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	Comentários sobre Passa Palavra	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Comentário sobre Pelo menos rir por João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/160046/#comment-1145215</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:07:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já Victor Serge, esse grande e múltiplas vezes vencido, observou há muitos anos que a ironia é a arma dos vencidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já Victor Serge, esse grande e múltiplas vezes vencido, observou há muitos anos que a ironia é a arma dos vencidos.</p>
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		<title>
		Comentário sobre Uma nação em cólera: a revolta dos Coxinhas por Anarco Elefante		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79985/#comment-1145188</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anarco Elefante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 05:03:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tommy 

Fico atualmente bastante cansado dos debates sobre 2013 primeiro porque vejo uma forte tendencia de ressentimento de setores do campo popular democrático  que tentam ou reescrever a historia e recentralizar o PT numa luta social que ocorreu aquém dele, ou pior ainda imprimir um discurso conspiratório e apagar seus eventuais erros.
Segundo porque por outro lado a memoria e nostalgia  imobilizaram os setores mais radicalizados que não conseguem inovar mais, nem analisar de forma mais profunda o cenário atual.
Agora  Tommy  você poderia deixar mais claro sua critica ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tommy </p>
<p>Fico atualmente bastante cansado dos debates sobre 2013 primeiro porque vejo uma forte tendencia de ressentimento de setores do campo popular democrático  que tentam ou reescrever a historia e recentralizar o PT numa luta social que ocorreu aquém dele, ou pior ainda imprimir um discurso conspiratório e apagar seus eventuais erros.<br />
Segundo porque por outro lado a memoria e nostalgia  imobilizaram os setores mais radicalizados que não conseguem inovar mais, nem analisar de forma mais profunda o cenário atual.<br />
Agora  Tommy  você poderia deixar mais claro sua critica ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Uma nação em cólera: a revolta dos Coxinhas por Tommy		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79985/#comment-1145157</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tommy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 01:08:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eita como é bom voltar a atualidade desse brilhante texto 13 anos depois.

Alguns comentários envelheceram tão bem quanto leite azedo fora da geladeira kkkk]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eita como é bom voltar a atualidade desse brilhante texto 13 anos depois.</p>
<p>Alguns comentários envelheceram tão bem quanto leite azedo fora da geladeira kkkk</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre A urna e a luta de classes por arkx-Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/160016/#comment-1145103</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx-Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 18:45:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[• 《O lulismo ainda opera dentro da expectativa de que emprego, crescimento, renda, consumo e políticas públicas podem recompor o tecido social. O bolsonarismo mostra maior capacidade de atuar numa sociedade em que essa expectativa perdeu credibilidade para parcelas significativas da população.
 •《O problema começa quando a perda da capacidade integradora do trabalho abre territórios sociais em que renda, proteção, pertencimento e acesso a recursos passam a ser organizados por poderes particulares. É nesse terreno que facções, milícias, economias clandestinas e redes territoriais encontram condições para expandir-se.》
• 《O lulismo procura reconstruir mediações. O bolsonarismo organiza politicamente sua decomposição.》
A Economia da Barbárie-Crise do valor e as novas formas de reprodução do capitalismo- IV
https://utopiasposcapitalistas.com/2026/10/07/a-economia-da-barbarie-crise-do-valor-e-as-novas-formas-de-reproducao-do-capitalismo-iv-o-brasil-como-laboratorio-da-economia-da-barbarie-arlindenor-pedro/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>• 《O lulismo ainda opera dentro da expectativa de que emprego, crescimento, renda, consumo e políticas públicas podem recompor o tecido social. O bolsonarismo mostra maior capacidade de atuar numa sociedade em que essa expectativa perdeu credibilidade para parcelas significativas da população.<br />
 •《O problema começa quando a perda da capacidade integradora do trabalho abre territórios sociais em que renda, proteção, pertencimento e acesso a recursos passam a ser organizados por poderes particulares. É nesse terreno que facções, milícias, economias clandestinas e redes territoriais encontram condições para expandir-se.》<br />
• 《O lulismo procura reconstruir mediações. O bolsonarismo organiza politicamente sua decomposição.》<br />
A Economia da Barbárie-Crise do valor e as novas formas de reprodução do capitalismo- IV<br />
<a href="https://utopiasposcapitalistas.com/2026/10/07/a-economia-da-barbarie-crise-do-valor-e-as-novas-formas-de-reproducao-do-capitalismo-iv-o-brasil-como-laboratorio-da-economia-da-barbarie-arlindenor-pedro/" rel="nofollow ugc">https://utopiasposcapitalistas.com/2026/10/07/a-economia-da-barbarie-crise-do-valor-e-as-novas-formas-de-reproducao-do-capitalismo-iv-o-brasil-como-laboratorio-da-economia-da-barbarie-arlindenor-pedro/</a></p>
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		<item>
		<title>
		Comentário sobre A urna e a luta de classes por Paulo Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/160016/#comment-1144926</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:26:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pergunta ao autor: você acha que o &quot;petismo&quot; ou o &quot;progressismo&quot; trouxe para seu campo de ideias uma grande parte dos marxistas, autonomistas e anarquistas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pergunta ao autor: você acha que o &#8220;petismo&#8221; ou o &#8220;progressismo&#8221; trouxe para seu campo de ideias uma grande parte dos marxistas, autonomistas e anarquistas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre A urna e a luta de classes por arkx-Brasil		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/160016/#comment-1144711</link>

