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	Comentários sobre: Sobre a classe trabalhadora. 3	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-976057</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 13:50:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Scheizepapier dixit: 
- Merda tem razão, o que mata é o papel higiênico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Scheizepapier dixit:<br />
&#8211; Merda tem razão, o que mata é o papel higiênico.</p>
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		<title>
		Por: Francisco		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-976046</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 11:47:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eis que em uma aula pública de Yoga na praça aqui na cidade hoje pela manhã, finaliza a ínstrutora:

- Buda tem razão, o que mata são os desejos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que em uma aula pública de Yoga na praça aqui na cidade hoje pela manhã, finaliza a ínstrutora:</p>
<p>&#8211; Buda tem razão, o que mata são os desejos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-974601</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 08:30:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Johnny,

Encontrei essa citação em notas de leitura muito antigas, referentes a uma obra de Needham, &lt;em&gt;Science and Civilization in China&lt;/em&gt;. As minhas notas não têm mais detalhes sobre o original, mas penso que se trata do livro traduzido, ou parcialmente traduzido, no Brasil sob o título &lt;em&gt;Tratado do Vazio Perfeito&lt;/em&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Johnny,</p>
<p>Encontrei essa citação em notas de leitura muito antigas, referentes a uma obra de Needham, <em>Science and Civilization in China</em>. As minhas notas não têm mais detalhes sobre o original, mas penso que se trata do livro traduzido, ou parcialmente traduzido, no Brasil sob o título <em>Tratado do Vazio Perfeito</em>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Johnny		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-974450</link>

		<dc:creator><![CDATA[Johnny]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 18:07:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No caldo cultural contemporâneo, a apologia à ataraxia anda na moda entre grupos que se opõem (e talvez por isso se complementem). No meio da assim chamada classe média, que pratica yoga, come produtos orgânicos e pratica a abstenção do consumo enquanto viaja para a Índia em Boeings ultramodernos, mas também entre jovens proletários seguidores de canais de youtube e influencers autodenominados estoicos, em grupos como o MGTOW ou mesmo no famoso caso do &#039;Calvo do Campari&#039;. 

Ataraxia nunca esteve tão na moda.

A propósito, qual seria a obra de Liezi em que se cita &#039;reino utópico onde «o povo não tem desejos»&#039;?

Cordiais abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No caldo cultural contemporâneo, a apologia à ataraxia anda na moda entre grupos que se opõem (e talvez por isso se complementem). No meio da assim chamada classe média, que pratica yoga, come produtos orgânicos e pratica a abstenção do consumo enquanto viaja para a Índia em Boeings ultramodernos, mas também entre jovens proletários seguidores de canais de youtube e influencers autodenominados estoicos, em grupos como o MGTOW ou mesmo no famoso caso do &#8216;Calvo do Campari&#8217;. </p>
<p>Ataraxia nunca esteve tão na moda.</p>
<p>A propósito, qual seria a obra de Liezi em que se cita &#8216;reino utópico onde «o povo não tem desejos»&#8217;?</p>
<p>Cordiais abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-973187</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 08:57:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ah, o labirinto! Sempre ele... 

Um labirinto de labirintos, em cujo interior mesmo uma brilhante inteligência se torna completamente cega. 

Sem nada conseguir a não ser perambular sem rumo, passando a cada vez pelos mesmos corredores num infindável girar em círculos.

Haverá saída deste maldito labirinto? Talvez ao seguir a melodia ausente de um fado que já deixou de soar... Tão triste, tão belo... Tão perdido!

Não. Isto não levará a saída alguma.

E se num dos melancólicos trechos do labirinto uma página rasgada de um livro for encontrada? Nela se lê: 《Todo o trabalho é originalmente direcionado à produção de alimentos para sua apropriação pela classe dominante》.

Mais à frente, no paredão interno do labirinto uma quase apagada pixacão: 《A produção capitalista apenas desenvolve técnicas e o grau de complexidade do processo social de produção através de simultaneamente minar as fontes originais de toda a riqueza: o solo e o trabalhador》.

