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	Comentários sobre: Revolta. Greve. Revolta: A nova era de levantes (9)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1137561</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 07:31:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sim. Isso leva a um conformismo ou a defesa da reprodução do capitalismo. A maior maravilha do colapso pregado por alguns ecologistas e pseudorevolucionários é o seu prazo de validade: já faz vinte anos que o colapso inevitável do capitalismo está a exatos cinquenta anos de distância, haha!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. Isso leva a um conformismo ou a defesa da reprodução do capitalismo. A maior maravilha do colapso pregado por alguns ecologistas e pseudorevolucionários é o seu prazo de validade: já faz vinte anos que o colapso inevitável do capitalismo está a exatos cinquenta anos de distância, haha!</p>
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		<title>
		Por: Gogol		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1137500</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gogol]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 23:22:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Mateus,

O que eu chamo atenção sobre A Queda Tendencial da Taxa de Lucro, a lei enquanto tal, é que ela, em si, não leva o capitalismo ao colapso final, pelo contrário. A Queda da Taxa de Lucro é o movimento pelo qual os capital tendem a acumulação progressiva, é a lei do desenvolvimento do capitalismo e não da crise do capitalismo. As crises cíclicas fazem parte desse processo de desenvolvimento, e longe de expressarem os limites do capital, são verdadeiras alavancas para o desenvolvimento geral do capitalismo. Isso do ponto de vista dos capitalistas. Já do lado dos trabalhadores, as crises cíclicas podem levar boa parte do proletariado a perder as suas conquistas, a chamada recuperação das lutas, pois deve-se levar em conta a luta de classes, ou levar boa parte dos trabalhadores ao colapso.

Já as contra tendências demonstram que essa queda da taxa de lucro, a lei do desenvolvimento do capital, não é absoluta, o seu próprio movimento de decrecimento da taxa de lucro modera a queda. O incremento aumenta a taxa de mais valia pelo o aumento da produtividade e essa mesma produtividade elevada diminui o valor despendido em cada mercadoria, podendo esta baratear, e as leis do mercado definirá. Essa produtividade elevada diminui a mais valia extraida sobre a mercadoria individual mas o seu processo leva ao aumento da mais valia extraida pelo fato dos trabalhadores produziram mais mercadorias, perde-se no varejo com a recompensa do que se produz no atacado. Isso interfere na queda da taxa de lucro, atenuando-a. Um segundo exemplo é a diminuição do que se investe em capital constante: O capital constante são mercadorias que podem ser barateadas  nos ciclos de desenvolvimento do capital, ou seja, na desvalorização das mercadorias pelo aumento produtivo. E na reprodução ampliada a taxa de lucro é atenuada no seu processo de decrecimento. 

O lucro só pode aumentar pelo desenvolvimento progressivo do capital mediante a Queda Tendencial da Taxa Lucro. Um capital que se desenvolve no aumento progressivo da acumulação segue esse caminho, da queda da taxa de lucro. Um capital ou uma economia entra em colapso quando não consegue tender a queda da taxa de lucro, quando ele estagna em taxas elevadas de lucro. O colapso se dá pela insistente taxa elevada de lucro, ou seja, da impossibilidade da queda tendencial da taxa de lucro.

