<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre Passa Palavra	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 01:26:11 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.1</generator>
	<item>
		<title>
		Comentário sobre A cara do Brasil por Adriano		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159748/#comment-1141248</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adriano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 01:26:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159748#comment-1141248</guid>

					<description><![CDATA[O Neymar é aquele tipo de sujeito que dribla todo mundo para privatizar a praia: a &quot;bet de chuteiras&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Neymar é aquele tipo de sujeito que dribla todo mundo para privatizar a praia: a &#8220;bet de chuteiras&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Factos etc. 1) «João Bernardo defendendo este método positivista» por João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/07/159392/#comment-1140902</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 12:54:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159392#comment-1140902</guid>

					<description><![CDATA[Pois é, Marcella Cassiano, e o pior é quando não são só alunos, mas os próprios professores a pretender que essa distinção não existe. Porém, se usar a perspectiva inversa, verá que eles têm razão — quero dizer, têm a razão deles. Os factos são temíveis, acima de tudo porque são imprevistos, obrigam a raciocinar de novo, a comparar, a deitar fora métodos que já não servem e a formular outros, a destruir com dúvidas as aparentes soluções. Os factos são, ou pelo menos tendem a ser, o reino do rei que vai nu. Ora, nos estudos sociais os departamentos tornaram-se a base da actividade política, a tal ponto que com frequência as fronteiras de um grupo político são as paredes de um departamento. Ora, os chefes dos grupos políticos, neste caso professores, só prosperam se apresentarem soluções — cada um a sua — e não dúvidas. E assim, nos estudos sociais a vida académica, em vez de ser uma colaboração no progressivo delineamento de dúvidas, converteu-se numa competição entre soluções já feitas. E o debate foi substituído pela censura e a exclusão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Marcella Cassiano, e o pior é quando não são só alunos, mas os próprios professores a pretender que essa distinção não existe. Porém, se usar a perspectiva inversa, verá que eles têm razão — quero dizer, têm a razão deles. Os factos são temíveis, acima de tudo porque são imprevistos, obrigam a raciocinar de novo, a comparar, a deitar fora métodos que já não servem e a formular outros, a destruir com dúvidas as aparentes soluções. Os factos são, ou pelo menos tendem a ser, o reino do rei que vai nu. Ora, nos estudos sociais os departamentos tornaram-se a base da actividade política, a tal ponto que com frequência as fronteiras de um grupo político são as paredes de um departamento. Ora, os chefes dos grupos políticos, neste caso professores, só prosperam se apresentarem soluções — cada um a sua — e não dúvidas. E assim, nos estudos sociais a vida académica, em vez de ser uma colaboração no progressivo delineamento de dúvidas, converteu-se numa competição entre soluções já feitas. E o debate foi substituído pela censura e a exclusão.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Factos etc. 1) «João Bernardo defendendo este método positivista» por Marcella Siqueira Cassiano		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/07/159392/#comment-1140694</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcella Siqueira Cassiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:13:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159392#comment-1140694</guid>

					<description><![CDATA[JB, obrigada pelo artigo. Sou professora na área de Ciências Sociais no Canadá e lido, todo santo dia, com alunos e colegas que têm enorme dificuldade em compreender a diferença entre dado e metodologia. Orientar teses e projetos de pesquisa está se tornando cada dia mais penoso justamente porque essa distinção, que deveria ser básica, parece estar cada vez menos clara.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JB, obrigada pelo artigo. Sou professora na área de Ciências Sociais no Canadá e lido, todo santo dia, com alunos e colegas que têm enorme dificuldade em compreender a diferença entre dado e metodologia. Orientar teses e projetos de pesquisa está se tornando cada dia mais penoso justamente porque essa distinção, que deveria ser básica, parece estar cada vez menos clara.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Os caminhos da transformação social em Wakanda por Uber Land		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/09/159855/#comment-1140533</link>

		<dc:creator><![CDATA[Uber Land]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 01:33:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159855#comment-1140533</guid>

