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	Comentários sobre: Ucrânia — quase três anos depois	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Rosa Negra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/10/155008/#comment-981034</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rosa Negra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 19:04:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você lê o texto e sente que o que se define extrema-esquerda parece derrotado e sem perspectiva. Caso não seja, quais os caminhos se ofertam a uma radicalização das lutas por parte da extrema-esquerda?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você lê o texto e sente que o que se define extrema-esquerda parece derrotado e sem perspectiva. Caso não seja, quais os caminhos se ofertam a uma radicalização das lutas por parte da extrema-esquerda?</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/10/155008/#comment-980139</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 09:45:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caio,

Hoje &lt;em&gt;El País&lt;/em&gt; publica &lt;a href=&quot;https://elpais.com/internacional/2024-10-31/los-130-desertores-israelies-contra-netanyahu-volveria-si-lucharamos-para-recuperar-a-los-rehenes.html&quot; rel=&quot;nofollow ugc&quot;&gt;uma notícia&lt;/a&gt; sobre cento e trinta militares israelitas que escreveram uma carta dirigida ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, com cópias para o ministro da Defesa e para o comandante-chefe das forças armadas, anunciando que desertavam. Um deles, Max Kresch, depois de comparar Netanyahu a Yahia Sinwar, declarou ao diário espanhol: «Hemos pasado por una tragedia. Pero es muy importante recordar que los árabes no son nuestros enemigos. Nuestro enemigo es Hamás». E &lt;em&gt;El País&lt;/em&gt; termina o artigo escrevendo, em referência ao depoimento de Max Kresch, que «la verdadera contienda, reflexiona, no se está librando entre israelíes y palestinos, sino entre los que quieren la guerra y los que quieren la paz».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caio,</p>
<p>Hoje <em>El País</em> publica <a href="https://elpais.com/internacional/2024-10-31/los-130-desertores-israelies-contra-netanyahu-volveria-si-lucharamos-para-recuperar-a-los-rehenes.html" rel="nofollow ugc">uma notícia</a> sobre cento e trinta militares israelitas que escreveram uma carta dirigida ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, com cópias para o ministro da Defesa e para o comandante-chefe das forças armadas, anunciando que desertavam. Um deles, Max Kresch, depois de comparar Netanyahu a Yahia Sinwar, declarou ao diário espanhol: «Hemos pasado por una tragedia. Pero es muy importante recordar que los árabes no son nuestros enemigos. Nuestro enemigo es Hamás». E <em>El País</em> termina o artigo escrevendo, em referência ao depoimento de Max Kresch, que «la verdadera contienda, reflexiona, no se está librando entre israelíes y palestinos, sino entre los que quieren la guerra y los que quieren la paz».</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/10/155008/#comment-980059</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 22:40:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[-&#062; &quot;A dificuldade que sinto em lhe dar uma resposta mostra a complexidade da situação com que deparamos.&quot;

Vivemos um período de terrível complexidade, com o qual apenas conseguiremos nos relacionar através de uma brutal quebra de paradigmas. 

Como sabemos, a geopolítica mundial só adquire sentido na perspectiva da globalização da Luta de Classes. E mesmo esta é subjacente a uma Guerra de Mundos.

Na Ucrânia há uma disputa entre facções da classe dominante mundial, mas em Gaza se deve reconhecer que, além disto, a Guerra de Mundos é preponderante.

Pressionada pela expansão dos EUA/OTAN em sua fronteira, a partir do Maiden em 2014, a burguesia russa não teve opção senão invadir o território ucraniano.

Entretanto, após o rápido sucesso inicial seu ímpeto ofensivo se arrefeceu. E a partir de então recuou em busca de uma improvável solução negociada, nos moldes dos Acordos de Minsk (2014).

Para a burguesia russa bastaria ser aceita como sócia minoritária na Luta de Classes globalizada, mantendo intocados os privilégios dos oligarcas e dos burocratas do serviço de informação e repressão (FSB e Ministério da Defesa).

Porém esta coexistência &quot;pacífica&quot; se tornou impossível diante da crise sistêmica do Capitalismo: ao vencedor, tudo! 