Sobre as outras questões que vc levanta acredito que tudo isso depende de uma boa análise da realidade que nos encontramos, isso é indispensável para a luta. E existe algo de errado nos meios ditos revolucionários. E quando se mistura um errado de compreensão do movimento do capital, que gerou um mito, uma mentira reptida mil vezes, mais os alarmismos ecológicos vemos aqueles exercícios de futurologia dos 50 anos vindouros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Mateus,</p>
<p>O que eu chamo atenção sobre A Queda Tendencial da Taxa de Lucro, a lei enquanto tal, é que ela, em si, não leva o capitalismo ao colapso final, pelo contrário. A Queda da Taxa de Lucro é o movimento pelo qual os capital tendem a acumulação progressiva, é a lei do desenvolvimento do capitalismo e não da crise do capitalismo. As crises cíclicas fazem parte desse processo de desenvolvimento, e longe de expressarem os limites do capital, são verdadeiras alavancas para o desenvolvimento geral do capitalismo. Isso do ponto de vista dos capitalistas. Já do lado dos trabalhadores, as crises cíclicas podem levar boa parte do proletariado a perder as suas conquistas, a chamada recuperação das lutas, pois deve-se levar em conta a luta de classes, ou levar boa parte dos trabalhadores ao colapso.</p>
<p>Já as contra tendências demonstram que essa queda da taxa de lucro, a lei do desenvolvimento do capital, não é absoluta, o seu próprio movimento de decrecimento da taxa de lucro modera a queda. O incremento aumenta a taxa de mais valia pelo o aumento da produtividade e essa mesma produtividade elevada diminui o valor despendido em cada mercadoria, podendo esta baratear, e as leis do mercado definirá. Essa produtividade elevada diminui a mais valia extraida sobre a mercadoria individual mas o seu processo leva ao aumento da mais valia extraida pelo fato dos trabalhadores produziram mais mercadorias, perde-se no varejo com a recompensa do que se produz no atacado. Isso interfere na queda da taxa de lucro, atenuando-a. Um segundo exemplo é a diminuição do que se investe em capital constante: O capital constante são mercadorias que podem ser barateadas  nos ciclos de desenvolvimento do capital, ou seja, na desvalorização das mercadorias pelo aumento produtivo. E na reprodução ampliada a taxa de lucro é atenuada no seu processo de decrecimento. </p>
<p>O lucro só pode aumentar pelo desenvolvimento progressivo do capital mediante a Queda Tendencial da Taxa Lucro. Um capital que se desenvolve no aumento progressivo da acumulação segue esse caminho, da queda da taxa de lucro. Um capital ou uma economia entra em colapso quando não consegue tender a queda da taxa de lucro, quando ele estagna em taxas elevadas de lucro. O colapso se dá pela insistente taxa elevada de lucro, ou seja, da impossibilidade da queda tendencial da taxa de lucro.</p>
<p>Sobre as outras questões que vc levanta acredito que tudo isso depende de uma boa análise da realidade que nos encontramos, isso é indispensável para a luta. E existe algo de errado nos meios ditos revolucionários. E quando se mistura um errado de compreensão do movimento do capital, que gerou um mito, uma mentira reptida mil vezes, mais os alarmismos ecológicos vemos aqueles exercícios de futurologia dos 50 anos vindouros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1135103</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:27:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exploração é sobre a quantidade de tempo de trabalho não pago. É até onde essa classe, composta por seres humanos com músculo, carne, sangue, pensamento etc., permite que o capitalista utilize sua energia vital contra ela mesma.  O Limite é luta de classes, não é a divisão de  1/x quando x tende a uma derivada de alguma constante, rsrs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exploração é sobre a quantidade de tempo de trabalho não pago. É até onde essa classe, composta por seres humanos com músculo, carne, sangue, pensamento etc., permite que o capitalista utilize sua energia vital contra ela mesma.  O Limite é luta de classes, não é a divisão de  1/x quando x tende a uma derivada de alguma constante, rsrs.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Limites e derivadas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1135015</link>

		<dc:creator><![CDATA[Limites e derivadas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 03:17:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Exploração, até onde me lembro, era razão sobre tempo de trabalho e não sobre coisas planetárias limitadas que sofrem o efeito da gravidade. Mas posso ter esquecido do básico exposto no Capital. Também me lembro de uma tal mais-valia relativa e de produtividade, que barateia o capital variável. Brincando com matemática básica, a fórmula m/v tende ao infinito com o aumento da produtividade. Mas dá pra exigir matemática básica ao povo de humanas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exploração, até onde me lembro, era razão sobre tempo de trabalho e não sobre coisas planetárias limitadas que sofrem o efeito da gravidade. Mas posso ter esquecido do básico exposto no Capital. Também me lembro de uma tal mais-valia relativa e de produtividade, que barateia o capital variável. Brincando com matemática básica, a fórmula m/v tende ao infinito com o aumento da produtividade. Mas dá pra exigir matemática básica ao povo de humanas?</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134964</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 22:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, &quot;As contratendências são ilimitadas?&quot;. Concordo.
As contratendências me parecem ter limites concretamente, em si, embora, por exemplo, as guerras, com a destruição do capital e de mercadorias tende a ser um exemplo de como ser uma contratendencia desse limite planetário, por exemplo, etc etc. Acho que o ultimo limite do capital, no fim, é a radicalidade do proletariado e quanto ele aceita a dominação burguesa sem se movimentar. Aí, os revolucionários devem realmente criar condições para que o proletariado lute melhor e mais radicalmente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, &#8220;As contratendências são ilimitadas?&#8221;. Concordo.<br />
As contratendências me parecem ter limites concretamente, em si, embora, por exemplo, as guerras, com a destruição do capital e de mercadorias tende a ser um exemplo de como ser uma contratendencia desse limite planetário, por exemplo, etc etc. Acho que o ultimo limite do capital, no fim, é a radicalidade do proletariado e quanto ele aceita a dominação burguesa sem se movimentar. Aí, os revolucionários devem realmente criar condições para que o proletariado lute melhor e mais radicalmente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134953</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 21:08:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Passa Palavra não publica comentários insultuosos e irrelevantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Passa Palavra não publica comentários insultuosos e irrelevantes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: As contratendências são ilimitadas?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134939</link>

