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	Comentários sobre: A luta dos estudantes nos EUA contra uma máquina genocida	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-1028294</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:31:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Michigan contratou empresa para seguir e investigar os estudantes contra o genocídio palestino até mesmo fora do campus. E forneceram material para acusar os estudantes na Justiça.
https://www.theguardian.com/us-news/2025/jun/09/university-of-michigan-surveillance-students]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Michigan contratou empresa para seguir e investigar os estudantes contra o genocídio palestino até mesmo fora do campus. E forneceram material para acusar os estudantes na Justiça.<br />
<a href="https://www.theguardian.com/us-news/2025/jun/09/university-of-michigan-surveillance-students" rel="nofollow ugc">https://www.theguardian.com/us-news/2025/jun/09/university-of-michigan-surveillance-students</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-969931</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 21:56:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A caça às bruxas segue mais forte que nunca nos EUA (e também em alguns países europeus como Alemanha e França).

Na Universidade de Columbia o jardim em que o acampamento foi levantado foi cercado com grades. Estudantes são proibidos de se manifestar dentro da Universidade. Estudantes presos em manifestações contra o genocídio palestino nas ruas de Nova York sofrem suspensão da Universidade por isso. Imagino que nas demais universidades dos EUA a política de ditadura dos supremacistas judaicos* não deve ser muito diferente. Professores estão sendo demitidos.

Recomendo que vejam o vídeo abaixo (é em inglês). Trata de uma professora de Columbia que corre o risco de ser demitida por simplesmente condenar as agressões de ex-militares israelenses, que são estudantes de Columbia, sobre estudantes que lutam pela justiça na Palestina. Mais que isso, o escritório de Direito que a defendia resolveu não a defender mais, sem motivo plausível, o que fez com que a experiente advogada (judia) do referido escritório resolvesse se demitir do escritório e continuar defendendo a professora. Essa história mostra como a pressão exercida por poderosos supremacistas judaicos coloca de joelhos os gestores acadêmicos e jurídicos nos EUA. Uma verdadeira sanha repressora nos EUA e no mundo, condizente com a sanha genocida na Palestina: 

&quot;Campus Has Become Unrecognizable&quot;: Columbia Prof. Franke Faces Firing After DN Interview on Gaza
https://www.youtube.com/watch?v=_8FZXNbz_h4

* uso &quot;supremacistas judaicos&quot; e não &quot;sionistas&quot; após ser convencido por uma fala de Norman Finkelstein (cuja tese de doutorado é sobre sionismo), de que não faz sentido dizer que um judeu é sionista se ele não de mudou para Israel e continua na diáspora. O que se trata, segundo Finkelstein, não é de sionistas, mas de &quot;jewish supremacists&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A caça às bruxas segue mais forte que nunca nos EUA (e também em alguns países europeus como Alemanha e França).</p>
<p>Na Universidade de Columbia o jardim em que o acampamento foi levantado foi cercado com grades. Estudantes são proibidos de se manifestar dentro da Universidade. Estudantes presos em manifestações contra o genocídio palestino nas ruas de Nova York sofrem suspensão da Universidade por isso. Imagino que nas demais universidades dos EUA a política de ditadura dos supremacistas judaicos* não deve ser muito diferente. Professores estão sendo demitidos.</p>
<p>Recomendo que vejam o vídeo abaixo (é em inglês). Trata de uma professora de Columbia que corre o risco de ser demitida por simplesmente condenar as agressões de ex-militares israelenses, que são estudantes de Columbia, sobre estudantes que lutam pela justiça na Palestina. Mais que isso, o escritório de Direito que a defendia resolveu não a defender mais, sem motivo plausível, o que fez com que a experiente advogada (judia) do referido escritório resolvesse se demitir do escritório e continuar defendendo a professora. Essa história mostra como a pressão exercida por poderosos supremacistas judaicos coloca de joelhos os gestores acadêmicos e jurídicos nos EUA. Uma verdadeira sanha repressora nos EUA e no mundo, condizente com a sanha genocida na Palestina: </p>
<p>&#8220;Campus Has Become Unrecognizable&#8221;: Columbia Prof. Franke Faces Firing After DN Interview on Gaza<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=_8FZXNbz_h4" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=_8FZXNbz_h4</a></p>
<p>* uso &#8220;supremacistas judaicos&#8221; e não &#8220;sionistas&#8221; após ser convencido por uma fala de Norman Finkelstein (cuja tese de doutorado é sobre sionismo), de que não faz sentido dizer que um judeu é sionista se ele não de mudou para Israel e continua na diáspora. O que se trata, segundo Finkelstein, não é de sionistas, mas de &#8220;jewish supremacists&#8221;</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-945642</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 05:28:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Matéria do Washington Post da edição mais recente (dia 16 de maio de 2024), mostra da forma mais direta e contundente como os estudantes estão confrontando e enfrentando, de fato, o sionismo e o grande capital.
Jornalista teve acesso a mensagens de grupo de bilionários sionistas formado após 7 de outubro.
Os bilionários sionistas se reuniram por Zoom com o prefeito de Nova York para ele colocar a polícia pra acabar com o acampamento antigenocídio e chegaram a dar dinheiro pro prefeito.
A matéria expõe a articulação explícita desses grandes capitalistas para reprimir as manifestações antigenocídio palestino.
https://www.washingtonpost.com/nation/2024/05/16/business-leaders-chat-group-eric-adams-columbia-protesters/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria do Washington Post da edição mais recente (dia 16 de maio de 2024), mostra da forma mais direta e contundente como os estudantes estão confrontando e enfrentando, de fato, o sionismo e o grande capital.<br />
Jornalista teve acesso a mensagens de grupo de bilionários sionistas formado após 7 de outubro.<br />
Os bilionários sionistas se reuniram por Zoom com o prefeito de Nova York para ele colocar a polícia pra acabar com o acampamento antigenocídio e chegaram a dar dinheiro pro prefeito.<br />
A matéria expõe a articulação explícita desses grandes capitalistas para reprimir as manifestações antigenocídio palestino.<br />
<a href="https://www.washingtonpost.com/nation/2024/05/16/business-leaders-chat-group-eric-adams-columbia-protesters/" rel="nofollow ugc">https://www.washingtonpost.com/nation/2024/05/16/business-leaders-chat-group-eric-adams-columbia-protesters/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-944745</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 14:29:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas,