No teatro de operações da Ucrânia, a burguesia britânica atua para recuperar seu prestígio num contexto geral de irreversível decadência da atual potência hegemônica - os EUA, incapazes de minimamente estabilizar as relações internacionais.

Os fatos em curso nestes quase três anos, mostram como a burguesia britânica está tão equivocada quanto a russa: não haverá retorno.

Seguindo o rumo atual, é inevitável a utilização de armas nucleares táticas. Enganam-se aqueles supondo ser possível deter uma escalada até um armagedon generalizado. 

A população ucraniana não passa de um irrelevante detalhe, cuja única função é alimentar o insaciável moedor de carne da guerra entre as burguesias internacionais no território da Ucrânia.  

-&#062; &quot;Esta guerra em Gaza constitui um verdadeiro case study de subestimação do inimigo, porque decerto o Hamas não pensou que Israel se fosse lançar num genocídio da população do território.&quot;

Tudo indica ser exatamente o contrário: para o Hamas o genocídio Palestino era previsto e não se trata de um preço alto demais a se pagar.

O ataque de 7-OUT modificou irreversivelmente a geopolítica no Oriente Médio e explodiu o próprio sistema político palestino. 

O Hamas poderia estar acomodado no governo de Gaza, mas fez uma opção contrária à burguesia russa. Enquanto esta invadiu a Ucrânia em busca de um acordo político, para o Hamas é vitória ou martírio.

Se trata de fundamentalismo religioso: cada Palestino assassinado pelos sionistas é um mártir acordando no Paraíso.

As baixas israelenses, entre mortos e feridos, assim como suas perdas materiais, são absolutamente insustentáveis. E, ao contrário do Hamas, não podem ser legitimadas a partir do fundamentalismo sionista.

O Ministério da Defesa de Israel admite cerca de 12.000 soldados mortos ou feridos em Gaza. No Sul do Líbano já são 900 deles.

Quase todos os reféns ainda não foram resgatados, alguns foram mortos pelos bombardeios israelenses, a instabilidade social em Israel só faz aumentar, a maior parte da estrutura de túneis do Hamas segue intacta e, apesar da decapitação de quase toda sua cúpula, a capacidade militar do Hezbollah não está seriamente afetada. 

Com o agravamento das perdas israelenses, a utilização de armas nucleares táticas se impõe. As consequências serão tão, ou ainda mais, graves do que na Ucrânia.

Como atual embrião de classe dominante na Palestina, caso o Hamas seja vitorioso qual tipo de sociedade prevalecerá? Um Estado teocrático, pautado pelo fundamentalismo e privado dos mais básicos direitos civis.

Ainda que lute a Guerra de Mundos contra o usurpador colonial, não será o Hamas o libertador da Palestina.

