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	<title>Edições &#8211; Passa Palavra</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>Antes de dizer adeus [livro]</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 03:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[A poesia de M.h. é visceral e sanguínea, muito diferente do que se faz por aí. Por M.h.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Por M.h.</h3>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A poesia de M.h. é visceral e sanguínea, muito diferente do que se faz por aí. Nada a ver com os “poetas babosos” que frequentam saraus para comercializar livros próprios, como se fossem planos de saúde ou bilhetes de loteria. Nada a ver com os “poetas babosos” que frequentam saraus como se fossem entrevistas de emprego. As palavras de M.h. só cabem nos poemas. Precisam deles. São palavras que devem ser escritas: mesmo que não sejam lidas, mesmo que não sejam ouvidas, mesmo que fosse preferível esquecê-las. É uma poesia que se faz por si mesma: por escrito. Um singelo empurrão do topo do céu. Canto consonantal de pombo na manhã cinza. Versos para registrar em cartas de suicídio, antes de dizer adeus, mas sem perder a ternura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>(Da apresentação de Jan Cenek)</em></p>
<p>Leia ou baixe o livro <a href="https://archive.org/details/m.h._20241008" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://archive.org/embed/m.h._20241008" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>[Livro] Poesia Proletária</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/12/146808/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 10:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Revolução Russa]]></category>
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					<description><![CDATA[Esperamos, como é de praxe, passar a palavra. Por Passa Palavra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por Passa Palavra</h3>
<p style="text-align: justify;">Ano que vem faz 100 anos da dissolução do coletivo artístico-cultural Proletkult e da publicação do artigo <em>Proletarian Poetry</em> (1923) por Alexander Bogdanov. A arte, que resultaria da consciência dos trabalhadores em luta, teve importância colossal para o ex-bolchevique e deixou lastro nas vanguardas artísticas até os dias atuais. Publicamos a primeira tradução do artigo para o português, em formato de livreto, para que, na medida do possível, essa discussão possa se alastrar pelo público lusófono. Esperamos, como é de praxe, passar a palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Ver <a class="urlextern" title="https://archive.org/details/poesia-proletaria" href="https://archive.org/details/poesia-proletaria" rel="ugc nofollow">aqui</a>.</p>
<p><iframe src="https://archive.org/embed/poesia-proletaria" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>O problema da escala no anarquismo e o caso do comunismo cibernético [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/07/145251/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 23:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema_esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Como uma forma de organização descentralizada, não hierárquica, pode ser maximizada para funcionar eficientemente em “larga escala”? Por Aurora Apolito]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por Aurora Apolito</h3>
<p style="text-align: justify;">Todos sabemos por experiência própria que o anarquismo funciona bem numa escala local. Uma das principais críticas direcionadas contra o anarquismo tem sido a de que ele não oferece uma teoria convincente sobre como uma forma de organização descentralizada, não hierárquica, pode ser maximizada para funcionar eficientemente em “larga escala”. E historicamente, o comunismo tem se valido de economias centralmente planificadas, resultando muitas vezes em ineficiências desastrosas, combinadas com um autoritarismo opressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão que fica, é, de que precisamos para uma economia de escala alternativa à sociedade capitalista?</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este artigo, disponibilizado agora em formato de livro, busca trazer ao debate o problema de escala para os anticapitalistas de hoje.</p>
<p>O download pode ser feito <a href="https://archive.org/details/problemadeescala/mode/2up" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p></blockquote>
<p><iframe src="https://archive.org/embed/problemadeescala" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Google Não É O Que Parece [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/05/143742/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 00:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilância]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2014 o Passa Palavra traduziu e publicou em português um trecho do livro When Google Met Wikileaks, escrito por Julian Assange, disponibilizado agora em formato de livro. Por Julian Assange]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Por Julian Assange</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O livro  <em>“Quando Google conheceu WikiLeaks”</em> é fruto do encontro entre o alto escalão do Google e Julian Assange, fundador do WikiLeaks. A visita ocorreu no ápice da publicação dos vazamento dos telegramas diplomáticos do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em 2010 (ver <a href="https://passapalavra.info/2010/12/33369" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> e <a href="https://passapalavra.info/2010/12/33413" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>), quando Eric Schmidt e outros membros da empresa de Mountain View se deslocaram até a área rural do Reino Unido, onde Assange permanecia em prisão domiciliar. O que poderia chamar atenção num primeiro momento explicava-se pelo fato da finalidade da visita ser uma entrevista, uma vez que Schmidt e seu parceiro, Jared Cohen, preparavam um novo livro, <em>“O Novo Mundo Digital”</em>, o qual deveria ter sido publicado em 2013. De fato, a entrevista ocorreu e sua transcrição pode ser <a href="https://www.wikileaks.org/Transcript-Meeting-Assange-Schmidt.html" target="_blank" rel="noopener">lida e ouvida</a> no próprio site do WikiLeaks. O livro, no entanto, mudou de nome e teve outra ambição. E a visita não foi o que aparentava ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O trecho traduzido documenta em detalhes o papel ativo e a relação de uma das maiores empresas do mundo na política externa norte-americana, assim como sua relação com as “Revoluções 2.0”, o complexo militar e a sua participação junto às organizações não-governamentais. A leitura desse excerto é bastante elucidativa para se compreender, por exemplo, o que faz Eric Schmidt no <a href="https://instagram.com/p/vEBL14nFjW/" target="_blank" rel="noopener">Occupy Hong Kong</a>.</p>