		<dc:creator><![CDATA[As contratendências são ilimitadas?]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 20:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que o Mateus está correto no essencial, principalmente ao criticar qualquer automatismo entre crise econômica e ação revolucionária do proletariado. Mas me parece que ele perde de vista que as próprias contratendências também encontram limites. Não é possível elevar indefinidamente a exploração, comprimir salários ou baratear os elementos do capital sem produzir novas contradições e limites à própria reprodução social.

E existe ainda um limite mais geral à reprodução ampliada do capital: ela pressupõe uma expansão contínua da apropriação de trabalho, energia e natureza em um planeta materialmente finito. O planeta Terra é, nesse sentido, um limite objetivo que não pode ser abolido simplesmente pelo aumento da exploração ou pela expansão do crédito.

Isso não significa dizer que o capitalismo vai “cair sozinho” quando atingir algum teto. Esses limites podem gerar crises, destruição de forças produtivas, guerras, novas formas de espoliação e até reorganizações do próprio capital. Então concordo com a centralidade da luta de classes que ele coloca; só acrescentaria que a capacidade do capital de responder às suas contradições também não é ilimitada...

E esse limite planetário, ao menos para a sobrevivência da humanidade, está batendo na trave já. São determinantes os próximos 50 anos

Além disso, corre o risco de uma exaustão planetária não destruir a humanidade por completo, mas destruir as condições materiais para a existência do comunismo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o Mateus está correto no essencial, principalmente ao criticar qualquer automatismo entre crise econômica e ação revolucionária do proletariado. Mas me parece que ele perde de vista que as próprias contratendências também encontram limites. Não é possível elevar indefinidamente a exploração, comprimir salários ou baratear os elementos do capital sem produzir novas contradições e limites à própria reprodução social.</p>
<p>E existe ainda um limite mais geral à reprodução ampliada do capital: ela pressupõe uma expansão contínua da apropriação de trabalho, energia e natureza em um planeta materialmente finito. O planeta Terra é, nesse sentido, um limite objetivo que não pode ser abolido simplesmente pelo aumento da exploração ou pela expansão do crédito.</p>
<p>Isso não significa dizer que o capitalismo vai “cair sozinho” quando atingir algum teto. Esses limites podem gerar crises, destruição de forças produtivas, guerras, novas formas de espoliação e até reorganizações do próprio capital. Então concordo com a centralidade da luta de classes que ele coloca; só acrescentaria que a capacidade do capital de responder às suas contradições também não é ilimitada&#8230;</p>
<p>E esse limite planetário, ao menos para a sobrevivência da humanidade, está batendo na trave já. São determinantes os próximos 50 anos</p>
<p>Além disso, corre o risco de uma exaustão planetária não destruir a humanidade por completo, mas destruir as condições materiais para a existência do comunismo</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134926</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 18:54:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Das nove partes da tradução publicadas até agora, o livro de Clover fala em um colapso terminal do capitalismo e/ou ignora lutas contemporâneas do proletariado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Das nove partes da tradução publicadas até agora, o livro de Clover fala em um colapso terminal do capitalismo e/ou ignora lutas contemporâneas do proletariado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134882</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 15:04:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gogol,
Realmente, a tendencia da queda da taxa de lucro não é enxergada por muitos como o que ela é: uma tendência. Esquecem que logo após a demonstração dessa tendência no O Capital, Marx expressou diversas contra-tendências, tais como elevação do grau de exploração do trabalho, barateamento dos elementos do capital constante, diminuição dos salários, superpopulação relativa, aumento do capital acionário e do crédito, etc etc. E mesmo assim, esquecem que a revolução tem dois motores, um passivo e outro ativo: o passivo é a tendencia do capitalismo de gerar crises. Mas, o motor ativo é o proletariado e suas lutas. E não qualquer luta, mas aquelas que avançam para o questionamento do capitalismo e não somente de sua situação imediata e ainda no interior do capitalismo. 