		<dc:creator><![CDATA[arkx-Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 20:37:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[《A única classe social em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu no primeiro turno foi a E. Nacionalmente, recebeu 54,4% dos votos dos brasileiros mais pobres. Mas aquela em que apresentou a menor distância para Flávio foi a classe A: 40,1% ante 48,7% do senador. Em nenhuma região a distância entre os dois, na classe A, foi tão estreita quanto no Sudeste. O filho de Bolsonaro ganhou, mas por 4 pontos percentuais. Na cidade do Rio, Lula venceu na classe A por 46% a 44%. Em São Paulo, foi Flávio quem levou vantagem — 44% a 42%. Lula ganhou entre os 27% mais pobres e foi extremamente competitivo entre os 3% mais ricos. Perdeu no resto.》
O &quot;pobre de Direita&quot; na verdade votou em Lula. A &quot;nova classe média empreendedora&quot;, nascida do Lulismo e batizada por Jessé de Souza, votou  no Bozo 001.

Resultado eleitoral no Rio revela graves equívocos das análises tradicionais do Lulismo 
Lula venceu em 16 das 49 zonas eleitorais da capital no primeiro turno; maior votação foi registrada na região de Catete, Glória, Laranjeiras e Santa Teresa, Lula chegou a 64,17% dos votos. Foi o maior percentual alcançado por qualquer um dos dois candidatos em uma zona eleitoral da capital.
Na Zona Sul, o petista venceu em todas as cinco zonas eleitorais. Também ganhou a maior parte das zonas próximas ao Centro, áreas da Grande Tijuca, do Méier e subúrbios adjacentes.
Flávio Bolsonaro venceu em toda a Zona Oeste e na maior parte da Zona Sudoeste. A exceção foi a 179ª Zona Eleitoral, que reúne Anil, Cidade de Deus, Gardênia Azul, Pechincha e Rio das Pedras. Lula teve 47,33% dos votos, contra 43,90% de Flávio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>《A única classe social em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu no primeiro turno foi a E. Nacionalmente, recebeu 54,4% dos votos dos brasileiros mais pobres. Mas aquela em que apresentou a menor distância para Flávio foi a classe A: 40,1% ante 48,7% do senador. Em nenhuma região a distância entre os dois, na classe A, foi tão estreita quanto no Sudeste. O filho de Bolsonaro ganhou, mas por 4 pontos percentuais. Na cidade do Rio, Lula venceu na classe A por 46% a 44%. Em São Paulo, foi Flávio quem levou vantagem — 44% a 42%. Lula ganhou entre os 27% mais pobres e foi extremamente competitivo entre os 3% mais ricos. Perdeu no resto.》<br />
O &#8220;pobre de Direita&#8221; na verdade votou em Lula. A &#8220;nova classe média empreendedora&#8221;, nascida do Lulismo e batizada por Jessé de Souza, votou  no Bozo 001.</p>
<p>Resultado eleitoral no Rio revela graves equívocos das análises tradicionais do Lulismo<br />
Lula venceu em 16 das 49 zonas eleitorais da capital no primeiro turno; maior votação foi registrada na região de Catete, Glória, Laranjeiras e Santa Teresa, Lula chegou a 64,17% dos votos. Foi o maior percentual alcançado por qualquer um dos dois candidatos em uma zona eleitoral da capital.<br />
Na Zona Sul, o petista venceu em todas as cinco zonas eleitorais. Também ganhou a maior parte das zonas próximas ao Centro, áreas da Grande Tijuca, do Méier e subúrbios adjacentes.<br />
Flávio Bolsonaro venceu em toda a Zona Oeste e na maior parte da Zona Sudoeste. A exceção foi a 179ª Zona Eleitoral, que reúne Anil, Cidade de Deus, Gardênia Azul, Pechincha e Rio das Pedras. Lula teve 47,33% dos votos, contra 43,90% de Flávio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre A urna e a luta de classes por Vladimir		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/160016/#comment-1144696</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vladimir]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 19:11:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto traz reflexões interessantes sobre autoorganização e heteroorganização dos trabalhadores, assim como o desespero de muitos diante do cenário depois do último domingo, 04/10. Mas ficam algumas questões:

