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	Comentários sobre: O luto da luta: como lidar com as perdas na própria militância?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Socialismo em um só apartamento		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1065311</link>

		<dc:creator><![CDATA[Socialismo em um só apartamento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 16:06:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O problema de muitos militantes é de supervalorizarem tanto suas práticas, seus grupos, suas correntes, que parecem considerá-los fora das condições gerais da vida social, como se fossem capazes de gerar a revolução apenas com vontade e empenho para ampliarem suas práticas. A frustração é apenas o que sobra no fim das lutas, porque percebe-se que a revolução não chegou e que, afinal, ela depende muito mais do que da vontade, do empenho e da &quot;autocrítica&quot; militante. As condições da vida se impõe a todos. Se o socialismo em um só país já se mostrou um delírio gigantesco, o que podemos dizer do &quot;socialismo em um milieu militante&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O problema de muitos militantes é de supervalorizarem tanto suas práticas, seus grupos, suas correntes, que parecem considerá-los fora das condições gerais da vida social, como se fossem capazes de gerar a revolução apenas com vontade e empenho para ampliarem suas práticas. A frustração é apenas o que sobra no fim das lutas, porque percebe-se que a revolução não chegou e que, afinal, ela depende muito mais do que da vontade, do empenho e da &#8220;autocrítica&#8221; militante. As condições da vida se impõe a todos. Se o socialismo em um só país já se mostrou um delírio gigantesco, o que podemos dizer do &#8220;socialismo em um milieu militante&#8221;?</p>
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		<title>
		Por: Gerda Taro não voltará		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1065139</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gerda Taro não voltará]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 18:45:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A confusão começa quando o luto vira teoria geral da derrota. No fim, é só a velha arte de chamar de crítica o eco amargo das portas que se fecharam — dessa vez, como farsa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A confusão começa quando o luto vira teoria geral da derrota. No fim, é só a velha arte de chamar de crítica o eco amargo das portas que se fecharam — dessa vez, como farsa.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Karina Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1065121</link>

		<dc:creator><![CDATA[Karina Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 14:47:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Primo Jonas, 
me arrisco a dizer que esse movimento é algo comum na queda de um ciclo de lutas, o ápice vai dando lugar ao esvaziamento, faltando possibilidades de construção de lutas e sobrando cansaço as disputas vão ficando mais estéreis e cada vez mais as diferenças vão sendo sobrevalorizadas e as relações pessoais dos grupelhos vão se tornando centrais. Ao ponto de implodir determinados espaços e grupos. Processo que talvez poderia ser impedido ou ao menos mitigado, se durante esse momento de queda houvesse esse processo reflexivo, que demanda em si mesmo um certo estranhamento consigo. A não ocorrência desses diante de um momento de declínio pode favorecer o surgimento de um implosão tamanha que já não há mais volta, não resta um comum possível pra elaborar junto.

Perghun Thador
vou responder sem ainda ter lido o texto, mas o lerei. É necessário situar o suicídio nesse contexto histórico. Concordo que a decisão deliberada do fim da vida pode ter espaço e não é em si mesma trágica, o suicídio assistido é um ganho civilizacional. No entanto, se a gente entende que tais números de suicídios presentes hoje  são desdobramentos de uma realidade miserável que vai matando subjetivamente as pessoas ao ponto da morte se mostrar como a única realidade possível de mitigação de sofrimento, aí temos uma tragédia. E o não questionamento dela naturaliza a produção em massa de mortes subjetivas até o ponto de tornarem-se objetivas. 

Sobre a cultura coletiva e relações de camaradagem, penso muito em espaços comuns de socialização não mediados por álcool, como os ateneus libertários, ou hoje, centros culturais, que permitem encontros constantes entre as pessoas, que são condições para qualquer construção, espaços de lazer - promoção de filmes, conversas que não deliberativas, socialização de problemas comuns e possibilidades de construções coletivas/comunitárias diante disto, como respostas coletivas diante de demissão, violência doméstica,assédio moral, dificuldades financeiras, enfim, com problemas comuns. E mesmo a produção de cursos e formação em relação a problemas comuns, como tinha nos ateneus libertários em relação a alfabetização, formação de algum trabalho.  A grosso modo, construção de práticas e espaços que permitam o encontro e troca entre as pessoas, rompendo com o bar como espaço privilegiado de encontro entre militantes, e rompam com o individualismo do &quot;isso é problema meu e não quero atrapalhar&quot; e vá possibilitando e incitando a construção de apoio mútuo. 