Por enquanto, o repugnante regime dos Aiatolás segue num teatro conveniente com a burguesia sionista. Porém a encenação tem uma inevitável data de encerramento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>-&gt; &#8220;A dificuldade que sinto em lhe dar uma resposta mostra a complexidade da situação com que deparamos.&#8221;</p>
<p>Vivemos um período de terrível complexidade, com o qual apenas conseguiremos nos relacionar através de uma brutal quebra de paradigmas. </p>
<p>Como sabemos, a geopolítica mundial só adquire sentido na perspectiva da globalização da Luta de Classes. E mesmo esta é subjacente a uma Guerra de Mundos.</p>
<p>Na Ucrânia há uma disputa entre facções da classe dominante mundial, mas em Gaza se deve reconhecer que, além disto, a Guerra de Mundos é preponderante.</p>
<p>Pressionada pela expansão dos EUA/OTAN em sua fronteira, a partir do Maiden em 2014, a burguesia russa não teve opção senão invadir o território ucraniano.</p>
<p>Entretanto, após o rápido sucesso inicial seu ímpeto ofensivo se arrefeceu. E a partir de então recuou em busca de uma improvável solução negociada, nos moldes dos Acordos de Minsk (2014).</p>
<p>Para a burguesia russa bastaria ser aceita como sócia minoritária na Luta de Classes globalizada, mantendo intocados os privilégios dos oligarcas e dos burocratas do serviço de informação e repressão (FSB e Ministério da Defesa).</p>
<p>Porém esta coexistência &#8220;pacífica&#8221; se tornou impossível diante da crise sistêmica do Capitalismo: ao vencedor, tudo! </p>
<p>No teatro de operações da Ucrânia, a burguesia britânica atua para recuperar seu prestígio num contexto geral de irreversível decadência da atual potência hegemônica &#8211; os EUA, incapazes de minimamente estabilizar as relações internacionais.</p>
<p>Os fatos em curso nestes quase três anos, mostram como a burguesia britânica está tão equivocada quanto a russa: não haverá retorno.</p>
<p>Seguindo o rumo atual, é inevitável a utilização de armas nucleares táticas. Enganam-se aqueles supondo ser possível deter uma escalada até um armagedon generalizado. </p>
<p>A população ucraniana não passa de um irrelevante detalhe, cuja única função é alimentar o insaciável moedor de carne da guerra entre as burguesias internacionais no território da Ucrânia.  </p>
<p>-&gt; &#8220;Esta guerra em Gaza constitui um verdadeiro case study de subestimação do inimigo, porque decerto o Hamas não pensou que Israel se fosse lançar num genocídio da população do território.&#8221;</p>
<p>Tudo indica ser exatamente o contrário: para o Hamas o genocídio Palestino era previsto e não se trata de um preço alto demais a se pagar.</p>
<p>O ataque de 7-OUT modificou irreversivelmente a geopolítica no Oriente Médio e explodiu o próprio sistema político palestino. </p>
<p>O Hamas poderia estar acomodado no governo de Gaza, mas fez uma opção contrária à burguesia russa. Enquanto esta invadiu a Ucrânia em busca de um acordo político, para o Hamas é vitória ou martírio.</p>
<p>Se trata de fundamentalismo religioso: cada Palestino assassinado pelos sionistas é um mártir acordando no Paraíso.</p>
<p>As baixas israelenses, entre mortos e feridos, assim como suas perdas materiais, são absolutamente insustentáveis. E, ao contrário do Hamas, não podem ser legitimadas a partir do fundamentalismo sionista.</p>
<p>O Ministério da Defesa de Israel admite cerca de 12.000 soldados mortos ou feridos em Gaza. No Sul do Líbano já são 900 deles.</p>
<p>Quase todos os reféns ainda não foram resgatados, alguns foram mortos pelos bombardeios israelenses, a instabilidade social em Israel só faz aumentar, a maior parte da estrutura de túneis do Hamas segue intacta e, apesar da decapitação de quase toda sua cúpula, a capacidade militar do Hezbollah não está seriamente afetada. </p>
<p>Com o agravamento das perdas israelenses, a utilização de armas nucleares táticas se impõe. As consequências serão tão, ou ainda mais, graves do que na Ucrânia.</p>
<p>Como atual embrião de classe dominante na Palestina, caso o Hamas seja vitorioso qual tipo de sociedade prevalecerá? Um Estado teocrático, pautado pelo fundamentalismo e privado dos mais básicos direitos civis.</p>
<p>Ainda que lute a Guerra de Mundos contra o usurpador colonial, não será o Hamas o libertador da Palestina.</p>
<p>Por enquanto, o repugnante regime dos Aiatolás segue num teatro conveniente com a burguesia sionista. Porém a encenação tem uma inevitável data de encerramento.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/10/155008/#comment-980016</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 16:57:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caio,

A dificuldade que sinto em lhe dar uma resposta mostra a complexidade da situação com que deparamos.

No caso de Israel, a guerra é conduzida por um governo em que a extrema-direita está aliada a dois partidos fascistas e, aliás, pelo menos um deles tem uma linha de filiação com Vladimir Jabotinsky, o fundador do fascismo sionista. Do lado palestiniano, a guerra, ou esta fase da guerra, foi iniciada pelo Hamas, que, pela sua estrutura e forma de actuação, deve considerar-se igualmente como um partido fascista, na sequência de outras modalidades de fascismo árabe. E, de ambos os lados, trata-se de um fascismo com conotações acentuadamente religiosas.