<p>Leia ou baixe o livro <a href="https://archive.org/details/julian-assange-google-nao-e-o-que-parece-passa-palavra-2022" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/julian-assange-google-nao-e-o-que-parece-passa-palavra-2022" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Outra Face Do Racismo [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/04/143377/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 12:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Artes_plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Identitarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento negro actual cerca de muros as propriedades universais da humanidade.  Por João Bernardo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Por João Bernardo</strong></h3>
<div id=":y69" class="Ar Au Ao">
<div id=":y65" class="Am Al editable LW-avf tS-tW tS-tY" tabindex="1" role="textbox" contenteditable="true" spellcheck="false" aria-label="Corpo da mensagem" aria-multiline="true">
<div style="text-align: justify;">Este ensaio, em cinco partes, critica a perspectiva racista subjacente ao identitarismo étnico.</div>
<div style="text-align: justify;">Nele demonstra-se a perplexidade com o desinteresse do movimento negro perante o racismo negro antinegro tão frequentemente perpetrado em África. Seria tal desinteresse fruto do actual processo de renovação das elites capitalistas, cujo critério é o de que quem estava em último lugar tem direito a ascender primeiro? Será possível aprendermos a partir do racismo do Terceiro Reich, que todos os raciocínios prosseguidos em termos raciais são delirantes e todas as formas práticas de racismo têm como único resultado a barbárie?</div>
<div style="text-align: justify;">É neste quadro que é necessario analisar a propensão dos identitarismos, incluindo o movimento negro, à biologização da cultura.</div>
</div>
</div>
<p>Leia ou baixe o livro <a href="https://archive.org/details/outra-face-do-racismo" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/outra-face-do-racismo" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Nunca Antes Na História Desse País [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2022/02/142354/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 16:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Govs_nacionais_e_internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacionalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa da esquerda brasileira foi parcialmente realizado como etapa necessária ao
desenvolvimento do capitalismo, contra o qual luta desde há muito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por João Bernardo</h3>
<p>O Passa Palavra lança agora, em formato livro, a seleção de textos analíticos sobre a economia brasileira escritos por João Bernardo em 2011.  O livro conta ainda com um prefácio inédito, escrito por Manolo em 2018.</p>
<p>Leia ou baixe o livro em PDF <a href="https://archive.org/details/nunca-antes-na-historia-desse-pais" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/nunca-antes-na-historia-desse-pais" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Fascismo à brasileira? [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/08/139367/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Enzo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 03:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema_direita]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema_esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Fascismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Poucos movimentos assumem a herança do fascismo clássico, mas suas pautas atravessam o campo político atual e encontram defensores em todo o espectro que vai da extrema-esquerda à extrema-direita. Por Manolo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por Manolo</h3>
<p style="text-align: justify;">O Passa Palavra lança agora, em formato livro, o ensaio escrito por Manolo e publicado neste site entre julho e novembro de 2018, motivado pelo debate em torno das manifestações de caminhoneiros em maio daquele ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia ou baixe o livro em PDF <a href="https://archive.org/details/manolo-fascismo-a-brasileira-passa-palavra-2021/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/manolo-fascismo-a-brasileira-passa-palavra-2021" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Disponível também na versão Mobi <a href="https://archive.org/download/fascismo-a-brasileira/Fascismo%20%C3%A0%20brasileira.mobi" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Arte e espelho [livro]</title>
		<link>https://passapalavra.info/2021/05/138186/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 May 2021 12:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edições]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema_esquerda]]></category>
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					<description><![CDATA[Afinal, será a imagem que reflecte o espectador ou será ele que acabará identificando-se com a imagem? Por João Bernardo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Por João Bernardo</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A obra de arte é um espelho do espectador, em que ele se reflecte a si, às suas memórias e aos seus desejos, e o reflexo devolve-lhe uma imagem transformada. Afinal, será a imagem que reflecte o espectador ou será ele que acabará identificando-se com a imagem? Esta pergunta, e a impossibilidade de lhe responder, sintetizam a relação do espectador com o objecto artístico.</p>
<p>O livro com a integralidade do ensaio está disponível <a href="https://archive.org/details/arte-e-espelho" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/arte-e-espelho" width="560" height="384" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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