&lt;strong&gt;*** *** ***&lt;/strong&gt;

Um coroa,
valeu aí as indicações, vou ler depois, certamente é muito valioso. Essa transmissão geracional me parece que é um dos deficits do campo autônomo, muitas memórias vão sendo perdidas, rompendo essa linha de continuidade entre os coroas e mais novos.  Concordo total que refletir sobre as lutas vai além do superar o luto, eu quis enfatizar justamente um aspecto que me parece que fica oculto nessa reflexão. Que pensá-la meramente do ponto de vista objetivo, das forças em jogo, do contexto sociopolítico, as forças do grupo, papel da repressão é insufuciente, há de se pensar as questões dos sujeitos da militância e suas experiências e como isso é constitutivo, e parte importante, desse momento de entendimento das lutas. E realmente,pra isso demanda muita coragem pra encarar ps monstros e fantasmas. 

Gerda Taro não voltará, 
em nenhum momento foi colocado que a luta não continua. O luto não é da militância, não é como se ela tivesse morrido, o luto é das perdas na militância. A questão colocada no texto é um dos desafios do presente para que as lutas continuem, e continuem sem moer militantes, e a constatação de que os lutos existem e sua elaboração se faz necessária para a permanência das lutas. 
Mas essa dificuldade é justamente um dos pontos do texto, esses espaços não estão dados e comumente tais reflexões se dá de modo desimplicado do ponto de vista pessoal, da própria experiência como militante, analisa-se o contexto ignorando as próprias questões que marcaram o contexto. Ou ainda se dão após os ápices das perdas e suas tragédias, com um resto enviesado que fica. Não é necessários que os grupos cheguem ao fundo do poço para construírem tal espaço. Você marca algo importante, sem camaradagem esse exercício torna-se impossível. E o ponto é justamente esse, a necessidade da construção conjunta desses momentos enquanto ainda há camaradagem, no entendimento que a metabolização dos lutos é um dos aspectos que justamente vai tornando possível a sua permanência. 