Esta guerra em Gaza constitui um verdadeiro &lt;em&gt;case study&lt;/em&gt; de subestimação do inimigo, porque decerto o Hamas não pensou que Israel se fosse lançar num genocídio da população do território. Hoje a palavra &lt;em&gt;genocídio&lt;/em&gt; emprega-se a torto e a direito, geralmente mais a torto do que a direito. Neste caso, porém, trata-se de um verdadeiro genocídio, destinado a eliminar a população civil e não só uma organização política. E a táctica seguida pelo Hamas facilita o genocídio, porque este partido se esconde sob a população, que é empregue como escudo. 

A extensão da guerra ao Líbano tornou a situação ainda mais complexa, porque se trata de um Estado falido. A única organização estatal que funciona nesse país é o Hezbollah, que reúne as características de um aparelho governativo, político, militar, económico e financeiro. Ora, esta ampliação da guerra tomou como alvo um movimento shiita, enquanto o Hamas é sunita, de modo que a aliança política se sobrepõe à clivagem religiosa entre os dois ramos do Islão. 

A situação tornar-se-á mais complexa ainda quando Israel ampliar à Cisjordânia a guerra e o consequente genocídio, como pretendem os dois partidos fascistas do governo. 

Perante tudo isto, tem a extrema-esquerda anticapitalista alguma posição própria, além de bramar contra o genocídio, como faz qualquer pessoa decente? O que me parece haver de comum com a situação da Ucrânia são as últimas linhas do meu artigo — «O facto de esta questão permanecer sem resposta prática mostra, uma vez mais, até que ponto de irrelevância nós chegámos».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caio,</p>
<p>A dificuldade que sinto em lhe dar uma resposta mostra a complexidade da situação com que deparamos.</p>
<p>No caso de Israel, a guerra é conduzida por um governo em que a extrema-direita está aliada a dois partidos fascistas e, aliás, pelo menos um deles tem uma linha de filiação com Vladimir Jabotinsky, o fundador do fascismo sionista. Do lado palestiniano, a guerra, ou esta fase da guerra, foi iniciada pelo Hamas, que, pela sua estrutura e forma de actuação, deve considerar-se igualmente como um partido fascista, na sequência de outras modalidades de fascismo árabe. E, de ambos os lados, trata-se de um fascismo com conotações acentuadamente religiosas.</p>
<p>Esta guerra em Gaza constitui um verdadeiro <em>case study</em> de subestimação do inimigo, porque decerto o Hamas não pensou que Israel se fosse lançar num genocídio da população do território. Hoje a palavra <em>genocídio</em> emprega-se a torto e a direito, geralmente mais a torto do que a direito. Neste caso, porém, trata-se de um verdadeiro genocídio, destinado a eliminar a população civil e não só uma organização política. E a táctica seguida pelo Hamas facilita o genocídio, porque este partido se esconde sob a população, que é empregue como escudo. </p>
<p>A extensão da guerra ao Líbano tornou a situação ainda mais complexa, porque se trata de um Estado falido. A única organização estatal que funciona nesse país é o Hezbollah, que reúne as características de um aparelho governativo, político, militar, económico e financeiro. Ora, esta ampliação da guerra tomou como alvo um movimento shiita, enquanto o Hamas é sunita, de modo que a aliança política se sobrepõe à clivagem religiosa entre os dois ramos do Islão. </p>
<p>A situação tornar-se-á mais complexa ainda quando Israel ampliar à Cisjordânia a guerra e o consequente genocídio, como pretendem os dois partidos fascistas do governo. </p>
<p>Perante tudo isto, tem a extrema-esquerda anticapitalista alguma posição própria, além de bramar contra o genocídio, como faz qualquer pessoa decente? O que me parece haver de comum com a situação da Ucrânia são as últimas linhas do meu artigo — «O facto de esta questão permanecer sem resposta prática mostra, uma vez mais, até que ponto de irrelevância nós chegámos».</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/10/155008/#comment-979887</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 00:04:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=155008#comment-979887</guid>

					<description><![CDATA[João, na atual conjuntura essas mesmas questões se repetem no caso de Israel, Palestina e Líbano? Ou você acha que os termos ali são outros?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João, na atual conjuntura essas mesmas questões se repetem no caso de Israel, Palestina e Líbano? Ou você acha que os termos ali são outros?</p>
]]></content:encoded>
		
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