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	Comentários sobre: A Economia Política de Israel/Palestina	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Anarco-aceleracionista		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157792/#comment-1061328</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anarco-aceleracionista]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 16:42:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto é muito interessante e traz muitas questões pra se pensar. Mas uma coisa ficou martelando minha cabeça:

&quot;Transformar Israel de um etnoestado excludente em uma democracia liberal normal (ou seja, implementar uma “solução de um Estado”) significaria, até que o próprio capitalismo seja superado, integrar os palestinos às estruturas normais de exploração capitalista. E por pior que isso possa ser, a ironia sombria da situação é que, neste caso, transformar sua forma de opressão em exploração não seria apenas uma melhoria, mas um imperativo moral urgente.&quot;

Eu concordo que a solução de um único Estado com palestinos e israelenses vivendo juntos e sem conflitos étnicos seria de fato uma pauta extremamente avançada. Mas basta pensarmos mais um pouco e a gente percebe a impossibilidade disso. E no entanto, há entre os que reivindicam uma perspectiva revolucionária (e entre os que não reivindicam também) uma dedicação teórica e argumentativa para insistir nessa questão. Ora, se for para apontar para utopias, não seria melhor dedicarmos nossas forças para defender uma solução realmente radical e revolucionária, apontando para nossa utopia internacionalista proletária, ao invés de fazer coro de defesa da utopia nacionalista burguesa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto é muito interessante e traz muitas questões pra se pensar. Mas uma coisa ficou martelando minha cabeça:</p>
<p>&#8220;Transformar Israel de um etnoestado excludente em uma democracia liberal normal (ou seja, implementar uma “solução de um Estado”) significaria, até que o próprio capitalismo seja superado, integrar os palestinos às estruturas normais de exploração capitalista. E por pior que isso possa ser, a ironia sombria da situação é que, neste caso, transformar sua forma de opressão em exploração não seria apenas uma melhoria, mas um imperativo moral urgente.&#8221;</p>
<p>Eu concordo que a solução de um único Estado com palestinos e israelenses vivendo juntos e sem conflitos étnicos seria de fato uma pauta extremamente avançada. Mas basta pensarmos mais um pouco e a gente percebe a impossibilidade disso. E no entanto, há entre os que reivindicam uma perspectiva revolucionária (e entre os que não reivindicam também) uma dedicação teórica e argumentativa para insistir nessa questão. Ora, se for para apontar para utopias, não seria melhor dedicarmos nossas forças para defender uma solução realmente radical e revolucionária, apontando para nossa utopia internacionalista proletária, ao invés de fazer coro de defesa da utopia nacionalista burguesa?</p>
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		Por: Leo V		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157792/#comment-1060994</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo V]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 02:56:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[20% dos cidadãos de Israel são palestinos/árabes, descendentes dos que conseguiram ficar na Nakba. O texto não fala desses, mas do que estão em Gaza e Cisjordânia, e  não tem cidadania israelense. Acho que pra pensar as tendências postas, relativamente claras nos EUA do Trump, devemos encarar que até mesmo parte daqueles que são explorados estão sendo vistos como &quot;índio&quot; ou &quot;bandido&quot; (&quot;só são bons mortos&quot;). Supremacismo étnico e xenofobia como forma de direcionar ressentimentos que tem origem no campo econômico para objetos não econômicos. 56% dos judeus israelenses acham que os árabes israelenses deveriam ser expulsos. Não  duvido que o governo israelense seria capaz de expulsa-los se tiver condições para isso, mesmo esses árabes tendo papel na economia israelense. Estamos num momento de ascensão do fascismo e da extrema direita em que a ideologia está enfrentando a racionalidade econômica (vide expulsão de imigrantes do EUA, que tem se chocado com interesse de setores empresariais nos EUA).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>20% dos cidadãos de Israel são palestinos/árabes, descendentes dos que conseguiram ficar na Nakba. O texto não fala desses, mas do que estão em Gaza e Cisjordânia, e  não tem cidadania israelense. Acho que pra pensar as tendências postas, relativamente claras nos EUA do Trump, devemos encarar que até mesmo parte daqueles que são explorados estão sendo vistos como &#8220;índio&#8221; ou &#8220;bandido&#8221; (&#8220;só são bons mortos&#8221;). Supremacismo étnico e xenofobia como forma de direcionar ressentimentos que tem origem no campo econômico para objetos não econômicos. 56% dos judeus israelenses acham que os árabes israelenses deveriam ser expulsos. Não  duvido que o governo israelense seria capaz de expulsa-los se tiver condições para isso, mesmo esses árabes tendo papel na economia israelense. Estamos num momento de ascensão do fascismo e da extrema direita em que a ideologia está enfrentando a racionalidade econômica (vide expulsão de imigrantes do EUA, que tem se chocado com interesse de setores empresariais nos EUA).</p>
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