Sobre o evento, os sentidos estão em aberto e em disputa, eu o entendi desta outra forma, como um espaço comum de elaboração, que abriu vias de entendimento. E acho uma pena que quem supostamente esteja &quot;pensando, errando e reconstruindo&quot; não esteja construindo teoria. Defendo que o militante seja também intelectual das próprias lutas e seja pensando as lutas do presente ou questões do passado, há sempre algo importante aí a ser analisado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primo Jonas,<br />
me arrisco a dizer que esse movimento é algo comum na queda de um ciclo de lutas, o ápice vai dando lugar ao esvaziamento, faltando possibilidades de construção de lutas e sobrando cansaço as disputas vão ficando mais estéreis e cada vez mais as diferenças vão sendo sobrevalorizadas e as relações pessoais dos grupelhos vão se tornando centrais. Ao ponto de implodir determinados espaços e grupos. Processo que talvez poderia ser impedido ou ao menos mitigado, se durante esse momento de queda houvesse esse processo reflexivo, que demanda em si mesmo um certo estranhamento consigo. A não ocorrência desses diante de um momento de declínio pode favorecer o surgimento de um implosão tamanha que já não há mais volta, não resta um comum possível pra elaborar junto.</p>
<p>Perghun Thador<br />
vou responder sem ainda ter lido o texto, mas o lerei. É necessário situar o suicídio nesse contexto histórico. Concordo que a decisão deliberada do fim da vida pode ter espaço e não é em si mesma trágica, o suicídio assistido é um ganho civilizacional. No entanto, se a gente entende que tais números de suicídios presentes hoje  são desdobramentos de uma realidade miserável que vai matando subjetivamente as pessoas ao ponto da morte se mostrar como a única realidade possível de mitigação de sofrimento, aí temos uma tragédia. E o não questionamento dela naturaliza a produção em massa de mortes subjetivas até o ponto de tornarem-se objetivas. </p>
<p>Sobre a cultura coletiva e relações de camaradagem, penso muito em espaços comuns de socialização não mediados por álcool, como os ateneus libertários, ou hoje, centros culturais, que permitem encontros constantes entre as pessoas, que são condições para qualquer construção, espaços de lazer &#8211; promoção de filmes, conversas que não deliberativas, socialização de problemas comuns e possibilidades de construções coletivas/comunitárias diante disto, como respostas coletivas diante de demissão, violência doméstica,assédio moral, dificuldades financeiras, enfim, com problemas comuns. E mesmo a produção de cursos e formação em relação a problemas comuns, como tinha nos ateneus libertários em relação a alfabetização, formação de algum trabalho.  A grosso modo, construção de práticas e espaços que permitam o encontro e troca entre as pessoas, rompendo com o bar como espaço privilegiado de encontro entre militantes, e rompam com o individualismo do &#8220;isso é problema meu e não quero atrapalhar&#8221; e vá possibilitando e incitando a construção de apoio mútuo. </p>
<p><strong>*** *** ***</strong></p>
<p>Um coroa,<br />
valeu aí as indicações, vou ler depois, certamente é muito valioso. Essa transmissão geracional me parece que é um dos deficits do campo autônomo, muitas memórias vão sendo perdidas, rompendo essa linha de continuidade entre os coroas e mais novos.  Concordo total que refletir sobre as lutas vai além do superar o luto, eu quis enfatizar justamente um aspecto que me parece que fica oculto nessa reflexão. Que pensá-la meramente do ponto de vista objetivo, das forças em jogo, do contexto sociopolítico, as forças do grupo, papel da repressão é insufuciente, há de se pensar as questões dos sujeitos da militância e suas experiências e como isso é constitutivo, e parte importante, desse momento de entendimento das lutas. E realmente,pra isso demanda muita coragem pra encarar ps monstros e fantasmas. </p>
<p>Gerda Taro não voltará,<br />
em nenhum momento foi colocado que a luta não continua. O luto não é da militância, não é como se ela tivesse morrido, o luto é das perdas na militância. A questão colocada no texto é um dos desafios do presente para que as lutas continuem, e continuem sem moer militantes, e a constatação de que os lutos existem e sua elaboração se faz necessária para a permanência das lutas.<br />
Mas essa dificuldade é justamente um dos pontos do texto, esses espaços não estão dados e comumente tais reflexões se dá de modo desimplicado do ponto de vista pessoal, da própria experiência como militante, analisa-se o contexto ignorando as próprias questões que marcaram o contexto. Ou ainda se dão após os ápices das perdas e suas tragédias, com um resto enviesado que fica. Não é necessários que os grupos cheguem ao fundo do poço para construírem tal espaço. Você marca algo importante, sem camaradagem esse exercício torna-se impossível. E o ponto é justamente esse, a necessidade da construção conjunta desses momentos enquanto ainda há camaradagem, no entendimento que a metabolização dos lutos é um dos aspectos que justamente vai tornando possível a sua permanência. </p>
<p>Sobre o evento, os sentidos estão em aberto e em disputa, eu o entendi desta outra forma, como um espaço comum de elaboração, que abriu vias de entendimento. E acho uma pena que quem supostamente esteja &#8220;pensando, errando e reconstruindo&#8221; não esteja construindo teoria. Defendo que o militante seja também intelectual das próprias lutas e seja pensando as lutas do presente ou questões do passado, há sempre algo importante aí a ser analisado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gerda Taro não voltará		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1064899</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gerda Taro não voltará]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:03:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há quem confunda o luto pela própria distância com o luto da militância.