					<description><![CDATA[Será que o projeto &quot;alternativo&quot; apresentado por Killmonger (ou por qualquer outro &quot;Wakandense&quot;), para o qual Wakanda deveria apoiar, também, as lutas das populações  não &quot;negras&quot;, ou seja, brancas, pelo mundo, que, &quot;também&quot;, poderiam se &quot;vingar de todo o sofrimento imposto por gerações de exploração e humilhação&quot; quando a expectativa de vida de seres humanos, trabalhadores, adultos e crianças (brancas) que trabalhavam em minas de carvão, plantações e industrias na Europa, quando a expectativa de vida geral era muito, muito baixa, com mais da metade das crianças nas zonas urbanas industriais morrendo antes de começar a falar, devido a epidemias, cólera e febre tifoide em ambientes superlotados e sem saneamento, onde os trabalhadores de minas de carvão e indústrias, cuja sobrevivência era comprometida por fatores letais, como doenças pulmonares  (a inalação constante de pó de carvão e gases tóxicos causava a &quot;doença negra&quot; - inflamação pulmonar crônica. OPS! Obs: chamava-se doença negra porque partículas se depositavam no tecido pulmonar, formando máculas e nódulos de carvão, que é da cor preta, que davam a aparência de pulmões negros — visível a olho nu nas autópsias do século XIX). Além de outras doenças respiratórias graves que se manifestavam ou agravavam na vida adulta.  Jornadas exaustivas de  12 a 14 horas diárias ou mais, sem descanso adequado, sem fim de semana, sem férias, sem décimo terceiro, sem ticket refeição, sem carteira assinada (nem documento nenhum, a grande maioria sequer existia oficialmente) que geravam fadiga extrema, aumentando o risco de acidentes fatais e reduzindo a resistência física. Condições totalmente insalubres:  o calor intenso nas profundidades das minas (aumentando 1°C a cada 33 metros), a umidade e a falta de higiene aceleravam o desgaste corporal e a mortalidade precoce.
Estudos bioarqueológicos recentes confirmam que a brutalidade do trabalho infantil e adulto resultava em morte prematura e marcas físicas permanentes nos ossos, evidenciando a severidade do desgaste biológico imposto pelo capitalismo industrial dos séculos passados, e atualmente presente sobre outras formas, como a uberização...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o projeto &#8220;alternativo&#8221; apresentado por Killmonger (ou por qualquer outro &#8220;Wakandense&#8221;), para o qual Wakanda deveria apoiar, também, as lutas das populações  não &#8220;negras&#8221;, ou seja, brancas, pelo mundo, que, &#8220;também&#8221;, poderiam se &#8220;vingar de todo o sofrimento imposto por gerações de exploração e humilhação&#8221; quando a expectativa de vida de seres humanos, trabalhadores, adultos e crianças (brancas) que trabalhavam em minas de carvão, plantações e industrias na Europa, quando a expectativa de vida geral era muito, muito baixa, com mais da metade das crianças nas zonas urbanas industriais morrendo antes de começar a falar, devido a epidemias, cólera e febre tifoide em ambientes superlotados e sem saneamento, onde os trabalhadores de minas de carvão e indústrias, cuja sobrevivência era comprometida por fatores letais, como doenças pulmonares  (a inalação constante de pó de carvão e gases tóxicos causava a &#8220;doença negra&#8221; &#8211; inflamação pulmonar crônica. OPS! Obs: chamava-se doença negra porque partículas se depositavam no tecido pulmonar, formando máculas e nódulos de carvão, que é da cor preta, que davam a aparência de pulmões negros — visível a olho nu nas autópsias do século XIX). Além de outras doenças respiratórias graves que se manifestavam ou agravavam na vida adulta.  Jornadas exaustivas de  12 a 14 horas diárias ou mais, sem descanso adequado, sem fim de semana, sem férias, sem décimo terceiro, sem ticket refeição, sem carteira assinada (nem documento nenhum, a grande maioria sequer existia oficialmente) que geravam fadiga extrema, aumentando o risco de acidentes fatais e reduzindo a resistência física. Condições totalmente insalubres:  o calor intenso nas profundidades das minas (aumentando 1°C a cada 33 metros), a umidade e a falta de higiene aceleravam o desgaste corporal e a mortalidade precoce.<br />
Estudos bioarqueológicos recentes confirmam que a brutalidade do trabalho infantil e adulto resultava em morte prematura e marcas físicas permanentes nos ossos, evidenciando a severidade do desgaste biológico imposto pelo capitalismo industrial dos séculos passados, e atualmente presente sobre outras formas, como a uberização&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Os caminhos da transformação social em Wakanda por Paulo Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/09/159855/#comment-1140480</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:48:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159855#comment-1140480</guid>

