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	Comentários sobre: Lisboa: rusgas a céu aberto	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86540</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 13:30:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bruno Rampone,
Analisámos mais detalhadamente a greve geral do dia 14 em outro artigo:
http://passapalavra.info/?p=67566 
Logicamente você teria razão e a coincidência daquelas greves deveria representar um «internacionalismo classista». Mas infelizmente não é o que se passa. Foram greves nacionais simultâneas, mas sem nenhuma relação entre elas ao nível dos trabalhadores. Mesmo a Espanha, que está tão perto, parece estar muito longe. Como o internacionalismo não é uma soma de nacionalismos isolados, a luta apresenta-se muito difícil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno Rampone,<br />
Analisámos mais detalhadamente a greve geral do dia 14 em outro artigo:<br />
<a href="http://passapalavra.info/?p=67566" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=67566</a><br />
Logicamente você teria razão e a coincidência daquelas greves deveria representar um «internacionalismo classista». Mas infelizmente não é o que se passa. Foram greves nacionais simultâneas, mas sem nenhuma relação entre elas ao nível dos trabalhadores. Mesmo a Espanha, que está tão perto, parece estar muito longe. Como o internacionalismo não é uma soma de nacionalismos isolados, a luta apresenta-se muito difícil.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Rampone		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86537</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Rampone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 13:15:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acompanhando daqui do Brasil...

Parece que o capital necessita de novas formas para continuar seu ciclo de acumulação e que, sem nenhum prejuizo, abandona formas e aparências anteriores e adota novas, aparentemente contrárias aquelas antigas. Adota formas que parecem inconcebíveis, como o meio sindical e partidos de esquerda. Isso tem sido amplamente debatido no PassaPalavra em várias séries de artigos e pelo que li em algum lugar parece mesmo que rasgar as contradições nas aparências e iluminar a sua essência é mesmo uma vocação deste coletivo-sitio.
Agora, em face aos acontecimentos desta quarta-feira - pois foi uma greve geral não somente em Portugal, como também Itália, Bélgica e Grécia. Não creem que aí há elementos de uma nova qualidade no movimento real dos trabalhadores contra as formas que começam a se mostrar do lado do capital? Ou seja, a possibilidade de um internacionalismo classista (ainda sem cara) capaz de superar os nacionalismos das pricipais direções.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhando daqui do Brasil&#8230;</p>
<p>Parece que o capital necessita de novas formas para continuar seu ciclo de acumulação e que, sem nenhum prejuizo, abandona formas e aparências anteriores e adota novas, aparentemente contrárias aquelas antigas. Adota formas que parecem inconcebíveis, como o meio sindical e partidos de esquerda. Isso tem sido amplamente debatido no PassaPalavra em várias séries de artigos e pelo que li em algum lugar parece mesmo que rasgar as contradições nas aparências e iluminar a sua essência é mesmo uma vocação deste coletivo-sitio.<br />
Agora, em face aos acontecimentos desta quarta-feira &#8211; pois foi uma greve geral não somente em Portugal, como também Itália, Bélgica e Grécia. Não creem que aí há elementos de uma nova qualidade no movimento real dos trabalhadores contra as formas que começam a se mostrar do lado do capital? Ou seja, a possibilidade de um internacionalismo classista (ainda sem cara) capaz de superar os nacionalismos das pricipais direções.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luis Pereira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86423</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luis Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 19:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Não existe nenhum capitalismo de Estado que não tenha vocação nacionalista&quot; era o elemento que eu desconhecia.
 Obrigado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não existe nenhum capitalismo de Estado que não tenha vocação nacionalista&#8221; era o elemento que eu desconhecia.<br />
 Obrigado!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86417</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 19:14:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[André Luiz,
Acerca das teses defendidas por Daniel Oliveira, o &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; publicou em Agosto deste ano um artigo de João Valente Aguiar, «O especulador e o industrial. A esquerda do lado do mito contra a realidade»:
http://passapalavra.info/?p=62764]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>André Luiz,<br />
Acerca das teses defendidas por Daniel Oliveira, o <em>Passa Palavra</em> publicou em Agosto deste ano um artigo de João Valente Aguiar, «O especulador e o industrial. A esquerda do lado do mito contra a realidade»:<br />
<a href="http://passapalavra.info/?p=62764" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=62764</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André Luiz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86415</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 19:02:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Também há de se comentar da atuação do Bloco de Esquerda nesse momento!
Catarina Martins, Daniel Oliveira, Fernando Rosas, João Semedo e Francisco Louçã são figuras presentes constantemente nos meios de comunicação. As ruas de várias cidades portuguesas estão repletas de cartazes do BE e chamados para debates.
A grande convenção deles teve cobertura midiática e foram claros nos projetos de &quot;unidade&quot;, &quot;derrubar o governo Passos Coelho&quot;, &quot;chamar novas eleições&quot; e &quot;constituir um governo de esquerda em Portugal&quot;. 