O que se apresenta como falta de espaços de reflexão é, talvez, apenas a dificuldade de construí-los ou de adentrar nos que continuam firmes. Quando a confiança se rompe, não há camaradas, e os espaços que existiam se fecham.

O encontro que você cita, aquele das Jornadas, não foi exatamente um momento de escuta entre lutadores, mas um evento acadêmico esvaziado para relembrar o tempo em que ainda se fazia algo. Enquanto isso, quem permaneceu segue pensando, errando e reconstruindo no calor da luta, sem precisar transformar a própria exclusão em teoria.

A luta continua. Só nem todo mundo continua nela.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem confunda o luto pela própria distância com o luto da militância.</p>
<p>O que se apresenta como falta de espaços de reflexão é, talvez, apenas a dificuldade de construí-los ou de adentrar nos que continuam firmes. Quando a confiança se rompe, não há camaradas, e os espaços que existiam se fecham.</p>
<p>O encontro que você cita, aquele das Jornadas, não foi exatamente um momento de escuta entre lutadores, mas um evento acadêmico esvaziado para relembrar o tempo em que ainda se fazia algo. Enquanto isso, quem permaneceu segue pensando, errando e reconstruindo no calor da luta, sem precisar transformar a própria exclusão em teoria.</p>
<p>A luta continua. Só nem todo mundo continua nela.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Um coroa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1064860</link>

		<dc:creator><![CDATA[Um coroa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 12:32:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há doze anos, quatro coroas refletiram sobre as lutas de que haviam participado há vinte e cinco anos: https://passapalavra.info/2013/10/98179/ 

Há cinco anos, velhos militantes se reuniram quase à força para falar de certas experiências de luta de quase trinta anos atrás: https://passapalavra.info/2020/04/131228/

Na época, tanto os quatro coroas quanto os velhos militantes pretendiam falar das lutas que haviam vivido para construir uma ponte com os mais novos de então, que hoje já são mais velhos. Refletir sobre as lutas vai além de &quot;superar o luto&quot;; é condição para entender as derrotas, os novos lugares de onde se parte no presente, e assim avançar. Mas é preciso coragem para encarar os monstros e fantasmas que aparecem nessa reflexão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há doze anos, quatro coroas refletiram sobre as lutas de que haviam participado há vinte e cinco anos: <a href="https://passapalavra.info/2013/10/98179/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2013/10/98179/</a> </p>
<p>Há cinco anos, velhos militantes se reuniram quase à força para falar de certas experiências de luta de quase trinta anos atrás: <a href="https://passapalavra.info/2020/04/131228/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2020/04/131228/</a></p>
<p>Na época, tanto os quatro coroas quanto os velhos militantes pretendiam falar das lutas que haviam vivido para construir uma ponte com os mais novos de então, que hoje já são mais velhos. Refletir sobre as lutas vai além de &#8220;superar o luto&#8221;; é condição para entender as derrotas, os novos lugares de onde se parte no presente, e assim avançar. Mas é preciso coragem para encarar os monstros e fantasmas que aparecem nessa reflexão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Perghun Thador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1064669</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perghun Thador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 18:50:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Até que ponto o suicídio pode, ou deve, ser considerado uma tragédia?
&quot;A vida é uma ordem?&quot;(https://passapalavra.info/2025/09/157719/)

Se são parcos os direitos ao aborto, quais são os direitos ao suicídio?

&quot;A reconstrução de uma cultura coletiva e relações de camaradagem&quot;...
Qual cultura coletiva e relações de camaradagem precisam ser &quot;reconstruídas&quot;?

