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	Comentários sobre: 02 OUTUBRO 2012 (BR-SP) Saiu a primeira edição do jornal “O Mal-Educado”	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Emerson		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Emerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 15:12:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renata, o problema é que a opressão exercida pelas mulheres conservadoras pesa sobretudo sobre as outras mulheres. Aqui está o machismo, independente de quem o exerce.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renata, o problema é que a opressão exercida pelas mulheres conservadoras pesa sobretudo sobre as outras mulheres. Aqui está o machismo, independente de quem o exerce.</p>
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		Por: Luanna		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luanna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 12:14:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me parece que existe uma resistência das mulheres em reconhecer que elas próprias podem reproduzir as práticas machistas. 

Renata, qual diferença que você estabelece entre &quot;opressão exercida pelas mulheres conservadoras&quot; e o machismo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me parece que existe uma resistência das mulheres em reconhecer que elas próprias podem reproduzir as práticas machistas. </p>
<p>Renata, qual diferença que você estabelece entre &#8220;opressão exercida pelas mulheres conservadoras&#8221; e o machismo?</p>
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		<title>
		Por: Renata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/10/65124/#comment-81492</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 04:48:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Emerson, se você mesmo situa que várias opressões partem das mulheres então não se trata simplesmente de machismo, certo? A Geise da Uniban, por exemplo, foi inicialmente hostilizada por mulheres. No caso, temos mais propriamente a opressão de mulheres conservadoras sobre outras do que um machismo. 

Em muitos casos se confunde a opressão exercida pelas mulheres conservadoras com o machismo. É bom olhar bem as coisas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emerson, se você mesmo situa que várias opressões partem das mulheres então não se trata simplesmente de machismo, certo? A Geise da Uniban, por exemplo, foi inicialmente hostilizada por mulheres. No caso, temos mais propriamente a opressão de mulheres conservadoras sobre outras do que um machismo. </p>
<p>Em muitos casos se confunde a opressão exercida pelas mulheres conservadoras com o machismo. É bom olhar bem as coisas.</p>
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		<title>
		Por: Emerson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/10/65124/#comment-81480</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emerson]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 02:32:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renata, concordo com você que o autoritarismo nas escolas tem sido gerido sobretudo por mulheres. Basta ver por exemplo o texto sobre a E.E. José Vieira, que derrubou a diretora devido às suas medidas autoritárias. No entanto, cabe ressaltar que em diversas escolas, mesmo sendo a direção composta por mulheres, muitas medidas são exatamente contra as meninas. Por exemplo, em muitas escolas as meninas (exclusivamente) são proibidas de usarem certas roupas, enquanto que aos meninos tudo é permitido. Meninas grávidas sofrem muita discriminação (mesmo por professoras), e muitas vezes são obrigadas a abandonar os estudos por falta de apoio. Os afazeres domésticos também pesam no rendimento escolar das meninas. Isso entre muitas outras coisas. Assim, a discussão sobre o feminismo nas escolas não deixa de ser relevante só porque mulheres têm poder dentro da escola, porque não se trata de quem está no poder, mas do que se faz com ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renata, concordo com você que o autoritarismo nas escolas tem sido gerido sobretudo por mulheres. Basta ver por exemplo o texto sobre a E.E. José Vieira, que derrubou a diretora devido às suas medidas autoritárias. No entanto, cabe ressaltar que em diversas escolas, mesmo sendo a direção composta por mulheres, muitas medidas são exatamente contra as meninas. Por exemplo, em muitas escolas as meninas (exclusivamente) são proibidas de usarem certas roupas, enquanto que aos meninos tudo é permitido. Meninas grávidas sofrem muita discriminação (mesmo por professoras), e muitas vezes são obrigadas a abandonar os estudos por falta de apoio. Os afazeres domésticos também pesam no rendimento escolar das meninas. Isso entre muitas outras coisas. Assim, a discussão sobre o feminismo nas escolas não deixa de ser relevante só porque mulheres têm poder dentro da escola, porque não se trata de quem está no poder, mas do que se faz com ele.</p>
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		<title>
		Por: Renata		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/10/65124/#comment-81435</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renata]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 13:48:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No texto sobre feminismo: eu acho curioso que toda vez que se fala de educação autoritária as pessoas falam como se as escolas fogem geridas por homens. Não são. A esmagadora maioria, talvez uns 95%, das direções são controladas por mulheres. O mesmo para as chefias e supervisões. As professoras, em alguns niveis, chegam a ser 90% do total, embora professores não mandem nas escolas, como diz o texto. Professores são subordinados, peões da educação. Então, a tal da educação autoritária é, no Estado de São Paulo, algo arquitetado, implementado e gerido por mulheres. Aliás, caberia até observações sobre como a fofoca é o principal instrumento de análise do trabalho pedagógico. Não minto nem exagero. 

Não se pode afirmar que o machismo predomine em todas as escolas. Isto é uma generalização sem base. O Estado possui 5.400 escolas e em muitas delas as meninas é que comandam. Na que eu trabalho, por exemplo, há revezamento e meninos e meninas usam a quadra. Aliás, as meninas entram até no banheiro masculino. Elas dominam todas as salas, exceto uma, sendo lideranças até em brigas e confusões. Quem assistir o filme Pro Dia Nascer Feliz  http://passapalavra.info/?p=19335 vai perceber a presença forte das meninas em toda a narrativa e, no final, a descrição sobre como uma delas assassinou com tesoura uma outra dentro da escola e também como duas outras ameaçaram outra de surra. Em muitas escolas há uma verdadeira femocracia, em muitos casos acompanhadas de violências várias contra os meninos feios, as meninas tímidas, os mais pobres, os sujos. Aqui segue uma pequena demonstração de certa violência femista 
http://www.youtube.com/watch?v=6djykRZLA7M]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No texto sobre feminismo: eu acho curioso que toda vez que se fala de educação autoritária as pessoas falam como se as escolas fogem geridas por homens. Não são. A esmagadora maioria, talvez uns 95%, das direções são controladas por mulheres. O mesmo para as chefias e supervisões. As professoras, em alguns niveis, chegam a ser 90% do total, embora professores não mandem nas escolas, como diz o texto. Professores são subordinados, peões da educação. Então, a tal da educação autoritária é, no Estado de São Paulo, algo arquitetado, implementado e gerido por mulheres. Aliás, caberia até observações sobre como a fofoca é o principal instrumento de análise do trabalho pedagógico. Não minto nem exagero. </p>
<p>Não se pode afirmar que o machismo predomine em todas as escolas. Isto é uma generalização sem base. O Estado possui 5.400 escolas e em muitas delas as meninas é que comandam. Na que eu trabalho, por exemplo, há revezamento e meninos e meninas usam a quadra. Aliás, as meninas entram até no banheiro masculino. Elas dominam todas as salas, exceto uma, sendo lideranças até em brigas e confusões. Quem assistir o filme Pro Dia Nascer Feliz  <a href="http://passapalavra.info/?p=19335" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=19335</a> vai perceber a presença forte das meninas em toda a narrativa e, no final, a descrição sobre como uma delas assassinou com tesoura uma outra dentro da escola e também como duas outras ameaçaram outra de surra. Em muitas escolas há uma verdadeira femocracia, em muitos casos acompanhadas de violências várias contra os meninos feios, as meninas tímidas, os mais pobres, os sujos. Aqui segue uma pequena demonstração de certa violência femista<br />
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