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	Comentários sobre: 25 anos depois: um outro mundo é impossível	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-992519</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2025 21:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tese
《A crise histórica da humanidade reduz-se à crise da direção revolucionária.
A crise atual da civilização humana é a crise da direção do proletariado.》
O Programa de Transição, Trotsky

Citação
《Quem quer que se ponha a frequentar os meios radicais admira-se de início com o hiato que reina entre os seus discursos e as suas práticas, entre as suas ambições e o seu isolamento. Eles parecem como que condenados a uma espécie de autodestruição permanente. 》

Diagnóstico 
A maior parte dos conflitos nos grupos e coletivos de militância política apenas mascaram conflitos de egos e de relacionamentos pessoais.

Decorrência 
• Toda militância política autenticamente emancipadora é também uma terapia. E toda terapia autenticamente curativa é também uma militância política.
• Não há luta revolucionária sem uma terapia revolucionária, e não há terapia revolucionária sem luta política revolucionária.  

Conclusão 
A militância política não é separada da vida. Ao contrário, é um modo de viver.
É onde vivemos que devemos agir. Sempre haverá oportunidades.
Esta é a única radicalidade possível: tecer os laços de solidariedade a partir da ação concreta, coletiva e organizada nos locais de moradia, produção, processamento logístico e convivência.

Como fazer a Revolução no séc. XXI?
https://m.youtube.com/watch?v=1JdquvCjcXo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tese<br />
《A crise histórica da humanidade reduz-se à crise da direção revolucionária.<br />
A crise atual da civilização humana é a crise da direção do proletariado.》<br />
O Programa de Transição, Trotsky</p>
<p>Citação<br />
《Quem quer que se ponha a frequentar os meios radicais admira-se de início com o hiato que reina entre os seus discursos e as suas práticas, entre as suas ambições e o seu isolamento. Eles parecem como que condenados a uma espécie de autodestruição permanente. 》</p>
<p>Diagnóstico<br />
A maior parte dos conflitos nos grupos e coletivos de militância política apenas mascaram conflitos de egos e de relacionamentos pessoais.</p>
<p>Decorrência<br />
• Toda militância política autenticamente emancipadora é também uma terapia. E toda terapia autenticamente curativa é também uma militância política.<br />
• Não há luta revolucionária sem uma terapia revolucionária, e não há terapia revolucionária sem luta política revolucionária.  </p>
<p>Conclusão<br />
A militância política não é separada da vida. Ao contrário, é um modo de viver.<br />
É onde vivemos que devemos agir. Sempre haverá oportunidades.<br />
Esta é a única radicalidade possível: tecer os laços de solidariedade a partir da ação concreta, coletiva e organizada nos locais de moradia, produção, processamento logístico e convivência.</p>
<p>Como fazer a Revolução no séc. XXI?<br />
<a href="https://m.youtube.com/watch?v=1JdquvCjcXo" rel="nofollow ugc">https://m.youtube.com/watch?v=1JdquvCjcXo</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Matheus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-992210</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 12:07:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei do texto principalmente pelo seu clima de frustração realista. Quem esteve no campo das lutas autônomas nos últimos 20 anos e não se sente numa frustração profunda ou deslizou ideologicamente ou partiu para a auto realização individual. 
Há sempre os otimistas que querem ver a &quot;influência&quot; daquela época nas esparsas lutas de hoje, nada mais que ilusão. Como se as reações populares nunca tivessem carregado ímpetos de autonomia nos nascedouros.
O que falta no texto e nas rodas de conversas pelos núcleos do Brasil são diagnósticos. Se a história determina as circunstâncias, são as pessoas que a realizam. O papel do militante é buscar ser o catalisador da história, ou não? Vejo muitas análises que apontam o dedo nas circunstâncias, mas onde estão os erros de diretivas? Portanto seguem perguntas a serem respondidas:
Existem ou não algumas dezenas de pessoas conhecidas entre si pelo Brasil e reconhecidas como lideranças locais?
Qual foi (é) a responsabilidade delas perante os descaminhos pós 2013?  Onde foi parar a vanguarda do uso das ferramentas da internet do passado que não ocuparam espaço nas novas mídias? Qual o papel dessas lideranças intelectuais em divulgar ideias, debater programas, analisar a política e dar um norte organizativo, estratégico e tático? 

