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	Comentários sobre: Um manifesto incómodo. 1	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1050523</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 10:29:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PPensando e Cícero Dião,

Não respondi ao primeiro comentador porque interpretei a sua intervenção como considerações formuladas no estilo de dúvidas e, aliás, interpretaria do mesmo modo este último comentário. Penso que Marx e também Engels tinham menos certezas do que as têm os discípulos. O caso da correspondência com Vera Zassulitch é elucidativo, porque Marx escreveu três ou quatro longos rascunhos, procurando delimitar o problema e dar-lhe uma resposta, pondo afinal esses papéis de lado e optando por uma carta tão anódina que foi esquecida por quem a recebeu. Só mais de um ano depois ele e Engels conseguiram aproximar-se de uma conclusão, tão pouco concludente que deixou novas dúvidas. As mesmas oscilações e contradições sofreram os dois amigos a propósito da guerra franco-prussiana e da Comuna de Paris. Convém sempre recordar que as doutrinas não são formuladas pelos mestres mas pelos discípulos, que para isso talham os mestres a seu gosto. E por aqui chegamos à questão do anti-eslavismo e aos aplausos de Engels à expansão &lt;em&gt;yankee&lt;/em&gt; contra o México, num artigo que segue de muito perto o jornal dos partidários do &lt;em&gt;manifest destiny&lt;/em&gt;. Podemos interpretar tudo isso como expressões de uma preferência pelas forças produtivas materiais relativamente às relações sociais de produção? Ou seria apenas um reflexo das ideias sobre o choque de culturas, tão difundidas pelo romantismo alemão? Ou ambas as coisas, uma potenciando a outra? E os problemas multiplicam-se, porque os historiadores ou quaisquer outros teóricos da sociedade referem-se obrigatoriamente ao passado, próximo ou longínquo, e, mesmo que julguem referir-se ao presente, estão a reflectir sobre aquelas partes do passado que sobrevivem no presente. Ora, o presente, cada presente, é um emaranhado de possibilidades, e umas efectivam-se e outras não, e é à luz das experiências que na prática se efectivaram que nós interpretamos os textos dos autores que nos precederam. O pior é quando as pessoas os lêem para encontrar respostas e não para formular perguntas. Então, deixo os pontos de interrogação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PPensando e Cícero Dião,</p>
<p>Não respondi ao primeiro comentador porque interpretei a sua intervenção como considerações formuladas no estilo de dúvidas e, aliás, interpretaria do mesmo modo este último comentário. Penso que Marx e também Engels tinham menos certezas do que as têm os discípulos. O caso da correspondência com Vera Zassulitch é elucidativo, porque Marx escreveu três ou quatro longos rascunhos, procurando delimitar o problema e dar-lhe uma resposta, pondo afinal esses papéis de lado e optando por uma carta tão anódina que foi esquecida por quem a recebeu. Só mais de um ano depois ele e Engels conseguiram aproximar-se de uma conclusão, tão pouco concludente que deixou novas dúvidas. As mesmas oscilações e contradições sofreram os dois amigos a propósito da guerra franco-prussiana e da Comuna de Paris. Convém sempre recordar que as doutrinas não são formuladas pelos mestres mas pelos discípulos, que para isso talham os mestres a seu gosto. E por aqui chegamos à questão do anti-eslavismo e aos aplausos de Engels à expansão <em>yankee</em> contra o México, num artigo que segue de muito perto o jornal dos partidários do <em>manifest destiny</em>. Podemos interpretar tudo isso como expressões de uma preferência pelas forças produtivas materiais relativamente às relações sociais de produção? Ou seria apenas um reflexo das ideias sobre o choque de culturas, tão difundidas pelo romantismo alemão? Ou ambas as coisas, uma potenciando a outra? E os problemas multiplicam-se, porque os historiadores ou quaisquer outros teóricos da sociedade referem-se obrigatoriamente ao passado, próximo ou longínquo, e, mesmo que julguem referir-se ao presente, estão a reflectir sobre aquelas partes do passado que sobrevivem no presente. Ora, o presente, cada presente, é um emaranhado de possibilidades, e umas efectivam-se e outras não, e é à luz das experiências que na prática se efectivaram que nós interpretamos os textos dos autores que nos precederam. O pior é quando as pessoas os lêem para encontrar respostas e não para formular perguntas. Então, deixo os pontos de interrogação.</p>
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		<title>
		Por: Cícero Dião		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1050298</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cícero Dião]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 22:12:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro João Bernardo,

