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	Comentários sobre: As histórias reencontradas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Marcelo Mazzoni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/01/155711/#comment-995425</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Mazzoni]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 17:09:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Salve, Jan,
Excelente reflexão, Gramsci em sua enorme ruminaçāo sobre as formas, camadas e sobre camadas dos grupos sociais e as elaborações e reelabiracoes do pensar, colocou no folclore, no senso comum, a mais básica, fragmentada e espontânea forma do pensamento dos grupos sociais subalternos. Eu fico pensando, estaríamos caminhando para um folclore/senso comum imperializado a nível mundial? Com musk e Zuckerberg dando a tônica e as dancinhas que povoam os fragmentos do imaginário de cada um, mas a nível mundial. Enquanto isto, o mundo caminha mais e mais à extrema direita.
Objetivamente, essas gerações que cresceram no mundo das fotos digitais, estão passando por um photohistoricidio. Nós temos nossos vergonhosos álbuns de fotos de nenê pelado ou não, férias entediantes ou não. São poucas, mas resistiram. Quantas memórias foram perdidas na eterna dança da obsolescência programada?
Por outro lado, no livro 1984, Winston procurou um prole bem velho para tentar saber como era o mundo, antes do Grande Irmão, deu de cara no mundo do pensamento fragmentado e contraditório da consciência espontânea.
Tudo de bom
Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salve, Jan,<br />
Excelente reflexão, Gramsci em sua enorme ruminaçāo sobre as formas, camadas e sobre camadas dos grupos sociais e as elaborações e reelabiracoes do pensar, colocou no folclore, no senso comum, a mais básica, fragmentada e espontânea forma do pensamento dos grupos sociais subalternos. Eu fico pensando, estaríamos caminhando para um folclore/senso comum imperializado a nível mundial? Com musk e Zuckerberg dando a tônica e as dancinhas que povoam os fragmentos do imaginário de cada um, mas a nível mundial. Enquanto isto, o mundo caminha mais e mais à extrema direita.<br />
Objetivamente, essas gerações que cresceram no mundo das fotos digitais, estão passando por um photohistoricidio. Nós temos nossos vergonhosos álbuns de fotos de nenê pelado ou não, férias entediantes ou não. São poucas, mas resistiram. Quantas memórias foram perdidas na eterna dança da obsolescência programada?<br />
Por outro lado, no livro 1984, Winston procurou um prole bem velho para tentar saber como era o mundo, antes do Grande Irmão, deu de cara no mundo do pensamento fragmentado e contraditório da consciência espontânea.<br />
Tudo de bom<br />
Abraços</p>
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