Essa ideia de que a crise vem e que o proletariado, na forma como está, será capaz de sozinho lutar, é uma ideia perigosa que estimula a inação. 
Os revolucionários devem tentar criar as melhores condições para que o proletariado não lute sozinho, e que assim, caia em armadilhas e tenha sempre uma contrarrevolução. 
Tem gente falando de crise, de colapso, e não percebem que a verdadeira crise vem quando o proletariado se movimento, e cadê ele atualmente? Se o proletariado está inerte, as lutas de classes estão estáveis, não importa o quanto a burguesia tenha problemas em seu reprodução, pois está poderia ser facilmente resolvida com mais exploração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gogol,<br />
Realmente, a tendencia da queda da taxa de lucro não é enxergada por muitos como o que ela é: uma tendência. Esquecem que logo após a demonstração dessa tendência no O Capital, Marx expressou diversas contra-tendências, tais como elevação do grau de exploração do trabalho, barateamento dos elementos do capital constante, diminuição dos salários, superpopulação relativa, aumento do capital acionário e do crédito, etc etc. E mesmo assim, esquecem que a revolução tem dois motores, um passivo e outro ativo: o passivo é a tendencia do capitalismo de gerar crises. Mas, o motor ativo é o proletariado e suas lutas. E não qualquer luta, mas aquelas que avançam para o questionamento do capitalismo e não somente de sua situação imediata e ainda no interior do capitalismo. </p>
<p>Essa ideia de que a crise vem e que o proletariado, na forma como está, será capaz de sozinho lutar, é uma ideia perigosa que estimula a inação.<br />
Os revolucionários devem tentar criar as melhores condições para que o proletariado não lute sozinho, e que assim, caia em armadilhas e tenha sempre uma contrarrevolução.<br />
Tem gente falando de crise, de colapso, e não percebem que a verdadeira crise vem quando o proletariado se movimento, e cadê ele atualmente? Se o proletariado está inerte, as lutas de classes estão estáveis, não importa o quanto a burguesia tenha problemas em seu reprodução, pois está poderia ser facilmente resolvida com mais exploração.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Trocador de lâmpada		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159606/#comment-1134848</link>

		<dc:creator><![CDATA[Trocador de lâmpada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 10:12:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159606#comment-1134848</guid>

					<description><![CDATA[Quantos antimarxistas são necessários para trocar uma lâmpada?

Nenhum. Primeiro eles explicam que a escuridão é resultado das escolhas individuais de quem não comprou uma lâmpada melhor. Depois demonstram, com um gráfico, que nunca houve tanta luz disponível na história. Em seguida, culpam o excesso de regulação pela queima da lâmpada e propõem privatizar o interruptor.

O marxista, enquanto isso, pergunta quem produziu a lâmpada, quem controla a eletricidade, quem paga a conta, quem trabalha no escuro e por que alguns possuem a usina inteira.

A lâmpada continua precisando ser trocada. O marxismo serve, entre outras coisas, para descobrir por que alguns vivem sempre perto do interruptor e outros passam a vida carregando a escada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos antimarxistas são necessários para trocar uma lâmpada?</p>
<p>Nenhum. Primeiro eles explicam que a escuridão é resultado das escolhas individuais de quem não comprou uma lâmpada melhor. Depois demonstram, com um gráfico, que nunca houve tanta luz disponível na história. Em seguida, culpam o excesso de regulação pela queima da lâmpada e propõem privatizar o interruptor.</p>
<p>O marxista, enquanto isso, pergunta quem produziu a lâmpada, quem controla a eletricidade, quem paga a conta, quem trabalha no escuro e por que alguns possuem a usina inteira.</p>
<p>A lâmpada continua precisando ser trocada. O marxismo serve, entre outras coisas, para descobrir por que alguns vivem sempre perto do interruptor e outros passam a vida carregando a escada.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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