A análise infra estrutural que reconhece a militância baseada na classe média que não teria vinculação forçada a militância não parece razoável, visto que a mesma geração e característica sustenta organizações em crescimento hoje. Os conflitos internos pessoais e as diversas acusações, da mesma forma, ocorrem em todos os campo e as lideranças tem papel central nas suas resoluções.

Bom, há 15 anos imaginava que hoje estaríamos com dezenas ou centenas de organizações espalhadas, uma estrutura nacional que pautasse minimamente o debate nacional e uma boa estrutura midiática. Nada me convence que foi a conjuntura que atrapalhou, mas sim uma fuga do papel de liderança que essas próprias pessoas construíram para si. Essas lideranças optaram pela solução chomskiana, quanto maior o isolamento maior a aproximação com o reformismo rebaixado e fadado ao fracasso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto principalmente pelo seu clima de frustração realista. Quem esteve no campo das lutas autônomas nos últimos 20 anos e não se sente numa frustração profunda ou deslizou ideologicamente ou partiu para a auto realização individual.<br />
Há sempre os otimistas que querem ver a &#8220;influência&#8221; daquela época nas esparsas lutas de hoje, nada mais que ilusão. Como se as reações populares nunca tivessem carregado ímpetos de autonomia nos nascedouros.<br />
O que falta no texto e nas rodas de conversas pelos núcleos do Brasil são diagnósticos. Se a história determina as circunstâncias, são as pessoas que a realizam. O papel do militante é buscar ser o catalisador da história, ou não? Vejo muitas análises que apontam o dedo nas circunstâncias, mas onde estão os erros de diretivas? Portanto seguem perguntas a serem respondidas:<br />
Existem ou não algumas dezenas de pessoas conhecidas entre si pelo Brasil e reconhecidas como lideranças locais?<br />
Qual foi (é) a responsabilidade delas perante os descaminhos pós 2013?  Onde foi parar a vanguarda do uso das ferramentas da internet do passado que não ocuparam espaço nas novas mídias? Qual o papel dessas lideranças intelectuais em divulgar ideias, debater programas, analisar a política e dar um norte organizativo, estratégico e tático? </p>
<p>A análise infra estrutural que reconhece a militância baseada na classe média que não teria vinculação forçada a militância não parece razoável, visto que a mesma geração e característica sustenta organizações em crescimento hoje. Os conflitos internos pessoais e as diversas acusações, da mesma forma, ocorrem em todos os campo e as lideranças tem papel central nas suas resoluções.</p>
<p>Bom, há 15 anos imaginava que hoje estaríamos com dezenas ou centenas de organizações espalhadas, uma estrutura nacional que pautasse minimamente o debate nacional e uma boa estrutura midiática. Nada me convence que foi a conjuntura que atrapalhou, mas sim uma fuga do papel de liderança que essas próprias pessoas construíram para si. Essas lideranças optaram pela solução chomskiana, quanto maior o isolamento maior a aproximação com o reformismo rebaixado e fadado ao fracasso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-991613</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 11:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fracasse. 
Tente outra vez.
Fracasse outra vez.
Fracasse melhor.
BECKETT]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fracasse.<br />
Tente outra vez.<br />
Fracasse outra vez.<br />
Fracasse melhor.<br />
BECKETT</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: BRUNO BIANCHI DE OLIVEIRA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-991192</link>