O que eu tenho visto é professores de estudos de gênero e temas que se consideraria propensos à política identitária com frequência serem os que estão apoiando o movimento. O que ocorre é muito mais essa base de política identitária fomentada pelo Partido Democrata estar se voltando contra ele de certa forma (essa foi uma leitura inicial do Finkelstein, por exemplo).

Sobre o que o Felipe aponta, uma das forças do movimento é ter uma pauta extremamente concreta e objetiva: o desinvestimento. Construção de Estado não é pauta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas,</p>
<p>O que eu tenho visto é professores de estudos de gênero e temas que se consideraria propensos à política identitária com frequência serem os que estão apoiando o movimento. O que ocorre é muito mais essa base de política identitária fomentada pelo Partido Democrata estar se voltando contra ele de certa forma (essa foi uma leitura inicial do Finkelstein, por exemplo).</p>
<p>Sobre o que o Felipe aponta, uma das forças do movimento é ter uma pauta extremamente concreta e objetiva: o desinvestimento. Construção de Estado não é pauta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-944509</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 23:25:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[esse relato é muito interessante porque parece apontar um esquema onde o gestor coletivo sionista tem voz de mando sobre o stableshment acadêmico identitário. O sionismo como identitarismo de primeiro escalão dá ordens aos gestores de segundo escalão, a seita decolonialista que comanda(va?) as principais universidades nos estados unidos, a reprimir os estudantes de origem médiooriental. O cancelamento é também mais refinado e institucional neste primeiro escalão, pelo visto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>esse relato é muito interessante porque parece apontar um esquema onde o gestor coletivo sionista tem voz de mando sobre o stableshment acadêmico identitário. O sionismo como identitarismo de primeiro escalão dá ordens aos gestores de segundo escalão, a seita decolonialista que comanda(va?) as principais universidades nos estados unidos, a reprimir os estudantes de origem médiooriental. O cancelamento é também mais refinado e institucional neste primeiro escalão, pelo visto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Felipe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-944474</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 21:11:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguém saberia dizer se as manifestações universitárias contra o maquinário dantesco, sionista e moedor de carne de palestinos abarcaram outras pautas, como a legalização de trabalhadores imigrantes clandestinos largados na sarjeta e na informalidade? Se sim ou se não, a envergadura das reivindicações de um determinado grupo contestatório demonstra qual é seu horizonte de transformação e mudança e até que ponto se pretende ir. Não se trata aqui de desprezar a dor, o sofrimento, a angústia, esse suplício interminável ao qual se encontra o povo palestino, mas sim de lembrar que prática transformadora não pode se apequenar em ter como referência a construção de um novo Estado-nacional, correndo o risco de lançar as bases para a reação do amanhã.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém saberia dizer se as manifestações universitárias contra o maquinário dantesco, sionista e moedor de carne de palestinos abarcaram outras pautas, como a legalização de trabalhadores imigrantes clandestinos largados na sarjeta e na informalidade? Se sim ou se não, a envergadura das reivindicações de um determinado grupo contestatório demonstra qual é seu horizonte de transformação e mudança e até que ponto se pretende ir. Não se trata aqui de desprezar a dor, o sofrimento, a angústia, esse suplício interminável ao qual se encontra o povo palestino, mas sim de lembrar que prática transformadora não pode se apequenar em ter como referência a construção de um novo Estado-nacional, correndo o risco de lançar as bases para a reação do amanhã.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas R		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-944394</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas R]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2024 15:04:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Valeu pelo baita texto e sistematização.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu pelo baita texto e sistematização.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/05/152825/#comment-943987</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2024 15:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Algumas informações complementares:

1) As formas de tentativa de supressão do movimento – pressão sobre os administradores das universidades, mudança de legislação, fomentar contraprotestos, exposição dos manifestantes, lobby e pressão para que não sejam empregados por ninguém etc. – são todas descritas pelo próprio governo de Israel como ações que tomariam, já em novembro de 2023, quando os protestos nas universidades contra o genocídio em Gaza incomodavam os sionistas. Um dos principais jornais de Israel expôs em detalhe (claro, sempre chamando manifestações contra a política de Israel como “antissemitism&quot;o): https://www.ynetnews.com/article/rk5ppryht

2) A pressão para não empregar e desempregar é particularmente clara na indústria cultural. Roger Waters perdeu seu contrato com a BMG alemã (na Alemanha a repressão aos críticos a Israel é mais severa do que nos EUA: https://jacobin.com.br/2024/04/alemanha-esta-resguardando-o-direito-de-israel-cometer-crimes-de-guerra/ ). Se existe um Macarthismo hoje em Hollywood, é contra os críticos de Israel: https://www.aljazeera.com/opinions/2023/12/7/hollywoods-israel-problem
O rapper ganhador do Grammy, Macklemore, cobrou os artistas sobre o silêncio, na letra inspiradíssima da música chamada Hinds Hall, lançada em apoio ao movimento. Apenas no primeiro dia o vídeo da música teve cerca de 100 milhões de visualizações no Instagram e Twitter: https://www.youtube.com/watch?v=fgDQyFeBBIo 

3) Na Universidade de Princeton estudantes estão há oito dias em greve de fome pelo desinvestimento da Universidade em Israel. Um professor está há dois dias em greve de fome.

4) Neonazistas e antissemitas declarados fazem parte dos grupos que têm agredido os manifestantes na UCLA. Bem, a história se repete, com a convergência ou aliança entre sionistas e nazistas: https://www.theguardian.com/us-news/article/2024/may/10/college-campus-protests-far-right

5) Em abril, trabalhadores do Google nos EUA ocuparam dois escritórios da empresa, reivindicando o fim de um projeto do Google com o exército israelense. A campanha No Tech of Apartheid já ocorrida há bem mais tempo. Cerca de trinta trabalhadores foram demitidos, incluindo apenas simpatizantes, que não participaram da ocupação. https://www.youtube.com/watch?v=rz8Y2NSPpXo

6) A Union Theological Seminary, que tem uma independência (inclusive de fundos) mas serve como faculdade de Teologia da Universidade de Columbia, decidiu desinvestir de Israel. Ela já não investe em empresas de armas. Essa faculdade foi um dos berços da teologia da libertação e tem um histórico progressista. A faculdade tem acolhido os estudantes que sofreram suspensão, assim como professores que continuam a dar aula para estudantes penalizados pela administração: https://religionnews.com/2024/05/09/union-theological-seminary-votes-to-divest-from-companies-profiting-from-gaza-war/

