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	Comentários sobre: &#8220;As pessoas lutam onde estão&#8221;: entrevista com Joshua Clover	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ronaldo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/02/158726/#comment-1090447</link>

		<dc:creator><![CDATA[ronaldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 04:09:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse jeito de falar que a pessoa quando fecha uma pista em protesto não está sendo trabalhadora naquele momento, me parece esquisito demais. Talvez uma coisa boa que o anarquismo trouxe foi enxergar a ideia de trabalhador como condição subalterna, ampliando o escopo disso. E aí faz sentido por que muitas vezes essas revoltas são vinculadas à reprodução social da força de trabalho. Pagar aluguel tira a comida do prato. O transporte público afeta o sobre-trabalho. Por aí vai. Acho que quem ajuda a entender isso pode ser a ideia de &quot;composição social&quot; de classe. Então as revoltas seriam, sim feitas por trabalhadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse jeito de falar que a pessoa quando fecha uma pista em protesto não está sendo trabalhadora naquele momento, me parece esquisito demais. Talvez uma coisa boa que o anarquismo trouxe foi enxergar a ideia de trabalhador como condição subalterna, ampliando o escopo disso. E aí faz sentido por que muitas vezes essas revoltas são vinculadas à reprodução social da força de trabalho. Pagar aluguel tira a comida do prato. O transporte público afeta o sobre-trabalho. Por aí vai. Acho que quem ajuda a entender isso pode ser a ideia de &#8220;composição social&#8221; de classe. Então as revoltas seriam, sim feitas por trabalhadores.</p>
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		<title>
		Por: Primo Jonas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/02/158726/#comment-1088997</link>

		<dc:creator><![CDATA[Primo Jonas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 20:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Argentina da crise de 2001, alguns anos antes e por uma década depois, foi totalmente atravessada por muito do que o autor comenta nessa entrevista. A cozinha popular como dispositivo logístico era algo disseminado em qualquer setor em luta, qualquer acupação se organizava em comissões que garantiam rápidamente a permanência das pessoas, familiares, vizinhos, etc, no território do conflito. 
As coisas mudaram, e hoje vejo com certa tristeza a cozinha popular que os estudantes universitários fazem para servir aos moradores de rua do bairro. Quem promove essa atividade são os estudantes kirchneristas, reproduzindo a tática da igreja de ofuscar qualquer iniciativa estudantil com culpa de classe.
A parte mais interessante do texto, no entanto, é quando ele fala da oposição entre ação arriscada e o cuidado militante. Pude ver esse debate ocorrer entre companheiros no Brasil durante a pandemia, mas aqui na Argentina ele simplemente não ocorreu. Terá algo a ver com a marca que o feminismo deixou na militancia argentina? Ou será que está ligado ao signo político e posição frente à quarentena de cada chefe de governo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Argentina da crise de 2001, alguns anos antes e por uma década depois, foi totalmente atravessada por muito do que o autor comenta nessa entrevista. A cozinha popular como dispositivo logístico era algo disseminado em qualquer setor em luta, qualquer acupação se organizava em comissões que garantiam rápidamente a permanência das pessoas, familiares, vizinhos, etc, no território do conflito.<br />
As coisas mudaram, e hoje vejo com certa tristeza a cozinha popular que os estudantes universitários fazem para servir aos moradores de rua do bairro. Quem promove essa atividade são os estudantes kirchneristas, reproduzindo a tática da igreja de ofuscar qualquer iniciativa estudantil com culpa de classe.<br />
A parte mais interessante do texto, no entanto, é quando ele fala da oposição entre ação arriscada e o cuidado militante. Pude ver esse debate ocorrer entre companheiros no Brasil durante a pandemia, mas aqui na Argentina ele simplemente não ocorreu. Terá algo a ver com a marca que o feminismo deixou na militancia argentina? Ou será que está ligado ao signo político e posição frente à quarentena de cada chefe de governo?</p>
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