O que querem dizer com &quot;governo de esquerda&quot;? Há de se ficar de olho nessa tecnocracia do BE...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também há de se comentar da atuação do Bloco de Esquerda nesse momento!<br />
Catarina Martins, Daniel Oliveira, Fernando Rosas, João Semedo e Francisco Louçã são figuras presentes constantemente nos meios de comunicação. As ruas de várias cidades portuguesas estão repletas de cartazes do BE e chamados para debates.<br />
A grande convenção deles teve cobertura midiática e foram claros nos projetos de &#8220;unidade&#8221;, &#8220;derrubar o governo Passos Coelho&#8221;, &#8220;chamar novas eleições&#8221; e &#8220;constituir um governo de esquerda em Portugal&#8221;. </p>
<p>O que querem dizer com &#8220;governo de esquerda&#8221;? Há de se ficar de olho nessa tecnocracia do BE&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86411</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 18:13:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=67490#comment-86411</guid>

					<description><![CDATA[Luís Pereira,
A relação entre o capitalismo de Estado e o nacionalismo — a que alguns também chamam patriotismo — estabelece-se através do Estado. Por um lado, o Estado é necessário à constituição de uma nação, no sentido moderno da palavra. Por outro lado, o Estado assume-se como a instituição económica hegemónica no capitalismo de Estado. Não existe nenhum capitalismo de Estado que não tenha vocação nacionalista.
O Partido Comunista Português tem sido, neste país, o mais coerente promotor de um projecto de capitalismo de Estado. E a burocracia sindical é um elemento indispensável à regulação do mercado de trabalho num capitalismo de Estado.
Para se efectivar, um projecto desse tipo precisa do apoio das forças repressivas. Isto explica, na nossa opinião, a simpatia que o PCP e a CGTP têm expressado pela polícia sempre que ela enfrenta manifestantes que não pertencem à área destas duas organizações. As palavras do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, em 31 de Outubro, a propósito de uma das acções dos estivadores, são bem conhecidas, mas quem ainda as não conhece pode ouvi-las aqui:
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=599761&#038;tm=9&#038;layout=123&#038;visual=61 
Interpretamos do mesmo modo as declarações de Arménio Carlos proferidas ontem e citadas neste artigo. Como se isto não fosse suficiente, uma figura da estatura intelectual e política de Sérgio Ribeiro escreveu aquilo que transcrevemos em caixa.
Arménio Carlos prometeu que «a polícia não faz mal à gente» e Sérgio Ribeiro afirmou que a polícia fora vítima de «raivas e revoltas inconsequentes». Por isso o &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; considera que uma polícia que não faz mal à gente do PCP e da CGTP, mas  faz mal aos raivosos e revoltosos inconsequentes, é um «pilar estruturante de um projecto político típico de um capitalismo de Estado dirigido por uma tecnocracia de origem sindical».]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Pereira,<br />
A relação entre o capitalismo de Estado e o nacionalismo — a que alguns também chamam patriotismo — estabelece-se através do Estado. Por um lado, o Estado é necessário à constituição de uma nação, no sentido moderno da palavra. Por outro lado, o Estado assume-se como a instituição económica hegemónica no capitalismo de Estado. Não existe nenhum capitalismo de Estado que não tenha vocação nacionalista.<br />
O Partido Comunista Português tem sido, neste país, o mais coerente promotor de um projecto de capitalismo de Estado. E a burocracia sindical é um elemento indispensável à regulação do mercado de trabalho num capitalismo de Estado.<br />
Para se efectivar, um projecto desse tipo precisa do apoio das forças repressivas. Isto explica, na nossa opinião, a simpatia que o PCP e a CGTP têm expressado pela polícia sempre que ela enfrenta manifestantes que não pertencem à área destas duas organizações. As palavras do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, em 31 de Outubro, a propósito de uma das acções dos estivadores, são bem conhecidas, mas quem ainda as não conhece pode ouvi-las aqui:<br />
<a href="http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=599761&#038;tm=9&#038;layout=123&#038;visual=61" rel="nofollow ugc">http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=599761&#038;tm=9&#038;layout=123&#038;visual=61</a><br />
Interpretamos do mesmo modo as declarações de Arménio Carlos proferidas ontem e citadas neste artigo. Como se isto não fosse suficiente, uma figura da estatura intelectual e política de Sérgio Ribeiro escreveu aquilo que transcrevemos em caixa.<br />
Arménio Carlos prometeu que «a polícia não faz mal à gente» e Sérgio Ribeiro afirmou que a polícia fora vítima de «raivas e revoltas inconsequentes». Por isso o <em>Passa Palavra</em> considera que uma polícia que não faz mal à gente do PCP e da CGTP, mas  faz mal aos raivosos e revoltosos inconsequentes, é um «pilar estruturante de um projecto político típico de um capitalismo de Estado dirigido por uma tecnocracia de origem sindical».</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Luis Pereira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86404</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luis Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 16:43:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acredito que seja falta de conhecimento politico da minha parte, mas não consigo compreender a relação entre &quot;nacionalismo&quot; e &quot;&quot;a manutenção de uma “polícia do povo” como pilar estruturante de um projecto político típico de um capitalismo de Estado dirigido por uma tecnocracia de origem sindical.&quot;&quot;
Entendo &quot;nacionalismo&quot; e o &quot;projecto politico&quot;*, mas a relação entre ambos não consigo. 
*A mesma tactica quando dos ficheiros da PIDE no golpe de 25 de Abril?!?!???!??!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que seja falta de conhecimento politico da minha parte, mas não consigo compreender a relação entre &#8220;nacionalismo&#8221; e &#8220;&#8221;a manutenção de uma “polícia do povo” como pilar estruturante de um projecto político típico de um capitalismo de Estado dirigido por uma tecnocracia de origem sindical.&#8221;&#8221;<br />
Entendo &#8220;nacionalismo&#8221; e o &#8220;projecto politico&#8221;*, mas a relação entre ambos não consigo.<br />
*A mesma tactica quando dos ficheiros da PIDE no golpe de 25 de Abril?!?!???!??!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Salomão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67490/#comment-86389</link>

		<dc:creator><![CDATA[Salomão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 12:47:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faltou um vídeo do que aconteceu:

http://www.youtube.com/watch?v=ncH6BHc7L_s

(interessante como os reportes comentam tudo, exceto a brutal violência do das imagens).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou um vídeo do que aconteceu:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ncH6BHc7L_s" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=ncH6BHc7L_s</a></p>
<p>(interessante como os reportes comentam tudo, exceto a brutal violência do das imagens).</p>
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