg] se meteu numa confusão chocante. Distorceu Marx.” Mandel, mais especificamente, aproveitou a opinião de Lenin nas “Notas de um Publicista” (“…errou na teoria da acumulação do capital…”) para dizer que Rosa Luxemburg errou por conceber o capitalismo na base de um&#8230; <i>modelo a uma só empresa</i>. O interessante nisso tudo é ver, como abundantemente demonstrado no <i>Marx Crítico de Marx</i>, que o erro parece ser originário. O &#8220;erro&#8221; de Rosa Luxemburg, na verdade, parece ter sido um &#8220;erro&#8221; do próprio Marx.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/152021/#comment-933522</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 12:24:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=152021#comment-933522</guid>

					<description><![CDATA[Maiêutico &#038; crematístico, JB convoca o dinheiro para uma DR...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maiêutico &amp; crematístico, JB convoca o dinheiro para uma DR&#8230;</p>
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