					<description><![CDATA[Na época esse filme fez enorme sucesso entre os identitários negros, servindo mesmo de inspiração para intervenções no mundo real. Depois caiu no esquecimento, com a mesma velocidade que emergiu, evidenciando a enorme influência da indústria cultural norte-americana nestes meios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na época esse filme fez enorme sucesso entre os identitários negros, servindo mesmo de inspiração para intervenções no mundo real. Depois caiu no esquecimento, com a mesma velocidade que emergiu, evidenciando a enorme influência da indústria cultural norte-americana nestes meios.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Ikea, a grande mentira por paula		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1140379</link>

		<dc:creator><![CDATA[paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 11:09:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1140379</guid>

					<description><![CDATA[Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal.

Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas.

E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas &quot;queixas de colaboradores&quot;.

Há casos concretos .

Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão.

Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People &#038; Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar.

E a Maria não é a única.

A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles.

Há pessoas que foram silenciadas.

Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas.

Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível.

Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade.

Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa.



Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema.

Não pode ser sempre a chefia a ser protegida.

Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar.



É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes.

E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo.

A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho.

Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia.

Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro.


Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People &#038; Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos.


Chegou o momento de mudar.

Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar.

Ninguém deveria ser perseguido por falar.

Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal.</p>
<p>Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas.</p>
<p>E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas &#8220;queixas de colaboradores&#8221;.</p>
<p>Há casos concretos .</p>
<p>Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão.</p>
<p>Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People &amp; Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar.</p>
<p>E a Maria não é a única.</p>
<p>A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles.</p>
<p>Há pessoas que foram silenciadas.</p>
<p>Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas.</p>
<p>Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível.</p>
<p>Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade.</p>
<p>Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa.</p>
<p>Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema.</p>
<p>Não pode ser sempre a chefia a ser protegida.</p>
<p>Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar.</p>
<p>É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes.</p>
<p>E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo.</p>
<p>A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho.</p>
<p>Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia.</p>
<p>Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro.</p>
<p>Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People &amp; Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos.</p>
<p>Chegou o momento de mudar.</p>
<p>Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar.</p>
<p>Ninguém deveria ser perseguido por falar.</p>
<p>Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Ikea, a grande mentira por caty		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2024/03/151903/#comment-1140372</link>

		<dc:creator><![CDATA[caty]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:27:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=151903#comment-1140372</guid>

					<description><![CDATA[A IKEA nega tudo e apresenta-se como uma empresa exemplar, mas devia olhar com mais atenção para aquilo que realmente acontece dentro da empresa.

Em particular, deveriam analisar como determinadas Team Leaders por exemplo Melissa, carina etc  chegaram às posições que ocupam e olhar seriamente para o estado do departamento de Customer Relations, que está completamente minado.Em Alfragide os exemplos encobertos são muitos.

Existem situações e comportamentos que deveriam ser analisados de forma séria e imparcial. Team leader de caixas e Bac,assediarem segurancas com mensagens que poderão comprovar contactos e convites feitos durante o horário de trabalho, incluindo mensagens de natureza inadequada e marcações de encontros com elementos da segurança e outros colaboradores.

Também existem situações relacionadas com baixas médicas e comportamentos ocorridos que dizem estar doentes e afins e depois andam a passear, envolvidas com elementos prosegur, colaboradores, chefias...