Aproveito e também te faço uma pergunta, seguindo um pouco o raciocínio de PPensando: é possível afirmar que esse anti-eslavismo de Marx e Engels teve origem em suas visões sobre o desenvolvimento das forças produtivas? Quer dizer, por acreditarem que a revolução proletária só teria êxito num país desenvolvido industrialmente, condenaram a Rússia e os eslavos por manterem relações praticamente senhoriais ainda no século XIX? Pois é isso que está por trás dos escritos onde eles defendem a tomada da Califórnia pelos EUA, não? Aliás, em teu Marx Crítico de Marx, como mencionou PPensando, falas dessa ambiguidade entre o Marx das forças produtivas e o Marx das relações sociais de produção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Bernardo,</p>
<p>Aproveito e também te faço uma pergunta, seguindo um pouco o raciocínio de PPensando: é possível afirmar que esse anti-eslavismo de Marx e Engels teve origem em suas visões sobre o desenvolvimento das forças produtivas? Quer dizer, por acreditarem que a revolução proletária só teria êxito num país desenvolvido industrialmente, condenaram a Rússia e os eslavos por manterem relações praticamente senhoriais ainda no século XIX? Pois é isso que está por trás dos escritos onde eles defendem a tomada da Califórnia pelos EUA, não? Aliás, em teu Marx Crítico de Marx, como mencionou PPensando, falas dessa ambiguidade entre o Marx das forças produtivas e o Marx das relações sociais de produção.</p>
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		<title>
		Por: Beleléu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1049074</link>

		<dc:creator><![CDATA[Beleléu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 07:09:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Joao Bernardo transformou a si mesmo no arauto da &quot;crise terminal do marxismo&quot;. Se há mesmo essa crise e se existe alguém que a representa, este é sem dúvida João Bernardo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Joao Bernardo transformou a si mesmo no arauto da &#8220;crise terminal do marxismo&#8221;. Se há mesmo essa crise e se existe alguém que a representa, este é sem dúvida João Bernardo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: PPensando		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1049020</link>

		<dc:creator><![CDATA[PPensando]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 02:53:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João Bernardo, sempre bom ler você tocando nas feridas. Concordo com a sua leitura do marxismo das forças produtivas e o marxismo das relações de produção, o que me parece o desenvolvimento de uma contradição inerente do próprio pensamento de Marx - ora as forças produtivas e os Estados, ora o movimento real dos trabalhadores. E aí é possível situar o aceno de Marx à comuna de paris e ao seu federalismo ao mesmo tempo que posteriormente sentava o sarrafo e pedia expulsão dos anarquistas - e o guerra civil em frança deve ser entendido nessa dinâmica de síntese de posições da AIT. As cartas de marx à vera são muito interessantes, e como você bem notou é interessante que de uma primeira longa carta Marx tenha escrito varias outras posteriores, cada vez menores e mais enxutas, pra tratar a questão. Lendo as cartas, me parece que marx acabava se aproximando mais da visão dos populistas russos do que o que sustentado pelos bolcheviques. O que essas reduções no conteúdo significam? Marx estava em contradição? Havia chegado em um momento que notou que tava falando de mais e se contradizendo, anulando escritos anteriores, e aí a opção por falar pouco? Essas cartas representam de fato uma inflexão do cara? Vale reivindicar essas cartas hoje como uma crítica ao etapismo e à uma perspectiva mais libertária do próprio marx? Vale fazer essa leitura também com guerra civil em frança?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Bernardo, sempre bom ler você tocando nas feridas. Concordo com a sua leitura do marxismo das forças produtivas e o marxismo das relações de produção, o que me parece o desenvolvimento de uma contradição inerente do próprio pensamento de Marx &#8211; ora as forças produtivas e os Estados, ora o movimento real dos trabalhadores. E aí é possível situar o aceno de Marx à comuna de paris e ao seu federalismo ao mesmo tempo que posteriormente sentava o sarrafo e pedia expulsão dos anarquistas &#8211; e o guerra civil em frança deve ser entendido nessa dinâmica de síntese de posições da AIT. As cartas de marx à vera são muito interessantes, e como você bem notou é interessante que de uma primeira longa carta Marx tenha escrito varias outras posteriores, cada vez menores e mais enxutas, pra tratar a questão. Lendo as cartas, me parece que marx acabava se aproximando mais da visão dos populistas russos do que o que sustentado pelos bolcheviques. O que essas reduções no conteúdo significam? Marx estava em contradição? Havia chegado em um momento que notou que tava falando de mais e se contradizendo, anulando escritos anteriores, e aí a opção por falar pouco? Essas cartas representam de fato uma inflexão do cara? Vale reivindicar essas cartas hoje como uma crítica ao etapismo e à uma perspectiva mais libertária do próprio marx? Vale fazer essa leitura também com guerra civil em frança?</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1048430</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 07:40:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Toni,