- A &quot;despolitização&quot; não é recente, como se vinte anos atrás houvesse um interesse maior pela política. É possível pensar que o próprio funcionamento da política (como jogo entre partidos, parlamentares, burocracias e governos) leva as pessoas a se desinteressarem pelo assunto. Afinal, a política como instância de mediação dos conflitos é separada e distante da vida da maioria dos trabalhadores, como qualquer outra forma social no capitalismo.
- Isso nos levaria a tentar compreender a adesão aos fascismo e às extremas-direitas como uma captura da revolta de trabalhadores com a política e o sistema. O que organizações como o PT fizeram não foi apenas se insular como uma organização por cima dos trabalhadores, como o texto bem destaca. Creio também que há um tom geral nos &quot;progressistas&quot; no Brasil que é não conseguir lidar com essa revolta, algo que as candidaturas em torno do PL conseguem fazer muito bem - gerir o sentimento de que o sistema político não resolve os problemas dos trabalhadores.
- Há aqui um outro elemento referente à hetero-organização dos trabalhadores que poderia ser pensado: o papel redes sociais e meios de comunicação contemporâneos. É verdade que o texto se debruça sobre o modo como o capital se vale, em sua reprodução atual, em mecanismos técnicos que intensificam o controle sobre os trabalhadores, criando ainda mais barreiras à percepção e organização do conflito. No entanto, o desenvolvimento dos celulares e das redes sociais também pode ser visto como parte das formas de organização heterônoma oferecidas pelo capital aos trabalhadores. Nesse sentido, as extremas-direitas também estão em vantagem porque o funcionamento daqueles meios se entrelaça com seus interesses e organizações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto traz reflexões interessantes sobre autoorganização e heteroorganização dos trabalhadores, assim como o desespero de muitos diante do cenário depois do último domingo, 04/10. Mas ficam algumas questões:</p>
<p>&#8211; A &#8220;despolitização&#8221; não é recente, como se vinte anos atrás houvesse um interesse maior pela política. É possível pensar que o próprio funcionamento da política (como jogo entre partidos, parlamentares, burocracias e governos) leva as pessoas a se desinteressarem pelo assunto. Afinal, a política como instância de mediação dos conflitos é separada e distante da vida da maioria dos trabalhadores, como qualquer outra forma social no capitalismo.<br />
&#8211; Isso nos levaria a tentar compreender a adesão aos fascismo e às extremas-direitas como uma captura da revolta de trabalhadores com a política e o sistema. O que organizações como o PT fizeram não foi apenas se insular como uma organização por cima dos trabalhadores, como o texto bem destaca. Creio também que há um tom geral nos &#8220;progressistas&#8221; no Brasil que é não conseguir lidar com essa revolta, algo que as candidaturas em torno do PL conseguem fazer muito bem &#8211; gerir o sentimento de que o sistema político não resolve os problemas dos trabalhadores.<br />
&#8211; Há aqui um outro elemento referente à hetero-organização dos trabalhadores que poderia ser pensado: o papel redes sociais e meios de comunicação contemporâneos. É verdade que o texto se debruça sobre o modo como o capital se vale, em sua reprodução atual, em mecanismos técnicos que intensificam o controle sobre os trabalhadores, criando ainda mais barreiras à percepção e organização do conflito. No entanto, o desenvolvimento dos celulares e das redes sociais também pode ser visto como parte das formas de organização heterônoma oferecidas pelo capital aos trabalhadores. Nesse sentido, as extremas-direitas também estão em vantagem porque o funcionamento daqueles meios se entrelaça com seus interesses e organizações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Voto Nulo e a Luta pela Autogestão Social por Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/159974/#comment-1144633</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:08:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Passa Palavra colocou nos Movimentos em Luta o comunicado oportunamente enviado por Sabiá. Podem ver &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2026/10/160014/&quot; rel=&quot;ugc&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Passa Palavra colocou nos Movimentos em Luta o comunicado oportunamente enviado por Sabiá. Podem ver <a href="https://passapalavra.info/2026/10/160014/" rel="ugc">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Voto Nulo e a Luta pela Autogestão Social por Sabiá		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/159974/#comment-1144504</link>