Seriam citações de alguma obra fascista? Ou &quot;O Capital&quot; é muito referenciado e pouco lido?

Maldita &quot;ruptura metabólica&quot;!

Para encontrar o portal de entrada levando ao exterior do labirinto, se exige uma brutal quebra de paradigmas.

E o que há lá fora? A classe trabalhadora, em si. Por todo o tempo, em toda parte.

Para si? Apenas lampejos fugazes. Desde que a luta se dê através de relações sociais comunitárias.

Ainda assim, por mais breve sua duração, neles vai ganhando materialidade o tempo da Revolução.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o labirinto! Sempre ele&#8230; </p>
<p>Um labirinto de labirintos, em cujo interior mesmo uma brilhante inteligência se torna completamente cega. </p>
<p>Sem nada conseguir a não ser perambular sem rumo, passando a cada vez pelos mesmos corredores num infindável girar em círculos.</p>
<p>Haverá saída deste maldito labirinto? Talvez ao seguir a melodia ausente de um fado que já deixou de soar&#8230; Tão triste, tão belo&#8230; Tão perdido!</p>
<p>Não. Isto não levará a saída alguma.</p>
<p>E se num dos melancólicos trechos do labirinto uma página rasgada de um livro for encontrada? Nela se lê: 《Todo o trabalho é originalmente direcionado à produção de alimentos para sua apropriação pela classe dominante》.</p>
<p>Mais à frente, no paredão interno do labirinto uma quase apagada pixacão: 《A produção capitalista apenas desenvolve técnicas e o grau de complexidade do processo social de produção através de simultaneamente minar as fontes originais de toda a riqueza: o solo e o trabalhador》.</p>
<p>Seriam citações de alguma obra fascista? Ou &#8220;O Capital&#8221; é muito referenciado e pouco lido?</p>
<p>Maldita &#8220;ruptura metabólica&#8221;!</p>
<p>Para encontrar o portal de entrada levando ao exterior do labirinto, se exige uma brutal quebra de paradigmas.</p>
<p>E o que há lá fora? A classe trabalhadora, em si. Por todo o tempo, em toda parte.</p>
<p>Para si? Apenas lampejos fugazes. Desde que a luta se dê através de relações sociais comunitárias.</p>
<p>Ainda assim, por mais breve sua duração, neles vai ganhando materialidade o tempo da Revolução.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/09/154654/#comment-973148</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 00:44:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre  a noção de uma separação entre as classes ter sido paulatinamente substituída pela aspiração de mobilidade social, há um livro bastante interessante de um sociólogo britânico, Dave Evans: &quot;A Nation of Shopkeepers: The Unstoppable Rise of the Petty Bourgeoisie&quot;. Ele pode der baixado no site libgen.is

Certamente o livro reflete melhor a realidade do Reino Unido. Basicamente ele procura mostrar que uma das características principais da classe trabalhadora era a relativa ausência de ambição de mobilidade social. Ele procura mostrar como grande parte do que se considera frações da classe trabalhadora no Reino Unido, hoje, possui essa característica subjetiva tradicionalmente da pequena burguesia, o desejo de mobilidade ascendente e o medo de decair socialmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre  a noção de uma separação entre as classes ter sido paulatinamente substituída pela aspiração de mobilidade social, há um livro bastante interessante de um sociólogo britânico, Dave Evans: &#8220;A Nation of Shopkeepers: The Unstoppable Rise of the Petty Bourgeoisie&#8221;. Ele pode der baixado no site libgen.is</p>
<p>Certamente o livro reflete melhor a realidade do Reino Unido. Basicamente ele procura mostrar que uma das características principais da classe trabalhadora era a relativa ausência de ambição de mobilidade social. Ele procura mostrar como grande parte do que se considera frações da classe trabalhadora no Reino Unido, hoje, possui essa característica subjetiva tradicionalmente da pequena burguesia, o desejo de mobilidade ascendente e o medo de decair socialmente.</p>
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