A História não se repete, cria-se de novo e em formas novas. Por isso, quem julga que conhece as respostas antes de saber as perguntas está morto para a vida. A actual administração Trump serve, ou devia servir, para abrir os olhos e ver as novidades. É certo que em parte o MAGA se aproxima das formas clássicas de fascismo, na utilização dos mecanismos democráticos para a instauração de um poder ditatorial, na utilização de milícias e no lugar atribuído aos ecológicos. Mas mesmo aqui, embora herdando as antigas questões, devemos fazer-lhes novas perguntas. Quanto ao resto, e que é talvez o principal, a ruptura da globalização económica em conjunto com a desarticulação da geopolítica instituída depois da segunda guerra mundial e o novo tipo de relações estabelecido entre o governo e as empresas, o Estado Restrito e o Estado Amplo, tudo isto exige novas perguntas. Este &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt; será uma tentativa, ainda incipiente, de contribuir para um novo olhar e para outras perguntas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toni,</p>
<p>A História não se repete, cria-se de novo e em formas novas. Por isso, quem julga que conhece as respostas antes de saber as perguntas está morto para a vida. A actual administração Trump serve, ou devia servir, para abrir os olhos e ver as novidades. É certo que em parte o MAGA se aproxima das formas clássicas de fascismo, na utilização dos mecanismos democráticos para a instauração de um poder ditatorial, na utilização de milícias e no lugar atribuído aos ecológicos. Mas mesmo aqui, embora herdando as antigas questões, devemos fazer-lhes novas perguntas. Quanto ao resto, e que é talvez o principal, a ruptura da globalização económica em conjunto com a desarticulação da geopolítica instituída depois da segunda guerra mundial e o novo tipo de relações estabelecido entre o governo e as empresas, o Estado Restrito e o Estado Amplo, tudo isto exige novas perguntas. Este <em>Manifesto</em> será uma tentativa, ainda incipiente, de contribuir para um novo olhar e para outras perguntas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Toni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1048339</link>

		<dc:creator><![CDATA[Toni]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 00:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezado João Bernardo, 
Neste labirinto dos fascismos, como fica o &quot;Make America Great Again&quot;? E, no caso norte americano, como fica o estado estrito e o estado amplo com as políticas alfandegárias que, ao menos aparentemente, limitam a internacionalização dos capitalistas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado João Bernardo,<br />
Neste labirinto dos fascismos, como fica o &#8220;Make America Great Again&#8221;? E, no caso norte americano, como fica o estado estrito e o estado amplo com as políticas alfandegárias que, ao menos aparentemente, limitam a internacionalização dos capitalistas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Domingos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1048250</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Domingos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 18:24:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jean Pierre Faye cita a frase do teórico racista e místico Lanz von Liebenfelz &quot;Eles queriam a luta de classes. Ele teram o combate de raças até a castração&quot; como desenvolvimento da quimera narrativa de se utilizar fraseologias da invasão e da conquista aplicadas a luta de classes.

O exemplo do Japão é interessante, se o fascismo japonês tem como pai alguém na ala esquerda o anti-niponismo mais ferrenho também teve fortes bases na esquerda, como exemplo da Frente Armada Leste Asiática Anti-Japonesa, que justificou o grande número de vítimas civis nas explosões de fábricas da Mitisubishi com o argumento de que todo japonês seria um colonialista, o fato de tal frente ser formada por japoneses faz lembrar parte da esquerda atual dada a auto-flagelação.  
(https://throwoutyourbooks.wordpress.com/2014/08/30/east-asia-anti-japan-armed-front-mitsubishi-bombing/)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jean Pierre Faye cita a frase do teórico racista e místico Lanz von Liebenfelz &#8220;Eles queriam a luta de classes. Ele teram o combate de raças até a castração&#8221; como desenvolvimento da quimera narrativa de se utilizar fraseologias da invasão e da conquista aplicadas a luta de classes.</p>
<p>O exemplo do Japão é interessante, se o fascismo japonês tem como pai alguém na ala esquerda o anti-niponismo mais ferrenho também teve fortes bases na esquerda, como exemplo da Frente Armada Leste Asiática Anti-Japonesa, que justificou o grande número de vítimas civis nas explosões de fábricas da Mitisubishi com o argumento de que todo japonês seria um colonialista, o fato de tal frente ser formada por japoneses faz lembrar parte da esquerda atual dada a auto-flagelação.<br />
(<a href="https://throwoutyourbooks.wordpress.com/2014/08/30/east-asia-anti-japan-armed-front-mitsubishi-bombing/" rel="nofollow ugc">https://throwoutyourbooks.wordpress.com/2014/08/30/east-asia-anti-japan-armed-front-mitsubishi-bombing/</a>)</p>
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		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1048248</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 18:18:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gio,

A minha resposta em três letras é: Sim. Com mais palavras, é a terceira parte deste &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gio,</p>
<p>A minha resposta em três letras é: Sim. Com mais palavras, é a terceira parte deste <em>Manifesto</em>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/08/157133/#comment-1048209</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 15:10:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[JB, podemos usar essas premissas logicas e fatuais, dentro do conceito de &quot;sul global&quot; ? 

Aqui no Brasil a queda de braço para ver quem fica com a camisa amarela, foi novamente impusionada pelas taxações dos EUA e creio se repetir em outros paises... e o buraco vai so aumentando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JB, podemos usar essas premissas logicas e fatuais, dentro do conceito de &#8220;sul global&#8221; ? </p>
<p>Aqui no Brasil a queda de braço para ver quem fica com a camisa amarela, foi novamente impusionada pelas taxações dos EUA e creio se repetir em outros paises&#8230; e o buraco vai so aumentando.</p>
]]></content:encoded>
		
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