Perghun Thador]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até que ponto o suicídio pode, ou deve, ser considerado uma tragédia?<br />
&#8220;A vida é uma ordem?&#8221;(<a href="https://passapalavra.info/2025/09/157719/" rel="ugc">https://passapalavra.info/2025/09/157719/</a>)</p>
<p>Se são parcos os direitos ao aborto, quais são os direitos ao suicídio?</p>
<p>&#8220;A reconstrução de uma cultura coletiva e relações de camaradagem&#8221;&#8230;<br />
Qual cultura coletiva e relações de camaradagem precisam ser &#8220;reconstruídas&#8221;?</p>
<p>Perghun Thador</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fiódor		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1063953</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fiódor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 20:20:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ULS sabe &quot;A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz.&quot;
                   Fiódor Dostoiévski]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ULS sabe &#8220;A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz.&#8221;<br />
                   Fiódor Dostoiévski</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1063935</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 19:12:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[BJM aka &quot;filho da mão direita&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BJM aka &#8220;filho da mão direita&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Benjamin		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1063701</link>

		<dc:creator><![CDATA[Benjamin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 23:02:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Com ou sem moinho de vento, a vida continuaria como sempre foi — ou seja, mal&quot; 
                                 Benjamin, o Burro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Com ou sem moinho de vento, a vida continuaria como sempre foi — ou seja, mal&#8221;<br />
                                 Benjamin, o Burro.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2025/10/157950/#comment-1063665</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 19:27:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=157950#comment-1063665</guid>

					<description><![CDATA[Karina, a tua intervenção me fez lembrar um grupo de estudantes universitários que conheci. Durante um auge de lutas e ocupações eles conformaram um grupo muito dinâmico, participavam muito ativamente das ações mais interessantes, estabeleceram relações com trabalhadores em diferentes âmbitos, visitavam ocupações, se preparavam para a repressão nas manifestações, etc etc etc. O fim do período estudantil dos seus quadros mais maduros e o refluxo geral do movimento estudantil foi fazendo com que o grupo começasse a recrutar estudantes mais &quot;básicos&quot;, a participação em um movimento mais amplo foi se transformando em pequenas disputas pelos &quot;restos&quot;, até se transformarem em um pequeno grupo conspirativo, semi-clandestino, que finalmente implodiu e deixou praticamente todos os ex-integrantes brigados e ressentidos uns com os outros.

Até aí tudo bem, existem coisas inevitáveis nessa vida, são itinerários possíveis e entendíveis. Mas o que eu acho uma pena é que até hoje esse grupo não fez isso que você relata no teu texto, um balanço do passado, que possa fechar algumas feridas e transformar toda essa experiência fragmentada em um acúmulo político. E estou plenamente de acordo com você, que nesses momentos a intelectualidade sobra, é outro tipo de inteligência que se faz necessária para poder resgatar essas experiências e fazê-las superar as mágoas pessoais e se traduzir em algo coletivo, passar do sentimento ao sentido. Para isso é necessário primeiro reconhecer e dar lugar ao sentimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Karina, a tua intervenção me fez lembrar um grupo de estudantes universitários que conheci. Durante um auge de lutas e ocupações eles conformaram um grupo muito dinâmico, participavam muito ativamente das ações mais interessantes, estabeleceram relações com trabalhadores em diferentes âmbitos, visitavam ocupações, se preparavam para a repressão nas manifestações, etc etc etc. O fim do período estudantil dos seus quadros mais maduros e o refluxo geral do movimento estudantil foi fazendo com que o grupo começasse a recrutar estudantes mais &#8220;básicos&#8221;, a participação em um movimento mais amplo foi se transformando em pequenas disputas pelos &#8220;restos&#8221;, até se transformarem em um pequeno grupo conspirativo, semi-clandestino, que finalmente implodiu e deixou praticamente todos os ex-integrantes brigados e ressentidos uns com os outros.</p>
<p>Até aí tudo bem, existem coisas inevitáveis nessa vida, são itinerários possíveis e entendíveis. Mas o que eu acho uma pena é que até hoje esse grupo não fez isso que você relata no teu texto, um balanço do passado, que possa fechar algumas feridas e transformar toda essa experiência fragmentada em um acúmulo político. E estou plenamente de acordo com você, que nesses momentos a intelectualidade sobra, é outro tipo de inteligência que se faz necessária para poder resgatar essas experiências e fazê-las superar as mágoas pessoais e se traduzir em algo coletivo, passar do sentimento ao sentido. Para isso é necessário primeiro reconhecer e dar lugar ao sentimento.</p>
]]></content:encoded>
		
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