<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: O malandro de papel	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2026/03/158910/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2026/03/158910/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Apr 2026 13:37:55 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Domingos Jorge Velho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/03/158910/#comment-1095279</link>

		<dc:creator><![CDATA[Domingos Jorge Velho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 12:43:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=158910#comment-1095279</guid>

					<description><![CDATA[O que é preciso falar deve ser falado:
Arthur Moura tem sido uma injeção de ânimo ao Passa Palavra. Bons textos. Boas análises.
Um parêntese: &quot;Ele não pode dizer que o rap virou indústria porque ele próprio é parte da indústria&quot;. O que mais me assombra neste contexto é que, de um modo geral, é que os &quot;identitarismos&quot; não mais se colocam como foram da &quot;indústria&quot;, mas se &quot;identificam&quot; como uma indústria &quot;identitária&quot;... Não importa o significado da &quot;industrialização&quot;, importa a própria apropriação à industrialização...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é preciso falar deve ser falado:<br />
Arthur Moura tem sido uma injeção de ânimo ao Passa Palavra. Bons textos. Boas análises.<br />
Um parêntese: &#8220;Ele não pode dizer que o rap virou indústria porque ele próprio é parte da indústria&#8221;. O que mais me assombra neste contexto é que, de um modo geral, é que os &#8220;identitarismos&#8221; não mais se colocam como foram da &#8220;indústria&#8221;, mas se &#8220;identificam&#8221; como uma indústria &#8220;identitária&#8221;&#8230; Não importa o significado da &#8220;industrialização&#8221;, importa a própria apropriação à industrialização&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Cescon		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/03/158910/#comment-1095141</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Cescon]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:13:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=158910#comment-1095141</guid>

					<description><![CDATA[Eu fui ler a matéria da Rolling Stones. Chamar de matéria é um exercício de consideração generoso. Quando precisarem de um exemplo de porquê o Gui Debord afirma que o espetáculo é um movimento autônomo não vivo, isso aparece aqui. Apenas um regurgitado para criar uma manchete para vender o ingresso do show.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu fui ler a matéria da Rolling Stones. Chamar de matéria é um exercício de consideração generoso. Quando precisarem de um exemplo de porquê o Gui Debord afirma que o espetáculo é um movimento autônomo não vivo, isso aparece aqui. Apenas um regurgitado para criar uma manchete para vender o ingresso do show.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: liv		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/03/158910/#comment-1095130</link>

		<dc:creator><![CDATA[liv]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:26:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=158910#comment-1095130</guid>

					<description><![CDATA[Eduardo Taddeo ainda não morreu. Ou morreu? Tampouco perdeu a autonomia. Ou perdeu? Mas nele o D2 não deve pensar... E se pensa, pensa em esquecer? Ou todos nós esquecemos? Ou todos nós nem ao menos conhecemos? Enfim... Não é de de RAP que D2 fala. Ou mesmo o que o autor trata, isto me parece claro no texto (não teço aqui uma crítica ao autor). Na pandemia falou-se muito do efeito das vacinas. Estudaram o vírus e modificaram-no para transforma-lo em vacina contra si mesmo. A indústria cultural tem esse efeito: criar anticorpos. Foi assim com o Blues, foi assim com Samba... MAS, repito, ainda temos corpos como Eduardo Taddeo. Ou nem ele?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Taddeo ainda não morreu. Ou morreu? Tampouco perdeu a autonomia. Ou perdeu? Mas nele o D2 não deve pensar&#8230; E se pensa, pensa em esquecer? Ou todos nós esquecemos? Ou todos nós nem ao menos conhecemos? Enfim&#8230; Não é de de RAP que D2 fala. Ou mesmo o que o autor trata, isto me parece claro no texto (não teço aqui uma crítica ao autor). Na pandemia falou-se muito do efeito das vacinas. Estudaram o vírus e modificaram-no para transforma-lo em vacina contra si mesmo. A indústria cultural tem esse efeito: criar anticorpos. Foi assim com o Blues, foi assim com Samba&#8230; MAS, repito, ainda temos corpos como Eduardo Taddeo. Ou nem ele?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