		<dc:creator><![CDATA[BRUNO BIANCHI DE OLIVEIRA]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 23:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que triste cenário vivemos. A terceira revolução industrial está morta e a quarta não consegue nascer na sua plenitude. Nesse meio obscuro dessa transição surgem os monstros (extrema direita). Socialismo ou barbárie à vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que triste cenário vivemos. A terceira revolução industrial está morta e a quarta não consegue nascer na sua plenitude. Nesse meio obscuro dessa transição surgem os monstros (extrema direita). Socialismo ou barbárie à vista.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-990867</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:03:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[stravecchio
prima linea
disse:
amarcord
bala juquinha
derretia na boca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>stravecchio<br />
prima linea<br />
disse:<br />
amarcord<br />
bala juquinha<br />
derretia na boca</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Juquinha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-990797</link>

		<dc:creator><![CDATA[Juquinha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 21:20:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agradeço pelo comentário redigido. Estive às voltas com o tema e reparei também que os trinta anos do levante de Chiapas passaram em branco. Os desafios se amontoaram, ilusões cobraram seu preço. Contudo, de fato, os zapatistas continuam lá e merecem literalmente toda a atenção do mundo. Por aqui, como acolá, fica cada vez mais complicado responder à pergunta &quot;que fazer?&quot;. E o tempo urge, dada a centralidade (virtual) da década nos descaminhos próprios ao inferno produtivo e suicidário das questões climáticas. De baile em baile, se a decisão pela solidariedade anticapitalista não for mais cristalina, dançamos. Mas estamos vivos ainda. Talvez, a título de papelada, focar (junto ao raio-x do capitalismo) nas operações de contrainsurgência continue a oferecer oxigênio para ramais e caminhos. Seja como for, o central continua a ser os amigos cimentados pelas causas. Daí não dá pra confundir mesmo com ascensão social. Alhos e bugalhos. O vínculo de solidariedade (crítico, óbvio) precisa ser, nesse sentido, certeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço pelo comentário redigido. Estive às voltas com o tema e reparei também que os trinta anos do levante de Chiapas passaram em branco. Os desafios se amontoaram, ilusões cobraram seu preço. Contudo, de fato, os zapatistas continuam lá e merecem literalmente toda a atenção do mundo. Por aqui, como acolá, fica cada vez mais complicado responder à pergunta &#8220;que fazer?&#8221;. E o tempo urge, dada a centralidade (virtual) da década nos descaminhos próprios ao inferno produtivo e suicidário das questões climáticas. De baile em baile, se a decisão pela solidariedade anticapitalista não for mais cristalina, dançamos. Mas estamos vivos ainda. Talvez, a título de papelada, focar (junto ao raio-x do capitalismo) nas operações de contrainsurgência continue a oferecer oxigênio para ramais e caminhos. Seja como for, o central continua a ser os amigos cimentados pelas causas. Daí não dá pra confundir mesmo com ascensão social. Alhos e bugalhos. O vínculo de solidariedade (crítico, óbvio) precisa ser, nesse sentido, certeiro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-990778</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 17:30:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Kraxbrisal - posto que obstinad@, rebarbou o oráculo e foi abduzid@ em supositório de algoritmo. 
LASCOU-SE :-)!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Kraxbrisal &#8211; posto que obstinad@, rebarbou o oráculo e foi abduzid@ em supositório de algoritmo.<br />
LASCOU-SE :-)!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: arkx Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/12/155492/#comment-990711</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 09:42:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=155492#comment-990711</guid>

					<description><![CDATA[Submeti o artigo à análise da IA Llama 3.2, acoplada ao WhatsApp (e esta integração é muito mais do que um detalhe).

Trecho do retorno:

《Análise Crítica
1. *Ceticismo em relação à mudança*: O artigo transmite um tom pessimista, questionando a viabilidade de um mundo melhor.
2. *Falta de propostas concretas*: O autor não oferece soluções claras para superar os desafios apresentados.
3. *Enfoque excessivo na crítica*: A análise se concentra mais nos problemas do que em possíveis soluções.
4. *Necessidade de uma abordagem mais inclusiva*: O artigo poderia considerar perspectivas mais diversas e experiências de movimentos sociais.》

Ao que demandei:

《Refinar Análise Crítica 
Em relação ao ítem 2 (Falta de propostas concretas) o autor indica o Movimento Zapatista como exemplo de proposta concreta frente às questões levantadas no artigo 

☆ No Movimento Zapatista é possível identificar a aplicação das 4 Teses do PDE》

Resposta:

《Excelente observação! O Movimento Zapatista é um exemplo inspirador de resistência e construção de alternativas. Aqui estão algumas conexões com as 4 Teses do Processamento Desejante Emancipador (PDE):

Tese 1: Não é a consciência que determina o ser social, mas o ser social quem determina a consciência
1. O Movimento Zapatista surge da realidade social e econômica dos povos indígenas no México.
2. A luta pela terra, autonomia e direitos é fundamentada na experiência concreta.

Tese 2: A consciência política surge das experiências de lutas concretas
1. O Movimento Zapatista desenvolveu uma consciência política a partir da resistência contra o neoliberalismo.
2. A luta do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) contra o governo mexicano fortaleceu a consciência coletiva.

Tese 3: Quem muda o mundo são as pessoas, e o que muda as pessoas são as experiências de vida compartilhadas
1. O Movimento Zapatista é liderado por comunidades indígenas, demonstrando o poder da ação coletiva.
2. A participação direta e decisória das bases é fundamental.

Tese 4: A comunicação é o tecido conjuntivo das lutas
1. O Movimento Zapatista utiliza comunicação alternativa (rádio, internet, redes sociais).
2. A narrativa zapatista inspira solidariedade global.》]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Submeti o artigo à análise da IA Llama 3.2, acoplada ao WhatsApp (e esta integração é muito mais do que um detalhe).</p>
<p>Trecho do retorno:</p>
<p>《Análise Crítica<br />
1. *Ceticismo em relação à mudança*: O artigo transmite um tom pessimista, questionando a viabilidade de um mundo melhor.<br />
2. *Falta de propostas concretas*: O autor não oferece soluções claras para superar os desafios apresentados.<br />
3. *Enfoque excessivo na crítica*: A análise se concentra mais nos problemas do que em possíveis soluções.<br />
4. *Necessidade de uma abordagem mais inclusiva*: O artigo poderia considerar perspectivas mais diversas e experiências de movimentos sociais.》</p>
<p>Ao que demandei:</p>
<p>《Refinar Análise Crítica<br />
Em relação ao ítem 2 (Falta de propostas concretas) o autor indica o Movimento Zapatista como exemplo de proposta concreta frente às questões levantadas no artigo </p>
<p>☆ No Movimento Zapatista é possível identificar a aplicação das 4 Teses do PDE》</p>
<p>Resposta:</p>
<p>《Excelente observação! O Movimento Zapatista é um exemplo inspirador de resistência e construção de alternativas. Aqui estão algumas conexões com as 4 Teses do Processamento Desejante Emancipador (PDE):</p>
<p>Tese 1: Não é a consciência que determina o ser social, mas o ser social quem determina a consciência<br />
1. O Movimento Zapatista surge da realidade social e econômica dos povos indígenas no México.<br />
2. A luta pela terra, autonomia e direitos é fundamentada na experiência concreta.</p>
<p>Tese 2: A consciência política surge das experiências de lutas concretas<br />
1. O Movimento Zapatista desenvolveu uma consciência política a partir da resistência contra o neoliberalismo.<br />
2. A luta do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) contra o governo mexicano fortaleceu a consciência coletiva.</p>
<p>Tese 3: Quem muda o mundo são as pessoas, e o que muda as pessoas são as experiências de vida compartilhadas<br />
1. O Movimento Zapatista é liderado por comunidades indígenas, demonstrando o poder da ação coletiva.<br />
2. A participação direta e decisória das bases é fundamental.</p>
<p>Tese 4: A comunicação é o tecido conjuntivo das lutas<br />
1. O Movimento Zapatista utiliza comunicação alternativa (rádio, internet, redes sociais).<br />
2. A narrativa zapatista inspira solidariedade global.》</p>
]]></content:encoded>
		
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