 Se a IKEA considera que é uma empresa exemplar, então deveria estar disponível para analisar estes factos de forma transparente, em vez de simplesmente negar tudo .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IKEA nega tudo e apresenta-se como uma empresa exemplar, mas devia olhar com mais atenção para aquilo que realmente acontece dentro da empresa.</p>
<p>Em particular, deveriam analisar como determinadas Team Leaders por exemplo Melissa, carina etc  chegaram às posições que ocupam e olhar seriamente para o estado do departamento de Customer Relations, que está completamente minado.Em Alfragide os exemplos encobertos são muitos.</p>
<p>Existem situações e comportamentos que deveriam ser analisados de forma séria e imparcial. Team leader de caixas e Bac,assediarem segurancas com mensagens que poderão comprovar contactos e convites feitos durante o horário de trabalho, incluindo mensagens de natureza inadequada e marcações de encontros com elementos da segurança e outros colaboradores.</p>
<p>Também existem situações relacionadas com baixas médicas e comportamentos ocorridos que dizem estar doentes e afins e depois andam a passear, envolvidas com elementos prosegur, colaboradores, chefias&#8230;</p>
<p> Se a IKEA considera que é uma empresa exemplar, então deveria estar disponível para analisar estes factos de forma transparente, em vez de simplesmente negar tudo .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Classes sociais ? por Mateus Alexandre Alves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159592/#comment-1139595</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus Alexandre Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 04:15:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159592#comment-1139595</guid>

					<description><![CDATA[Com certeza, Tragtenberg deve ser lido e relido quando se trata da análise da burocracia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com certeza, Tragtenberg deve ser lido e relido quando se trata da análise da burocracia!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Africanos contra africanos por Gogol		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/06/159351/#comment-1139520</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gogol]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 20:05:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159351#comment-1139520</guid>

					<description><![CDATA[Ao pouco que li e pesquisei a respeito da xenofobia que vemos na África do Sul,  e a Operação Dulula como movimento, a xenofobia assume contornos racistas. São os negros e africanos que sofrem a maior pressão, os brancos e asiáticos não são os alvos principais. Nigerianos, moçambicanos, tanzanianos, etc, são os principais perseguidos e assassinados pelos nacionalistas sul-africanos negros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao pouco que li e pesquisei a respeito da xenofobia que vemos na África do Sul,  e a Operação Dulula como movimento, a xenofobia assume contornos racistas. São os negros e africanos que sofrem a maior pressão, os brancos e asiáticos não são os alvos principais. Nigerianos, moçambicanos, tanzanianos, etc, são os principais perseguidos e assassinados pelos nacionalistas sul-africanos negros.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Comentário sobre Classes sociais ? por João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2026/08/159592/#comment-1139505</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 18:17:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://passapalavra.info/?p=159592#comment-1139505</guid>

					<description><![CDATA[Eu não gosto de entrar em polémicas e muito menos de prolongá-las, mas por vezes fico tomado por uma indignação a que não resisto. Foi o que me sucedeu ao ler as primeiras linhas do comentário acima, e mais não li. 

Quando cheguei ao Brasil, há exactamente quarenta e dois anos, os gestores, enquanto classe, e classe existente e actuante neste país, vinham a ser identificados, analisados e teorizados em conjunto por duas pessoas, Bresser Pereira, uma das figuras mais ilustres da intelectualidade brasileira, e Fernando Prestes Motta, prematuramente falecido. Sem esquecer a obra &lt;em&gt;A Fala dos Homens&lt;/em&gt;, em que nessa época Maria de Lourdes Covre analisou criticamente o pensamento tecnocrático. E acima de tudo os estudos de Maurício Tragtenberg, uma das pessoas a quem mais devo. Como é possível que agora esta herança, que devia ser conhecida e estudada, seja petulantemente ignorada? Ao que chegaram!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não gosto de entrar em polémicas e muito menos de prolongá-las, mas por vezes fico tomado por uma indignação a que não resisto. Foi o que me sucedeu ao ler as primeiras linhas do comentário acima, e mais não li. </p>
<p>Quando cheguei ao Brasil, há exactamente quarenta e dois anos, os gestores, enquanto classe, e classe existente e actuante neste país, vinham a ser identificados, analisados e teorizados em conjunto por duas pessoas, Bresser Pereira, uma das figuras mais ilustres da intelectualidade brasileira, e Fernando Prestes Motta, prematuramente falecido. Sem esquecer a obra <em>A Fala dos Homens</em>, em que nessa época Maria de Lourdes Covre analisou criticamente o pensamento tecnocrático. E acima de tudo os estudos de Maurício Tragtenberg, uma das pessoas a quem mais devo. Como é possível que agora esta herança, que devia ser conhecida e estudada, seja petulantemente ignorada? Ao que chegaram!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