		<dc:creator><![CDATA[Sabiá]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 19:53:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159974#comment-1144504</guid>

					<description><![CDATA[Trago aqui um post recente do coletivo Invisíveis, do Rio de Janeiro, para reflexão sobre abstenções e suas relações com a negação do voto ou do sistema político:

ELEIÇÕES 2026: VIGILANTES DA UERJ SOFREM ASSÉDIO DA MULTSERV, SE ATRASAR NO RETORNO DA VOTAÇÃO VAI COMPENSAR HORÁRIO

O Art. 14 da Constituição Federal de 1988 assegura &quot;A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos&quot;. O voto é, portanto, um direito a ser resguardado. A coisa muda quando você é terceirizado: junta com a perda de direitos trabalhistas, ATÉ O DIREITO AO VOTO SE ENCONTRA AMEAÇADO.

Vigilantes patrimoniais que trabalham pra empresa Multiserv na UERJ relatam que estão desistindo de ir votar por causa das exigências de carga horária da empresa. Filas longas nas urnas acabam comprometendo o tempo de espera e, consequentemente, o horário de chegada no trabalho. O ATRASO IMPLICA EM PUNIÇÃO. 

É importante lembrar: A ABSTENÇÃO no primeiro turno das ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS brasileiras registra CRESCIMENTO CONTÍNUO DESDE 2006. Na última eleição presidencial a abstenção chegou a 20,79%. Isso dá aproximadamente 32,7 MILHÕES DE BRASILEIROS QUE DEIXARAM DE COMPARECER ÀS URNAS. 

A abstenção deve ser analisada como um fenômeno social, não mera atitude individual. Daí perguntamos: O QUE TEM CAUSADO O AUMENTO DA ABSTENÇÃO DE VOTO? Será que OS TRABALHADORES NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA OU ELES SIMPLESMENTE SÃO IMPOSSIBILITADOS DE PARTICIPAREM ATIVAMENTE?

Não podemos esquecer que o assédio moral no trabalho é recorrente. Os vigilantes da UERJ já relataram a burocracia pra entregar atestados médicos. Por causa dessa dificuldade, muitos simplesmente DEIXAVAM ATÉ DE IR AO MÉDICO, INDO TRABALHAR DOENTES E COMPROMETENDO A PRÓPRIA SAÚDE. 

A DITADURA NO LOCAL DE TRABALHO SEGUE VIVA. SE A CONSTITUIÇÃO NÃO É SUFICIENTE PRA ASSEGURAR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES, A SAÍDA É SE JUNTAR PRA LUTAR. INDEPENDENTE DE QUEM ESTEJA NA PRESIDÊNCIA.

