<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: O escritor, seus fantasmas e o outro	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2026/08/159557/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2026/08/159557/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Aug 2026 11:48:43 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Bruno Q.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159557/#comment-1132686</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Q.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:48:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159557#comment-1132686</guid>

					<description><![CDATA[Ótimo diálogo entre obras, autores e concepções. América Latina vida. 

Fui pego por: &quot;como é duro o vazio do escritor diante da página em branco&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo diálogo entre obras, autores e concepções. América Latina vida. </p>
<p>Fui pego por: &#8220;como é duro o vazio do escritor diante da página em branco&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Adriano		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159557/#comment-1129413</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 19:05:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159557#comment-1129413</guid>

					<description><![CDATA[Curioso que esta separação entre o escritor e seu outro, seu receptáculo, digamos assim, nesse caso põe com muita propriedade a inseparável união do escritor à existência como experiência. De modo que talvez o suicídio de um escritor seja, no fundo, um homicídio. A morte de um pelo outro, do noumeno pelo fenômeno. 

Sobre todo este tema, acho que é esta unidade que me faz atraído mais pela crueldade do teatro de Artaud que pelo distanciamento de Brecht. Se Brecht procura transformar o mundo por meio da consciência, Artaud procura transformar a consciência por meio da experiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso que esta separação entre o escritor e seu outro, seu receptáculo, digamos assim, nesse caso põe com muita propriedade a inseparável união do escritor à existência como experiência. De modo que talvez o suicídio de um escritor seja, no fundo, um homicídio. A morte de um pelo outro, do noumeno pelo fenômeno. </p>
<p>Sobre todo este tema, acho que é esta unidade que me faz atraído mais pela crueldade do teatro de Artaud que pelo distanciamento de Brecht. Se Brecht procura transformar o mundo por meio da consciência, Artaud procura transformar a consciência por meio da experiência.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159557/#comment-1128725</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 21:18:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159557#comment-1128725</guid>

					<description><![CDATA[Escrever é arvorar-se Deus, criador de um mundo visitado por leitores. Ler é participar de um mundo criado por outro. Mas, peralá, as coordenadas do vir a ser do mundo rabiscado encontra-se no mundo não escrito, mas vivido. Daí a separação entre escritor e leitor, mesmo quando se fazem presentes na mesma pessoa, tal qual o espírito que toma emprestado o cavalo para baixar, ocupando o espaço do fiel. Quando escritor, é espírito; quando leitor, espiritualiza-se para suportar o aparente cotidiano da physis. Parabéns pelo texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrever é arvorar-se Deus, criador de um mundo visitado por leitores. Ler é participar de um mundo criado por outro. Mas, peralá, as coordenadas do vir a ser do mundo rabiscado encontra-se no mundo não escrito, mas vivido. Daí a separação entre escritor e leitor, mesmo quando se fazem presentes na mesma pessoa, tal qual o espírito que toma emprestado o cavalo para baixar, ocupando o espaço do fiel. Quando escritor, é espírito; quando leitor, espiritualiza-se para suportar o aparente cotidiano da physis. Parabéns pelo texto.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ananta Martins		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159557/#comment-1128576</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ananta Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:10:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159557#comment-1128576</guid>

					<description><![CDATA[Não me canso de ser sua leitora, JS. 
Pois, ler seus textos é mergulhar em leituras mil.
Você é como um aquário gigante que contém criaturas mil:
É Sábado, é Kundera, é Drummond,  é Borges, é Camus,  é Liscano e assim vamos conhecendo as  diferentes espécimes desse vasto universo de autores.
Eu estava procurando em mim uma resposta para uma pergunta que se fez nessa semana - se outrora eu me divertia indo aos barzinhos com amigos e/ou a shows, o que hoje me diverte?
 E lendo seu texto ele me respondeu - sim, hoje a minha maior &quot;diversão&quot; é estar frente a frente com o jorro de suas ideias  expressas nos textos que aqui você publica.
&quot;Diversão &quot; não é uma palavra adequada, pois ela não cabe total no que eu sinto ao ler, mas vem a calhar para a resposta que eu buscava quanto ao que ficou no lugar do que me dava tanto prazer - se antes sair com os amigos, hoje ler seus textos é o que me dá maior prazer, essa é,  a expressão que exprime o sentimento.
E eu fico aqui, imersa no jorro de palavras que se misturam a de mil outras, vindas de mil outros - numa tessitura de alinhamentos mil, de pensamentos que me leva a mil tempos e lugares que me fazem viajar e me deslocar a mil velocidades.
Muito agradecida fico, sempre, após retornar aqui e me deparar com esse oceano de verbos e de ações que só a literatura poderia proporcionar - a literatura e autores como você,  Jan Cenek.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não me canso de ser sua leitora, JS.<br />
Pois, ler seus textos é mergulhar em leituras mil.<br />
Você é como um aquário gigante que contém criaturas mil:<br />
É Sábado, é Kundera, é Drummond,  é Borges, é Camus,  é Liscano e assim vamos conhecendo as  diferentes espécimes desse vasto universo de autores.<br />
Eu estava procurando em mim uma resposta para uma pergunta que se fez nessa semana &#8211; se outrora eu me divertia indo aos barzinhos com amigos e/ou a shows, o que hoje me diverte?<br />
 E lendo seu texto ele me respondeu &#8211; sim, hoje a minha maior &#8220;diversão&#8221; é estar frente a frente com o jorro de suas ideias  expressas nos textos que aqui você publica.<br />
&#8220;Diversão &#8221; não é uma palavra adequada, pois ela não cabe total no que eu sinto ao ler, mas vem a calhar para a resposta que eu buscava quanto ao que ficou no lugar do que me dava tanto prazer &#8211; se antes sair com os amigos, hoje ler seus textos é o que me dá maior prazer, essa é,  a expressão que exprime o sentimento.<br />
E eu fico aqui, imersa no jorro de palavras que se misturam a de mil outras, vindas de mil outros &#8211; numa tessitura de alinhamentos mil, de pensamentos que me leva a mil tempos e lugares que me fazem viajar e me deslocar a mil velocidades.<br />
Muito agradecida fico, sempre, após retornar aqui e me deparar com esse oceano de verbos e de ações que só a literatura poderia proporcionar &#8211; a literatura e autores como você,  Jan Cenek.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