7) Está ficando evidente que o motivo principal do banimento do Tik Tok dos EUA aprovado pelo Congresso e sancionado por Biden é em razão do conteúdo que chega aos jovens, o que ficou evidente para eles com o movimento estudantil nas universidades contra o massacre que Israel promove em Gaza. Vídeos das cenas do massacre são mais difundidas pelos algoritmos do Tik Tok do que pelos das empresas dos EUA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas informações complementares:</p>
<p>1) As formas de tentativa de supressão do movimento – pressão sobre os administradores das universidades, mudança de legislação, fomentar contraprotestos, exposição dos manifestantes, lobby e pressão para que não sejam empregados por ninguém etc. – são todas descritas pelo próprio governo de Israel como ações que tomariam, já em novembro de 2023, quando os protestos nas universidades contra o genocídio em Gaza incomodavam os sionistas. Um dos principais jornais de Israel expôs em detalhe (claro, sempre chamando manifestações contra a política de Israel como “antissemitism&#8221;o): <a href="https://www.ynetnews.com/article/rk5ppryht" rel="nofollow ugc">https://www.ynetnews.com/article/rk5ppryht</a></p>
<p>2) A pressão para não empregar e desempregar é particularmente clara na indústria cultural. Roger Waters perdeu seu contrato com a BMG alemã (na Alemanha a repressão aos críticos a Israel é mais severa do que nos EUA: <a href="https://jacobin.com.br/2024/04/alemanha-esta-resguardando-o-direito-de-israel-cometer-crimes-de-guerra/" rel="nofollow ugc">https://jacobin.com.br/2024/04/alemanha-esta-resguardando-o-direito-de-israel-cometer-crimes-de-guerra/</a> ). Se existe um Macarthismo hoje em Hollywood, é contra os críticos de Israel: <a href="https://www.aljazeera.com/opinions/2023/12/7/hollywoods-israel-problem" rel="nofollow ugc">https://www.aljazeera.com/opinions/2023/12/7/hollywoods-israel-problem</a><br />
O rapper ganhador do Grammy, Macklemore, cobrou os artistas sobre o silêncio, na letra inspiradíssima da música chamada Hinds Hall, lançada em apoio ao movimento. Apenas no primeiro dia o vídeo da música teve cerca de 100 milhões de visualizações no Instagram e Twitter: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fgDQyFeBBIo" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=fgDQyFeBBIo</a> </p>
<p>3) Na Universidade de Princeton estudantes estão há oito dias em greve de fome pelo desinvestimento da Universidade em Israel. Um professor está há dois dias em greve de fome.</p>
<p>4) Neonazistas e antissemitas declarados fazem parte dos grupos que têm agredido os manifestantes na UCLA. Bem, a história se repete, com a convergência ou aliança entre sionistas e nazistas: <a href="https://www.theguardian.com/us-news/article/2024/may/10/college-campus-protests-far-right" rel="nofollow ugc">https://www.theguardian.com/us-news/article/2024/may/10/college-campus-protests-far-right</a></p>
<p>5) Em abril, trabalhadores do Google nos EUA ocuparam dois escritórios da empresa, reivindicando o fim de um projeto do Google com o exército israelense. A campanha No Tech of Apartheid já ocorrida há bem mais tempo. Cerca de trinta trabalhadores foram demitidos, incluindo apenas simpatizantes, que não participaram da ocupação. <a href="https://www.youtube.com/watch?v=rz8Y2NSPpXo" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=rz8Y2NSPpXo</a></p>
<p>6) A Union Theological Seminary, que tem uma independência (inclusive de fundos) mas serve como faculdade de Teologia da Universidade de Columbia, decidiu desinvestir de Israel. Ela já não investe em empresas de armas. Essa faculdade foi um dos berços da teologia da libertação e tem um histórico progressista. A faculdade tem acolhido os estudantes que sofreram suspensão, assim como professores que continuam a dar aula para estudantes penalizados pela administração: <a href="https://religionnews.com/2024/05/09/union-theological-seminary-votes-to-divest-from-companies-profiting-from-gaza-war/" rel="nofollow ugc">https://religionnews.com/2024/05/09/union-theological-seminary-votes-to-divest-from-companies-profiting-from-gaza-war/</a></p>
<p>7) Está ficando evidente que o motivo principal do banimento do Tik Tok dos EUA aprovado pelo Congresso e sancionado por Biden é em razão do conteúdo que chega aos jovens, o que ficou evidente para eles com o movimento estudantil nas universidades contra o massacre que Israel promove em Gaza. Vídeos das cenas do massacre são mais difundidas pelos algoritmos do Tik Tok do que pelos das empresas dos EUA.</p>
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