VIGILANTE, PATRÃO QUER VOCÊ DISTANTE DO SEU COLEGA DE TRABALHO. PORQUE ELE TEM MEDO DA UNIÃO ENTRE VOCÊS. TEU PATRÃO É UM PAISANO. VIGIE TEUS DIREITOS.
https://www.instagram.com/p/DeFxQAPjhEe/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trago aqui um post recente do coletivo Invisíveis, do Rio de Janeiro, para reflexão sobre abstenções e suas relações com a negação do voto ou do sistema político:</p>
<p>ELEIÇÕES 2026: VIGILANTES DA UERJ SOFREM ASSÉDIO DA MULTSERV, SE ATRASAR NO RETORNO DA VOTAÇÃO VAI COMPENSAR HORÁRIO</p>
<p>O Art. 14 da Constituição Federal de 1988 assegura &#8220;A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos&#8221;. O voto é, portanto, um direito a ser resguardado. A coisa muda quando você é terceirizado: junta com a perda de direitos trabalhistas, ATÉ O DIREITO AO VOTO SE ENCONTRA AMEAÇADO.</p>
<p>Vigilantes patrimoniais que trabalham pra empresa Multiserv na UERJ relatam que estão desistindo de ir votar por causa das exigências de carga horária da empresa. Filas longas nas urnas acabam comprometendo o tempo de espera e, consequentemente, o horário de chegada no trabalho. O ATRASO IMPLICA EM PUNIÇÃO. </p>
<p>É importante lembrar: A ABSTENÇÃO no primeiro turno das ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS brasileiras registra CRESCIMENTO CONTÍNUO DESDE 2006. Na última eleição presidencial a abstenção chegou a 20,79%. Isso dá aproximadamente 32,7 MILHÕES DE BRASILEIROS QUE DEIXARAM DE COMPARECER ÀS URNAS. </p>
<p>A abstenção deve ser analisada como um fenômeno social, não mera atitude individual. Daí perguntamos: O QUE TEM CAUSADO O AUMENTO DA ABSTENÇÃO DE VOTO? Será que OS TRABALHADORES NÃO SE INTERESSAM POR POLÍTICA OU ELES SIMPLESMENTE SÃO IMPOSSIBILITADOS DE PARTICIPAREM ATIVAMENTE?</p>
<p>Não podemos esquecer que o assédio moral no trabalho é recorrente. Os vigilantes da UERJ já relataram a burocracia pra entregar atestados médicos. Por causa dessa dificuldade, muitos simplesmente DEIXAVAM ATÉ DE IR AO MÉDICO, INDO TRABALHAR DOENTES E COMPROMETENDO A PRÓPRIA SAÚDE. </p>
<p>A DITADURA NO LOCAL DE TRABALHO SEGUE VIVA. SE A CONSTITUIÇÃO NÃO É SUFICIENTE PRA ASSEGURAR OS DIREITOS DOS TRABALHADORES, A SAÍDA É SE JUNTAR PRA LUTAR. INDEPENDENTE DE QUEM ESTEJA NA PRESIDÊNCIA.</p>
<p>VIGILANTE, PATRÃO QUER VOCÊ DISTANTE DO SEU COLEGA DE TRABALHO. PORQUE ELE TEM MEDO DA UNIÃO ENTRE VOCÊS. TEU PATRÃO É UM PAISANO. VIGIE TEUS DIREITOS.<br />
<a href="https://www.instagram.com/p/DeFxQAPjhEe/" rel="nofollow ugc">https://www.instagram.com/p/DeFxQAPjhEe/</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Voto Nulo e a Luta pela Autogestão Social por Cabrão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/10/159974/#comment-1144491</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cabrão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 18:56:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159974#comment-1144491</guid>

					<description><![CDATA[Bodão poderia ter a chance de se filiar ao Passa Palavra e assim publicar suas reflexões sobre o momento atual do mundo do trabalho, o impacto da extrema direita sobre os trabalhadores e compartilhar suas experiências de luta na atual conjuntura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bodão poderia ter a chance de se filiar ao Passa Palavra e assim publicar suas reflexões sobre o momento atual do mundo do trabalho, o impacto da extrema direita sobre os trabalhadores e compartilhar suas experiências de luta na atual conjuntura.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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